Just As You Are
1 One-shot : Just as you are
Notas iniciais
Voltando depois de uma loonga abstinência de fics! Mas agora estou de férias e tudo irá mudar... kkkk
Bom... agora fiz uma Aomine x Kise, após ser inspirada pelas maravilhosas escritoras(es) aki do Nyah! que postaram fics desse casal *-*. Obrigadaaa~~
Não vou encher linguiça aki, intaum... Boa leitura. Nos vemos lá embaixoo~ ( com sorte kk)
P.S. : A fic se passa na época da Teiko !! Ou seja, ambos ainda são da Kiseki no Sedai, okay ~~~?
Aomine era incrível.
Cada um de seus passes, cada arremesso, cada cesta, o jeito como corria, os músculos fortes sob a pele morena, os cabelos curtos e escuros, seu raro sorriso debochado e aqueles olhos penetrantes, como os de uma fera caçando ...
Tudo nele era perfeito... pelo menos aos olhos de um certo loiro.
- Oe! Kise! — Aomine gritou e Kise apenas seguiu o som de sua voz, virando o rosto para olhá-lo no momento em que a pesada bola de basquete acertou-lhe com tudo, bem no meio da testa.
- Aaiii — Kise caiu sentado, esfregando a testa dolorida, ainda meio zonzo.
- Que merda foi essa? Tá dormindo? — Aomine encarou o loiro de cima, com a face ao mesmo tempo raivosa e preocupada.
- Hehe... foi mal, foi mal. Acho que eu me distrai... — O loiro deu um sorriso bobo e esfregou o rosto, tentando disfarçar o constrangimento e as bochechas vermelhas.
- Se distraiu?? Com o que? Francamente, Kise... — Aomine balançou a cabeça — Quer subir e por um gelo nisso? Já está ficando escuro também. -
Aomine estendeu a mão e puxou Kise para cima, pondo-o de pé. No entanto, o loiro desequilibrou-se e teve de apoiar-se pesadamente no peitoral largo do moreno. O mundo girou por um instante, enquanto Kise assimilava que estava praticamente atirado sobre Aomine, com o maior envolvendo-lhe a cintura com um braço e segurando sues ombros com a outra mão.
- Oe... Tudo bem, Kise? — Aomine olhou-o preocupado
- H-ha...Sim! Sim, estou bem! Hehe... foi só uma tontura. — Kise sorriu sem jeito novamente, afastando-se rapidamente de Aomine.
Por um momento Kise havia divagado; o cheiro de Aomine inundara seu ser e a mão em sua cintura parecera um tanto quanto desejosa, apertando o corpo do loiro com mais força do que necessário. Mas não iria adiantar em nada ficar sonhando acordado, nem podia deixar Aomine perceber o por que de estar agindo tão estranhamente nos últimos tempos.
Aomine pegou a bola de basquete, a garrafa d'água e uma jaqueta do loiro, rumando para a saída da quadra e sendo seguido pelo outro. Kise realmente não queria ficar em um apartamento a sós com o outro pela noite toda... Mentira. Queria sim, queria ficar com o moreno, queria confessar-lhe todos os sentimentos pesados que carregava no peito, queria que ele o beijasse e sussurrasse seu nome.
No entanto, confessar-se era o mesmo que dar um tiro no próprio pé. Na melhor possibilidade o moreno acharia que ele estava brincando e riria dele, na pior o outro o acharia nojento, passaria a odiá-lo e evitá-lo, acabando com a amizade dos dois. E isso Kise não conseguiria aguentar. Aomine nunca o amaria daquele jeito, afinal ele era Aomine Daiki, deveria gostar de belas mulheres de seios fartos, lábios carnudos e sem "aquilo" entre as pernas... como a Momocchi ou aquela tal Horikita Mai.
Mas primeiro, o que Aomine fazia em seu apartamento? Simples, obras de sua mãe.
Seus pais haviam ido viajar hoje pela manhã e retornariam apenas dali a dois dias, ou seja, Kise teria de passar duas noites e três dias sozinho.
Por mais que o loiro não ligasse, afinal já era bem crescidinho, e soubesse se virar muito bem sozinho, conhecia sua mãe. Assim como toda mãe, a sua era extremamente protetora com seu único filhinho, e ficara tão preocupada com o loiro que quase cancelara a viajem. Mas Ryouta sabia o quanto seus pais mereciam aquele tempo juntos à sós, e por isso, disse que convidaria um amigo para dormir consigo.
Mas aquilo não era bem o que imaginara. Quando disse "amigo", na verdade estava pensando em Kurokocchi ; não que Aomine fosse má companhia ou algo assim, mas estava difícil de conviver com o moreno ultimamente, eram muitos sentimentos embaralhados. Já com Kurokocchi seria muito mais fácil, ele possivelmente aceitaria e como não era de se meter na vida dos outros, lhe pouparia muitas explicações. Mas quando se dera conta, Aominecchi estava lhe perguntando que horas deveria chegar à sua casa; aparentemente alguém chegara antes dele.
Kise abriu a porta do apartamento de modo automático, deixando Aomine entrar e fechando a porta atrás de si. O apartamento era amplo, mas o moreno já viera ali muitas vezes antes, não precisava que ninguém lhe mostrasse o lugar de nada pois conhecia a casa do loiro como à sua própria, assim foi até a cozinha, pegou um pano e colocou alguns cubos de gelo dentro, entregando-o ao loiro. Ryouta encostou-se na bancada de mármore e colocou o gelo sobre a testa, observando pelas pálpebras entreabertas o moreno andar pela cozinha, buscando algo para beber.
