Just Friends
7 Pov Matt
Notas iniciais
– Vadia — sussurrei, e a porra do meu pênis pulsava cada vez mais, eu odeio me masturbar sozinho, mas é o que tem pra hoje, me tranquei no carro liguei a TV que havia no banco de trás e coloquei um dos pornôs que havia na gaveta.
Já havia amanhecido, sai do carro e fui até as barracas. Olhei bravo para Rebeca e fui até a Lari.
– Lari? — ela me olhou entediada e voltou a prestar atenção na unha.
– Diga — disse calmamente, calmamente brava.
– Posso conversar com você?
– Isso é uma conversa na minha não perfeita cabeça — disse ela revirando os olhos.
– Mas... Mas... Ah vem cá — peguei-a pelo braço e levei para dar uma volta pela floresta.
– Olha realmente, você me deixa cad... Ta ouvindo isso? — Disse ela se abaixando entre os arbustos. Abaixei-me também, tinha alguém atrás de uma grande arvore.
– Fique aqui — sussurrei e voei até o topo da arvore e, ai meus deuses. Dani e Vitor estavam se comendo de novo, ri abafado, peguei meu celular e filmei um pouco. Desci até Lari e mostrei o vídeo, ela revirou os olhos.
– Apaga isso — ela me fitava seria.
– Não, tenho que chantagear primeiro — ri e ela me deu um tapa fraco — vem cá minha baixinha — ri e a peguei no colo, como fazia desde pequeno.
– Seu babaca — ela me abraçou.
Chegamos a onde os outros estavam, tirando Dani e Vitor. E acho que no momento certo, pois pela cara de Anna a paz não ficaria muito tempo por ali.
Coloquei Lari no chão e fui me sentar ao lado de Anna, há tempos não conversávamos, mas por sua cara optei ficar quieto, nossa relação não estava em flores, talvez por eu ter ouvido Rebeca. Mas há quantos anos ela treinava? E Anna? Vamos ser sinceros, não dava pra ter ouvido Anna, como líder eu tenho que pensar no melhor para equipe embora meu coração estranhamente me mandasse ficar ao lado dela.
Antes de me aprofundar no assunto Dani e Vitor chegam, acho que a pressa era tanta que Vitor nem percebeu que sua camisa estava do avesso, pra mim isso foi quase tão hilário quanto a reação que ele terá quando eu lhe mostrar o vídeo que gravei com seus momentos não mais tão íntimos com a Dani,
Mais hilário ainda seria a reação de Dani, poderia até imaginar sua cara de total espanto, e desconforto.
Nem percebi que Lari havia se sentado ao lado de Anna a puxando e tirando de tão perto de mim e o meu braço de seu ombro, que nem me lembrava de ter posto ali e estranhamente me senti irritado por me afastar dela.
Eu resolvi não pensar muito nisso, alias não tinha escolha, Becky me chamava para conversar.
– Então resolveu, seu problema da noite anterior? – disse com um sorriso incrivelmente sacana.
– É sobre isso que quer falar? Irei embora então! – disse já me afastando quando ela me segura pelo ombro.
– Não, calma estressadinho, precisamos seguir viajem, não é seguro ficarmos em um lugar muito tempo – disse já sem seu sorriso, o que me deixava mais contente.
– Deixe eles descansarem mais um pouco, eles não estão preparados para isso, até um tempo atrás achavam que o maior problema de suas vidas eram os conflitos amorosos que seguem nossa vida – disse tentando soar o mais sensato possível, infelizmente ela não pareceu acreditar em meu argumento.
– Você também há alguns dias não imaginava nada disso e esta ai firme e forte – disse Rebeca.
– Quem disse? Estou exausto e preciso muito dormir – disse dando meu melhor falso bocejo, que pareceu convencê-la, por hora.
Fui me deitar, mesmo completamente acordado, mas se ficasse em pé por muito mais tempo Becky nos obrigaria a seguir viajem e eles precisavam desse tempo.
Meio contra vontade, adormeci.
Levantei, estava apenas a Lari sentada em um tronco, com seu fone e desenhando, ela desenhava realmente bem. Fui lentamente por trás pra ver oque ela desenhava. Era eu? Sem camisa, e ela nas minhas costas, não pude conter um sorriso, mordisquei o pescoço dela, e ela deu um pulo.
