Notas iniciais
Ola minhas leitoras favorites!! Sarah, Clarice, Girls, Luiza, Thaaty, Mrs Reedus Horan, Gleek, Dixon Girl,DudaBorges, Mallu, Luna Miller, Brigadier Zombie e Juliana Dias. Eu quero agradecer a todas vocês por tornarem a fic um sucesso. É com grande Pesar e Alegra que encerro a fic Juntos Enquanto Pudermos. Este capítulo foi feito para vocês, espero que gostem. Boa leitura:

http://s1348.photobucket.com/user/Monique_Potter_Dixon/media/wi-fi-arvores-650px1_zps72b073b7.jpg.html (foto do capitulo: clique para visualizar)

Eu estava dormindo havia algumas horas. Tivera uma noite realmente satisfatória. Porém, o dia havia chegado e um movimento interrupto ao meu lado na cama me despertara e agora não me deixava mais dormir.

Eu abri meus olhos lentamente e dois globos azuis e uma cabeleira loira cobriram-me a visão. Eu demorei alguns segundos para assimilar as formas e cores que dançavam em minha frente. Então a imagem de Pietro Henrique Dixon destacou-se. Sua testa estava franzida enquanto ele me observava curioso. Quando percebeu que eu havia acordado, abriu sua boca em um enorme sorriso onde pude ver seus dentinhos de leite.

–Bom dia mamãe!!! –disse Pietro para mim me dando um enorme abraço que quase me sufocou.

–Bom dia filho. –eu respondi com a voz abafada, pois ele ainda estava em cima de mim.

Depois de alguns segundos ele se levantou e começou a pular na cama.

–Papai. Papai!!! –ele começou a gritar em direção à porta do quarto. –A mamãe acordou. A mamãe acordou.

Eu me virei de lado e puxei a coberta por cima da cabeça para abafar a gritaria que Pietro fazia.

–Filho para de gritar, a mãe quer dormir. –eu disse por baixo do cobertor.

Ele pulou em cima de mim e começou a me balançar.

–Não mamãe. Acorda. Acorda. –então como eu não me mexi ele começou a brigar com a coberta até que conseguiu puxar ela e descobrir meu rosto. –Você prometeu!

Eu me dei por vencida e me virei para ele. Seu rostinho estava sério e ele fazia bico.

–Que foi Pietro por que está emburrado agora? –eu perguntei penalizando-me com sua carinha. Quando ele me olhava assim era certeza que eu faria tudo que ele quisesse. Ele me tinha em suas mãos.

–Mamãe você prometeu que ia me levar na casa da tia Maggie e do tio Glenn. – e quando pareceu a ele que eu não havia entendido ele continuou. –Para o a aniversario da Lily.

Eu então me lembrei. Hoje era dia 21 de Agosto do ano 4, era aniversário de dois anos de Lily Rhee filha de Maggie e Glenn Rhee.

–É mesmo, filho. Eu ja vou levantar. Me da só mais cinco minutos. –eu disse para ele.

O tormento começou de novo: ele começou a me balançar e implorar para que eu levantasse. Mas eu estava exalta. Eu e Daryl tinhamos passado a noite quase interia acordados fazendo... bom... aquilo. Eu só queria dormir mais um pouco.

Após alguns momentos, ouvi passos vindos do corredor.

–Pietro Henrique deixa sua mãe em paz. –pude ouvir a voz de Daryl. Minha salvação acabara de adentrar ao quarto.

–Mas a mamãe prometeu! –Pietro resmungou em seguida, pelo menos parara de pular e de me chaqualhar.

–A gente ja conversou sobre isso, não foi? –Daryl disse sério.

–Sim. –o pequeno concordou em seguida.

–Então vá tomar o seu café que eu preparei. Está tudo em cima da mesa. –Daryl falou novamente. Sua voz era autoritaria mais ao mesmo tempo protetora.

Pietro se levantou da cama e saiu caminhando para a cozinha.

–E não mexa com faca. –Daryl ainda gritou por cima do ombro.

Eu me virei para ele que havia sentado na cama. Ele se curvou para mim e me deu um beijo carinhoso na boca.

–Durmiu bem? –Daryl perguntou para mim. Ele estava alisando meu cabelo com uma das mãos.

–Mais ou menos. –eu respondi bocejando.

–Que pena... –ele disse sorrindo sedutor para mim. –Só porque eu ainda estou afim...

Eu me sentei de imediato.

–Não diga isso com nosso filho por perto! -eu o repriendi.

Daryl deu de ombros.

–Ele esta tomando café. –então nós dois ficamos em silencio por um tempo, apenas nos encarando apaixonadamente.

–Que horas são? –eu perguntei bocejando novamente.

Daryl olhou no relogio de pulso e respondeu.

–Quase meio-dia.

Eu me sobressaltei e afastei o cobertor para longe. Comecei a abrir as portas do guarda-roupa atras de algo para vestir.

Daryl se jogou na cama e ficou me observando por alguns momentos antes de dizer.

–Se voce quizer eu levo o Pietro na festa.

Eu me virei para ele.

–Não. Nós dois o levaremos lá juntos como a gente pometeu. Alem do mais a Maggie iria me matar. –então virei-me para o roupero novamente e escolhi uma blusa vermelha de alças finas, uma calça preta e um cinto beje para usar na cintura como eu sempre gostei. Joguei-os na cama e corri para o banho.