Na verdade sua cabeça não estrava realmente doendo, só um pouco vermelha, mas aproveitou a desculpa para sair da cozinha e deitar-se no sofá da sala, fechando os olhos e deixando a mente vagar.
Quando começara a olhar para Aominecchi daquela forma? Seu peito doía cada vez que o via com Kurokocchi ou com Momocchi, passava horas no telhado do colégio apenas olhando-o dormir, parecia um cachorrinho ao lado do moreno, abanando o rabo sempre que atraía sua atenção, mas ao mesmo tempo temendo que ele descobrisse seus sentimentos e passasse a odiá-lo. Decidira-se por escondê-los do moreno, afinal estava feliz tendo-o como amigo, gostava da proximidade entre eles, desejava ter mais do que apenas isso, mas era covarde ou sensato demais para por toda sua paz atual à perder somente para dizer-lhe o que sentia e aliviar aquele peso do peito.
O relógio marcava sete horas, mas o sol ainda brilhava lá fora, afinal era verão, e o tempo estava agradavelmente quente. Kise ficou apenas ali deitado, sentindo os últimos raios de sol entrarem pela janela aberta e aquecer-lhe o rosto.
- Oe, Kise. Tá dormindo? — Aomine sentou-se no espaço que sobrava no amplo sofá, ao lado da cabeça de Kise
- Não, só estou um pouco cansado, sabe... O treino de hoje acabou comigo. — Kise sorriu de leve, abrindo os olhos e olhando o moreno de baixo.
- Hm... é verdade. O Akashi gosta de quase nos matar. Coitado do Tetsu, ele sim leva a pior, se arrebenta todo só pra nos acompanhar.
- É né... — O coração de Kise falhou uma batida, Aominecchi poderia estar gostando do Kurokocchi, afinal eles eram tão próximos...
Um silêncio se instalou entre os dois enquanto o sol se punha na janela atrás do sofá. Kise não pôde deixar de reparar nos traços de Aomine iluminados pelo sol poente, ele era realmente lindo.
- Ainda está doendo? — Perguntou o moreno, assustando o loiro que o fitava.
- Hein? -
- Tá doendo? Acho que não joguei tão forte assim. -
Sem esperar resposta, Aomine abaixou-se e retirou a bolsa de gelo já parcialmente derretida da testa do outro, afastando a franja loira e aproximando do rosto do outro para olhar a marca vermelha que já quase desaparecera. Kise paralisou, Aomine estava tão perto! Podia sentir seu cheio e o hálito quente em sua pele. Seu coração começou a se acelerar quando o rosto do outro ficou à apenas alguns centímetros do seu.
- N-não...! Eu já estou bem, viu? Não foi nada, hehe — Kise forçou-se a falar, sentindo a voz tremer e a face corar. — Vou tomar um banho, você já sabe que está em casa, né? Pode ligar o PS se quiser. — O loiro levantou-se, afastando o outro.
— Não demoro. — O moreno ficou encarando o loiro sair da sala sem nem olhá-lo, era impressão sua ou Kise parecia nervoso? Percebera que nos últimos tempos o outro estava estranho... Evitava ficar sozinho com ele, parecia meio desligado, e algumas vezes o moreno o pegara encarando-o, mas Kise recusava-se a falar a verdade, sempre sorria dizendo que " não era nada" . Aomine suspirou, realmente sua paciência já estava chegando ao limite.
Kise trancou a porta do banheiro e encostou-se nela, soltando a respiração. Quase. Quase beijara Aomine. O loiro respirou fundo, tentando se controlar.
Despiu-se devagar, jogando a regata sobre a bancada e deixando a bermuda escorregar por suas pernas, junto com a roupa íntima. Aproximou-se do espelho sobre a pia e examinou o vermelho que já quase sumira de sua testa, nada de mais. Suspirou cansado, passando as mãos no rosto, estava com olheiras, eram quase imperceptíveis, mas mostravam a quantas noites não dormia descentemente graças aos sonhos que vinha tendo com um certo moreno. Acordava no meio da noite arfante, as vezes tinha sonhos bons e acabava ficando excitado, outras tinha pesadelos, que o faziam ficar acordado o resto da madrugada.
Ligou a água do chuveiro e entrou debaixo imediatamente, nem ligado que ainda estava fria. Encostou-se na parede e deixou a água que se aquecia lentamente percorrer seu corpo como uma carícia. Ultimamente aquele chuveiro havia visto muitos de seus lados ruins, ainda bem que ele não dava opiniões; mas também não poderia dar conselhos nem soluções. A água encharcou seu cabelo e desceu pelo rosto, confundindo-se com as lágrimas. Por que estava chorando? Insegurança, incerteza, confusão, medo ... parecia uma criança mimada.
Terminou o banho e saiu para o quarto com uma regata branca e uma bermuda azul clara, que poderia se chamar de pijama, e rumou para a sala, de onde vinha o barulho da televisão. Aomine estava largado no sofá, mudando de canal a cada cinco segundos.
