KILLER

29 XXVIII


Notas iniciais
Demorei mas cheguei , mas uma vez perdão meninaaas , eu sempre digo que vou postar e acabo demorando, mas ultimamente não ta sendo nada fácil pra mim, estou com problemas na família mas Deus esta no controle de tudo não é? Enfim ! Não pensem que eu me esqueci de vocês viu? Prometo não demorar muito ♥ Venho desde já agradecer minha leitora fiel Sazevedoeaton pela recomendação!! Voltar aqui e ver os reviews e ainda essa linda recomendação me da um animo tão grande, obrigada de verdade, a todas vocês. Então vamos a mais um capitulo? Espero que gostem , tenham uma ótima leitura ♥

POV TOBIAS.



Eu deixei todo meu orgulho pra vir até aqui, eu deixei meu coração falar mais alto e esquecer de todas as circunstâncias que poderia me causar. Beatrice Prior deu a luz a uma linda garotinha que eu posso chamar de filha, parte de mim e parte dela e do nosso amor e parte de tudo aquilo que ela passou por minha causa. Pensei várias vezes em desistir até ligar pra ela e vir agora bater em sua porta.

E agora depois de beija-la posso ver que não acabou mesmo eu a evitando por todos esses anos o sentimento parecia o mesmo, eu a amo, e vou lutar por ela e estou disposto a tudo e assumir meus erros e tentar corrigi-los.

— Mamãe! — a pequena Alice exclama e em um pulo me afasto de Tris,

— Filha! — diz Tris ficando vermelha ao olhar pra filha — cade seu ..

Uma mulher aparece atrás de Alice com um sorriso em seguida ela me encara e volta a olhar em direção a Beatrice.

— Andrew foi checar as passagens, acho que Alice esqueceu de uma coisinha — ela aponta pra mochila rosa da criança

— Merd.. — ela se corrige — Que coisa! Como eu pode esquecer disso? — Tris passa uma das mãos pelo cabelo — eu já volto. Tobias pode me acompanhar por favor?

Eu encaro a pequena Alice e dou uma piscadinha pra ela e a mesma sorri . Acompanho até o quarto do qual tinha acabado de sair a alguns minutos, desesperada Beatrice abre a gaveta do criado mudo ao lado de sua cama e pega uma pequena caixinha e retira uma cartela de comprimidos.

— O remédio de asma dela — diz ela pegando os remédios

— Alice tem a que puxar — digo e Tris da ombros

— Infelizmente — resmunga e caminha apressadamente em direção a sala mas no meio do caminho eu seguro seu braço

— Ainda não acabamos, você sabe disso.

Os olhos dela fuzilam os meus e eu a solto .

— Vai embora Tobias.

Faço o que ela manda , me despeço de Alice e a senhora que chegou com ela. Eu não me contive quando a beijei, quase perdi o controle depois de anos tentando evitar mulheres que me lembravam Beatrice Prior. Agora tenho que pensar em um modo de me aproximar delas e não penso mais nos problemas com Andrew aliás eu enterrei isso junto com minha vingança.

Flash Back.

Depois de dois anos na policia eu resolvi pesquisar sobre o dia da morte de minha mãe e de Nathalie. O tribunal de justiça declarou Jeanine culpada pelo assassinato da mãe de Beatrice, não foi um acidente e Andrew não tinha envolvimento algum, e sobre a morte de Evelyn , nada. Parece que a justiça se fechou para o caso, e eu resolvi abri-lo e depois de meses eu constatei que Andrew em si não teve culpa e nem sabia, as pessoas ao redor dele sabiam e a fizeram.

— O caso foi arquivado Tobias, a mando da empresa Prior — minha supervisora disse analisando os dados — eu sinto muito.

— Mas não foi diretamente o dono, você sabe o nome de quem deu ordem para arquivar ? — perguntei exausto depois de horas lendo arquivos e não dar em nada

— Marcus Eaton. Se eu não me engano foi ex marido de Evelyn — respondeu ela unindo as sobrancelhas — seu pai não é?.

O que ela diz me faz ter uma ideia. Horas mais tarde procurei o telefone dele e finalmente achei, matar ele seria fácil demais então pensei em tirar tudo dele como ele tirou tudo de mim. Fiz um termo de transferência e o registrei em cartório ou ele transfere tudo pro meu nome ou eu o ponho na cadeia com direito a prisão perpétua eu com certeza não ia perder nada com isso.

