Just Remember - Hiatus -
15 Ameaças
Notas iniciais
Esta ai mais um capítulo de JR especialmente para vocês!
Esperamos que gostem...e não deixem de comentar! =]
Nos falamos mais lá em baixo!
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Música do capítulo: Papercut - Linkin Park
http://letras.terra.com.br/linkin-park/23083/traducao.html
“...Mas todos tem uma face que guardam dentro de si
Um rosto que acorda quando eu fecho meus olhos
Um rosto que observa toda vez que eles mentem
Um rosto que ri cada vez que caem
E assiste tudo...”
Papercut – Linkin Park
PDV Bella
– Será essa mesmo a casa dela amor?
Edward me perguntou quando paramos em frente ao modesto sobrado branco.
– Acho que sim. Pelo menos é o endereço que Jane me deu.
Chegamos no horário combinado com Jane, para entregar a pequena Emily – sã e salva, graças a Deus — que ainda dormia tranquilamente no banco de trás do meu carro, com sua peruca rosa. Sabíamos que sua imunidade era baixa por causa da doença e para que ela não ficasse gripada – o que facilmente poderia acontecer – a cobrimos, uma vez que estávamos em Forks e é claro, estava frio. Edward tirou seu casaco e cuidadosamente retirou Emily do cinto de segurança e a cobriu. Seguimos os três em direção à porta do sobrado.
Edward parecia um pai naquele momento, tamanho o cuidado e zelo que demostrava por Emily. Foi inevitável não imaginar um futuro assim com ele e involuntariamente levei a mão em minha barriga. Será que eu ainda tinha esse potencial? Poderia ser mãe? Gerar um bebê em meu ventre? Já havia sofrido dois abortos acidentais... E se eu não pudesse ter filhos, Edward continuaria comigo? Comecei a me desesperar e Edward sentiu minha mudança de humor.
– O que houve amor? No que está pensando?
Não queria falar deste assunto com ele. Não agora.
– Não é nada.
Toquei a campainha.
– Mais cinco minutinhos mamãe! Não quero levantar ainda!
A pequena Emily sussurrou. Isso só provava o quão profundo ela estava dormindo. Ela nem ao mesmo se lembrava de que estava comigo e com Edward. Mas isso não durou muito tempo. Emily involuntariamente levou as mãozinhas ao ouvido, acredito que para abafar o barulho da campainha. Foi quando ela sentiu que tinha cabelo. Ou melhor... Que ainda estava de peruca.
– Oh meu Deus... Minha peruca rosa! Era verdade!
Ela abriu os grandes olhos chocolate para nós.
– Bella! Edward! Vocês estão mesmo aqui! O estúdio, a mulher de barrigão, a Bella de noiva! Era tudo verdade mesmo!
– É claro que era verdade, Emily. – respondi para ela afagando suas bochechas.
– Você achou que estava sonhando, Emily? – Edward perguntou rindo da pequena. Emily suspirou e agarrou um pouco mais o pescoço de Edward.
– Achei sim! – ela abriu um grande bocejo — E agora vocês vão me devolver pra mamãe, né? Estou com saudade dela.
Estávamos parados na frente da casa há mais ou menos três minutos. Eu já havia tocado a campainha e ninguém veio atender.
– Que estranho! As luzes estão apagadas... Ninguém veio atender ainda. – disse Edward ao meu lado.
– Ixiii pessoal, acho que a mamãe se esqueceu de mim. Posso dormir na sua casa, Bellinha? – Emily terminou a frase com outro bocejo e de olhos fechados.
– Acho que essa será a única alternativa, caso não tenha ninguém na sua casa Emily. – Eu disse e toquei a campainha novamente.
E de novo.
Então as luzes do hall se acenderam, ouvimos alguém destrancar a fechadura e abrir a porta...
O grito de Emily ecoou em meus ouvidos.
– Não quero ir com ele! Com ele não!
– Oi Bellinha! Oi pequena Emily! Estava esperando por você.
Era Phil bem na minha frente.
– O que você está fazendo aqui, Phil? – o repreendi franzindo as sobrancelhas.