- Não tem nada que preste. — reclamou o moreno
- Aiai, Aominecchi, são mais de 300 canais e você não consegue achar nada? — Kise sorriu — Por que não vai tomar um banho? Vou fazer alguma coisa pra comermos. O que você quer ?
- Kise, você não sabe cozinhar. — debochou o maior
- E daí? Você também não sabe.
- Hm... verdade. Então eu quero onigiri. - Aomine sorriu — Acho que até você sabe cozinhar arroz.
- Hmpf. Vá logo tomar banho! Você sabe onde estão as toalhas. — Kise bufou, fazendo cara de aborrecido.
- Já vou, já vou... — Aomine saiu se arrastando
Quando ficou sozinho, Kise não pôde deixar de sorrir. Aomine gostava de provocá-lo, mas o loiro não ligava.
Colocou o arroz na panela e levou-o ao fogo, indo ver se o que mais havia na geladeira. Pegou uma garrafa de chá, fez alguns sanduíches e tirou o arroz do fogo. Estava encostado na bancada, deixando sua mente se ocupar em parte com os bolinhos e a outra parte vagar; imaginava o moreno tomando banho, depois a imagem mudou, agora Aomine conversava com Momocchi e Kurokocchi durante um intervalo no treino, depois na volta do colégio até a casa do loiro, o jeito largado como caminhava, a conversa descontraída, a bola de basquete que girava em seus dedos, seu sorriso...
- Oe, já tá pronto? Tô com fome. —
Kise tomou um susto ao perceber que Aomine estava bem atrás de si, o corpo quase colado ao seu, e o cabelo molhado roçando-lhe no pescoço.
- Aominecchi! Não me assuste assim! — reclamou o loiro, nervoso com a proximidade do outro. Aomine ficou em silêncio por um segundo.
- Kise... O que está acontecendo com você? Não me diga que está tudo bem, por que não está. Se tentar dar outra desculpa eu acerto esse seu lindo rostinho mais forte do que a bola.- Aomine falou baixo, próximo ao ouvido do outro, mas seu tom era ameaçador e raivoso.
- Aominecchi, do que você está falando ? Não tem nada de erra... — Kise não terminou a frase. Aomine deu um soco no armário que ficava suspenso na parede sobre a bancada, bem ao lado da cabeça do loiro, assustando-o.
- Mas que merda, Kise! Você anda muito estranho. Mas se insiste que não é nada, então olhe para mim de frente e repita. — O moreno segurou um dos ombros de Kise e obrigou-o a se virar, deixando-o preso entre seu corpo e a bancada, sem rotas de fuga.
- Aominecchi, eu... — Kise olhou-o, extremamente nervoso, obrigando-se a parecer calmo — Eu... — hesitou um momento, tomando fôlego — Não tem nada de errado acontecendo. Eu estou bem, vê? Tudo normal. — Kise sentia as palmas de suas mãos suarem frio.
Aomine encarou-o com aquele olhar penetrante, estudando-o por alguns minutos. Suspirou por fim e deu de ombros.
- Pelo visto você não confia em mim. Não posso culpá-lo afinal de contas. Esqueça o que aconteceu. — Aomine estendeu o braço como que para tocar no loiro, mas desviou-se para a bancada atrás do mesmo e pegou um onigiri, virando-se e voltando para a sala sem encarar Kise.
Ryouta escorou-se na bancada, tremendo violentamente. Essa foi quase. Seu comportamento estava tão estranho quanto parecia? Aomine também não era idiota. Como foi pensar que ele não desconfiaria?
Precisava esquecer aquilo. Teria de abandonar de vez seus sentimentos pelo moreno se não quisesse perder o amigo. Precisava atuar melhor, como quando estava trabalhando. Respirou fundo até se acalmar, tentando parar a tremedeira, terminou o que estava fazendo, colocou tudo numa bandeja e foi para a sala.
Quando entrou na sala, não havia mais sinal algum de nervosismo em seu rosto, apenas um sorriso.
- Pronto, Aominecchi. — Depositou a bandeja na mesinha com o abajur, ao lado do sofá, acendendo a luz. — Vamos jogar alguma coisa? Ganhei um jogo novo semana passada, mas é difícil! E eu até que sou bom, hehe. -
Kise parecia ter voltado completamente ao normal, deixando-se cair ao lado do moreno no sofá, com os controles na mão. Aomine apenas olhou-o demoradamente antes de aceitar o controle, enquanto pegava um bolinho com a outra mão. Com certeza Kise não estava nada bem, mas se o loiro não iria lhe contar nada, não tinha jeito; pelo menos as coisas pareceriam normais agora. Resolveu deixar quieto e entrou na do loiro.
- Duvido. Ligue logo essa coisa, vamos ver. — Aomine sorriu de lado, como um desafio.
Assim passou-se a noite. Eram quase uma hora quando Kise levantou e espreguiçou-se. A comida já tinha acabado, já haviam mudado de jogo umas cinco vezes e agora ambos estavam deitados no tapete macio, vendo um filme de terror terrivelmente idiota.
- Vou arrumar uma cama pra você. -
- Ha... eu te ajudo. -
Depois de meia hora a cama de Kise estava arrumada e havia um colchão ao seu lado, destinado à Aomine. Kise apagou as luzes da casa e subiu em sua cama, puxando a coberta fina até cobrir a cabeça, espiando o moreno tirar a camiseta e ficar apenas de bermuda para dormir.
