Juntas Pelo Acaso

35 Capítulo 35 - O som da sua voz


Durante a manhã toda, Quinn enviou currículos se inscreveu para realizar a prova de transferência da faculdade e tentou encontrar algum emprego na área, mas parecia que nada estava ao seu favor, o coordenador de curso da faculdade de NY tinha lhe enviado uma resposta sobre a inscrição informando a possibilidade de perder um trimestre por causa da transferência de Yale. Ela faltava um pouco mais de um ano para ela concluir o curso e perder um trimestre era um luxo no qual ela não poderia se dar. Ela conversava com Rachel via skype no automático, a namorada não entendia porque a loira não mudava logo para NY e resolvia tudo assim que estivesse se instalado, mas ela tinha tentado de tudo durante a semana e nenhuma resposta foi dada, sua frustração só aumentava por não encontrar um emprego.

- Quinn – Eu ficaria feliz se você tentasse se mudar pra cá também.

- Rachel – você sabe que não posso largar NYADA.

- Quinn – eu sei, mas é difícil também arrumar um emprego ai e fazer transferência, preciso estudar várias questões antes.

- Rachel – Kurt pode ver algo pra você na Vogue Quinnie, só não quero ficar longe de você.

- Quinn – eu também não, mas entenda o meu lado, por favor.

- Rachel – você quer vir morar aqui? Porque não parece isso.

- Quinn – Rach eu posso perder um trimestre na faculdade, atrasar meu curso e fora a dificuldade para arrumar emprego. Você precisa ser paciente, eu quero ficar perto de você, mas não podemos fazer nada assim sem planejar nas mudanças.

- Rachel – tudo bem Quinn, continua o que estava fazendo. Eu vou sair e mais tarde conversamos.

- Quinn – você está chateada?

- Rachel – não.. – respondeu ríspida – até mais tarde. – e desconectou

Quinn chateada deixou o notebook de lado e foi se arrumar para faculdade, quem sabe desviando um pouco o foco tudo se resolveria naturalmente. Quando ela terminou de colocar um ultimo acessório seu smartphone tocou anunciando uma nova mensagem, ela recolheu o material de estudo e o aparelho. Ela caminhava pela calçada verificando as mensagens quando viu um novo e-mail.

“Boa tarde Srta. Quinn Fabray, ficaremos felizes em recebê-la para uma entrevista na próxima semana, temos uma vaga em aberto e gostaríamos da confirmação de sua presença. Será na sede de NY, confirme o e-mail e mandaremos as coordenadas. Att. David B. bond”.

- Quinn – isso. – vibrou feliz, a loira caminhou sorridente em direção ao campus, era a esperança que ela precisava antes de fazer uma visita surpresa para namorada.

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O café da manhã na casa dos Pierce’s tinha muita fartura e conversas animadas, Santana sentia-se bem disposta ela conversou um bom tempo com avô de Britt e aceitou de bom grado os conselhos sobre a neta. Hanna brincava com o pai e a morena olhando aquela cena sentia-se feliz por estar em uma família tão incrível como a de Britt, ali não havia julgamentos, interesses ou discórdias, era apenas um café da manhã e pessoas simpáticas a sua volta celebrando uma manhã em família.

Santana e Brittany estavam sentadas lado a lado na mesa, Susan e Peter serviam, enquanto Ally, Hanna, Nicholas (avô de Britt), John (tipo de Britt e pai de Ally), Jaime (avó de Britt), estavam também sentados à mesa conversando amenidades.

- Susan — baunilha para Britt e chocolate para San. – servindo-as com um sorriso nos lábios.

- Santana — que delícia — falou provando um pedaço do bolo — adoro seus dotes culinários Susan.

- Susan — obrigada San, mas agradeça a Britt ela que deu ideia para sobremesa. — piscou cúmplice para a filha.

- Santana — obrigada amor — disse olhando nos olhos da namorada — você pensa em tudo.

- Brittany — sim, eu sei..- Britt “disfarçadamente” roubou um pedaço do bolo que continha mais caldas e misturou com baunilha levando a boca logo depois.

- Susan — Britt! — brigou com a filha — tem mais na cozinha era só pedir.