– Matheus! — disse tentando esconder o desenho.
– Eu já vi boba — sorri – cadê o pessoal?
– Foram atrás de um grupo que a Rebeca nomeou "pôneis de festa".
– Entendi, estamos sozinhos então — sorri e acariciei a perna dela.
– Sim — ela conteve um sorriso e quando fui beija-la, ela empurrou meu peito — Matt, não.
– Mas... Mas – tentei puxa-la pra perto.
– Não — disse ela se levantando, aff já é o segundo fora dela , e o terceiro da semana, não sou de levar fora.
– O.K. então — me virei bravo e fui desmontando as barracas.
– Psiu — olhei pra trás, havia uma menina VERDE? AI MEU ZEUS, É UM ALIEN. Sai correndo e ela veio atrás, pera... A Becky me contou o que era, era uma ninfa das arvores.
– Pois não? — disse disfarçando.
– Preciso que me leve ao acampamento, filho de Zeus. Sou encarregada de Hera, tenho uma mensagem ao chalé 14 — chalé 14? Eu sabia que o meu chalé seria o 1, mas qual seria o 14?
– Desculpe, que deus representa esse chalé?
– Iris, a deusa do arco-íris, deusa das mensagens — deusa do arco-íris KKKKKKKK ta ai uma deusa mais inútil que Afrodite, contive o riso e concordei.
– O.K., venha conosco – sorri.
– Obrigado filho de Zeus, você é gentil – ela sorriu e virou uma arvore. Bufei e fui desmontar a barraca de Anna e Lari, tirei as coisas de dentro e achei um pacote de preservativos nas coisas da Lari, peguei e fui até ela.
– Por que anda com um desses? — ela corou e tirou de minha mão.
– Porque mexeu em minhas coisas, já dis... — eu tampei a boca dela a beijando, e o melhor, ela retribuiu. Mas fomos obrigados a parar, com a chegada de Anna, Dani, Vitor e Becky. Anna derrubou sua lança e saiu correndo — ANNA — Lari gritou e me deu um tapa na cara.
– Meus deuses — Vitor balançou a cabeça pra mim — é agora que ela aceita.
– Aceita o que? — disse passando a mão no lugar do tapa que Lari me deu.
– Nos encontramos com Artemis... Anna vai entrar pra caçada — disse Becky.
– Eu te odeio Matheus — disse Lari olhando em meus olhos. Pronto perdi minhas duas amigas. Aff. Desmontei tudo e guardei. Lari e Dani voltaram da busca por Anna.
– Eai? — disse Vitor.
– Nada — bufou Dani se abraçando com ele.
– Ela deixou a lança — disse Lari pegando do chão, a lança de Anna.
– Nós vamos a encontrar Laris — ela apontou a espada em meu pescoço, e pude ver a ira em seus olhos.
– Acho bom mesmo — disse abaixando a espada. Fomos para o carro, Becky foi na frente comigo, fechamos a janela de contato com o banco de trás.
– Se juntar a essa tal de caçada... É ruim? — perguntei pra Becky.
– Sim, ela jura se livrar dos homens, não pode ter contato com eles — disse Becky se ajeitando no banco. Seguimos em um longo silencio, só escutava o falatório lá atrás, eles estavam discutindo sobre a Anna. Continuei dirigindo, e um gemido? Oh meus deuses, Becky estava dormindo, mas gemia, e gemia meu nome. Dei um solavanco sem querer querendo e ela acordou.
– Precisamos chegar logo, não aguento mais dirigir – resmunguei.
– Eu dirijo um pouco — ela disse, e confirmei. Trocamos de lugar e ela foi dirigindo, agora eu que queria transar com ela.
– Pode gemer meu nome de novo se quiser — sorri e mordisquei o ombro dela, ela sorriu e continuou a dirigir — sei que você não é difícil — sorri e me ajeitei, botando a mão dentro da minha calça, massageei meu membro, ela me olhou.