- Boa-noite. — Kise falou, sem tirar o rosto para fora das cobertas.
- Boa-noite... — resmungou Aomine deitando-se se costas para Kise.
Ambos estavam mentindo. Sabiam que as coisas não poderiam ficar assim por muito mais tempo. Mas Kise não conseguia evitar. Não podia contar! Não queria perdê-lo!
Depois de um tempo, Kise finalmente conseguiu adormecer. Não fora nada fácil se acalmar com o moreno ressonando baixo à apenas um braço de distância, e quando finalmente conseguiu pegar no sono, foi mais para um cochilo febril. Um sono leve, cheio dos pensamentos que o atormentaram o dia todo; Kise revirava-se na cama, seu corpo parecia queimar, de repente o ar ficara abafado e a cama parecia desconfortável.
Acordou assustado, seu corpo estava melado de suor e havia algo incômodo entre suas pernas. Hoje não fora exatamente um sonho bom, mas o havia deixado duro. O loiro olhou para si debaixo da coberta e depois olhou em volta. Precisava ir ao banheiro, pois do jeito que estava era praticamente impossível apenas ficar esperando passar, no entanto, o colchão de Aomine estava entre si e a porta.
Poderia tentar pular por cima do moreno ou pisar muito de leve no colchão, mas não queria correr o risco de acordá-lo... Kise suspirou. Desculpas.
A verdade era que o amigo deitado ao seu lado, com a face relaxada, o tórax desnudo e vestindo apenas uma bermuda o excitavam mais do que teria coragem de admitir. Agora precisava de apenas alguns toques para gozar, mas mesmo sabendo que aquilo chegava a ser doentio e que corria um enorme risco do outro acordar, não queria ter de ir ao banheiro. Queria faze-lo ali, com o verdadeiro amado ao seu lado, não apenas em sua imaginação.
Após algum tempo de uma intensa luta mental entre a razão e o desejo, Kise simplesmente desistiu de negar- se e ignorou completamente a parte racional de seu cérebro, que lhe dizia que aquilo era terrivelmente errado e poderia acabar em algo irreversível.
Sentou-se na cama e depois ajoelhou-se nela, buscando uma posição mais confortável, verificou se o moreno dormia profundamente, respirou fundo algumas vezes, tentando se controlar para não fazer nenhum barulho alto, e abaixou um pouco a bermuda e a boxer negra, expondo o membro já gotejante e extremamente duro. Tocou-se de leve, envolvendo o órgão delicadamente e sentindo seu corpo estremecer, reagindo automaticamente à menor carícia.
Suspirou e olhou para Aomine, que ainda dormia no colchão. Sem pensar em mais nada além do moreno ao seu lado, deixou-se levar, apertou o membro com mais força e moveu a mão, subindo e descendo rapidamente. Imaginando que era o outro que o tocava, fechou os olhos e trincou os dentes, determinado a não deixar nenhum gemido escapar, manuseando o próprio membro com força. Sentiu o corpo estremecer em ondas de prazer cada vez mais intensas que acabaram se transformando em espasmos incontroláveis, soltou a respiração presa, e tocou-se mais rápido, sentindo que estava próximo do ápice.
Não conseguia ouvir nenhum outro som além do de sua mão, o que era bom, pois o moreno não acordaria apenas com aquilo. Uma nova onda de prazer percorreu seu corpo mais forte do que as outras e o fez estremecer violentamente enquanto gozava em suas mãos. No entanto o loiro não conseguiu se conter e no extado momento em que seu sêmen escorreu por seus dedos, permitiu-se respirar, soltando um gemido baixo, que mais se assemelhava à um sussurro:
- Ao-minecchi...nhg... -
O loiro permaneceu de olhos fechados por um instante, respirando lentamente, tentando normalizar os batimentos e sentindo o torpor se espalhar lentamente por seu corpo. Aquilo o estava deixando louco, acabara de fazer algo que nunca imaginara na vida, a que ponto chegara?
Sentindo-se melhor, mas com a consciência um pouco pesada, Kise abriu os olhos e deparou-se com a expressão incrédula de Aomine, totalmente desperto.
- ... -
O loiro ficou sem ação por um momento, tentando pensar em qualquer coisa para dizer; uma desculpa, uma justificativa, mas não veio nada, e Ryouta permaneceu onde estava, de joelhos na cama, com as mãos sujas e o olhar petrificado com a boca meio aberta entre o espanto, a incredulidade e o desespero.
- Kise...? O que...? — Aomine não terminou a frase.
Estava...surpreso? Incrédulo? Enojado? Não, extremamente excitado. Não estava dormindo desde o início, pois o loiro não parara quieto na cama por um único minuto da noite, debatera-se como se estivesse tendo um pesadelo horrível e o moreno ficara observando-o em silêncio. Quando Kise acordou assustado, Aomine voltou a deitar-se, pensando que o amigo sentiria-se constrangido pelo outro estar observando-o.
No entanto, alguns minutos depois, ouvira um barulho estranho e levantou-se para ver se o loiro estava passando mal ou algo do tipo. Mas o que encontrara fora Kise ajoelhado na cama, com uma expressão luxuriosa e se tocando da maneira mais excitante que Aomine já vira. Não pôde deixar de pensar no que o loiro estava imaginando para fazer uma cara daquelas, e então ouviu seu nome. Ouviu seu nome sendo chamado por Kise enquanto este gozava, baixinho, mas ainda intenso e repleto de luxúria e desejo. Agora também estava duro, e a culpa era daquele loiro pervertido.