- Brittany — roubado é melhor.

- Santana — ela sempre faz isso, não tem problema. – tranquilizou

- Brittany — e tem beijo com chocolate logo depois. – Britt passou o dedo na calda e passou nos lábios da morena, antes de aplicar um beijinho ali e limpar sutilmente toda a região suja.

- Hanna – show de beijos logo pela manhã – fazendo careta – para Britt.

- Brittany – Hanna!

- Hanna – que?

- Brittany – de ser implicante.

- Nicholas – Santana querida, você tem trabalhado com que? E faz faculdade? – perguntou quebrando o momento das duas.

- Santana – trabalho sim e faço faculdade.

- Brittany – San foi promovida na bolsa de valores e logo se forma.

- Jaime – isso é bom e vocês estão morando juntas?

- Santana – moramos, meu pai me deu um loft no West Side.

- Nicholas – então teremos diversos assuntos sobre investimentos.

- Brittany – vovô eu trouxe a San para descansar do trabalho e o senhor quer conversar sobre isso? – perguntou chateada.

- Santana – tudo bem Britt, eu gosto disso.

- Nicholas – ótimo.

- Jaime – espero que esteja animada para o casamento.

- Santana – estou, é um sonho me casar com ela. – respondeu sorrindo para a loira.

- Brittany – é mesmo, eu me esqueci de dizer a ela. Amor, vamos no escritório preciso contar uma coisa.

Santana acompanhou Britt até o escritório, a loira deu passagem para Santana e se sentaram no sofá próximo da janela.

- Brittany – minha família tem o costume de realizar uma pequena cerimonia antes do casamento, isso é algo sobre o circulo de confiança do vovô.

- Santana – e seria quando?

- Brittany – amanhã. – disse tranquila

- Santana – que?

- Brittany – não tem validade perante a justiça, isso é só um costume de família. Se você não quiser eu vou entender. – falou desviando os olhos de Santana.

- Santana – Britt. – chamou a noiva, tocando delicadamente o rosto claro. – eu seria uma louca se recusasse um pedido seu. – sussurrou retribuindo um sorriso que a loira já exibia, Britt pulou no colo de Santana e se deixou beijar e abraçar por longos minutos.

Depois do café Ally acompanhou Brittany, Santana e Hanna em um passeio pela região, Britt estava tão animada querendo fazer todas as coisas românticas ao lado da morena,

- Ally – vocês namoram há quanto tempo?

- Brittany – oficialmente?

- Ally – sim.

- Santana – tirando o tempo em que ficamos separadas, que foi quase um ano, estamos namorando há 4 anos aproximadamente, fora o namoro secreto desde a infância e adolescência.

- Ally – estou passada, sério isso? Então calculando tudo passa de uma década?

- Brittany – sim, passa. San e eu somos almas gêmeas.

- Ally – é visível, é um casal adorável.

- Santana – adorável? Veja isso, sou latina e ela holandesa olha que combinação mais quente. – afirmou puxando Britt para ficar ao seu lado.

- Brittany – isso mesmo amor. – concordando aplicando um beijinho na bochecha da morena.

- Ally – é são quentes.

No finalzinho da tarde, já dando sinais que seria uma linda noite de céu limpo e lua brilhando, as luzes da rua de forma sequencia se acendiam automaticamente e um clima de agitação era dado ao local. Ally convidou a prima e Santana para frequentarem um pub da região, quando chegaram às garotas foram apresentadas aos amigos de Ally e se acomodaram numa mesa. Ally se arriscou a cantar com um amigo, mas não foram tão bem sucedidos, eles arrancaram diversas risadas do publico, mas definitivamente cantar não era para nenhum deles. Antes de descer do palco a loira chamou Santana e Britt para cantarem, Britt recusou rapidamente e pediu que a morena fosse que ela assistiria apresentação do lugar em que estava.

- Santana — Como puede ser verdade..

Como pode ser verdade

- Santana — Last night I dreamt of san pedro/ Just like I'd never gone, i knew the song/ A young girl with eyes like the desert/ It all seems like yesterday, not far away.

