Just This Bad Boy
23 Vingança da Castillo
Notas iniciais
Violetta Pov's
Fiquei estática. Sem conseguir assimilar os últimos segundos. E quando eu iria me virar senti os braços de Vargas depositarem certa força em minha cintura arrancando-me um semi-gemido.
– E então... Você entendeu a mensagem da musica? – Ele sussurrou essas palavras em meu ouvido, mordendo meu lóbulo logo em seguida.
– Vargas... Não brinca comigo! Pode ser perigoso. – Falei rindo sem conseguir abrir meus olhos.
– Hm... Não dizem que a noite é uma criança? Então... O Léon Jr. está a fim de brincar hoje, A.C.O.M.P.A.N.H.A.D.O. – Ele continuou sussurrando em meus ouvidos, falando a ultima palavra pausadamente, fazendo minhas pernas perderem as forças, eu teria caído ali, se ele não estivesse me segurando.
– HAHAHAHA... Me poupe! Não tenho vocação para professora de pré. – Falei tentando me soltar de seus braços.
– Hm... Então não vamos brincar, vamos ser coleguinhas de classe, e revisar a matéria. E matéria de hoje é Biologia-Física! – Falou em tom pensativo, e sarcástico. Eu já não estava mais aguentando essas provocações.
– Biologia-Física? Isso não existe Vargas. – Idiota, eu e ele somos dois idiotas. Isso não vai acabar bem, é obvio.
– Não importa, a matéria quem vai estudar sou eu, então...
– HÁ! Você? Eu tenho uma ideia melhor... Que tal se eu e o Léon Jr. Brincássemos de tortura? – Falei sorrindo maliciosa.
– Hm... Acho que o Léon Jr. Concorda com a colega. – Ouvindo as palavras do Vargas pude sentir algo se mover na bunda, e suponho que seja o Léon Jr. Se manifestando.
– Bom então... Primeiro as damas. – Falei sentindo-o afrouxar meus braços e minha cintura.
– Tudo bem. – Ele me virou de frente.
– Mas como a ideia foi minha, A NOITE também vai ser. – O joguei no chão e peguei meu cinto amarrando suas mãos numa árvore.
– Castillo O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? – Ele arregalou os olhos assustado com a minha atitude, essa noite você me paga Vargas.
– Brincando com o Léon Jr. Não é coleguinha? – Falei tocando em seu membro, por cima da calça.
Levantei-me sem tirar os olhos dos dele, fui descendo lentamente as alças do meu vestido, me movimentando como se ainda ouvisse algum som. Após tirar o vestido fiquei apenas de biquíni já que estávamos numa cachoeira, né. Tirei a parte de cima e joguei em cima do Léon. Deixando meus seios a amostra, tirei a parte de baixo lentamente, os olhos de Vargas estavam brilhando estáticos, olhando para minha intimidade agora completamente amostra. Seu desespero era visível, ele queria me tocar mais não conseguia essa era a sensação que eu queria que ele sentisse.
Sentei em seu colo, fui desabotoando sua camisa e alisando seu abdômen conforme a parte estava descoberta, em seguida fui descendo beijos ate o cós da sua calça, tirei o cinto, desabotoei-a, tirando-a por completo, exibindo assim uma boxer branca prensando um membro completamente enrijecido implorando por mim. Sentei em cima de seu membro que comecei a me movimentar, Léon já não conseguia mais manter seus olhos abertos, ele gemia e como gemia, falava palavras incompreensíveis, não formava sequer uma frase. Enquanto eu apenas ria diabolicamente. Deitei-me sobre seu corpo, comecei outra sequência de beijos, pelo seu pescoço fui descendo em direção ao seu umbigo distribuindo beijos por toda a extensão do seu abdômen, ate chegar em seu membro completamente enrijecido, e... Nossa! Ele sempre foi desse tamanho? Ou eu estou alucinando? Minha nossa, isso sempre entrou e saiu de dentro de mim? Agora eu sei porquê eu gemia tanto! (n/a: me desculpem o desvio do assunto, bom voltando ao caso).
Comecei a masturbá-lo num movimento de vai e vem com certa velocidade, lambi sua glande e pus todo o seu membro em minha boca. Meu corpo já estava quase que implorando para tê-lo dentro de mim e foi o que eu fiz, tirei-o da minha boca ouvindo um gemido em reprovação, sorri e fui para o bolso de sua carteira.
– Como sempre um homem prevenido não é Vargas? – Falei pegando uma camisinha que como eu havia supondo se encontrará em sua carteira.
– Vilu... Vai logo, eu nã... Não vou aguentar mu... Muito... – Ele tentou falar entre gemidos.
– Calma Vargas, se você quiser terminar isso tem que ser do meu jeito, mais se você preferir eu posso parar aqui e... – Falei parando o que estava fazendo para olhá-lo.
– NÃO POR FAVOR, TERMINA... Ter... Termina – Ele arregalou os olhos com medo que eu fosse e isso acabou me dando uma ótima ideia.
– Então... Calminho bebê a vida é bela se não tiver medo dela, como diria meu amigo Charles Chaplin. – Disse sorrindo perversamente, agora sim ele está em minhas mãos.
Deixei a camisinha de lado e fui em sua direção.
– O... O que você está fazendo Violetta? – Ele falou com medo em sua voz.
– Nada, exatamente nada. E irei continuar sem fazer nada. – Falei rindo já esperando sua reação.
– Co ... Co... Como assim? – Seus olhos imploraram pra eu estar brincando.
– Não precisa cacarejar Léon, eu irei chamar a sua viadiazinha para te ajudar aqui ta. Tchauzinho Léon Jr. – Falei, levantei-me, peguei minhas roupas e saí em direção a minha barraca.
– Sua... Sua... Você vai me pagar Violetta Castillo! Você não perde por esperar. – Ele falou com a voz tremula.
– Cala a boca Vargas! – Falei e fui embora, rindo daquela situação deplorável em que ele se encontrava.
Deitei-me em meu colchonete sem conseguir parar de rir imaginados os bichinhos acariciando o “LéonJr.”. Meu Deus que deprimente. Mais isso é pouco para o que ele fez, não to nem ai.
Amanheceu e quando eu me acordei dei de cara com um Léon me observando, pensei em gritar, mas não deu tempo.
– Nem pense em gritar, o que você me fez na noite passada vai ter volta Castillo. Eu não sou mais aquele carinha idiotinha, apaixonadinho que você conheceu não ouviu bem? –Ele falou pondo o dedo na minha cara, o que pra mim é sinal de provocação.
– Em primeiro lugar TIRE esse seu dedo NOJENTO do meu rosto. – Falei pondo ênfase nas palavras dedo e nojento.
– Bem que você gostava quando esse dedo nojento estava dentro de você, não era? – Ele disse com um sorriso sarcástico rosto.
– Idiota. – Sussurrei.
– Agora você vai ver quem é o idiota ou a idiota aqui. Eu nunca vou esquecer essa humilhação Castillo. NUNCA! – Ele falou irritado e saiu. Mais que ele o fizesse eu respondi-o.
– Isso é só o começo Vargas, ou você acha que eu também não sofri uma humilhação quando cheguei de viajem morrendo de saudade do meu namorado e o encontrei com uma vadia na cama. – Falei ríspida. Ele me olhou e saiu.
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