- Kise... você disse... -
- M-Me perdoe, Aominecchi!! Eu-eu não sei por que fiz isso, por favor não me odeie!! Me desculpe, me desculpe, me desculpe!! A culpa não é sua, eu sou um idiota mesmo. Ha, meu Deus, por favor, Aominecchi, não me odeie!! — O loiro o interrompeu, com lágrimas caindo como cachoeiras por seu rosto vermelho.
- He... O que eu estou dizendo? Você deve me achar nojento... e eu não tenho o direito de discordar. Eu... eu... eu mesmo me sinto sujo. Mas não consigo evitar!! Me perdoe! Devo estar soando como um maluco, mas é verdade, Aominecchi! Por favor, por favor, por favor, não me afaste de você !! — O loiro estava realmente transtornado, e isso era visível em seus olhos, em sua voz, em seu corpo que tremia como se fizesse -10°C e não 25°.
O moreno parou por um instante, olhando com atenção para Kise que chorava descontroladamente, e então subiu na cama, chegando muito perto do outro.
- Kise...-
- Me perdoe, Aominecchi. Eu... eu... o quanto você viu? — perguntou num sussurro
- ... Tudo. — Respondeu o moreno depois de pensar um pouco. O loiro gemeu e olhou para as mãos ainda sujas
- Você não precisa ficar aqui, sabe... pode ir embora se quiser... afinal você não gostaria de ficar na mesma casa qu... -
- Mas que merda, Kise! Quer parar de chorar e me dizer o que está acontecendo? — Explodiu Aomine, sua paciência já transbordara.
- Eu te amo! — gritou o loiro, sentindo algo praticamente romper-se dentro de si, provavelmente seu alto-controle.
- Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo tanto...! Você nem imagina o que eu faria para você me amar... Por isso, não suportaria se você me odiasse ou se afastasse de mim! Dói demais pensar nisso! Não falei nada e agi daquela maneira estranha por que sou um covarde... A verdade é que eu estou morrendo de medo de você me rejeitar. Eu te amo muito, Aominecchi!
Kise não conseguia parar de falar, agora que o outro descobrira estava tudo perdido, as palavras fluíam como água em uma enxurrada. Precisava muito desabafar e tirar aquilo do peito, o medo e a ansiedade só aumentavam a intensidade da tempestade de palavras. Aomine não reagia, permanecia encarando o loiro com uma expressão de incredulidade que seria até cômica em outra situação menos desesperadora.
- Aominecchi, eu ... – Ryouta ia continuar com a tagarelice descontrolada e as lágrimas se Aomine não tivesse estendido a mão e tapado sua boca.
- Repete o que você acabou de dizer, devagar. — ordenou o moreno e Kise respirou fundo
- Eu... eu te amo. — disse simplesmente
- A causa de tudo é só por isso?
Kise baixou os olhos e assentiu, corando até as orelhas.
- Me desculpe... — começou o loiro
- Seu idiota. — o moreno o cortou, com um estranho sorriso indecifrável — Seu grande idiota. -
- Aominecchi...? — Kise olhou-o por baixo da franja loira
- Shh... você fala demais. Mas eu gosto. — O moreno colocou um dedo nos lábios de Kise, assustando o loiro.
Aomine se aproximou e tomou seus lábios sem cerimônia alguma; a princípio, Kise ficou parado, estático, tentando entender o que acontecia; mas meio segundo depois deixou tudo de lado e mergulhou no beijo. Abriu um pouco os lábios, deixando que a língua ávida do moreno penetrasse em sua boca e se enrolasse com a sua, seu gosto quente misturava-se ao do loiro, hipnotizando-o. Aomine parecia devorá-lo, tornando o beijo cada vez mais intenso, emaranhando os dedos nas madeixas douradas, e puxando-o cada vez mais para si enquanto explorava cada cantinho da boca do outro, entrelaçando as línguas.
Nem perceberam o tempo passar, tudo o que havia era o outro, mas ainda eram humanos e precisavam respirar. Aomine afastou-se do loiro, encostando sua testa na do outro, sentindo as respirações pesadas se mesclarem.
- Aominecchi...? — Kise encarava o moreno confuso, ainda meio desnorteado e aéreo pelo beijo. Aomine devolveu o olhar com tamanha intensidade que o loiro se arrepiou todo. Aqueles olhos eram iguais aos que ele via nas partidas... os olhos de um predador faminto.
- Sabe, gostei de quando você chamou meu nome agora pouco... Quero ouvir de novo. — Aomine sorriu extremamente malicioso para Kise e mal deu tempo para o loiro assimilar o que acontecia, muito menos protestar.
O moreno voltou a beijar Kise daquela maneira enlouquecedora enquanto deitava-o na cama , ficando por cima. Partiu o beijo e desceu os lábios para o pescoço do loiro, mordendo com força, chupando e lambendo, como uma fera. Kise mal podia acreditar no que estava acontecendo, mas àquela altura já mandara às favas toda sua sanidade e racionalidade, decidido a aproveitar agora e enfrentar as consequências mais tarde.
