Kami No Game
5 I am the Untouchable
Notas iniciais
Kami No Game — Script
Nivel.1
Capítulo 5- The Shinigami Tomb- Part.1
"I am the Untouchable"
(Tenda de Kuro)
Su- Promete-me uma coisa... Não morras e volta o mais depressa que puderes...
(Sorrindo)
Kuro- Sim eu vou voltar não te preocupes!
Ao sair da tenda de Kuro, Su dirigiu-se para a sua tenda para arrumar os livros que a sua mestre curandeira lhe dera para estudar, ao fazê-lo deixou cair um deles, este abriu-se e numa das suas páginas estava uma ilustração de uma adaga
ao olhá-la Su ficou paralisada, deixando de sentir força nas pernas Su caí ao chão e teve algo que parecia uma visão.
(Jardim por detrás de uma casa)
(Colhendo flores)
Velhota- ...
Pequena Menina- Avó! Olha colhi flores para ti! Estas são roxas e
Velhota- Obrigada minha querida...
Pequena Menina- O que foi, vovó?
Velhota- Tenho algo para te contar, vem até aqui.
Pequena Menina- Pareces triste, esqueceram de comprar os teus remédios outra vez?
Velhota- Ahaha não minha querida, não te preocupes com isso. Eu queria falar-te da tua mãe...
Pequena Menina- Que têm a mamãe?
Velhota- ...
Pequena Menina- Avó?
Velhota- A tua mãe, ela... Foi de viagem para um lugar bem longe!
Pequena Menina- Mas ela devia ter voltado para casa, porque foi trabalhar outra vez?
Velhota- Não te preocupes querida, a tua mãe foi de viagem para um sítio maravilhoso!
(Triste)
Pequena Menina- Mas eu queria que ela viesse para casa! Para onde ela foi? Quando volta?
Velhota- Não sei quando volta querida, mas um dia irão reencontrar-se isso tenho a certeza!
A menina olhou para a avó com uma cara entristecida, e saiu a correr para o seu quarto, a sua avó não disse nada. Ao chegar lá, sentou-se na sua cama a pensar no que a avó lhe tinha dito, olhou em frente e viu a adaga cor-de-rosa que servia de um decorativo na parede do seu quarto,
foi a sua mãe que lha dera, alegando que era a sua "adaga da sorte", a pequena rapariga retirou um banco que estava em frente a uma pequena mesa com bonecas vestidas de negro com um aspeto meio bizarro, e pousou-o em frente da parede para retirar a adaga. Sentou-se de novo na cama com ela
ainda pensando na sua mãe e de repente começou a falar para si mesma:
Pequena menina- A Vovó disse o mesmo há alguns dias atrás sobre os meus tios... Mas ela não sabe que eu sei que nenhum deles foi embora... ela não sabe que eu sei... que todos eles morreram...
(Su acorda)
Kuro- Su estás bem?
(Limpando as lágrimas)
Kuro- Sim...
Su- O que se passou?
Su- Não sei... vi uma imagem naquele livro e.… senti-me bastante mal...
Kuro- E agora já estás melhor?
Su-Sim...
Kuro- Eu segui-te até aqui porque enquanto falávamos parecias preocupada com algo, eu pensei que estivesses a esconder alguma coisa que não querias contar... Mas quando aqui cheguei estavas caída no chão a murmurar coisas!
Su- Tem calma eu estou bem...
Nesses instantes Su explicou a Kuro que acabara de ter um "sonho" estranho e que ainda antes de chegarem á vila Hikari, Su tivera imensos de já vu com vários objetos que vira antes e durante o casamento forçado com o chefe da tribo Kurai.
Kuro- Porque não me contaste isto anteriormente?
(Desesperada)
Su- Eu não sei! Eu só estou confusa e, e não queria que pensasses que estou a ficar maluca com isto e...
Kuro- Para!
Su- ...
Kuro- Não penses mais nisso, só vai fazer com que fiques ainda mais confusa! Eu sei que é difícil , mas tenta descontrair e habituar-te a esta vida. Eu tento tentado fazer o mesmo, e também não me quero habituar a isto faz-me pensar que estou a desistir de voltar para onde quer que tenha vindo.
Su- Ok... eu vou tentar, mas prefiro estar sozinha agora...
