Just A Dream

14 Capítulo 13


Notas iniciais
OI, OI, OI ~dei a louca~
TIVE CINCO COMENTS, QUE LIIIINDO ♥
Bom, as coisas estão começando a ficar tensas, mas também vão começar a ficar... Animadas.
Espero que gostem desse capítulo.

O clima na mansão Potter estava pesado. Diversos agentes da Ordem da Fênix se encontravam ali, incluindo Kingsley e Hagrid. Arthur e Molly também estavam ali, tal como Sirius, Lene e Tonks. Os seis filhos dos Lupin e Black estavam dormindo em um dos quartos da mansão, vigiados por três agentes.

_ Weasley, você tem certeza de que podem estar nos cercando? – perguntou Kingsley, um homem negro e alto, e o ruivo confirmou.

_ Gina e Harry encontraram isso no diário de Elise. – disse o ruivo, entregando o papel desamassado para o chefe.

_ É uma matéria sobre Remo? – perguntou ele e o homem concordou.

_ Escrita quase dois anos após a morte de Elise. – disse Gina e Kingsley arregalou os olhos.

_ E como foi parar no meio dos diários dela? – perguntou Lene, encarando os quatro jovens, que apenas deram de ombros – Quem mais teve acesso a esses diários?

_ Não sei. – admitiu Gina – Eu os peguei ontem na Peverell, já que não estão liberando todos os registros de uma vez. Antes disso, estava em poder da empresa.

_ Não poderiam ter sido guardados ai sem querer? – perguntou Molly e Kingsley negou.

_ Seria uma coincidência grande demais. Ainda mais ter sido guardado no diário de antes da morte de Elise. – divagou o homem – Gina, posso ver o caderno?

A ruiva concordou, o entregando ao homem e abrindo na página que ela encontrara a reportagem. O homem revirou as páginas seguintes com cuidado e logo pedia um saco plástico.

_ Mandem isso para a análise. Quero todas as digitais que houver nesse livro. E me tragam os registros do arquivo da Peverell, além das câmeras de segurança. Quero saber quem anda mexendo naquelas coisas. – ordenou a alguns agentes, que rapidamente saíram – Weasley, estou te tirando da cola do Potter.

_ Como assim? – perguntaram os dois rapazes e Hermione, ao mesmo tempo.

_ Vocês dois já estão envolvidos no pessoal. Weasley não é mais escudo, é alvo. – explicou o homem preocupado – Mas você tem treinamento, pode se cuidar. E da Granger. Você já está sempre a buscando no trabalho pelo que me disseram. Quero ver você colado nela, inclusive aqui na mansão. Arthur, se você não se importar, o rapaz vem para cá hoje mesmo. E a garota também. Ela está cavocando sujeira, seja quem for o responsável por isso, sabe.

Molly cobriu a boca com a mão espantada, antes de sair correndo em direção aos dois filhos e os esmagar em seu abraço de urso. Os dois jovens resmungaram, mas abraçaram a mãe também. Hermione tremia no lugar e logo, Rony se livrava do aperto materno e ia sentar ao lado da amiga, a abraçando.

_ Estou designando seis agentes para ficarem na casa. São seis de confiança pessoal e extrema, pois não podemos arriscar. – prosseguiu Kingsley – E devemos investigar todos que tem acesso a Harry e a casa... Onde estão seus empregados?

_ Na cozinha. – respondeu Harry, chamando-os logo em seguida. Dobby e Winkie apareceram rapidamente, mas Harry estranhou a ausência de Monstro – Dobby, Winkie, onde está Monstro?

_ Er, Monstro saiu Sr. Potter. – disse Winkie nervosa, e o moreno estranhou.

_ Tem algo que você queira me contar Winkie? – perguntou Harry e a senhora negou. Dobby quicava no lugar – Dobby, e você?

_ Dobby tem sim senhor. – respondeu o mordomo e a mulher ao lado dele guinchou – Winkie, Harry Potter merece saber o que Monstro fez.

_ O que Monstro fez? – perguntou Kingsley e o mordomo se encolheu diante do olhar ameaçador.

_ Dobby viu Monstro falando com pessoas estranhas no telefone. Ele falava sobre Harry Potter e seus amigos, o Sr. Weasley e a Srta. Granger. Ele também falou sobre a Srta. Weasley e os diários que ela e Harry Potter viam. – disse Dobby corando.

_ E onde está esse maldito? – rosnou Rony, recebendo um beliscão – Qual é Hermione, o cara tá armando para nós e você vem me repreender?

_ Ele foi embora quando a Ordem chegou. – disse Winkie, com a voz trêmula.

_ Porque você tentou proteger Monstro, Winkie? Você está do lado dele? – intimou Kingsley e a senhora negou veemente.

