Notas iniciais
Heeeeeey Então, eu to morta com farofa mas vim postar hoje pra não sumir de novo! Pq não sou dessas u.u Então, tenho que pedir desculpas porque como passei tipo, sei lá, um mês? Pareceu uma eternidade... Enfim, acabei acumulando os comentários, então me perdoem se não respondi o seu (se eu não respondi, pode me mandar uma mensagem dando bronca, to merecendo!) serio gente, não é de proposito não. Eu juro que tentei responder, mas o site só mostra até 16 dias atrás então me perdoem, serio, to implorando! Nesse tempo ganhei leitores lindos demaaaaaais, que comentaram todos os capítulos e me deixaram super feliz *-* sejam bem vindos seus divos :* Ai serio, não me larguem por isso! Prometo não fazer isso de novo ta? Ah, e eu to pensando em começar a postar minha outra fic pq to com ideia pra outra - to cheia de ideia, percebam - e quero saber o que voces acham? Querem ler? Estão curiosos? AAAAAAAH! Recebi um pedido pra por hentai aqui - escreve assim o.O - geeeente, desculpa decepcionar voces, mas sou uma mocinha inocente que não manja disso não cara... Sorry :/ Chega de encher voces? Então um pouco mais de Just Friends...

Paramos em frente ao restaurante em que eu tinha marcado com a Laura e o Gus. Estava na hora do almoço e demoramos um pouco para encontra-los.

–Aqui – Laura, como sempre bem discreta, estava acenando os braços para chamar nossa atenção.

–Edu? Já sentiu vergonha alheia? Eu juro que se a Laura não se aquietar agora, eu vou matar ela!

O Gus é claro, já estava devorando uma montanha de comida, enquanto a Laura se contentava com alguns grãos de arroz e uns pedaços de carne perdidos pelo prato.

Conversa vai e conversa vem até o restaurante esvaziar.

–Vamos?

Levantei para ir pagar a conta e... Surpresa! Meu cartão não passou.

–Manu? – ela virou, se apoiando no encosto da cadeira – tem dinheiro ai?

–Não, gastei tudo que eu tinha...

Ah, mas que beleza!

–Otimo, vamos ficar pra lavar a louça então!

–Cade seu dinheiro?

–Foi passear junto com o seu!

Ela revirou os olhos irritada.

–Laura...?

–Claro, relaxa, depois você me paga...

Sim, era questão de orgulho. Mas eu não tinha opção alem de aceitar que ela pagasse.

–É a Laura Eduardo, relaxa.

Não respondi, só continuei dirigindo.

–O que aconteceu com seu cartão?

Isso que eu quero saber também. Mas não disse isso, só respondi:

–Não sei.

Quando chegamos em casa, liguei naquelas centrais de atendimento, para saber o que tinha acontecido.

E então, adivinhe só? Outra surpresa.

–Então? – ela perguntou assim que desliguei.

–Meu cartão foi cancelado, meu dinheiro acabou.

–É o que?

–Acabou Manuela, é isso que acontece quando a gente gasta dinheiro, ele acaba!

Ela bufou.

–Ta grosso ein? Depois sou eu quem puxo briga... Enfim, não vou discutir com você agora. Vamos pensar em algo, porque só o que eu tenho não dá pra pagar as contas.

–Eu sei.

–Acho que chegou a hora...

–Ta falando do que?

–Hora de trabalhar Eduardo! Você começa a estagiar esse ano, mas ainda falta muito pra mim. E nem tente questionar, amanha vou sair pra procurar alguma coisa. Acabou a mordomia.

***

Eu não quis falar nada, mas a verdade era que eu também estava no vermelho. Eu já estava pensando em arrumar um emprego, por que né... Já passava da hora!

–Mas você já tem que estudar pra caramba, deixa, eu vou dar um jeito.

–Vai querer dar uma de macho agora? Que mais? Vai querer me colocar descalça limpando a casa? Pode parar com isso agora!

