Juntos Contra Os Mares

1 Capítulo 1: Minha vida era assim...


Notas iniciais
O primeiro capítulo não terá ação nem tratara do tema principal, falara sobre a vida de adolescente de Madu a mãe de Pérola (a personagem principal). Para que vocês entendem o que vai acontecer na frente é necessário essas partes menos emocionantes. Então não me odeiem ok? Hahahah Os personagens e os looks que eu falar na fanfic eu postarei aqui nesse blog ok? ----> http://looksfanfic.blogspot.com.br/

POV Maria Eduarda (mãe da Pérola)

Quando acordo, posso sentir o cheiro do mar e sentir o sol queimando minhas pernas, as cortinas brancas da casa de praia não barram o sol que acaba de nascer. Recuso-me a abrir os olhos, pois quero dormir mais um pouco, mas sei que não conseguirei, nunca consigo. Começo a repassar minha vida mentalmente. Nunca imaginei que estaria aqui, muito menos dessa maneira, e com ele.

*Flashback (um ano e dois meses atrás) *

XXXXX: Maduuuuuuuuu! Acorda! O Fábio acabou de me ligar, temos que encontra lo na praia em 45 minutos! Levanta! – Dalila entrou correndo e gritando histericamente no quarto de Madu.

Madu: Droga Dalila! Eu quero dormir! – disse virando para o outro lado da cama.

Dalila: Não, não! Dalila não, Lila. LI-LA! Ah Madu... Vamos! O Fábio vai estar lá! – choramingou se jogando em cima de Madu – Eu não posso deixa lo sozinho, com todas aquelas meninas quase peladas.

Madu: Ei, não se esqueça que você é uma delas ok!? – empurrou Lila para fora da cama – o que eu ganho com isso?

Lila: Lavo a louça por uma semana – olhou para Madu que balançou a cabeça negativamente — um mês?

Madu: Fechado – estendeu a mão para Lila, que retribuiu o aperto de mão.

As duas riram, moravam juntas fazia um ano. Começaram a morar juntas quando completaram dezoito anos, para provar a todos que eram responsáveis, terminaram o colegial e entraram na faculdade em seguida. Estavam para completar 19 na semana seguinte. Nasceram no mesmo dia no mesmo hospital, suas mães se conheceram nas aulas de aconselhamento para futuras mães e acabaram ficando amigas. Madu e Lila eram amigas desde que nasceram. Dalila cursava psicologia de manhã e trabalhava a tarde em um pet shop. Madu cursava administração de manhã e a tarde trabalhava em uma cafeteria. Moravam em um apartamento com dois suítes, um quarto utilizado como quarto de estudo, uma cozinha, uma sala, um banheiro e uma sacada com vista para a praia (um pedaço da praia, já que tinham muitos prédios na frente). Esse apartamento fora dos pais de Madu. Sua mãe morreu ao dar a luz a ela, e seu pai morreu de câncer três anos depois, eles deixaram o apartamento, uma fazenda e uma fábrica de laticínios de herança para Madu. Ela morou com sua avó até completar 18 anos, seus tios cuidavam da fazenda e sua avó da fábrica. Pelo fato de não gostar dos tios, apenas utilizava o dinheiro que sua avó enviava, o dos tios guardava em uma poupança para não dar o gostinho de vitoria para eles. Ela podia ter apenas a avó de parente de sangue, mas tinha uma irmã adotiva incrível. Sim, a Lila.

Madu: Some daqui Lila antes que eu mude de ideia – disse empurrando – a para fora do quarto e batendo a porta.

Lila: Ei! – gritou do lado de fora.

Madu abriu um pouco a porta colocou a cabeça para fora, segurou Lila pelos ombros, lambeu sua bochecha, disse “te amo coisa feia” e bateu a porta de novo.

Lila: Ecaaaaaaaaaaaaa! Que nojo! Eu ainda te mato, ouviu? Droga Madu! Se mata! – saiu gritando histericamente pelo apartamento.

Madu riu malignamente e foi se trocar. Abriu a gaveta, pegou seu biquini favorito e sua batinha indiana branca, um shortinho jeans com tachinhas e se vestiu. Pegou o chapéu e os óculos de sol que estavam ao lado de sua bolsa de praia que por sinal já estava arrumada.

“O lance do ‘Fábio acabou de me ligar’ já estava planejado há tanto tempo que até a minha bolsa a Lila arrumou’’ pensou Madu.

Abriu a janela do quarto para a brisa poder entrar, soltou o cabelo, pegou suas coisas e saiu. Encontrou Lila sentada na sala assistindo ao jornal.

Madu: Vamos flor do dia?

Lila: Eu ainda estou brava! – disse levantando do sofá e pegando sua bolsa – mas como meu destino com o Fábio depende de você, eu te perdôo. Agora vamos!

Madu revirou os olhos e seguiu a amiga. Elas moravam em frente a praia, e apareciam por lá todo sábado de manhã (já que ambas não trabalhavam aos sábados), almoçavam na praia, assistiam ao por do sol e depois voltavam para casa. À noite elas se separavam, cada uma ia para um canto. Ambas eram apaixonadas pela praia, mas no dia anterior, Madu havia trabalhado um período a mais e estava morta de cansaço. Geralmente ela acordaria antes mesmo de Lila, mas hoje não, estava com muito sono. Chegaram na praia por volta das oito da manhã, caminharam até o quiosque favorito, abriram um guarda sol estenderam a esteira e se sentaram. Começaram a passar protetor solar, enquanto observavam a praia encher.



Madu: Porque para você é tão importante ficar com o Fábio? Você tem todos os meninos aos seus pés, porque o Fábio?

Lila: Você ta louca? Do que você ta falando?

Madu: Sei lá. Eu sempre vi isso nos filmes. Fiquei imaginando como seria falar isso para uma amiga. – olhou para Lila que estava tendo uma crise de riso – O que? Para de rir!

Lila:Você é louca – disse meio a uma gargalhada.

XXXX: Posso saber porque tantos risos?



Notas finais
Super básica e simples. Espero que gostem! Beijos Boo