– Serio mesmo? — ela parou o carro, o pessoal de trás estavam dormindo, ela subiu no meu colo e me beijou, nos beijamos por um bom tempo, passei a mão no quadril dela e ela acariciava minhas costas — chega Matheus, eu não posso mais que isso — disse saindo do meu colo e voltando a dirigir.
– Por quê? — a fitei.
– Não posso — ela respondeu fria, me acomodei e olhei a estrada. Era ali. Ela me disse que era o pinheiro de Thalia. Saímos do carro e fomos acordar o pessoal de trás, Vitor e Dani acordaram, saindo e nos esperando, acordei Larissa que me olhou com raiva e subiu até o pinheiro com suas coisas.
– Vamos logo! – e se virou descendo a colina do acampamento, Vitor bateu em minhas costas e pegou suas coisas e as de Dani indo na mesma direção de Larissa, peguei minhas coisas e reparei que as coisas de Anna não estavam lá. Fechei o carro e subi em direção ao pinheiro junto com Rebeca, olhei tudo aquilo maravilhado, era incrível, meninos e meninas com camisetas laranja andavam por ali, com todo tipo de armas,descemos a colina e os três nos esperavam.
– Isso é maravilhoso – exclamou Dani, saltitando. Lari olhava tudo e todos e Vitor tentava manter Dani parada.
– Bom, vou leva-los aos chalés, vocês vão deixar suas coisas e depois falaremos com Quíron – disse Rebeca. Larissa revirou os olhos, deixei minhas coisas no chalé um, aparentemente só havia um outro filho de Zeus, Dani deixou suas coisas no chalé sete, Apolo, e ele tem muitos filhos, Lari e Vitor deixaram suas coisas no chalé 13, Hades, que aparentemente estava vazio a um bom tempo. Seguimos para a Casa Grande, uma casa grande no centro de tudo ¬¬, dois caras estavam sentados jogando algo.
– Quíron, Sr. D – chamou Rebeca – os novatos chegaram.
– Muito bem – disse Quíron, ele se levantou, ele era um centauro, incrível – jurava que eram cinco semideuses – disse passando a mão na barba.
– Sim senhor, eram cinco, perdi uma na vinda – Becky disse com a cabeça baixa.
– Vamos deixar para os sátiros na próxima vez, certo? – disse com ar de reprovação, Rebeca assentiu – dispensada, pode voltar a suas atividades – ela saiu e ele se virou para nós – bom, suponho que já saibam seus chalés, uma honra termos novamente dois filhos de Hades, infelizmente os últimos dois que chegaram aqui não permaneceram muito tempo – disse seus olhos encaravam o nada, ele sacudiu a cabeça – é um prazer, mais um filho de Zeus e uma filha de Apolo, aquele é Dionisio, chamem-no de Sr. D, ele prefere, podem conhecer o acampamento, vou buscar os horários de vocês.
Andamos pelo acampamento, Larissa tinha colocado os fones, alguns a encaravam, ela costuma chamar atenção, as roupas escuras e curtas ou a maquiagem preta ajudam nesse quesito, ela havia prendido o longo cabelo agora escuro eu um rabo de cavalo alto e andava com ar de superioridade, bem o jeito Larissa de ser, ela passou por um grupo de meninos que assobiaram, ela se virou e piscou para eles, esse gesto me irritou o que me fez ir até ela e passar o braço por sua cintura, ela me olhou irritada.
– O que está fazendo? – perguntou, tirando os fones.
– Tirando os olhos daqueles meninos da sua bunda – respondi sorrindo de canto.
– Olhar não tira pedaço e não sou nada sua para marcar território, okay? – disse tirando a minha mão de sua cintura e indo falar com os meninos, fui atrás dela – olá meninos – o sorriso deles se ampliou – sou Larissa – disse sorrindo tão largamente quanto eles.
– Sou Alexsandro, filho de Hermes, me chame de Alex – disse um loiro.
– Sou Leonardo, filho de Hermes, me chame de Leo – disse um moreno, os outros haviam ido jogar vôlei, a malicia nos olhos deles me incomodaram.
– Matheus, filho de Zeus – disse e eles arquearam uma sobrancelha.
– Olha só, Josh terá um irmãozinho novo – riu o loiro – e você princesa? Afrodite? Apolo? – Lari sorriu.