Kuro- Sim, eu percebo...falamos de novo quando voltar.
Kuro voltou á sua tenda não parando de pensar em Su, o que fez com que demorasse um bom tempo até se deixar dormir. No dia seguinte foi acordado por Hana e logo os dois se equiparam e se dirigiram até á porta da vila onde muitas pessoas os esperavam, teriam preparado apenas um cavalo que teria de carregar ambos Kuro e Hana e ao mesmo tempo uma tenda para passarem a noite e também alguns mantimentos. Incrivelmente o cavalo era forte o suficiente para carregar tudo, e logo se fizeram os três a caminho da vila inimiga.
Hana- Só trouxeste essa espada suja?
Kuro- Sim…
Hana- Não entendo o que ela tem de especial, na vila tinhas tantas armas de boa qualidade e preferes trazer isso, para além de estar cheia dessas manchas é feita desse material estranho e pouco resistente… Porque insistes em usá-la?
Kuro- (Pensando para si). Eles não conhecem metal? De facto, ainda não vi qualquer objeto feito de metal desde que cheguei a este sitio… Será que o facto de eu saber o que é metal e eles não, têm alguma ligação de onde eu venho?
Hana- Porque não me respondes?
Kuro- Ah! Desculpa estava a pensar, esta arma significa muito para mim, talvez seja por isso.
Hana- Estou a ver…
(Algum tempo depois)
Kuro- Hana, porque é que...
Hana- Viemos em apenas um cavalo?
Kuro- Hum, sim...
Hana- Porque é o único que temos...
Kuro- Não há mais?
Hana- Não é isso, após Masahiru ter desertado da nossa vila ele ordenou a vários guardas da nossa mesma tribo (usando o seu cetro mágico) para libertarem todos os cavalos que conseguissem, assim os seus homens poderiam roubá-los sem sequer terem de vir á nossa vila...
Kuro- Entendo... Mas porque é que esse tal Masahiru simplesmente não hipnotizou todos os membros da tribo Hikari e dos outros clãs? Assim não se tinha de estar a dar-se ao trabalho de reviver um Shinigami para controlar toda a ilha.
Hana- De que tribo vens tu? Eles lá não vos ensinaram sobre o cetro que a nossa tribo detinha?
Kuro- Acho que até mencionaram isso, mas eu nunca tive muito interesse por esse tipo de coisas...
Hana- Que ignorante me saíste... O cetro de Masahiru apenas têm a capacidade de controlar 50 corpos em simultâneo, mortos ou vivos, humanos ou animais anteriormente apenas se pensava que era tudo lendas, mas há 10 anos atrás quando Masahiru roubou o cetro e fugiu da nossa vila, foi claro que ele de alguma forma descobriu a forma de usar um artefacto divino, até altura apenas se pensava que não existiria tal coisa como magia.
Kuro- Mas existem outros objetos mágicos certo?
Hana- ARRGH! És mesmo burro! Claro que sim! Mesmo que não se saibam a localização deles existem vários outras armas com habilidades mágicas nas nossas lendas, e como o cetro realmente têm propriedades divinas isso indica que todas as outras armas lendárias sejam muito provavelmente reais!
Kuro- Estou a ver...
(Após um tempo)
Kuro- Hana.
Hana- O que foi?
Kuro- Importas-te que te pergunte mais uma coisa?
Hana- Claro que não, desde que não seja algo parvo.
Kuro- Hum... Eu não me lembro bem, mas acho que na minha vila já me tinham falado sobre isto...
Hana- Falado sobre o quê?
Kuro- O facto de não existir Sol ou Lua e existir tanta luminosidade tanto durante o dia como de noite.
Hana- O quê?
Kuro- Sim eu sei é uma pergunta parva.
Hana- O que é o Sel e a Lua?
Kuro- Sel? É Sol. Espera tu também não sabes?
Hana- Não, nem sequer sei o que é isso. De raio de tribo vens tu? O que é que eles andam a ensinar aos vossos jovens?
Kuro- Esquece talvez tenha feito confusão com outra coisa qualquer...