–Precisa de ajuda para se lavar? –ele perguntou enquanto me via sair do quarto.

–Não se atreva. –eu disse sorrindo e entrando no banho.

Após meia hora eu ja estava pronta para sair. Contudo, Daryl me obrigou a comer um pouco de pão com café preto. Eu engoli tudo muito depressa e fui até o hall.

–Estão todos prontos? –eu perguntei.

Pietro correu até mim pulando.

–Já sim mamãe, podemos ir agora? –ele disse sorrindo alegre.

Eu me abaixei até ficar de sua altura. Então comecei a arrumar sua jaqueta, seus cabelos compridos e amarrar direito o seu sapato. Levantei-me em tempo de ver Daryl se aproximar colocando uma jaqueta jeans por cima da camiseta.

–Vamos? –perguntou ele.

Eu assenti e Pietro pulou.

–O presente da Lily! –ele disse correndo pelo hall. –Espere, eu vou buscar!

–Eu ja disse para não correr, menino! –eu gritei para que me ouvisse.

–Deixa o garoto. –Daryl disse se aproximando de mim e abrindo a porta.

Em poucos minutos ja estavamos todos na rua, caminhando em direção a Rua Sete.

Depois de muita insistencia, Daryl pegou Pietro e o colocou nos ombros, como se fosse leva-lo de cavalinho. Seguimos devagar pela rua, os vizinhos que conhecemos ao longo do tempo nos cumpromentavam pela rua.

–Olá familia Dixon! –disse um senhor idoso que passeava com sua esposa.

–Como vai? –eu cumprimentei. Daryl apenas acenou com a cabeça a sua maneira.

–Vamos ao aniverssario da Lily. –Pietro gritou para o casal sacudindo um saco colorido aonde ia o presente.

–É mesmo! –o velhinho respondeu indo na deixa dele. –Mande meus parabens para ela.

–Pode deixar senhor Morgan.

Nós chegamos à casa de Maggie. Era branca e de madeira, ironicamente era igual a nossa. Assim como todas as casas da cidade, a unica coisa que as diferenciavam umas das outras eram a numeração das casas e ruas.

Eu bati na porta e fomos recebidos por Glenn.

–Oi gente! Voces vieram. –ele gritou para nós segurando um copo de suco. –Entrem, entrem.

Nós entramos na casa que ja estava cheia de gente. Todos os integrantes de nosso grupo estavam lá. Daryl tirou Pietro de seus ombros e o colocou no chão.

–Toma tio Glenn. É da Lily. –disse ele entregando o presente a Glenn.

Após muitos “oi, tudo bem?” e “como voce está?” finalmente o parabens foi cantado. Maggie estava radiante ao lado de sua pequena filha, um bebê de dois anos, ela tinha os olhos puxados e cabelos negros iguais aos de Glenn.

Beth correu até mim e me comprimentou.

–Marry! Eu estou gravida! –ela disse quase gritando para mim.

–Oh! Meus parabens! –eu lhe abracei. –O Timoti ja sabe?

–Sim. Ele está tão confuso quanto eu.

–Imagino. –eu disse lembrando-me de sua total atrapalhação.

Então conversamos por muito tempo. Pietro estava correndo junto com Judith, Dean e outras crianças da redondeza que foram convidas. Daryl estava com os homens em algum canto batendo papos de homens.

Quatro anos se passara desde a grande desinfecção. Eu olhei ao redor: Carol, com os cabelos nos ombros estava feliz ao lado de Pool com quem fizera os votos. Beth dava comida na boca do futuro papai Timoti, Maggie e Glenn tirando fotos ao lado de sua filha. Rick estava muito bem acompanhado de uma moça muito bonita chamada Sienna Prince.

Alexia, Andressa, todos eles ainda carregavam as marcas do sofrimento pelo qual cada um de nós passamos. Mas agora estavamos todos bem.

Mesmo a festa tendo acabado cedo, eu e Daryl só saimos de lá por volta das seis horas da tarde. Pietro dormia no colo de Daryl e eu caminhava ao seu lado conversando baixinho para não acorda-lo.

Chegamos em casa e entramos no quarto de Pietro. Daryl o depositou sobre a cama e eu o cubri.

–Vamos deixa-lo decansar. –eu disse baixinho dando um beijo maternal na bochecha do pequeno.

–O garoto não parou um segundo. Quanta energia! –disse Daryl saindo do quarto comigo. Nós paramos no corredor e ele me encostou na parede. Seus braços me envolveram e eu não tinha para onde fugir.

–Que tal a gente ir lá para o nosso quarto fazer uma irmazinha para ele?

Eu não tive tempo para responder, pois ele me pegou no colo e me carregou para o nosso quarto que era muito proximo do de Pietro. Daryl empurrou a porta com o pé e depois que entramos, ele a fechou com um empurrão. Levou-me até a cama e me deitou.

E nós nos amamos novamente. Se nós teríamos uma irmazinha para Pietro?

Não sei.

Mais tinhamos uma vida inteira para tentar.

Afinal, tudo estava bem.

Notas finais
Olá galera a fic acabou e vocês gostaram? Espero que sim. Que gostou da fic vai gostar da nova fic que estou escrevendo Unidos Pelo Caos. Espero que a acompanhem também pois amarei continuar com vocês. Até lá
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!