Ontem a noite eu sonhei com São Pedro/ Como se nunca tivesse partido, conhecia a canção/ Uma jovem garota com olhos como o deserto/ Parece que foi ontem, não muito longe.

- Santana — Tropical the island breeze/ All of nature wild and free/ This is where I long to be/ La isla bonita/ And when the samba played/ The sun would set so high/ Ring through my ears and sting my eyes/ Your spanish lullaby

Tropical, a brisa da ilha/ Toda a natureza selvagem e livre/ Este é o lugar onde quero estar/ A ilha bonita/ E quando o samba tocava/ O sol se punha lá no alto/ Ecoando por meus ouvidos e queimando meus olhos/ Sua canção de ninar espanhola.

- Santana — Yo quiero estar donde el sol toca cielo/ Cuando es hora de siesta/ Tu los puedes ver pasar/ Caras tan bela, sin importar nada/Where a girl loves a girl and a woman/ Loves a girl

Eu quero estar onde o sol aquece o céu/ Quando é hora do cochilo/ Você pode vê-los passar/ Rostos bonitos, nenhuma preocupação neste mundo/ Onde uma garota ama uma garota/ e uma mulher ame uma garota.

La isla bonita foi cantada com tanta sensualidade que Britt estava ao centro do bar ficou inquieta vendo apresentação, não que Santana estava forçando ou coisa do tipo, mas a canção era latina e com uma voz naturalmente rouca e os olhares hipnotizantes Britt podia sentir seu corpo se aquecer, a latina dominava muito bem musicas em espanhol o que contribuía para deixa-la ainda mais sexy em cima do palco, quando Santana finalizou a música Britt recebeu uma piscadela sugestiva e sorriu amplamente se abanando quando a temperatura do seu corpo aqueceu rapidamente. Os aplausos foram unânimes ao ouvirem o ultimo acorde da música, Santana respirou fundo e elevou o microfone ate a boca sem deixar de olhar para Britt.

- Santana – gostaria que uma pessoa viesse ao palco. – Britt balançou a cabeça negativamente e então Santana continuou – ela diz ter vergonha, mas eu sei que é fachada pura.

- Ally – vai Britt – insistiu – você é dançarina e tem vergonha? – disse sorrindo – nunca te vi cantando.

- Santana – eu quero muito que ela venha aqui, mas acho que ela não tem coragem. — provocou

- Brittany – San! – brigou sentindo as bochechas ficarem em um tom avermelhado. – não vou.

- Santana – pessoal, é o que sempre digo essas torcedoras do Redsox fogem de tudo. – continuou sorrindo maliciosamente, Britt arqueou uma das sobrancelhas e a fitou retribuindo o sorriso. – será que ela virá? Hum, tenho certeza que não.

- Ally – vai aceitar essa provocação? Eu não deixaria baixo.

- Santana – eu disse, Redsox é um time de fracos. Estão vendo? – continuou com a implicância, Santana se preparava para deixar o palco quando Britt se levantou.

- Brittany – pode ficar paradinha ai. – falou apontando um dedo para Santana e caminhando decidida até o mini palco.

Vendo Britt ir de encontro com a noiva, Ally puxou em coro um “woohoo” e alguns amigos ali presentes ficaram na expectativa sobre como seria a performance da loira.

A primeira música cantada por Britt foi I'm A Slave 4 U, Santana tentou descer do palco, porém a loira segurou seu braço, puxou uma cadeira e a fez se sentar ali mesmo. Preocupada as batidas da música, Santana passou as mãos no rosto fitando o publico a sua frente, ela tinha medo que Britt pudesse fazer qualquer coisa muito quente e ela não pudesse se segurar. Britt se alongou em frente a ela, colocou o microfone de orelha com uma virada fenomenal ela jogou as madeixas loiras para trás num movimento sexy que arrancou suspiros do publico, Santana a olhava de boca aberta Britt começou a cantar sorridente, ela girava e fazia movimentos precisos, seus olhos exibiam desejo e excitação, ela olhava para latina como se fosse comê-la ali mesmo. Sem se importar com publico ela sentou no colo de Santana e rebolou seguindo os movimentos, os rapazes se levantaram gritando e adorando a cena. Ela se levantou e continuou a cantar enquanto Ally fitava a cena boba, a mulher nunca tinha visto Britt cantar e dançar com tanta perfeição, apesar da timidez Britt sincronizava os dois muito bem e com a dança ela tinha mais confiança em arrasar nas apresentações, a música finalizou com Santana esfregando o rosto e se abanando freneticamente, ela tinha achado tudo muito quente e Britt sentar em seu colo só fez piorar tudo, a umidade entre suas pernas era evidente se tocassem e ela não sabia tirar os olhos das coxas tão definidas da namorada. Quando a música se encerrou Britt segurou o queixo da latina e puxou em sua direção, olhando dentro dos olhos negros ela disse.