– Eu não estou aqui! – ele sorria ironicamente.
– Eu trouxe elas para você, caro amigo! – disse uma voz debochada.
De quem era aquela voz?
Olhei para o lado e estremeci. Não era mais Edward que carregava a pequena Emily no colo. Era James. Ele me encarou ferozmente. Olhei para a cena a minha frente, tentando calcular quanto tempo eu levaria para arrancar Emily dos braços de James e correr até meu carro. Mas a mente doentia a minha frente parecia saber perfeitamente em que eu estava pensando.
– Nem tente fugir Bella. Somos dois. Vocês são... Um e meio. – James deu uma piscadela nojenta.
Meio segundo depois Phil agarrou meu braço, me puxando bruscamente para dentro da casa.
– Nãããããoooooo!!!
Então eu acordei.
Suando e tremendo.
Sentei em minha cama e acendi a luz do abajur que ficava no criado mudo. Fiquei internamente agradecida por ter sido apenas um sonho. Um sonho não... Foi um pesadelo! Aquele pesadelo que me perseguia desde o dia em que eu e a pequena Emily visitamos o estúdio de gravações em Port Anegles, a mais de três semanas. O elo de carinho que formei com Emily era tão forte, que eu estremecia só de imaginar alguém fazendo com ela, o mesmo que Phil fez comigo. Mas eu sabia qual era o fundamento daquele pesadelo. Foi necessária apenas uma única ligação para abalar todas as minhas estruturas.
Memórias Onn.
Havíamos deixado Emily em casa, com abraços e promessas de visitá-la em breve. Voltaríamos com certeza, pois já amávamos a pequena princesa de peruca rosa. Edward agora estacionava meu carro em frente a minha casa.
– Então combinamos assim amor. Amanhã quando eu sair para as gravações, o Emmett vem comigo e deixamos seu carro aqui. Como será cedo demais, eu deixo a chave com Charlie. Ai, você não precisa acordar tão cedo.
– Quanto cuidado desnecessário Edward. – suspirei olhando a nuvem de chuva que se formava no céu de Forks.
– Não quero que você me leve pra casa agora. Acho tarde pra você voltar dirigindo sozinha.
– Mas não está tão tarde. – Eu sabia que iria perder a discussão. Gemi de frustração.
– Está sim, minha Bella! – disse ele pausadamente.
Então eu desisti.
– Ok então. – disse fazendo um biquinho.
Ele riu.
– Você fica linda demais quando está emburrada.
– Não seja bobo.
Ele sorriu torto e mexeu no cabelo. Era incrível como aquelas duas manias de Edward mexiam comigo. Meu corpo reagia a elas sempre e eu perdia o fio da meada de qualquer assunto...
Sem desviar o meu olhar do dele, destravei meu cinto de segurança... E em seguida destravei o cinto dele, me lançando em seu colo para um abraço apertado e deixei o perfume maravilhoso dele confundir todos os meus sentidos. Queria desesperadamente beijá-lo. Ele retribuiu minha vontade à altura. Suas mãos passeavam em minhas costas por dentro de minha blusa, enquanto carinhosamente eu puxava seus cabelos. Seus lábios desceram para o meu pescoço e enquanto eu me deliciava com a incrível sensação de ter os lábios dele ali, pude recuperar o fôlego. Eu queria Edward demais. Era mais que desejo ardente, que paixão... Era amor. Eu queria amá-lo da maneira como ele merecia. Queria amá-lo por completo... Com meu corpo e de toda a minha alma. Me entregar a ele naquele momento parecia tão certo.