Fui para Chicago, foi uma oportunidade de vê-la mas deixei passar eu não poderia fazer isso, tinha uma missão a cumprir. A mansão de Marcus era extremamente fútil e exagerada seria a primeira coisa que iria vender.

— Marcus Eaton — eu disse com um sorriso mais falso que consigo

— Em que posso ajudar ... — ele estendeu a mão e eu o interrompo

— John — menti meu nome — eu sou da filial da empresa Prior em Nova York estamos com problemas.

— Caramba! Não me disseram nada , entre John, quer um café? — dizia dando um tapinha em meu ombro.

— Não eu estou bem, — falei enquanto vamos até seu escritório

— Que tipo de problemas? Um bom dinheiro resolve? — se sentou em uma cadeira de couro preta a frente de uma enorme mesa de madeira lisa que reluzia ao brilho da janela.

— Um bom dinheiro seria ótimo, assine aqui por favor — deixei a pasta com o termo dentro da mesma

Ele abriu a pasta e lê o termo com atenção, uma gargalhada surge e ele não parava de rir chegou a me irritar por um momento. Os olhos azuis iguais aos meus se ergueram e estendeu o contrato debochando:

— Que palhaçada é essa? Você veio aqui tentar o que?

— Palhaço? Não .. — era minha vez de debochar — muito prazer Marcus , Tobias Eaton. O filho que era pra você matar aquele dia mas infelizmente não conseguiu não é?

A boca dele se abriu e sua mão foi abaixando, sua expressão era digna de uma foto era o que eu esperava a tanto tempo. Se eu fosse o sanguinário de antes explodiria essa porra toda junto com ele mas esperar foi a melhor opção.

— Você deveria estar morto? Não entendi o que disse. — dedos trêmulos e suor é um bom sinal da mentira

— É, mas infelizmente Pai, eu não estou — me aproximei da mesa ficando cara a cara com ele — Achou mesmo que eu não viria atrás de você depois de foder minha vida? — bato na mesa e ele da um pulo.

— Eu não sei do que você esta falando meu caro. Por favor vá embora. — se alterou levantando-se e indo até a porta

Puxei o braço dele com força e o fiz voltar chocando suas costas contra a cadeira. Bom tive que partir pra violência não tive paciência pra aquela merda.

— Eu sei que foi você que mandou matar Evelyn e minha avó, a única familia que eu tive. Ou você assina essa merda ou eu prendo você. — disse apertando o braço dele com tanta força que poderia arranca-lo

— Você não tem provas contra mim. Isso é calunia garoto você que sera preso. Agora saia. — rosnou e eu o soltei

— Eu sabia que você iria falar isso, aliás eu sabia de muita coisa. Eu tenho provas Marcus um dos seus te entregou, apesar de você colocar o nome de Andrew no meio você exportava pro tráfico e colocava o nome dele no meio. Aliás — peguei meu distintivo e quase esfreguei na cara dele — Infelizmente eu posso prendê-lo.

— Mas que merda é essa — ai foi que ele ficou nervoso — Saia daqui!

— Ora se você assinar eu com certeza saio. Porém se não assinar eu sinto muito — peguei minha arma e apontei pra ele — eu serei obrigado a prende-lo ou manda-lo pro inferno.
— O que? — tremeu seus lábios — tudo bem, e-eu assino.

Pegou a caneta e assinou, apontei para as outras 7 cópias e ele assinou todas , porém a ultima mandava ele para uma prisão máxima em Boston estava no mesmo formato que as outras ele não iria parar pra ler.


— Muito bem — eu sorri como um psicopata —

— Eu vou te botar na cadeia seu filho da puta, vou fazer com você como eu fiz com a sua mãe e como todos os outros.

— Obrigado por dizer isso — disse

Minha alma se lavou não com o sangue dele mas só de poder ver Marcus Eaton sendo preso e falido foi uma saciedade para meu desejo de vingança. Por vingança eu fiz coisas ruins e não faria de novo, por um momento eu achei que era o melhor matar o que estava me matando a tantos anos.

Flash Back of.