- Ah! Hng... – Kise gemia e suspirava baixinho, sentindo a língua avida do moreno em sua pele, marcando-o como bem desejava. Talvez alguém de sua agência brigasse com ele pelas marcas depois, mas não estava nem ligando. Sua pele arrepiava-se com a carícia luxuriosa do outro, pedindo por mais.
As mãos de Aomine não perderam tempo, e, enquanto brincava com o pescoço do loiro, tratava de erguer a regata branca, tocando a pele macia por baixo dela. Puxou-a para cima, tirando-a pela cabeça do loiro e jogando-a no chão, deixando o caminho para o peitoral magro e bem definido completamente livre para si.
Atacou os mamilos rosados sem dó, chupando um enquanto seus dedos cuidavam do outro. Kise começou a gemer mais alto, mas tentava abafar os gemidos com as mãos. Aomine não gostou daquilo. Segurou as mãos do loiro e levou-as acima de sua cabeça, prendendo-as com apenas uma mão.
- Estamos sozinhos, não tape sua boca. Quero ouvir você gemer, gritar e chamar o meu nome até ficar sem voz. — Aomine falou baixo, com o rosto muito perto do loiro, finalizando com um beijo rápido.
Soltou as mãos de Kise e voltou ao que estava fazendo, lambendo os mamilos do loiro e prendendo-os entre os dentes, satisfeito com os gemidos incontroláveis do outro e o modo como sua pele se arrepiava abaixo de si. O gosto do loiro era simplesmente viciante, como uma droga. Aomine queria mais e mais.
Kise mal podia aguentar o prazer que as carícias lhe proporcionavam. Já estava totalmente duro. O moreno parecia querer leva-lo à loucura, tocava-o em seus lugares mais íntimos, parecendo saber de cor aonde lhe dava mais prazer. Kise estava corado, sua respiração estava difícil e todo seu corpo tremia incontrolavelmente, não conseguia raciocinar ou mesmo acreditar no que estava fazendo.
- Hng !hm... — deixava os gemidos rolarem soltos enquanto Aomine ainda brincava de torturá-lo com sua língua.
No entanto, Aomine queria sentir mais do loiro. Escorregou uma das mãos e terminou de tirar a bermuda juntamente à box que já estavam meio abaixadas.
- Aominecchi ?! hng !! — Kise assustou-se um pouco com o gesto do outro.
Aomine apenas ergueu o rosto e tomou os lábios de Ryouta em um novo beijo ardente. O loiro deixou-se levar pelo gosto do outro e soltou um gemido alto em meio ao beijo quando o moreno envolveu seu membro ereto e apertou forte, fazendo uma enorme onda de prazer percorrer o corpo do loiro.
- Aaah...! — Kise gemeu arrastado ao ouvido do moreno, fazendo-o sorrir de forma predadora.
O moreno iniciou lentos movimentos de vai-e-vem sobre o membro do loiro, apertando-o com um pouco de força, fazendo-o arfar e gemer alto. Aomine continuou, aumentando a velocidade com o tempo, satisfeito em arrancar gemidos e reações cada vez mais despudoradas do loiro.
- Hmm! Ahh! Mais...! — Kise pedia desesperado de tanto prazer
Percebendo que o membro de Kise já gotejava e pulsava em suas mãos, Aomine aproveitou para torturar um pouco mais o loiro, levando dois dedos aos seus lábios. Ryouta apenas lambeu-os, sem pensar muito no que estava fazendo. Aomine observava cada uma das reações do loiro, cada vez mais duro e desejoso, queria-o e rápido.
Achando que seus dedos já estavam suficientemente úmidos pela saliva quente do loiro, Aomine puxou-os de volta e levou-os à entrada de Kise, já vermelha e pulsante. Ryouta assustou-se, segurando-se nos ombros do moreno e erguendo-se um pouco dos travesseiros, em um leve lampejo de lucidez.
- A-Aominecchi ?!! O que...?! — Kise sabia o que o moreno estava fazendo, mas teve medo, mesmo que por apenas um momento, ficou temeroso e hesitou.
- Eu quero você, Kise, e não tenho muita paciência. — Aomine encarou-o com aqueles olhos azuis penetrantes. Isso bastou para a tormenta dentro do loiro acalmar-se e ele avançar novamente para o moreno, sendo ele a tomar seus lábios agora e iniciar um novo beijo ainda mais ardente e luxurioso que os demais.
A saliva dos dois se misturava e escorria pelos lábios do loiro, descendo por seu queixo. O quarto estava quente, muito quente. Os dedos de Kise se embrenharam no cabelo curto do outro, puxando-o mais para si. O ar faltou e os lábios se separaram, mas mesmo assim, as línguas dos dois se encontravam em um ato repleto de luxúria. Kise queria mais, queria o moreno, queria que ele o possuísse. Aomine lambeu o filete de saliva que escorria pelos lábios do loiro e apertou com força o membro em suas mãos arrancando um gemido alto, céus, aquele loiro delicioso realmente o enlouquecia.
- Eu sou seu, Aominecchi. — Kise largou-se novamente nos travesseiros, deixando o moreno livre para fazer o que quisesse.