Com uma habilidade que até então eu desconhecia, consegui desabotoar rapidamente alguns botões da camisa dele e pude tocar seu abdômen definido. Perfeito demais. Acho que até arranhei um pouco, pois ele soltou um leve gemido... Que mais parecia um convite pra eu continuar. A mão de Edward muito lentamente tocou minha intimidade por sob a calça jeans e eu gemi seu nome em resposta a isso. Era a primeira vez que ele fazia isso comigo... E por isso aquele era nosso momento mais íntimo desde que começamos a namorar. Ignorando a falta de espaço do carro, Edward me puxou pela cintura e me ajeitou melhor em seu colo, deixando com que minhas pernas ficassem uma de cada lado de seu corpo. Ele estava muito excitado e eu conseguia perfeitamente sentir isso bem embaixo de mim. Comecei a me mover lentamente em seu colo, enquanto ele procurava algum lugar para me beijar entre meu pescoço e meus seios, visto que já havia aberto dois botões da minha blusa. Os nossos gemidos aumentavam ao passo que os nossos movimentos aumentavam. Ele voltou a beijar meu pescoço e sussurrou contra minha pele...
– Você não faz ideia de como mexe comigo, Bella.
– Hum. – foi a única resposta que consegui elaborar naquele momento.
Ele parou de beijar meu pescoço e encostou nossas testas. Nossos movimentos cessaram e a única coisa que se ouvia dentro do carro agora, era nossa respiração se estabilizando. Mantive os olhos fechados, enquanto tentava retomar o controle do meu corpo e isso demorou alguns minutos. Longos minutos. Mas todo meu controle foi por água abaixo quando abri os olhos e encontrei os lindos olhos verdes dele. Intensos. Sedentos de desejo. Ele queria o mesmo que eu... Isso era evidente.
– Você acha que precisamos falar sobre isso, Bella?
– Precisamos sim. E bom... Foi mais ou menos por isso que eu fui me consultar hoje. Lembra?
– Lembro sim amor.
– Pedi para trocar meu remédio por algum outro que me dê menos sono. Quero aproveitar cada minuto do meu tempo com você, Edward... Acordada! Você me entende? – minha frase parecia tão confusa...
Ele não respondeu nada. Apenas me puxou para uma nova sessão de beijos apaixonados. E muito quentes...
Já dentro de casa, constatei que Charlie havia ido dormir. Achei muito bom... Assim ele não iria reparar no meu rosto vermelho, em minha respiração acelerada e nos meus lábios inchados de tanto beijar Edward. Havíamos evoluído muito em nosso relacionamento hoje... Afinal, não chegamos a transar de fato, mas fizemos algo equivalente a isso. Dentro do meu carro! Na frente de minha casa! Agradeci aos céus novamente por Charlie estar dormindo e não ter visto nenhum pouco da cena erótica que eu e Edward acabamos de protagonizar, bem ali na frente de sua casa.
Segui para a cozinha, a fim de encher minha garrafa de água – esse era um costume que eu havia adquirido por causa dos remédios. Sempre tinha uma garrafa de água no meu criado mudo — antes de subir para o meu quarto. Enchi um copo com água e enquanto bebia, me permiti recordar – e me deliciar – os momentos que acabará de passar com meu amor no carro.
Foi quando senti meu celular vibrando dentro de minha mochila. Pelo horário, só poderia ser Edward. Ele já teria chego em casa? Demorei um pouco mais do que o normal para encontrar o celular, que estava novamente perdido dentro de minha mochila. Ultimamente minha mochila vivia bagunçada e isso era muito atípico para mim, visto que eu odiava desorganização. Por sorte, a pessoa do outro lado da linha parecia precisar mesmo falar comigo e não desistiu da ligação até eu atender. Congelei. Fiquei completamente paralisada quando vi na bina do celular o número que me ligava. Era da casa de Renée. Teria acontecido algo ruim com minha mãe? Por que ela estava me ligando tão tarde?
– Oi mãe! O que houve?
– Oi Bellinha!
Sussurrou a voz do outro lado da linha. O frio subiu pela minha espinha e eu estremeci de medo. Não era minha mãe que me ligava... Era ele. Era o Phil.
– Ph-Phil? – gaguejei.
– Vejo que se lembra perfeitamente de minha voz.
– Não poderia esquecer...
– Poderia sim... Você não estava sem memória até certo tempo atrás?
– O qu-que você quer co-comigo?
– Serei rápido e claro. Claro como água. Agora que recobrou a memória... Do que se lembra quando pensa em mim? – Não era mais com medo que eu estava. Eu estava com nojo... Muito nojo dele. Senti meu estômago embrulhar e reprimi a ânsia de vômito tapando a boca com uma das mãos...
