Junto com a primavera
6 Previsível
Notas iniciais
Charlotte atravessava uma rua antiga e deserta em Londres,com os olhos pregados em um pequeno pergaminho e com o ar confuso .Tivera a "brilhante" idéia de voltar a Great Hangleton mais uma vez antes de ir para o orfanato com Tom.
Chegara agora ao lado oposto da rua , onde se encontrava um prédio quadrado e sinistro cercado por altas grades.
Tem que ser aqui...- pensou Charlie , cansada. Ela subiu uma pequena escada que levava à porta de entrada e bateu uma vez.Passado um momento , a porta foi aberta por uma mulher morena e alta , que usava um avental florido.
– Olá...Meu nome é Charlotte Adler e eu vim... à convite de Tom ... Você é a Sra. Cole ? — falou meio ofegante.
A mulher analisou-a de cima à baixo, antes de falar numa voz rouca :
– Ah sim... Tom me avisou sobre você ... Pode subir, o quarto dele fica no segundo andar, primeira porta a esquerda. — disse,dando espaço para Charlie passar.
Charlotte entrou por um corredor azulejado de preto e branco, que tinha uma mobília antiga e simples,e uma escada de pedra.
Quando Charlie estava subindo a escada, ela reparou que uma garota alta e nariguda lhe observava com raiva.
Ao chegar em frente ao quarto de Riddle, Charlie abriu a porta sem bater e deu de cara com um Tom Riddle só de toalha.
– Eu... ah...me desculpa. — falou , corando . — Vou esperar lá fora ...
Ela ja saía , quando Riddle segurou seu pulso e a puxou para um abraço apertado . Charlotte tentava a todo custo se livrar dele , o que só piorou a situação , pois Tom logo segurou seu rosto e a beijou .
Charlie conseguira com muito esforço se livrar de Riddle , que a encarava surpreso e zangado .
– Que é que ta acontecendo com você , Charlie ?
– Nada , eu só acho que é errado você me beijar com a sua namorada tão perto ... — falou com raiva , evitando olhar para Tom , que agora a olhava com suavidade e divertimento .
– Se você está se referindo àquele ser assexuado que dorme aqui do lado ... — ele riu com desdém — Você está enganada , porque eu nunca fiquei com nenhuma sangue — ruim , principalmente uma tão feia quanto ela !
Charlotte agora o encarava perplexa , antes de falar com irritação :
– Mas eu sou uma sangue — ruim ... E nós nos beijamos !
Tom pareceu instantemente envergonhado , quando sentou na cama e disse :
– Mas você é diferente ... — suspirou lentamente . — E o que eu sinto por você é ... inexplicável .
Charlotte tinha uma expressão mais amena , quando sentou ao lado de Tom na cama .
– É como se nós dois tivéssemos uma conexão ... — continuou , passando a mão no rosto de Charlie . — ... É algo muito mais forte e intenso que uma simples atração física ! — e falando isso , ele a beijou de novo , sendo correspondido dessa vez por uma Charlotte febril , que logo passou a beijar e a chupar seu pescoço , parando apenas para ajudar Tom a tirar sua blusa .
– Tem problema se eu ainda for ... virgem ? — perguntou , com o rosto corado .
– Claro que não ... Mas eu posso pegar mais leve se você quiser ... — falou , enquanto distribuia beijos pela barriga dela .
– Não se atreva a fazer isso , Riddle ! — disse , arrancando risadas de Tom , que logo tirou a calça e calcinha dela e a penetrou lentamente . Charlie gemeu junto a boca de Tom , quando este começou a penetrá — la de forma intensa e frenética .
Depois de quase uma hora de " trabalho duro " , Charlie caiu de lado meio cansada , mas completamente satisfeita .
– Por Merlin ... Nós fizemos amor em um orfanato ! — disse , com as bochechas rosadas e os lábios vermelhos e inchados .
– Então é melhor eles se acostumarem ... — disse , irônico , beijando os cabelos dela e roçando levemente em seus lábios .
Daisy Waterhouse

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