Aomine sorriu e introduziu o primeiro dedo naquele lugar que parecia implorar para ser violado. Continuava com a masturbação no membro do loiro enquanto adicionava o segundo dedo, recebendo alguns gemidos desconfortáveis em troca. Para Kise, aquilo não era realmente ruim; era apenas estranho e um pouco incômodo.
A mão do moreno em seu membro o distraía parcialmente enquanto seus dedos se moviam dentro de si, alargando-o e preparando-o para o que viria a seguir; no entanto, quando Aomine moveu seus dedos de uma maneira diferente dentro do loiro, acabou por acertar em um ponto que fez Kise gritar de prazer.
- Ahh!! Aí! Hng...! — Kise sentiu uma onda tão intensa de prazer que poderia ter gozado apenas com aquilo. Agarrou-se às costas largas do moreno com as unhas curtas, deixando alguns arranhados avermelhados.
Aomine sorriu e voltou a tocar o loiro no mesmo ponto, ouvindo, satisfeito, os gemidos aumentarem cada vez mais.
- Ao..minecchi!! Não! Ha! Hng! Pa..re! Eu não aah, não consigo... mais! Hng! — Kise gritava desesperado, agarrando-se ao pescoço do moreno.
- Pode vir, estamos apenas começando... Kise. — Aomine falou baixinho ao ouvido do loiro, que não conseguiu mais se segurar.
- Aaaah!! Hng! — Kise desabou nos travesseiros. Acabara gozando apenas com os dedos de Aomine e sua voz luxuriosa. Seu corpo tremia todo, e ele respirava com dificuldade pelos lábios entreabertos.
- Nem pense em desmaiar agora. Estamos apenas começando. — Aomine se aproximou do rosto rubro de Kise e beijou-o com desejo, deixando a saliva escorrer. Kise devolveu como resposta um sorriso malicioso e empurrou o moreno de cima de si.
Aomine permitiu que o loiro saísse de baixo e ficasse sentado na cama à sua frente.
- Eu não tenho lubrificante. — Kise falou muito perto ao rosto de Aomine, com um sorriso perverso, adentrando a bermuda escura do maior com uma mão e empurrando-a um pouco para baixo, revelando o enorme membro de Aomine já extremamente duro.
- Então fassa um bom trabalho, se não será pior para você depois. — Falou malicioso percebendo o que Kise faria.
Kise se abaixou, não deixando de lamber o peitoral e o tórax musculosos de Aomine no caminho , dando pequenas mordidinhas nos mamilos escuros.
- Anda logo, Kise — Aomine já perdia a paciência. Kise sorriu e finalmente chegou ao membro do moreno, encarando-o por um breve momento antes de lambê-lo desde a base até a ponta com desejo.
- Ah... — Aomine soltou um suspiro, embrenhando os dedos nas madeixas loiras do outro e puxando com certa brutalidade.
- Hhg... — Kise soltou um gemido com o puxão, mas não deu muita importância e voltou ao que estava fazendo.
Em um único movimento, colocou todo o membro do maior na boca, quase se engasgando, tentando relaxar ao máximo a garganta e respirar ao mesmo tempo. Era grande demais, Kise mal conseguia acomodá-lo todo na boca. Começou a subir e descer sobre o enorme falo, tirando brevemente da boca apenas para lambê-lo e apertá-lo com ajuda das mãos. Experimentou dar uma mordidinha, recebendo um doloroso puxão como resposta.
Aomine tentava conter os gemidos e suspiros, mas alguns ainda teimavam em lhe escapar; realmente aquele loiro era muito bom, e Aomine tinha medo de saber se era apenas instinto ou se ele aprendera com alguém. Deixando este pensamento de lado, deu um forte puxão nos cabelos do loiro, alertando-o para que parasse.
- Já chega. — Puxou-o para cima e o jogou de quatro na cama.
- Hng... Aominecchi... rápido... -
Daquela posição, o moreno conseguia ver maravilhosamente bem a entrada de Kise completamente lambuzada de gozo e suor, vermelha e pulsante, como se o chamasse. O loiro olho-o por cima dos ombros e pediu novamente com aqueles olhos agora dourado-brilhantes, que se destacavam na escuridão do quarto.
Não se segurou mais, direcionando seu membro, Aomine penetrou vagarosamente no loiro. Por mais desejoso que estivesse, ele não queria machucá-lo, por isso parava a qualquer sinal de dor do outro. Kise se agarrava aos lençóis, esperando que o travesseiro abafasse os gemidos doloridos e as lágrimas que lhe escorriam.
- Ha! hng... — soltou um gemido um pouco mais alto quanto o moreno entrou por completo. Céus ele era enorme.
Aomine estava maravilhado; o interior do loiro era tão apertadinho e delicioso, parecia esmagá-lo e sugá-lo cada vez mais fundo. Mas sabia que precisava esperar, aquilo não devia estar sendo fácil para o outro, ele tremia e puxava os lençóis com tanta força que os nós dos dedos haviam ficado brancos.
- Hng... espere... só um pouquinho. — Kise pediu, com a voz falha.
- Shh, calma. — Aomine estava preocupado com o loiro. Beijou suas costas aonde conseguia alcançar e voltou a tocá-lo, lambendo seu pescoço e sussurrando à seu ouvido. Após alguns momentos o auto-controle do moreno já ruía quando o loiro movimentou-se minimamente contra o membro do outro, dando-lhe permissão.
