Just Gloss
2 Hawaii
Notas iniciais
- E então o que acharam do primeiro capitulo?
POV Will
–-----------------------Flashback Onn–-----------------------
Eu estava no mar na praia de Polihale era umas duas da tarde nela alguns turistas andavan, tiravam fotos, tomavam banho na água e outros surfavam (como eu) e sinceramente eu estava deitado na minha prancha "Boardculture: 70's Revival" que eu tinha ganhado de aniversario hoje quando finalmente tinha completado 14 anos.
O problema de eu ter chegado nesa idade é que eu teria que apresentar alguma menina a familia, amiga, namorada, ficante não importa o que fosse...familia antiga cultura jurássica.
–DROGA! — murmurei — me recuso a escolher a Kaila... -mas sinceramente não via outra opção — será que alguém pode me dar uma luz? — disse virado para o maravilhoso sol que para variar não me deu resposta — grande ajuda! -ironizei.
Eu estava andando na beira da praia quando a vi chegar fiz quetão de me aproximar e observar a menina que tambem parecia turista só que não entrou na água, tirou fotos ou outras cosas que turistas fazem; ela apenas sentou na beira do mar abraçou seus joelhos e apoiou o rosto neles.
–Tomara que seja essa a minha luz — respirei fundo e fui me aproximando dela.
Agora já de perto dava para ver que a menina tinha longos cabelos castanhos, sua pele era clara mas não excessivamente branca, usava uma saida de praia branca com algumas conchas e um chapeu simples e estava com alguma coisa na mão.
–Ok tenha coragem seu imbecil! — falei para mim mesmo coloquei a prancha do seu lado e sentei em cima dela — "Hi!speaks English?" — perguntei pode ver que ela levou um susto.
–Hi! — ela sorriu — i speak English.
Foi quando eu percebi que no seu braço tinha uma pulseira que dizia "Sou Brasileira" vamos treinar as aulas do Junior então!
–É brasileira? — perguntei.
–Sou. — pude ver a surpresa em seus olhos que eram surpreendentemente verdes como duas esmeraldas.
–Otimo motivo para treinar meu português. — sorri — o que uma menina bonita faz sozinha?
–Bem, meu pai esta trabalhando, eu acho, não conheço ninguém até agora... — ela deu os ombros.
–Prazer sou o WK — sorri.
–Oi, pode me chamar de Jazz. — ela tinha um sorriso lindo.
–De ferias? — perguntei.
–Mais ou menos isso. -ela disse.
–Sou a primeira pessoa que falou com você? — perguntei — normalmente tratamos muito bem as visitas.
– Não é isso é que sou meio timida — ela deu um sorriso sem graça.
–É por isso que esta corada? — perguntei fazendo-a corar mais.
–Provavelmente. — ela cobriu as bochechas com as mãos.
–Você fica vermelha de um jeito bonito. — eu disse sem pensar.
–Assim eu vo ficar mais vermelha. — ela disse rindo — A água ta boa?
–A água ta sempre boa. — respondi.
–Tenho uma forte tendencia a me afogar. — respondeu pensativa.
–Nem tem onda! — eu disse rindo.
–Por isso mesmo! — ela disse — fiz a droga da escola e não adiantou em nada sou a unica pessoa que sabe mergulhar mais não sabe nadar... — bufou.
–Vamos. — levantei.
–Aonde? — ela perguntou.
–Nadar. — eu sorri.
–Não sei nadar. — ela repetiu.
–Eu sei, e eu te ajudo. — sorri.
–Se eu me afogar a culpa vai ser sua. — ela disse desconfiada.
–Vamos garota nunca deixei ninguem morrer. — ela me ofereceu a mão e eu a puxei — não vai tirar isso?
–Não, nem pensar. — ela disse olhando para a saida de praia.
–Que pena...- murmurei baixo mas acho que ela ouviu pois arqueou a sobrancelha e deu um rapido sorriso torto. — Vamos!