(Pensando para si)
Kuro- Então aqui nunca existiu Sol ou Lua ... Visto que ela nem sabe o que são, isto pode indicar que de onde quer que eu venha o Sol existe, já que eu sei o que ele é tal como a elas (Su, Fi, Sha) e de certeza que não é produto da nossa imaginação... Tenho de arranjar maneira de perguntar mais algo sem dar muito nas vistas, e isso vai ser bem difícil.
Após muito tempo a cavalgar, Kuro pergunta:
Kuro- Quando chegamos?
Hana- Amanhã...
Kuro- O quê? Amanhã?
Hana- Sim porquê?
Kuro- Eu pensava que ainda chegávamos hoje antes de anoitecer!
Hana- Quanto vos salvamos da tribo negra demorámos um dia inteiro a voltar como não te lembras? Oh, espera é verdade estavas inconsciente...
Kuro- Eu estive inconsciente um dia inteiro??? Eu pensava que quando tinha acordado na vossa vila fosse a manhã do dia após nos terem salvo.
Hana- Não, foi a manhã do dia após a longa viagem até á nossa vila...
Kuro- Como eu estive a dormir tanto tempo assim?
Hana- Não sei, mas vamos parar por aqui, é melhor deixarmos o pobre coitado a descansar ainda temos um grande caminho pela frente.
Kuro e Hana pararam perto de uma pequena cascata, a sua água era quente e completamente limpa dando a possibilidade de ser observado o fundo do pequeno lago que era formado por essa mesma cascata.
Hana- Bem vou prender o cavalo para dentro da floresta onde há mais erva para ele comer, fica por aqui e vê se tomas banho, cheiras mal.
(Cheirando-se)
Kuro- O quê? Não cheiro nada!!!
Hana- Para mim cheiras, e não te quero perto de mim com esse cheiro!
(Suspiro)
Kuro- Como queiras...
Hana- Ali tens uma toalha que eu trouxe da vila para te secares quando saíres.
Kuro- Eu sei para que serve a toalha!
Hana- Ainda bem, já venho.
Ao entrar pela floresta dentro, Hana apressou-se a prender o cavalo, exausto, perto de um grande campo de relva. Ao fazê-lo voltou para a cascata onde estava Kuro, e Hana escondeu-se nos arbustos espreitando Kuro que estava a entrar no lago de água morna já sem roupas.
(Murmurando para si)
Hana- Raios! Aqui não consigo ver nada, tenho de me mover para mais perto.
(Escalando rochas que constituíam a cascata)
Hana- Aqui deve ser melhor... Urgh ainda não tenho um bom ângulo, talvez se ele se virasse.
Hana decide fazer um barulho curioso e Kuro vira-se na sua direção, claro que por essa altura Hana já estaria escondida atrás das pedras esperando que Kuro se movesse para uma zona mais perto dela o que lhe daria uma melhor visão sobre o que ela estaria a tentar ver,
esteve então uns minutos escondida e ao voltar a olhar, com a esperança de conseguir ter uma melhor perspetiva sobre Kuro, Hana repara que ele já não estava na cascata.
Hana- Raios! Como perdi esta oportunidade?!
(Atrás de Hana)
Kuro- Que oportunidade?
Ao ver Kuro, Hana ficou histérica e ao tentar levantar-se escorregou e caiu uns belos 5 metros até mergulhar no pequeno lago. Após sair da água...
Kuro- O que é que estavas a fazer ali em cima?
(Encharcada)
Hana- Nada que te interesse!
Kuro- Pervertida...
Hana- O que é que me chamaste?
Kuro- Pervertida! Foi isso que chamei!
Hana- Estás a insinuar que eu te estava a espiar???
Kuro- Sim estou!
Hana- Não estava!
Kuro- Então que estavas a fazer ali em cima!
Hana- Eu... eu estava...não interessa! Vai te embora eu preciso secar a minha roupa!
Kuro- Aí não vou não.
Hana- Não vais?
Kuro- Não. Andaste a ver-me nu agora é a minha vez, assim ficamos quites.
Hana- Quites? Estás a zombar de mim, não é? Vai embora antes que eu te obrigue!
Kuro- Sim, sim e o que vais fazer?
(Tirando um cutelo que tinha preso á cintura)
Hana- Decapito-te!
Kuro- Hey! Tem calma eu vou!
(Entre dentes)
Kuro- Mas têm cuidado com as árvores, eu posso estar lá a ver-te...