- Brittany – quem é fraca? – perguntou séria

- Santana – sabe que eu até esqueci... – murmurou abaixando os olhos em direção aos seios da loira.

- Ally – Britt se revelando, nossa.. – subindo no palco e abraçando a Britt – isso foi perfeito.

- Santana – essa é a mulher com quem vou me casar.. quente demais.

- Brittany – San. – chamou – olha pra mim.

- Santana – estou olhando Britt-Britt – respondeu descendo os olhos pelo bumbum da loira – muito perfeita.

- Brittany – meus olhos são aqui. – falou sorrindo e puxando a atenção de Santana.

- Ally – cante um dueto, vocês duas são ótimas. – pediu – o pessoal quer mais.

- Santana – não, eu acho melhor irmos.. e

O toque de I Wanna dance with somebody foi ouvido por Britt no momento em que ela caminhava em volta de Santana, ela fez um giro perfeito em frente da latina em enquanto sussurrava:

- Brittany — I wanna dance...

Eu quero dançar ...

- Brittany – Clock strikes upon the hour/ And the sun begins to fade/ Still enough time to figure out/ How to chase my blues away/ I've done alright up to now/ It's the light of day that shows me how/ And when the night falls, my loneliness calls.

O relógio desperta atrasado/ E o sol começa a se pôr/ Ainda há tempo para descobrir/ Como afastar as minhas tristezas/Fiz tudo certo até agora/ É a luz do dia que me mostra como/ E quando a noite vem, a tristeza chega.

- Brittany — Oh, i wanna dance with somebody/ I wanna feel the heat with somebody/ Yeah wanna dance with somebody/ With somebody who loves me/ Oh, i wanna dance with somebody/ I wanna feel the heat with somebody/ Yeah wanna dance with somebody/ With somebody who loves me.

Oh, quero dançar com alguém/ Quero sentir o calor com alguém/ Sim, Quero dançar com alguém/ Com alguém que me ame/ Oh, quero dançar com alguém/ Eu quero sentir o calor com alguém/ Sim, quero dançar com alguém/ Com alguém que me ame.

- Brittany/Santana - Somebody, oh/ Somebody, oh/ Somebody who loves me yeah/ Somebody, oh/ Somebody, oh/To hold me in his arms oh/I need a woman who'll take a chance/ On a love that burns hot enough to last/ So when the night falls/My lonely heart calls.

Alguém, oh/ Alguém, oh/ Alguém que me ama, yeah/ Alguém, oh/ Alguém, oh/ Que me segure nos seus braço oh/ Preciso de uma mulher que vai se arriscar/ Numa paixão quente suficiente para durar/ Então quando a noite cai,/ Meu coração solitário o chama.

- Brittany/Santana — Dontcha wanna dance with me baby/ Dontcha wanna dance with me girl/ Hey, dontcha wanna dance with me baby/ With somebody who loves me

Não quer dançar comigo, querida?/ Não quer dançar comigo, garota?/ Hey! Não quer dançar comigo, querida?/ Com alguém que me ame.

- Brittany/Santana — Dance (hoo-oo hoo)/ Hoo-oo hey baby

A noite delas foi bastante divertida, Santana cantou algumas músicas de seu repertório, outras pessoas que elas conheceram na noite também cantaram. Ally tinha quase a mesma idade de Britt, ela conheceu Santana na infância e em algumas viagens feitas para Lima. Ela não imagina que a prima se apaixonaria pela sua melhor amiga, não que isso era um problema, pelo contrário, ela achava o amor das duas algo além de inspirador, como se apaixonar, namorar e finalmente casar fosse esperançoso, era a primeira vez que ela sentia isso e não imaginava captar tão rápido a magia que envolvia o relacionamento da prima. Então estar amando era isso, ser feliz sem esperar algo em troca e fazer coisas que dão prazer aos dois e não ser egoísta em momento algum? Ally despediu-se da prima e de Santana indo para casa com dúvidas que certamente tiraria em outra oportunidade com Brittany.