_ Monstro é primo de Winkie. Monstro e Winkie perderam os pais cedo. Winkie cuidou de Monstro. – explicou com seu sotaque acentuado – Monstro sempre foi levado, mas ele prometia a Winkie que ia melhorar.

_ Winkie é boba de acreditar. Monstro não presta. Monstro ajudou a levarem o menino Harry quando ainda era um bebê. – acusou Dobby e todos o encararam.

_ Como assim Dobby? – perguntou Harry num fiapo de voz e o mordomo corou.

_ Mandaram que Dobby e Winkie cuidassem do bebê Harry até que o Sr. Black chegasse. Dobby estava pondo o bebê Harry para dormir, enquanto Winkie fazia a mamadeira. Dobby não gostava do rapaz Peter, nunca gostou. Dobby não queria deixá-lo entrar e pegar o bebê Harry, mas Monstro disse que o Sr. Hagrid havia ligado autorizando que levassem o bebê Harry. Dobby não queria deixar, mas Monstro tirou o bebê Harry dele e o deu para Peter levar. Ele bateu em Dobby e disse que Dobby era um babaca. – relatou o velho homem com lágrimas nos olhos e Harry sentiu o sangue ferver – Dobby ligou para o Sr. Dumbledore e ele disse que ia atrás do bebê Harry.

_ Dumbledore sabia disso? – guinchou Kingsley e Dobby concordou – E porque ele não tirou Monstro dessa casa?

_ Sr. Dumbledore acreditava que Monstro não era mal, que Monstro podia mudar. Dobby não questionava o Sr. Dumbledore, porque o menino James confiava no Sr. Dumbledore. – explicou Dobby e Harry sentiu o afeto pelo mordomo crescer.

_ Obrigado pela explicação Dobby. – agradeceu Kingsley com um aceno da cabeça – Winkie, vamos ter que conversar sobre sua permanência aqui...

_ Mas Kingsley, Winkie não tem para onde ir. – se interpôs Hermione.

_ Mas a relação dela com Monstro é perigosa para vocês. – lembrou Sirius e a morena deu de ombros.

_ Muito bem, ela pode ficar. – concordou Kingsley – Mas vai estar sob vigilância minuciosa e constante. Um passo fora da linha, e vai para a rua. Entendeu Winkie?

A senhora concordou, se retirando logo com Dobby. A multidão durou mais alguns bons minutos, nos quais Kingsley fazia os rearranjos de seguranças e motoristas. Quando todos se foram, deixando os quatro jovens sozinhos, já era madrugada alta.

Hermione se retirou rapidamente, dizendo estar com sono. Rony foi atrás, sabendo que o que a amiga tinha não era exatamente sono. Harry e Gina não tardaram a subir, com o moreno a levando ao quarto de hóspedes onde ficaria.

_ É estranho, toda essa proteção. – explicou a ruiva, olhando os seguranças pela janela – Parece aqueles casos estranhos que meus professores da faculdade falavam.

_ Sei como se sente. – concordou o moreno, observando os homens de terno andando em volta do terreno da mansão – Me sinto prisioneiro dentro de minha própria casa. Será que isso nunca vai mudar?

_ Você é herdeiro de uma fortuna incrível Harry... – lembrou Gina – Acho que isso vai ser parte do seu dia-a-dia.

_ Às vezes sinto falta do anonimato. – explicou o moreno e a jovem sorriu com afeto, acariciando o rosto dele – É um saco não poder fazer o que eu quiser, quando eu quiser.

_ Ora, mas isso não é exclusividade sua. – brincou Gina e ele riu – Bem vindo a vida adulta meu amigo. Logo você fará 23 anos, vai virar um senhor de respeito.

_ Menos ruiva, menos. – pediu ele, enquanto ambos riam. Ficaram observando a luz por um tempo, até Gina bocejar – Bom, acho que nós dois precisamos dormir.

_ Realmente... Foi um longo dia. E amanhã ainda tenho uma mudança para fazer. – lembrou Gina, enquanto caminhavam para a porta.

_ Espero que goste da Mansão Potter. – disse Harry e ela sorriu.

_ Só por você estar nela, já se torna um lugar ótimo. – disse corando até a raiz do cabelo, assim como o moreno – Boa noite Harry.

_ Boa noite Gina. – se despediu, caminhando pelo corredor. Passou no quarto de Hermione, abrindo a porta com cuidado e se deparando com a amiga dormindo aninhada em Rony, ambos com expressões tranquilas. Sorriu de canto, enquanto fechava a porta.

Caminhou até seu quarto e abriu a porta, parando alarmado. Tudo parecia igual, mas havia algo diferente. Em cima de sua cama, perfeitamente alinhado com seu travesseiro, havia um lírio branco manchado de vermelho.

Notas finais
Eai? O que acharam?
Gostaram? Odiaram? Estão achando o que dá história do geral?
Ah, e quais dias vocês acham melhores para eu postar, para poder decidir dois dias na semana.
Beiiiiijos