Peguei a prancha e nós entramos mar a dentro.
Eu tinha notado que primeiro a roupa dela ficou transparente mostrando seu biquini verde escuro que parecia ser tomara que caia... eu realmente não me importaria que caisse...
–Você morreu até agora? — perguntei.
–Não, mas se eu morrer a culpa é sua — ela sorriu — só para lembrar.
–Você é sempre paranóica assim? — pergutnei rindo.
–Não sou paranóica sou precavida é diferente — ela disse e tocou água em mim.
–Ei! — eu disse sacudindo o cabelo.
–Você não é precavido viu? — ela tocou mais água.
–A é? — perguntei rindo e toquei água nela.
Que já não estava mais ali sim em baixo da aguá "Ai meu deus!" mergulhei ela estava rindo dentro da água da minha cara de preucupação colocou as mãos nos meus ombrose me empurrou para baixo subindo a superficie.
–A sua cara! — ela riu- tava muito boa!
–É? — perguntei e toquei agua nela que se assustou — quem é o precavido agora? — comecei a rir.
–Engraçadinho- ela mostrou a lingua — deixei meu chapéu!
–Calma ai esta lá- apontei.
–Se roubarem não tem problema ia ser um favor! — ela disse.
–Duvido que vão roubar — eu disse.
Passamos um bom tempo dentro da água e foi bem divertido por incrivel que pareça eu nem ligava mais se o biquini dela estava ou não estava transparente não importava nada além da diversão.
–Dança musica havaiana? — perguntei.
–Danço fiz curso a uns três meses — ela disse.
–Faz quanto tempo que esta aqui?
–Se lá...faz tempo — ela tocou mais água na minha cara.
Já era mas três horas, eu não sabia o certo já que não tinha relógio comigo estavamos saindo de dentro do mar de repente me dei conta que não tinha ninguem falando ou me tocando água nos olhos de repente olhei para o lado ela não estava mais ali.
–Merda! — ela estava dentro do mar mergulhando — ela vai me matar! — puxei ela mas só peguei sua roupa que saiu de dentro da água só que sem ela. — Caraca! — mergulhei ela estava prestes a feichar os olhos sua pele estava branca eu a abracei e a trouxe para cima colocando seu corpo em cima da prancha.
–Cacete! — ele disse começou gospir água e respirar muito rapido.
–Calma — eu disse e sentei do seu lado.
–Me tira daqui por favor. — nos seus olhos tinham lagrimas.
–Segura em mim. — virei de costas para ela sentado na prancha e comecei a nadar impulsionando a prancha com os pés como meu pai tinha me ensinado ela me abraçou pela cintura estava muito perto de mim como se tivesse com medo de cair sei lá.
–Obrigado! — ela me abraçou quando estavamos na beira da praia seu cabelo estava quase seco — muito, muito obrigado.
–Eu disse que não ia deixar você morrer — sorri, que perfume esse garota usa?
–É disse mesmo. — ela se separou de mim e colocou o chapéu.
–Quer tomar um sorvete? — perguntei.
–Adoraria! — ela sorriu — Cade minha...
–Eu estavana esperança que esquece-se — entreguei a roupa para ela.
–Você tem um otimo senso de humor. — ela disse.
–Sabia que hoje é meu aniversario? -Perguntei.
–Serio? — ela me abraçou de novo percebi que ela ficava na ponta dos pés ao fazer isso e beijou meu rosto — parabéns!
–Obrigado — sorri.
–Tenho que te dar algum presente... — ela murmurou eu ia começar a dizer que não precisava até ela tirar da aba do chapeu um cartão dourado minha sobrancelha foi lá em cima — eu sei é estranho...
–Estranho não, dourado. -eu disse e ela riu.
–Digamos que esse cartão é da minha mãe — ela deu os ombros — O que você quer?
–Sei lá... — eu sorri — qualquer coisa.