- Brittany – foi uma noite agradável. – disse quebrando o silêncio.

- Santana – sim, eu me diverti bastante.

- Brittany – sabe o que me deu vontade de fazer agora? – parando de caminhar, elas estavam em pé na calçada e bem próximo dali havia um parquinho.

- Santana – não...

- Brittany – você me empurrar no balanço. – revelou segurando as mãos da latina.

- Santana – então vamos providenciar esta diversão. – concordou passando os braços em torno da cintura fina de Britt.

- Brittany – e depois um passeio romântico no canal passando de baixo da ponte magrela.

- Santana – isso lhe custará alguns grandes orgasmos – sussurrou para namorada – muitos mesmo. – Britt sorriu e aplicou pequenos beijos nos lábios carnudos de Santana.

- Brittany – sério? Porque eu acho que lhe devo ainda mais contando a noite anterior. – Santana gemeu baixinho ao sentir os lábios quentes descerem explorando a pele do pescoço, as mãos de Britt apertaram sua cintura e suas mãos se enfiaram entre os cabelos loiros.

- Santana – amor, estou excitada desde aquela apresentação sensual na frente de um pub inteiro, se começarmos qualquer coisa por aqui.. – olhando em sua volta – eu não respondo por mim.

- Brittany – e quem disse para responder? – sussurrou novamente, ela empurrou Santana contra um beco escuro e grudou seus corpos contra a parede, abaixando os lábios em um beijo exigente.

Santana desconectou os lábios olhando para os lados, o beco era sem saída, não era sujo e a luz do poste era fraca o suficiente para ninguém vê-las ali. Britt sem se importar levantou a blusa da namorada e abaixou seu sutiã, seus lábios desceram sobre os gêmeos com sede, Santana gemeu ao sentir uma mordidinha no bico. Ela desceu as mãos que estavam na cintura de Britt e se enfiaram dentro do short de Britt, ela apalpou consideravelmente e então tentou puxar para baixo. Britt escorregou pelo corpo de Santana parando na altura do sexo, ela desabotoou o short da latina e desceu o zíper, as mãos se enfiaram dentro da calcinha acariciando as dobras bastante úmidas, Britt sorriu ao olhar para cima e conseguir ver a morena de olhos fechados apertando os próprios seios, Britt escalou o corpo moreno aplicando pequenas mordidas pelo caminho até chegar à boca, suas mãos continuavam a explorar as dobras e estimular o clitóris inchado.

- Santana – Britt – chamou sentindo as ondas de prazer atingir seu corpo.

- Brittany – diga San.

- Santana – para de brincar. – pediu com a voz rouca. – faz, por favor.

- Brittany – eu gosto. – falou sorrindo, os dedos brincavam entre as dobras e a penetrava ao mesmo tempo, um gemido escapou dos lábios da morena sem que ela pudesse controlar, Britt vendo a necessidade da morena ela a penetrou com facilidade cobrindo os lábios da latina com os seus, os gemidos eram abafados entre o beijo. Santana mexia o quadril tentando buscar libertação, mas Britt querendo provar retirou os dedos elevando-os até os lábios.

- Santana – Britt.. por favor – implorou.

- Brittany – paciência amor.

- Santana – Não! – resmungou abrindo os olhos – Me come agora!

Britt desceu os dedos invadindo o sexo da morena sem aviso, ela agitava os dedos dentro de Santana sentindo a respiração da morena aumentar, os tremores tomavam o corpo moreno em grande proporção e as paredes internas começaram a apertar seus dedos. Santana sentiu seu corpo sacudir por espasmos e o gozo lhe atingir apenas pelas estocas fortes e repetidas.

Notas finais
O fim está próximo... ;)