– Lembro que você é um nojento! – falei firme, mais ainda baixo para não acordar Charlie.
– Então se lembra de nossa noite de amor... – ele mantinha uma voz baixa. Para as outras pessoas a voz dele poderia até ser considerada sedutora, mas para mim era abjeta.
– Noite de amor? Noite de tormenta! Você me estuprou Phil!
– Não fale assim comigo! Se as coisas foram daquele jeito, foi por sua culpa. Você que quis fugir de mim! Ou já se esqueceu do spray de pimenta que jogou em minha cara?!
– Eu só estava me defendendo de você!
– Mas bem que você gemeu aquela noite!
– Oh sim... De dor! Você é um monstro!
– Só de lembrar aquela noite. De como você é gostosa e de que fui o seu primeiro... Ah Bellinha, eu já fico excitado!
Ele era um canalha, covarde, filho da puta de primeira classe!
– Deixe de ser abjeto e diga logo o que quer. Por que me ligou?
– O que é abjeto Bellinha?
– Procure no Google! – além de nojento ele era burro!
– Você é muito chatinha Bellinha. Eu aqui, recordando os momentos intensos que passamos juntos... E você me cortando. Isso é bem broxante.
– Estou esperando Phil. Por que me ligou? Seja claro e direto. Claro como água, assim como você mesmo falou que seria.
– Ok então... Chatinha gostosinha! Queria ter certeza se você realmente se lembrava de tudo de sua vida.
– Pra que?
– Pra te dar um aviso. Se você contar para alguém do que eu fiz no passado... Eu... Eu nem sei o que faço com você Isabella!
– Isso é uma ameaça, Phil? – Mas ele ignorou minha pergunta e disparou a falar.
– Estou bem com Renée. Ela está feliz. Eu estou feliz. Continue sendo uma boa menina e fique calada. Ou se não...
– Se não o que?
– Se não eu vou pensar em algo bem legal pra fazer com você e com seu namoradinho estrela de cinema.
– Deixa o Edward fora dessa palhaçada! Ele não tem nada haver com isso! – minha voz saiu mais alta do que deveria. Droga! Eu não iria permitir que aquele nojento fizesse algo com meu Edward. Se Phil fizesse algo com Edward, eu certamente iria para a cadeia, acusada de matá-lo.
– Bom, meu aviso está dado. Cabe a você seguir as regras e continuar sua vidinha de conto de fadas. Ou quebrar as regras e viver em um inferno. Porque eu estou avisando Isabella... Se Renée ou qualquer outra pessoa souber disso, eu faço da sua vida um inferno.
Ele gritou a última parte da frase e desligou o telefone em minha cara.
E eu fiquei parada ali bem no meio da cozinha... Em estado de choque.
Memórias off.
Eu vivia aquele pesadelo há sete anos. O simples fato de ouvir o nome de Phil me fazia recordar aquela terrível noite. Ele era como um furacão dentro de minha cabeça... Como um fantasma. Era o rosto que eu via sempre que estava com medo e fechava meus olhos. Eu sentia que ele estava sempre me observando. Estaria eu paranoica? Provavelmente não! E aquela ligação era prova disso... A paranoia dele era muito pior. Ele tinha um mundo perfeito que desabaria na cabeça dele, caso eu resolvesse contar a alguém sobre o estupro. Comecei então a perceber que ele estava em minhas mãos... E não eu nas mãos dele. Foi com esse pensamento que eu decidi lidar sozinha com as ameaças daquela ligação.