– Hades – o queixo dos dois caiu.
– Hades? – perguntou o moreno – você é a primeira desde Nico! Você não sabe que é o Nico né? – Larissa negou – Ele foi o primeiro filho de Hades a chegar ao acampamento, ele e a irmã Bianca também filha de Hades ficaram anos presos no Hotel e Cassino Lótus, quando chegou ao acampamento, sua irma virou caçadora, e o deixou aqui, depois que ela morreu ele foi atrás dela no reino de seu pai, mas não a encontrou, acabou por achar Hazel, uma filha de Plutão, versão romana de Hades, uma dos sete da profecia, você vai aprender tudo isso – disse terminando o discurso.
– Wow – disse Larissa – historia legal e pá, mas temos que ver o cavalo pra pegar os horários.
– Princesa, melhor respeitar o Quíron, até porque ele é bem mais legal que o Sr. D – disse o loiro.
– Mas eu até que fui com a cara do velho – disse sorrindo – ele parece legal.
– Legal? – disse o loiro – ele é um saco! Sempre erra nossos nomes e enche a paciência! – nisso Sr. D vinha em nossa direção.
– Larissa e Marcos? – perguntou, a boca dos gêmeos se abriu novamente.
– Meu nome é Matheus Sr. D – disse meio bravo por ele errar meu nome.
– Olá Dionisio – disse Larissa – tudo bem? – disse abraçando o velho.
– Tudo sim querida, é um prazer finalmente tê-la no acampamento, sua mãe fez um bom trabalho com você – disse sorrindo para ela.
– Se o senhor sabia sobre mim, porque não me trouxe antes? – como ela conhecia ele?
– Queria mantê-la em uma vida normal o máximo possível.
– De onde você conhece Dionisio? – perguntei a Larissa.
– Sr. D moleque – repreendeu – conheci a mãe de Larissa em uma de suas festas, quando vi Larissa soube que era uma semideusa.
– Nossa, muito interessante — zombei e olhei pros gêmeos — quem é Josh?
– Seu irmão, um moleque tarado — riram os dois, Sr.D saiu e Lari continuou ali.
– Ahn, valeu — peguei a mão de Lari e a puxei comigo, o que não á deixou feliz.
– Próxima vez, tu apanha, e gostei daqueles meninos — ela riu — acho que vou chama-los pro meu chalé de noite — dei um pequeno choque nela — ai — ela exclamou.
– Se eu ver, eles tentando algo contigo, pode apostar, eu mato — soltei-a e fui para meu chalé. Entrei, arrumei minhas coisas, e me deitei.
– Um irmãozinho novo? — disse um menino alto, cabelo preto, e cara de tarado... Era o Josh, meu irmão.
– Josh? — perguntei e o encarei.
– Sim, serei seu líder — disse ele com um sorriso no rosto.
– Ninguém me lidera — sorri de volta e peguei meu livro.
– Então vai sofrer aqui dentro — ele disse e saiu do chalé. Peguei no sono, começou um sonho. Eu tava andando pelo acampamento de noite, e ouvi uma risada vindo do chalé 13, fui até a janela e estava o Vitor desmaiado, a Lari nua, amarrada na cama, e o Josh, Alex e Leo estuprando a Lari, quando eu ia entrar no chalé para impedir, eu acordei. Estava suando, eu nunca deixaria nada de mal acontecer a Lari, depois de ela ter fumado com aquele viado do Ray. Eu jurei a proteger. Levantei-me e Josh não estava, corri até o chalé 13, já estava escuro, olhei pela janela e estava Vitor deitado em sua cama, e a Dani deitada no peito dele, estavam assistindo um filme, mas a Lari não estava ali. Larissa, cadê você sua draga. Corri até a floresta e... Ele morre, lá estava aquele loirinho, o Alex de mãos dadas com ela, andando na floresta.
Eles pararam em uma arvore e se beijaram, eu não ia aturar aquilo, ele tava tentando tirar a blusa dela? Não mesmo, peguei uma das minhas adagas e mirei na arvore, atirei e a adaga fincou bem no casco, ao lado da cabeça dele, Lari se afastou, invoquei um raio que caiu na arvore, e a carga se envolveu nele, ele caiu e Lari olhou pra trás.
