Just One More Night
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Depois de um tempo conversando, Regina se acalma e Mary resolve ir embora para ver como Neal estava
– Então eu já vou Regina — diz Mary, se levantando do sofá
– Okay — assente Regina, também se levantando — Obrigada por me acalmar
– Eu só falei o que você já sabia — diz ela, sorrindo.
Elas se dirigem à porta e se despedem com um abraço e Mary sai da mansão.
Ela vai para sua casa, onde David já estava, com Neal
– Oi amor — diz Mary, entrando em sua casa
– Oi — responde David, dando um selinho em Mary — Como foi com a Regina?
– Ela tá bem triste, mas com raiva também, e o Robin? — pergunta a morena, se sentando em um dos banquinhos do balcão da cozinha
– Triste e confuso — diz David, apoiando as mãos na pia, olhando para Mary — Você é acha que eles vão voltar a ficar juntos?
– Só o tempo dirá, e por isso eu acho que eles precisam de um tempo
– Um tempo?
– É, um tempo pra perceber o quanto eles se amam e não conseguem viver longe um do outro — responde Mary, sorrindo
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Henry andava pelas ruas de Storybrooke em passos firmes, até a mansão de Regina. A cidade não era tão grande e por isso, ele acabou sabendo rápido sobre o que havia acontecido no restaurante, e sabia que sua mãe não estaria muito bem.
Chegando lá, ele bate na porta e alguns segundos depois Regina abre
– Henry? — pergunta ela, surpresa
– Mãe — responde ele, sorrindo — Eu sei que eu demorei para vim aqui depois do que aconteceu com a Marian, e agora com a Zelena, mas agora estou aqui
– Oh my little prince — diz Regina, sorrindo e abraçando Henry
– Como você está? — pergunta ele, entrando na mansão, colocando um de seus braços nas costas de Regina
– Um pouco triste, mas nada que o meu filhinho possa resolver — diz ela, em tom de brincadeira, apertando as bochechas do garoto
– Ótimo, porque essa é a razão para eu estar aqui! — responde Henry, fazendo Regina sorrir — E como está meu irmãozinho ou irmãzinha?
– Bem — diz ela — Pode ficar despreocupado porque esse aqui, — diz Regina, colocando a mão em seu ventre — é forte!
– Assim como a mãe! — diz o garoto, sorrindo e depois abraçando Regina.
Eles ficam conversando até ouvir alguém batendo na porta. Regina se levanta e abre-a sem nem olhar
– Robin? — pergunta ela, um tanto surpresa
– A gente precisa conversar, Regina — diz ele, decidido
– Agora eu não posso, meu filho está em casa e eu vou aproveitar isso! E nós não temos nada pra conversar!
– Você pode não ter, mas eu tenho
– Você já falou mas que o necessário, Robin — responde Regina, tentando não fraquejar — Se me dá licença, eu vou voltar ao que estava fazendo. Passar bem — diz ela, fechando a porta na cara de Robin.
Ele sai de lá ainda mais nervoso, porque estava decidido a pedir desculpas e ela nem quis ouvi-lo. Mas ele não iria desistir de tentar.
Ele vai andando até o Granny's, onde passa pelo restaurante — um tanto quanto — furioso, chamando a atenção de todos.
Quando estava indo em direção o corredor dos fundos, para voltar para seu quarto, ele sente alguem o segurar pelo braço, não muito forte.
Ele fica aliviado ao ouvir a voz doce de Mary
– Robin — chama Mary — você falou com a Regina?
– Eu bem que tentei, mas você conhece o gênio dela, — diz ele, ainda meio nervoso — ela nem quis ouvir o que eu tinha pra falar!
– Mas ela tem seus motivos
– Ela te contou da briga?
– Sim, e sabe Robin, ela até que está certa de uma maneira — diz Mary
– O que? Agora você também está do lado dela? — pergunta ele, incrédulo
– Não estou do lado de ninguém! Só que olhe pelo lado da Regina, você não confiou no que ela disse, e amor tem que ter confiança, Robin!
– Ela me disse a mesma coisa...
– E você devia escutar — diz ela — Olha, eu sei que vocês se amam, na verdade todos sabem, mas você pisou na bola com ela
– E o que eu faço pra consertar isso, sendo que nem minhas desculpas ela quer? — pergunta Robin
– Ela está magoada agora, então acho melhor deixar ela esfriar a cabeça — diz Mary — E então você poderá, pela menos, tentar conversar com ela de novo
– Okay, mas se ela não me ouvir por bem, então vai ter que ouvir por mal! — diz Robin
– Isso fica por sua conta — diz Mary, piscando para ele — Tenho que ir agora — Robin assente — Boa sorte
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