Just This Bad Boy

11 Saudade ou necessidade? Parte 2


Notas iniciais
Obrigada pelos lindos comentários amei

Violetta Pov's

– Vó... Digo “parenta”, isso era quando nós éramos criança, faz tempo né Maxizinho. – Eu disse sorridente a pronunciar o Maxizinho.
– Bom Vilu, quando éramos criança eu gostava de você, agora estou apaixonado. – Ele disse mais vermelho que cor da tampa de uma caneta de mesma cor.
– Maxizinho, eu... – Fiquei mais sem graça que ele, eu acho, e quando fui tentar responde-lo fui interrompida pela minha vó.
– Então, crianças... Balada hoje? – Ela perguntou na maior cara de pau, às vezes minha vó é mais criança que eu.
– Não parenta, eu to meio que com dor de cabeça e...
– Aff’s não se fazem mais adolescentes como antigamente. – Ela disse isso e saiu da sala deixando eu e Maxizinho constrangidos com aquela situação, ate que o Maxi decidiu quebrar o silencio.
– Então Vilu... Erhm... Você não me respondeu ainda... Você tem namo... – Fomos interrompidos novamente pela minha vó, que interrompeu nossa conversa para pedir opinião sobre com qual roupa ir pra balada hoje. OMG essa minha vó... Digo parenta! Um dia eu me acostumo.
Minha vó disse que eu precisava mudar completamente meu guarda-roupa e que eu precisaria de uma opinião masculina, então mandou que o Torres fosse comigo, era assim que ela o chamava quando ele estava trabalhando. Então eu e Maxi fomos pra o centro da capital mais famosa do mundo, NEW YORK. Eu e o Maxi não trocamos uma palavra durante todo o caminho, até que decidi quebrar o clima:
– Então Maxi, você vai falar comigo ou vai esperar eu te chamar de Torres e mandar você carregar minhas sacolas?
– Maxi? Por que Maxi? – Ele perguntou com o olhar confuso, ainda sem dirigi-lo a mim. — Esse é seu nome não é? – Respondi não entendendo a pergunta, será que ele caiu no box do banheiro e bateu a cabeça? Só pode.
– Ate mais cedo você me chamava de Maxizinho, o que te fez mudar? – Ele perguntou com um sorriso de canto.
– Ah, eu achei que você não gostasse, mas já que você está sentindo falta... Vamos descer nessa loja Maxizinho. – Eu disse lhe dando um enorme abraço, estava feliz por ter colocado um fim naquele clima chato em que nós nos encontrávamos.
– Vilu, você esta louca? Eu to dirigindo, doida! – Ele disse arregalando os olhos o que me fez solta-lo na mesma hora.
– Desculpa Maxizinho é eu fiquei meio que empolgada. – Eu disse sem graça, enquanto o via parar o carro.
– Meio? – Ele perguntou rindo e nós descemos. A primeira loja que eu quis foi uma de lingerie.
– Essa Vilu? – Ele perguntou sem graça.
– Yep.
Descemos e entramos na loja, não podia acreditar na quantidade imensa de lingeries, completamente perfeita, de todas as cores e modelos que você puder imaginar. Peguei um monte delas, afinal estava com um cartão de crédito ilimitado. Entrei no provador, vesti primeira que vi, a vermelha, me olhei no espelho e ela parecia ter sido feita para meu corpo, mas ainda assim eu precisaria realmente de uma opinião masculina, não querendo judiar do Maxi, mas é que eu preciso saber com que olhos um homem me olharia se eu estivesse assim, para saber se eu conseguiria matar o Léon do coração. Ah como eu to maléfica.
– E então, como estou? – Abri a cortina e saí, Maxi estava na companhia de uma mulher, acho que era atendente da loja. Quando me viu, Maxi não piscou. Perfeito. Fiquei imaginando como o meu Léon não ficaria.
– Vilu... Vo... Você está Perfeita! – Não hesitei em sorrir satisfeita, Maxi gaguejava mais do que se fosse gago de nascença, senti pena dele, mas ele era meu amigo, o único homem em quem eu confiaria aparecer assim, tirando o Léon.
– Pensei que vocês nunca iriam se resolver! – A moça ao lado de Maxi falou e a princípio eu não a reconheci, mas quando ela sorriu pude perceber quem era.
– VICKYYYYYY! – Pulei nela dando meu abraço super-ultra-hiper-mega-power-poderoso de urso, de pelúcia, claro! Vicky fora minha melhor amiga desde pequena, era com ela que comentava sobre o Léon, e o Maxi comentava sobre mim. – Há quanto tempo amiga!
– Estava com saudades amiga, e você hein Maxi, pensei que nunca iria pegar a Vilu. – Ela disse sorrindo maliciosa.
– E continuo sem pegar Vicky! – Maxi exclamou com olhos voltados para o chão.
– Então Vicky o que você achou? Como estou? Pronta pra seduzir? – Tentei mudar de assunto, não queria aquele clima chato de novo entre nós.
– Uma gata! E se isso não é pro Maxizinho, pra quem é então? – Ela perguntou, com um sorriso safado, Vicky sempre a pervertida do grupo, por isso que vivia pegando o meu irmão.
– Vilu, porque você não tenta ligar pro Marco, já que a vovó mentiu? Aqui pega sinal e você não lembrou dele. – Droga, é mesmo, a minha ficha não havia caído ate então, eu não liguei nem pra o Marco nem para o Léon, droga. Foi bom o Maxi tentar desconversar para não ouvir a resposta. Pelo menos ele me lembrou que eu tenho namorado. Procurei meu celular em meio as minhas roupas jogadas a chão, e não o encontrei.
– Droga, deixei meu celular em casa, me empesta o seu Vicky? – Implorei o celular dela sem necessidade. Já que ela já havia o tirado do bolso e o apontado para mim. Peguei o celular e disquei o número do Léon, estava fora da área ou desligado. Droga! Então decidi ligar para o Marco que atendeu depois de umas cinco chamadas:

Notas finais
Ficou bom? Continuo hoje mesmo se tiver 2 favoritações ou 1 indicação. e Reviews muitos reviews.