Hana- O que disseste?!
Kuro- Nada, nada!
(Mudança de cena)
(Sala escura)
(Observando Hana e Kuro)
Hyousuke- Mestre, são estes humanos que vão se infiltrar na vila Kurai?
Mestre- Certamente, Hyousuke porque perguntas?
Hyousuke- Parecem ser patéticos, sem ofensa meu amo, mas o seu jogador favorito ainda me parece ser bastante banal e desinteressante.
Mestre- É não posso negar que o Kuro pode até parecer um inútil mas eu não o subestimaria, se fores paciente irás entender ao que me refiro...
(Mudança de cena)
(Perto da Cascata, já a escurecer)
Kuro- Já está quase de noite? Mas nem parece que se passou metade do dia!
Hana- Estamos na altura do ano em que os dias são mais curtos idiota! Não te ensinaram o ciclo do dia e da noite na tua vila?
Kuro- Devem ter ensinado, só não devo ter prestado grande atenção.
Hana- Espero que não sejas tão fraco em batalha quanto em conhecimento!
Kuro- Eu? Eu sou bastante forte! Derrotei um gorila enorme enquanto estava na vila da tribo negra!
Hana- O quê? Derrotas-te o Kong?
Kuro- Sim derrotei!
Hana- Deve ter sido...
Kuro- Pois foi! Ceguei-o e decepei-lhe um dos braços em batalha, e saí ileso!
Hana- Mentiroso! Tu a derrotares o chefe do clã dos gorilas, nem em sonhos!
Kuro- Não acredites se não quiseres...
Hana- Deixa de ser mentiroso e ajuda-me a montar a tenda para a noite.
(Montando a tenda)
Kuro- Só uma?
Hana- Sim só uma tens algum problema? Tens problemas e dormir perto de uma mulher? Viras-te gay agora?
(Com ironia)
Kuro- Talvez, acho estranho quereres dormir tão perto de mi-
(Murro no nariz)
Hana- Cala-te e trabalha!
Após acabarem de montar a tenda, já estava de noite a qual estava surpreendentemente escura, e dentro da tenda também não era possível enxergar o quer que fosse.
Kuro- Não consigo ver nada! Trouxeste algumas almofadas ou algo assim?
Hana- Trouxe tom-
(Agarra)
Kuro- Eu estou a agarra-la, mas esta presa a alguma coisa...
Hana- ISSO NÃO É UMA ALMOFADA!!!
(Chapada)
Hana- Não te atrevas a fazer esse tipo de coisas outra vez para a próxima será o cutelo que vai á tua cara!
Kuro- Eu não tenho culpa não dá para ver nada! Não tens uma vela ou algo assim?
Hana- Tenho, mas não a consigo encontrar neste escuro!
Kuro- Deixa não precisamos disso agora, vou descansar.
Hana- Estas a agir duma forma suspeita, não te atrevas a fazer algo nada estranho!
Kuro- Tu é que me foste espreitar enquanto tomava banho e sou eu que estou a agir de forma estranha?
Hana- Como queiras, até amanha!
Kuro- E acabas a conversa assim do nada? Argh... Mulheres.
Kuro deixara-se dormir pensando onde estariam Fi e Sha, se estariam bem ou não, apenas teve oportunidade de estar com elas uns dias já que elas teriam rejeitado a proposta
do Ancião dos Hikari, era estranho, mas Kuro sentia uma ligação bastante forte a elas, mesmo que Fi estivesse sempre a implicar com ele e Sha mal lhe falasse.
Pouco tempo após de se deixar dormir, Kuro acordou de repente pois sentiu algo tocar-lhe nas costas, ao abrir os olhos notou a luminosidade da vela que Hana teria acendido após se deixar dormir,
e também reparou que estava em tronco nu, deitado sobre a barriga, e em cima dele, estava Hana á procura de algo.
Kuro- O que estás a fazer?!
Hana- Não te mexas!
Kuro- Ok já chega!
(Levanta-se empurrando Hana)
Kuro- Tens um fascínio pelo meu corpo ou quê?
Hana- (Suspiro) Bem parece que não consegui...
Kuro- Não conseguiste o quê? Explica-te de uma vez por todas!
Hana- Eu tenho estado á procura de uma marca no teu corpo.