Três semanas se passaram e eu ainda não tinha contado ao Edward sobre a ligação de Phil. Fazia o possível para não demonstrar que algo estava errado. Seria muito para Edward nesse momento. Afinal, além dele simplesmente odiar Phil, as gravações do filme em Port Angeles estavam puxadas, ele estava começando uma maratona de entrevistas, photoshoots para revistas importantes e então ele não só estava trabalhando demais, como também estava em evidência na mídia. E o mais importante... Edward estava feliz. Completamente feliz. Eu também estava e por isso não poderia estragar esse momento de felicidade, com essa história idiota de Phil. Em minha vida – mesmo com Jacob – eu nunca consegui ser cem por cento feliz. Completamente feliz! Com Edward era diferente. Um simples “bom dia” vindo dele, alegrava meu dia de uma maneira inacreditável. Era como raios de sol passando por uma janela e iluminando toda a casa, ao final de uma tarde de verão. Então... Era felicidade demais para jogar pela janela. Eu deixaria para contar isso ao Edward depois. Um dia. Quem sabe...
Olhei meu relógio e ainda eram 03h15min de sábado. Um sábado diferente dos outros. Importante. O estúdio do novo filme de Edward iria promover um jantar para todos os envolvidos na produção do grande filme. Atores, figurinistas, produtores, dublês... Enfim, todos estariam presentes. Todos incluía eu, pois Edward podia levar um acompanhante. E aquilo me preocupava demais, uma vez que aquela seria a primeira vez que apareceríamos juntos em um evento oficial, ainda como amigos e não como oficialmente namorados. Mas já era uma grande coisa. E eu não tinha a mínima ideia do que conversar com aquelas pessoas... Do que vestir... Ou do que esperar dos paparazzis e de suas fotos e matérias, que eu sempre pensava que seriam maldosas. Tentei abafar o pânico que queria me dominar por pensar no evento... E adormeci pouco tempo depois, deixando para trás tudo que não fosse eu e Edward.
(...)
Nervosa.
Essa era a palavra que melhor me definia naquele momento. Ou naquele dia.
O sábado havia passado rapidamente e agora já era noite. Eu não tinha visto Edward durante todo o dia, pois ele teve que cumprir alguns compromissos da agenda. Mas havia falado por telefone com ele várias vezes e em todas elas, ele conseguiu sentir o nervosismo em minha voz. Tentou me tranquilizar dizendo para eu ficar calma, pois tudo daria certo. Juro que queria acreditar nisso tanto quanto ele.
Eu olhava novamente o meu rosto no espelho e me perguntava se eu queria mesmo fazer aquilo. Eu sempre achei que conseguiria lidar muito mais que bem com o mundo glamoroso de Edward. Mas para falar a verdade, agora eu estava bem assustada. Nada poderia dar errado aquela noite, então Edward pessoalmente ligou para os organizadores do evento e incluiu meu nome na lista, como sua acompanhante. Na verdade eu insisti para ele fazer isso pessoalmente. Ao contrário de Edward, eu ainda não havia superado o episódio “barradas na portaria” proporcionado por Maria Victória, que eu vivi com Emily, no dia em que fomos conhecer o estúdio de gravações. Aquilo foi completamente patético. E só eu sabia o que Maria Victória havia falado apenas para mim naquele dia. As palavras dela foram “Quem sabe o destino não se encarrega disso...” Então estava completamente nítido que ela queria me separar de Edward. Eu só não sabia se ela queria nos separar porque sentia algo por Edward ou porque estava com medo dele largar a carreira de ator, para ficar somente comigo. Eu acreditava mais na segunda hipótese, pois foi Edward quem fez a carreira de Maria Victoria alavancar, logo ele era “sua galinha dos ovos de ouro”. Sem ele... Ela não era nada no mundo dos artistas. Pobre Maria Victória...
Olhei novamente a roupa que comprei para a “grande noite”, estendida na minha cama. Era um vestido preto básico, cujo comprimento ficava apenas uns dois dedos abaixo do meu joelho. Passei a mão em meus cabelos e decidi que eles iriam soltos mesmo. Analisei as minhas sandálias altas e conclui que seria impossível para eu passar a noite inteira com elas. Eu não estava acostumada a andar de salto... E também não gostava. Para completar o “pacote do desastre” que seria aquela noite, eu não havia dormido bem, por causa do pesadelo com Emily, Phil e James. O resultado foram olheiras fundas, roxas e horríveis, que eu, com meu pouco conhecimento em maquiagem, não conseguiria de maneira nenhuma esconder. Definitivamente o meu look não ficaria bonito, mas era o que Maria Victoria havia me orientado vestir — algo simples, de preferência preto e que não fosse longo — e eu só aceitei, pois realmente achava que ficaria apresentável ao lado de Edward. E isso bastava.
