Karla Em Hogsmit
18 A descoberta
Karla saiu à procura dele, olhou aonde ela tinha passado os dias desacordada, olhou embaixo da mesa, das cadeiras, das plantas e nada. Ela já tinha procurado em todo lugar, menos o único quadro que tinha naquele quarto, ficou olhando para ele durante muito tempo, procurando uma dica.
No quadro inteiro não tinha dica nenhuma, ela se lembrou do Batman, que normalmente tinha pista em lugares esquisitos. Atrás de um abajur, numa estante, atrás dos quadros, entre outros. Quando ela pensou em atrás dos quadros na hora foi olha-lo. Ela tirou o quadro da parede, pós ele no chão, virou ele e olhou, na hora viu um papel grupado, tirou ele e leu “Papel está no meio do livro Arafinha.”.
Ela foi até a estante e procurou-o, estava na estante no lugar mais alto bem no meio da estante. Ela foi pegou ele cuidadosamente da estante, sem deixar nenhum outro livro cair. Abriu-o e procurou o papel, estava no capitulo dez do livro, talvez fosse o que Dolovote mais gostava. Ela pegou o papel e leu “O papel está na esquivraninha”.
Ela foi até a esquivraninha e começou a procurar, embaixo dos livros, no meio dos livros, nas gavetas e nada. Ela procurou em todo o lugar, mas não achou nada, ficou pensando onde poderia estar, na hora ela se lembrou do Sobrenatural, às vezes tinha pista atrás dos espelhos. Então ela foi até o espelho e o puxou, cuidadosamente, sem deixar o espelho cair, se não seria sete anos de azar, e ela não queria isso, mesmo sabendo que o dia não estava muito bom; mas por outro lado, ela também não podia deixar o espelho cair porque tinha o Dolovote no outro lado da porta, e se ele ouvisse alguma coisa, acabaria com ela.
Ela pegou o espelho e colocou-o no chão, ela o virou e pegou o papel que estava atrás, colocou o espelho no lugar e leu o papelzinho “Papel que está procurando,vai encontrar no chão, embaixo de um armário”. Ela fez uma cara e pensou “Duvido que é o papel que estou procurando, é só mais um papelzinho de mensagens para eu ficar louca.”, mas mesmo assim ela saio a procura dele, procurou embaixo de todos os armários, bom quase todos, porque, quando Karla estava nos últimos, Dolovote voltou.
Karla deitou rápido no lugar onde dormia e fingiu que estava dormindo. Dolovote foi chegando perto, cada vez mais perto; ele ficou no lado de Karla, olhou para ela e disse:
- Boa noite menininha, que só me trás problemas, mas ate que você é uma boa companhia.- E deu um beijo na bochecha dela, deu mais uma olhada nela e saiu de novo do quarto.
Depois que ele saiu Karla conseguiu se tranquilizar, levantou de novo e saiu a procura do papel “ Será que ele sabe que eu estou procurando o papel? Tomara que não.”, pensou ela enquanto procurava. Ela procurou em todos os armários que sobravam, mas não encontrou nada, só poeira e mais poeira. Ela olhou em volta, tinha que estar ali em algum lugar. Ela olhou varias vezes em volta, já tinha visto em todos os armários, mas antes que ela desistisse, ela se deparou com um armário, bem no final do quarto, escondido. Só poderia estar ali, era o único lugar que ela não tinha visto.
Ela chegou perto do armário, se abaixou e olhou embaixo do armário. Lá estava outro papelzinho, só que parecia ser maior que os outros, o papel parecia ser diferente, parecia ter mais coisas escritas. Ela pós a mão embaixo do armário, se esticou toda para conseguir alcançá-lo, mas depois de tanto se esticar, ela alcançou o papel e o pegou.
Quando ela o olhou, viu que parecia muito como papel que ela tinha pego no livro, ela o abriu e leu, é era o papel do livro, mais será que era esse papel mesmo? Será que não era um outro papel que ele estava procurando?
- Olha pelo visto você o achou.- Disse Dolovote. Karla deu um pulo de um metro para trás, seu coração estava acelerado.- Que bom saber que você não é tão burra quanto parecia.
- O que você que com esse papel? Não fala nada sobre ficar invencível nele.
- Menina, fui eu que escrevi nesse papel, e eu não iria escrever tudo direitinho para outras pessoas irem e fazerem o mesmo.
- Tá bom, já te dei o que você queria, me deixa ir embora?
- Não.
- Por quê?
- Porque eu preciso de você para fazer isso.
- Como assim?
- Você deveria estar lisonjeada, não é todo mundo que pode me ajudar assim.
- O que você quer disser com isso?
- Eu quero disser que você vai me ajudar a ser invencível.
- Como?
- Com o seu sangue. Eu preciso do sangue de uma pessoa que sabe admirar as artes das Trevas.
- Mais eu não admiro, eu odeio artes das Trevas.
- É, mais você usou no menino loiro.
- É mais foi sem querer. Ei você ficou me vigiando?
- Me dá esse papel.
- Não!
- Me dá.- Falou ele agarrando a mão de Karla, mas como ela estava com as mão para trás, ele não conseguiu pegar. Ela lutou bravamente, só que não adiantou, ele conseguiu pegar, mas para ele conseguir isso, ele teve que fazer muito força.
- Como funciona?
- É fácil. Eu pego seu sangue, ponho em uma poção, misturo e depois bebo. E isso me ajudara a me deixar vivo ate você morrer, só que quando você morrer, eu já terei encontrado outro.
- Quanto sangue você precisa?
- Pouco, por que?
- Eu não gosto muito de sangue, mas se for um pouquinho eu posso aguentar.
- Tá bom, vamos começar.
- Pera, você vai me libertar quando eu te dar o sangue, né?
- Claro.
Notas finais
Comentem.
Bjs, bjs.
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