–Você pensa até o final da tarde. — ela disse — onde fica a sorveteria?
–Ali menina rica — apontei ela revirou os olhos.
–Vamos super-heroi — ela me puxou pela mão.
Pegamos um sorvete enorme, imaginem um sorvete grande e multipliquem por cinco e vai dar metade do nosso, percebi que ela adorava misturas estranhas mas que ficavam incrivelmente boas tipo abacaxi e morango, e tambem era divertida, legal, inteligente, muito bonita e o principal ela me tratava com a maior naturalidade.
–WK eu queria falar com você...- Kaila parou de repente — quem é essa?
–Kaila essa é Jazz — falei.
–Oi — Jaz disse.
–Oi para você — Kaila respondeu e se virou para mim — então não vai convidar nenhuma garota para a festa de hoje?
–Claro que vou — respondi — tenho que fazer isso esqueceu?
–Se você quiser me levar eu com certesa aceito e... — ela disse na maior cara de pau.
–Mas eu já convidei — eu a interrompi — Jazz vai comigo.
–Eu vou? — perguntou.
–Ela vai? — Kaila parecia de boquiaberta
–Vai. — concordei.
–Vou. — Jazz disse me deixando surpreso ela apenas deu os ombros.
–Atá então...- os olhos de Kaila parecia que ia saltar para fora.
–Desculpe mas, já pode ir — Jazz sorriu — não se se percebeu mais esta interrompendo aqui.
A menina saiu a trote pisando tão forte no chão que eu não sei como não afundava de baixo de seus pés.
–Hum...- virei para Jazz — quer ir na festa comigo?
–Ham...- ela disse olhando para Kaila depois para mim — claro — depois começou a rir — é esse tipo de assédio que você recebe todos os dias?
–Existem piores. — eu disse a fazendo rir ainda mais — Vou comer sozinho.
–Tente. — ela me desafiou e nós começamos a comer.
XX
Jazz tinha ligado para seus pais e disse que ia ir na festa, tipo só avisou que estava indo a uma festa e não sabia que horas voltava e desligou o telefone de novo.
–Eles deixaram? — perguntei.
–Não faz diferença. — ela respondeu.
–Então tá bom, só espero que não tenha problemas com eles.
–Ultimamente eu quero ter problemas com eles, eles que não querem ter problemas comigo. — ela respondeu me fazendo rir.
–Tenho que te explicar uma coisa que eu esqueci...- cocei a cabeça — minha familia tem uma tradição que...
Contei para ela sobre tudo o que acontecia, do ritual, da princesa e toda a frescurada ela ficou apenas me eincarando vi ela trancar o um sorriso uma ou duas vezes queando falei sobre a princesa depois ela só fez um gesto.
–Ai! — eu disse.
–Isso é por não ter me avisado! — ela disse depois que bateu no meu braço.
–Seu tapinha doi sabia? — perguntei.
–Nunca me bati para saber — ela disse — e agora? não tenho roupa e nem sei a coreografia!
–Para tudo se da um jeito princesa. — eu disse.
xx
Eu a tinha deixado com a minha mãe, que tinha gostado dela de cara o que era otimo! como todo mundo da familia tinha um apelido muitas vezes na lingua havaiana provavelmente ela ia ganhar um tambem.
Agora eu estava sentado quase comendo os dedos esperando a entrada dela.
–Ta gatão né? — meu irmão cutucou meu braço — relaxa cara já vai começar.
–Você já passou por isso eu não — respondi.
–Já percebeu que é o unico homem de camiseta branca? — meu pai perguntou.
–Não gosto de estampas, alem do mais, a "makuahine (mãe)" disse que não tinha problema — dei os ombros.
–Sua makuahine anda muito moderna. — meu pai remungou.
–Cara! a Mahina é bonita hein? — Junior me cutucou no braço.
–Quem? — Perguntei.
–Sua princesa. -Ele disse como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
–Viu ela? — levantei.