E o moreno não mais se segurou, investiu contra o loiro, segurando sua cintura com força, cada vez mais rápido e mais forte, saía quase completamente para voltar e enterrar-se no outro cada vez mais fundo.
- Hng...ah... — Kise gemia baixinho a princípio, ainda com algum desconforto, mas conforme as estocadas aumentavam e os toques em seu membro também, ele sentia o prazer inundando-o e em alguns momentos já gritava em plenos pulmões.
- Haa! Hm...! Mais!! — Kise pedia.
- Kise... chame o meu nome. Quero que diga-o quando gozar. — Aomine falou ao ouvido do loiro.
- Haa.. ah! — Kise mal conseguia responder, sentia como se estivesse perdendo a consciência, seu corpo estava trêmulo de prazer, e sua mente estava lenta, não conseguia raciocinar nada coerente além de Aominecchi.
De repente o moreno saiu completamente, deixando Kise confuso em meio ao seu torpor de prazer. Mas antes que o loiro pudesse protestar, Aomine virou-o de barriga para cima e o penetrou novamente, indo ainda mais fundo do que antes. O moreno também soltava alguns gemidos baixos através dos dentes cerrados, cada vez mais constantes agora que conseguia ver a face de Ryouta, completamente rubra e tomada pela luxúria, o suor encharcava seus corpos.
- Ahhh!! Aominecchi! Ao..Aomine...cchi! Hng..! Hm... — Aomine havia acabado de lhe acertar aquele ponto, mas agora com muito mais intensidade do que antes, e Kise não gozara por pouco. Aomine percebeu e acertou-o novamente; o que mostrou-se demais para o loiro.
- Ah!! Hng. Ao..Aomine..cchi..!! Eu ,hn... Eu te amo!! Eu te amo!! Ahh!! Aominecchi!! — Kise acabou gozando nas mãos de Aomine.
- Hng... Eu também, Kise. — o moreno gemeu, sentindo seu membro ser deliciosamente apertado pelo interior do loiro, e também gozou, dentro de Kise.
O moreno saiu do loiro, movendo-se lentamente, e deitou-se ao lado do outro, exausto, puxando-o para si.
Ambos ainda respiravam pesadamente, tentando normalizar as batidas frenéticas dos corações; Kise conseguia ouvir os batimentos do moreno com a proximidade, a respiração alterada... igualzinho a si mesmo, e isso estranhamente o deixou reconfortado, apenas por saber que o moreno sentia tudo tão intensamente quanto ele. Mas uma dúvida ainda pairava em seu coração.
- Aominecchi... — Kise chamou-o baixinho, deitando a cabeça em seu peito.
- Hm...? — Aomine murmurou, envolvendo a cintura do loiro com um braço.
- Aquilo que você disse agora pouco... era verdade? Você... você também me ama? — o loiro baixou os olhos, deixando a franja escondê-los, envergonhado.
- Hã?! — Aomine soltou um suspiro, céus, aquele loiro era lindo, mas conseguia ser extremamente lerdo as vezes.
- Kise... pare de pensar besteiras. — o moreno mudou de posição, ficando meio sentado, para poder segurar o rosto do loiro e encará-lo nos olhos, vendo o turbilhão de sentimentos que passavam pela mente do outro.
- Eu nunca estive brincando. Eu te amo. De verdade. — encarou-o com aqueles olhos de predador.
- Eu amo apenas você. Do jeito que você é ... um idiota. — Aomine deu um sorriso diferente, um sorriso sem deboches ou ironia, fazendo o coração de Kise falhar uma batida.
- Ha... Aominecchi! Eu te amo tanto!! — Kise se atirou sobre o moreno e eles voltaram a se beijar, um beijo ardente, mas diferente. Era um beijo carinhoso, cheio de sentimentos.
Kise envolveu o pescoço de Aomine, enquanto o moreno embrenhava as mãos nos cabelos loiros do outro, sentindo aquela textura deliciosa. Eles se separavam por segundos antes de seus lábios voltarem a se juntar, Kise inclinava o rosto, deixando a língua do moreno enrolar-se à sua, sentindo seu gosto, seu cheiro, tudo nele era delicioso.
- He? Kise... por que está chorando agora? — perguntou Aomine quando o beijo cessou, olhando o loiro que esfregava os olhos com as costas da mão.
- Por que... eu estou muito feliz, Aominecchi . — Kise deu um sorriso bobo, deixando um soluço leve escapar, enquanto o moreno espalhava as lágrimas com os dedos.
- Seu grande idiota... – Aomine sorriu, mais feliz do que o loiro jamais vira.
Notas finais
Que bom ver vocês aki d voltaa~ o
Bom, como eu disse, estou de férias de verão e vou começar a postar várias fics novas agora !! o/ o/ ~~
A primeira é esta AoxKi e a próxima será uma de K Project (s2) com casal surpresa >u< Depois pretendo postar uma longfic original com um pouco mais de " conteúdo " e não só lemon kkk
* Bom resumindo... se alguém tiver algum pedido de lemon / yaoi pode pedir q eu conheço bastante animes e mangás (me achei legal agora kk ) ( E APROVEITAR PRA DEIXAR UM REVIEW !! ) que eu farei o que puder ^^v
Vou parar de encher vcs ...
Vou ficando por aki hj!! ~ ateh breve meus lindos !! >w
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