A campainha tocou insistentemente. Não poderia ser Edward... Havíamos marcado às sete e ainda eram seis e meia. Desci as escadas sem presa nenhuma, tentando me acostumar com os saltos. Estava morrendo de medo de tropeçar e cair na frente dos outros convidados do jantar. Isso envergonharia Edward completamente. A pessoa do outro lado da porta era insistente demais. Tocava a campainha e batia na porta desesperadamente. Se queimasse a campainha eu faria aquela pessoa pagar outra... Seja lá quem fosse. Abri a porta em um rompante...
– Alice! – Abri um sorriso por ver minha amiga ali. Alice era muito especial para mim. Sempre foi. Mas o choque no rosto dela me deixou preocupada. Parecia que algo muito grave tinha acontecido...
– Isabella Swan!!! Onde você pensa que vai com essa roupa?!
Notas finais
Olá meninas!!! Tudo bem?!
E então, coração aos saltos logo no início do capítulo?! Pois é, eu também rs! Os sonhos da Bella são sempre tão intensos, que automaticamente me transporto para eles, tanto que por um momento pensei realmente que Phil e James estivessem esperando por ela e a Emily... Um tremendo pesadelo, isso sim! E ainda estou aqui, completamente indignada com a ousadia do monstro covarde do Phil ao ligar e ameaçar a Bella! Só vou perdoar a Júh e a Máh do grande susto, por que... Ownnn... Tivemos um belo momento Bella e Edward heheh! Os dois estão cada vez mais próximos, se amam e tenho certeza de que quando se entregarem completamente, será um momento muito especial, cheio de carinho e cumplicidade ;)
E para o próximo capítulo, teremos um grande evento, hã?! ADORO!!! Maria Victória, a bruxa invejosa e controladora, mais uma vez quis estragar o grande momento da Bella, mas Alice, minha heroína, já apareceu... EHHHHH!!! Certeza de que agora Bella reinará linda e poderosa ao lado de seu Edward! Ansiosa por mais? Sempre!!! Continuem lendo e recomendo, para prestigiar nossas queridas autoras e a estória, que está ÓTIMA!!!
Beijos e até mais!!!
Dani ;)
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Notas Mah:
Olá meninas, como estão?! Espero sinceramente que estejam bem!
Quero agradecer de todo o meu coração pela atenção, carinho, comentários e recomendações que vocês mandam para JR! É a força que todos os autores precisam para continuar! Obrigada mesmo!
Espero sinceramente que gostem desse capítulo, e perceberam que as coisas entre Beward estão evoluindo né?! rs.
Nos vemos em breve!
Beijos,
Máh'
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Notas Juh:
Olá meninas! Boa noite! Como estão?
Eu sei... demoramos muuuito pra atualizar JR. Mas agora que acabaram as provas e os trabalhos da faculdade, vamos conseguir voltar ao nosso ritmo normal. o/
Agora... O que acharam desse capítulo, hein?! Eu gostei bastante de escrevê-lo. Já imaginam por quê? Siiim. As coisas começaram a evoluir no relacionamento de nossa Bella e de nosso Edward. O amor dos dois vai começar a ficar cada vez mais intenso. E temos em mente algo muito lindo para a primeira noite dos dois! Fiquem de olho hein! =]
Ah! E o Phil? A ligação foi outro ponto forte deste capítulo. Digam o que acharam da ligação e da ameaça dele...
E por fim, mas não menos importante, gostaria muuuuito de agradecer o carinho que vocês tem com JR. Mesmo! No último capítulo li um review que me deixou muito emocionada... Nele dizia que JR é tão linda que deveria virar um livro! Vocês são umas liiindas!
Já estou aqui ansiosa para ler os reviews e recomendações de vocês.
Obrigada!
Até o próximo post.
Bjsss
Juh Cantalice
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