–Lá dentro. — ele apontou para a casa e eu sentei desanimado — calma irmão já vai começar.
As luzes do patio diminuiram e as do palco acenderam, muita gente batendo palmas e meu coração parecia mais alto que as palmas deles "Faça tudo dar certo..." pensei.
–Caros amigos e parentes apresento a mais nova princesa do clã Kanaloa da parte de meu filho Willian Kanaloa. — Minha mãe disse então a musica começou.
Todas da familia dançavam, incluindo minha mãe, minhas irmãs a esposa do meu irmão e agora a Jazz mas era a minha princesa que tinha que começara dança.
–Você esta branco! — meu irmão riu.
–Cala a boca! — eu murmurei.
Jazz estava no palco...dançando! eu pensei que ia morrer! ela estava com uma das roupas nativas provavelmente de uma das minhas irmãs, por incrivel que pareça ela dançava melhor que todas ficando bem na frente toda de branco como eu com flores brancas e azuis na trança que estava seu cabelo.Linda, incrivelmente linda.
–Mohana, você escolheu bem. -meu pai disse.
–Bem? — meu irmão perguntou — queria que ela tivesse aparecido nos meus 14 anos dai sim seria muito bom.
–Já não falei para você ficar quieto? — perguntei.
–Mas ela não é daqui é? — Junior perguntou.
–Brasileira. — respondi todos na volta me encararam — o que é?
–Vou para o Brasil. — meu irmão murmurou.
XX
A apresentação tinha acabado, e eu não tinha visto minha princesa ainda até que Junior "o salvador" apontou para atrás do palco e quase correndo eu fui para lá.
–Porcaria...-murmurou — como se amarra essa coisa?
–Quer ajuda? — perguntei la deu um salto.
–Você tem que parar de me assustar desse jeito! — ela disse respirando rapido — como se amarra isso?
–Assim. — Peguei as fitas e fiz o nó — quando caiu?
–Quando apagaram as luzes — ela murmurou — só deu tempo de eu sair correndo.
–Menos mal, ninguem precisa ficar olhando a minha princesa — eu sorri e coloquei o cabelo para trás da orelha dela.
–Obrigada. — ela disse seus olhos verdes pareciam ter escurecido.
–De nada.
Eu olhava de seus olhos para sua boca mordi meus labios de leve fazendo-a sorrir depois olhou nos meus olhos novamente. Meu coração parecia que ia saltar para fora do peito me aproximei mais dela encostei de leve minha testa na sua ela mexeu um pouco o rosto aproximando do meu então meus labios encostaram nos dela com um pequeno beijo.Nos separamos e abrimos os olhos ela mordeu os labios.
–Mais. — ela disse.
Então eu a puxei para mim pela cintura ela ergueu o corpo e colocou as mãos nos meus cabelos prendendo seus dedos neles. Sua lingua tocava a minha me fazendo delirar seu perfume me deixava quase em extase completo a unica coisa que eu realmente saber que não era um sonho eram seus labios nos meus.
–-----------------------Flashback OFF ------------------------
–Will! — Christian gritou — estou falando com você!
–Ata! — respondi meio desorientado.
–Você conhece a Jazz? — Robb perguntou.
–Faz tempo...- murmurei fingindo indiferença.
–Você só tem 19 anos fazem cinco moquele! — Junior bagunçou meu cabelo.
–Cinco o que? — Robb perguntou.
–Nada, frescura de familia. — Respondi.
–É? — Christian fez a pergunta mais direcionada ao Junior do que a mim.
–Na teoria sim. — ele disse dando os ombros.
–Espero que essa "frescura de familia" — Chris fez aspas com as mãos — não me atrapalhe.
–Nenhum de nós alias. — Robb disse.
–E não vai, divirtam-se — eu disse ligando a TV.
Não tenho motivo para sentir ciúmes dela...não é?
Notas finais
- Moana significa mar.
- E então?
- Quero comentarios hein? :D
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