Kuro- Uma marca? Porquê?
Hana- Porque é que achas que no dia que nos deparamos com vocês os quatro a enfrentar a tribo Kurai vos salvamos? Não achas que poderíamos simplesmente ter ignorado e estrategicamente continuado a nossa missão naquele dia? Tínhamos a intenção de infiltrar-nos na vila deles para conseguirmos expulsá-los de lá ou pelos menos conseguir a localização da escavação já que varios dos seus guardas estavam ocupados a perseguir-vos e o Riki, o mais forte deles, estava a perseguir-vos também...
Kuro- E o que é que isso tem a ver a minha marca?
Hana- Tem a ver com uma profecia… Naquele momento nós não conseguíamos acreditar que a profecia que o nosso querido ancião tinha citado á anos iria se realizar...
Kuro- Profecia?
Hana- Ele profetizou que iriamos encontrar quatro guerreiros desconhecidos de alguma forma iriam conseguir entrar e sair da vila negra, o qual ninguém conseguira fazer desde a criação da tribo negra, e que nos auxiliariam na luta contra o inimigo. Mas o mais impressionante era que o nosso ancião também falou da possibilidade de esses guerreiros serem a reencarnação dos primeiros
quatro humanos que guiaram a humanidade até ao que é hoje... Ao encontrar-vos lembrámo-nos imediatamente dessa profecia, e nem pensamos ir duas vezes ao vosso auxilio... esses primeiros quatro humanos detinham uma marca característica no corpo, de acordo com as lendas, cada um deles especialista em uma única habilidade, o que os ajudou a sobreviver á natureza no inicio dos tempos, mas nunca foi especificado onde estaria essa marca nos corpos deles nem sequer se têm a certeza da veracidade dessa história,
daí ser apenas uma lenda...
Kuro- E supostamente eu deveria ter essa marca? Porque não perguntas-te simplesmente perguntado?
Hana- Não tinha ordem que soubesses disto, mas é a única maneira de saber se tens a tal marca.
Kuro- Não, não tenho nenhuma marca! Por isso para com isso...
Hana- Não acredito... Não me deixas outra alternativa...
Hana retira um pequeno frasco que continha um líquido no seu interior.
Hana- Bebe isto por favor!
Kuro- Para que serve isso?
Hana- Apenas bebe é importante! Não estou a brincar!
Kuro- Não vou beber isso ao menos que me digas o que é!
Hana- (Suspiro) É uma droga... Serve para libertar adrenalina em grandes quantidades, de acordo com a lenda os quatro guerreiros apenas teriam acesso ás suas habilidades quando estavam sobre pressão, quando adrenalina disparava nos seus corpos e entã-
(Interrompe)
Kuro- Dá cá isso.
Hana- Espera, por que mudaste de ideias tão rápido?
Kuro- Eu já tive essa sensação de adrenalina que falas, durante a luta com o Kong, de repente senti-me diferente e dei por mim a desviar de todos os ataques dele quase como por instinto...
Hana- Desviar de todos os ataques? Incrível!!! Um dos primeiros guerreiros das lendas detinha a mestria na arte da Agilidade, ele era intocável! Se for verdade que és a encarnação dele seria fantástico assim temos muito mais chances na luta contra Masahiru!
Kuro- Sim pois dá cá isso...
Kuro agarrou no frasco e bebeu todo o líquido que este detinha de seguida, não sabia a nada de especial. Logo começou a sentir o coração a acelerar, o corpo a tremer e a cabeça a doer... Hana olhava preocupada para ele e ao mesmo tempo procurava pela marca que o identificaria como o "Intocável". O efeito da droga parecia aumentar cada vez mais
e consequentemente o sofrimento de Kuro. Hana não conseguia encontrar a marca, olhando para os olhos de Kuro viu que ambos estavam bastante avermelhados, mas um deles tinha uma diferença, não tinha a cor castanho claro como o outro, mas sim um amarelo meio alaranjado e, para espanto de Hana, á volta da íris do olho estava a marca que tanto procurava.
Hana- Não pode ser tu és mesmo...
(Mudança de cena)
(Sala escura)
Mestre- ... o intocável
FIM
Próximo Capitulo: The Shinigami Tomb — Part.2
"Sneaking in the darkness"
Fale com o autor