– Quem está ai? — ela olhou a adaga — MATHEUS! — ela gritou e olhava ao redor tentando me encontrar, tomei coragem e sai da mata, ela me olhou.
– Ele ia te... Estuprar — disse bravo.
– Se ele fosse ou não, o PROBLEMA É MEU -ela disse aumentando o tom.
– Eu não vou deixar — ela pegou a adaga da arvore e lançou ao chão, abrindo uma rachadura que parou perto de mim.
– Saia. Da. Minha. Vida — o chão se abriu, mas antes que eu caísse, alguém pulou e me pegou pela cintura. Becky.
– Sua vadia — Becky e foi pra cima de Lari e deu um tapa na cara dela.
– Vadia aqui é você sua pirralha – disse Becky, Lari jogou Rebeca no chão perto da rachadura, dois esqueletos surgiram e puxaram Rebeca pra dentro do buraco.
– BECKY – gritei e pulei no buraco junto.
– Estúpidos — disse Lari desaparecendo nas sombras.
Acordei, graças a Zeus era apenas um sonho, já estava de manhã, me troquei e fui para o refeitório, na mesa que seria do chalé 3 tinha umas 10 pessoas, Becky estava la e espera ai... Aquele ali era o viado do Ray?
Becky percebeu que eu o fitava e veio até mim.
– Oi – disse ela me dando um selinho.
– O que ele faz ali? – disse apontando pro idiota.
– Matt, ele é meu irmão também – disse Becky acariciando minha mão – quer ir comigo á roda de Dio hoje?
– Roda de que? – a olhei de relance.
– Roda de Dionisio. Uma rodinha de semideuses, onde só rola... – ela chegou perto do meu ouvido. – putaria – sussurrou e sorriu maliciosamente.
– Então eu vou – sorri.
– Quem sabe hoje você consegue o que queria nas noites passadas – ela sorriu e saiu rebolando para a mesa 3.
Sentei-me a na mesa 1, o Josh não estava ali, ainda bem, não fui com a cara dele.
– Oi babaca – Disse Dani me abraçando pelas costas.
– Fala dálmata – sorri e a abracei de volta.
– Aff, olha o bullying – ri e um prato de panquecas apareceu, Dani saiu e foi para a mesa 7, era bom saber que ela e Vitor não estavam bravos comigo, já que Lari e obviamente Anna estavam.
Comi minha panqueca, e fui até o campo de arco e flechas. Havia muitos filhos de Apolo ali (avá).
Peguei meu arco, e minhas flechas de bronze celestial, e dei o primeiro lance. Na mira, sorri e percebi que todos me olhavam.
Peguei outra flecha, e... Na mosca, sorri e todos me olhavam.
– Se acha bom assim? – disse uma menina morena, alta, ela usava uma faixa para prender o cabelo escuro, ela era linda – meu nome é Barbara, conselheira do chalé de Apolo.
– Ahn, ola, Matheus, filho de Zeus – sorri e acenei com a cabeça.
– Aceita um desafio? – ela disse sorrindo.
– Sempre — sorri de vota e ela pegou um controle.
– Se sobreviver aos monstros vence – pera ai, monstros? Cara eu entrei no acampamento ontem e ela quer que eu já mate monstros, lógico que eu já matei varias dracanae, mas... Ah ok, vamos lá.
– O.K. – preparei meu arco e ela apertou um botão, a parede se abriu liberando varias dracanae.
– Boa sorte, vai precisar – ela sorriu e foi para a arquibancada com os outros.
Ok Matheus, hora do show. Preparei minha flecha e acertei uma na cabeça, e uma dezena veio pra cima de mim. Atirava flechas rapidamente, quase não se via meus movimentos.
Lembrei-me de algo, estávamos a céu aberto. Sorri, e invoquei um raio, minha flecha se eletrocutou e atirei no bando de dracanae, transformando-as em cinzas.
Olhei para Barbara e sorri. Ela me olhou e aplaudiu, todos aplaudiram.
– Ótimo. Quero você no meu time do caça – disse ela sorrindo.
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