Parecíamos um casal, casados há anos, discutindo depois da demissão do marido.

Mas não éramos isso. Estávamos juntos há tão pouco tempo, mas já morávamos juntos e resolvíamos problemas de verdadeiros casais. Isso seria bom?

–Estamos parecendo um casal a beira do divorcio.

Consegui arrancar um sorriso dele, que ficou escondido entre as mãos que cobriam o rosto.

–Você é impossível garota...

–E eu não sei?

***

Quando acordei no dia seguinte, ela já estava fora de casa. Chegou um tempo depois. Entrou em casa pulando feito uma criança, com um sorriso enorme e uma sacola.

–Tenho novidades, mas primeiro, adivinha o que eu comprei? – sequer me deu tempo para responder – AMORA!

Ela adorava amora. Correu pra cozinha, largando a bolsa no chão, colocou a fruta numa vasilha, voltando abraçada naquilo como se fosse um premio.

Começou a comer, lambuzando os dedos e a boca.

–O que foi? – só então percebi que estava prendendo o riso.

–Nada, é só que... – e la vamos nós – Você tá toda lambuzada e o cheirinho ta bom demais...

–Então limpa pra mim – ela me entregou um paninho, mas era obvio o duplo sentido. Colocou a ponta de um dos dedos coloridos na boca, com o olhar fixo em mim.

–Claro – me aproximei o bastante para nossos narizes quase se tocarem, mas não o suficiente para acontecer alguma coisa.

Seu olhar permanecia fixo no meu, a boca entre aberta.

Comecei a limpar o canto dos lábios sujos, enquanto ela já mostrava sinais de impaciência.

–Não se finge de bobo – disse colocando a vasilha de lado e empurrando meu peito com os dedos sujos de amora, deixando minha blusa marcada – você me entendeu!

–Será que entendi?

Seu corpo já estava sobre o meu, os cabelos jogados da mesma forma que ela havia feito naquela noite do quarto do Sam, caídos de um lado por um movimento da cabeça. Os punhos lhe davam apoio ao peso do corpo, um sorriso travesso estava começando a atravessar os lábios – tanto nos dela como nos meus.

Os beijos chegaram suaves, com um gosto docinho de amora. Um beijo, depois outro, e outro. Meus lábios também já estavam doces também. Apertei seu corpo com meus braços e senti o peso do seu corpo sobre mim.

–Assim você estraga os meu planos Edu...

Ela tinha dobrado os braços sobre o peito, me observando de baixo. A boca colorida mesmo sem batom, os cabelos bagunçados, a blusa já meio torta e com o decote na minha visão.

–Tá olhando o que?

Ela sabia exatamente o que eu tava olhando.

–Nada, só to apreciando de novo...

–Anda apreciando demais.

–Não gosta?

–Não, porque é o tipo de coisa que me faz pensar “que droga!”.

–Por que?

–Porque é o tipo de coisa que me deixa com vontade de fazer isso.

Então ela começou a me beijar, tipo, de verdade. Mas parecia... Diferente. Mas um diferente bom. As coisas estavam mudando. E eu gostava disso.

–E a novidade?

–Ah claro – ela se apoiou no sofá e saiu de cima de mim – Eu arranjei um emprego.

–Manu...

–Não vem tentar dar uma de macho alfa agora! Eu dou conta.

–E vai ter que fazer o que?

–Vestir uma saia curta e servir algumas mesas.

–Vai ser garçonete? Onde?

–Vou sim, em um café que tem não muito longe daqui... Começo semana que vem.

–Preferia que não precisasse fazer isso.

–Iiih, pode parar de besteira viu! Nem quero ouvir mais nada.

Ela levantou e largou a tigela dentro da pia, seguindo para o banheiro tomar banho.

Notas finais
E aaiiiiiii? Não me deixem falando sozinha depois das mil desculpas que eu pedi, por favor! Acho que é o que temos para hoje, beeeijos e cheiros da Laia :* Ps: beijo especial pra ti Kt :*