Julie Stark
31 ... e visitam seu avô - parte 2
Eram seis da manhã e eu tinha acabado de acordar por que não aguentava, eu ia conhecer meu avô!!! E sempre vi fotos dele, meu pai fala o mínimo dele mais deu para entender, meu pai diz que ele não e um exemplo para uma criança, que invés de historinhas de ninar meu avô lia para ele um livro de física (daí meu pai vira um gênio e faz isso com os filhos(e serio ele fez isso conosco)), levantei e comecei a me arrumar, coloquei a roupa e fiz minha maquiagem, não gosto de maquiagem mais eu tenho que me parecer com uma garota da época, depois de meia hora arrumando o cabelo (penteado ruim de fazer), peguei um casaco e desci para o restaurante, e lá estavam meus irmãos, rindo como loucos, quando viram eu chegando foram cavalheiros (só fizeram isso por que eu mandei) se levantaram e Edward (vulgo Fred ) puxou a cadeira para eu me sentar.
Ficamos tomando café da manhã e depois de algum tempo os agentes que iriam nos escoltar chegaram, eles só perguntaram se éramos nos, ai nos levaram de carro até o Brooklin e nos levaram a Base secreta, chegando lá vi meu avô, vou te contar! Beleza e de família! Só pode.
– sr. Stark os estudantes – disse um soldado nós apresentando.
– não somos estudantes – disse- já nos formamos.
– perdão senhorita – disse o soldado.
– senhores – disse Howard (pera e o Howard primeiro, não o meu irmão Howard que e Howard segundo), ele pegou minha mão e lhe depositou um beijo-senhorita.
– sr. Stark e um prazer conhece-lo.
– o prazer e todo meu, e bom saber que a pessoas tão brilhantes quanto eu nesses pais – disse ele (agora sei de que puxamos o narcisismo, meu pai e meu avô).
– não e para tanto sr. Stark
– e esse e meu companheiro de pesquisa Dr. Erskine – disse Howard apontando para um senhor de jaleco totalmente absolvido em seu trabalho- ele não e de falar muito.
– bom em que podemos ajudar – perguntou Anthony (vulgo Howard II, vou falar os nomes que eu dei para eles por que se não vou ficar maluca)
– preciso que me ajudem com a tecnologia de raios vita– disse- e a única coisa que ele deixa eu mexer, e como se o soro só pode-se ser manipulado por ele ou explode.
– talvez exploda mesmo – disse Edward.
– ele leva aqueles frascos para todo lado do laboratório, já até deixou cair um e nada aconteceu.
– talvez ele só confie o projeto a si mesmo – disse – a muitos cientistas que tem ciúme de suas criações.
– pode ser isso – disse Howard- vou mostrar a vocês o projeto.
Ficamos discutindo a energia necessária, comprimento das ondas a distribuição igualitária de ondas, e como prenderíamos o voluntario.
– Dr. Erskine – chamei- precisamos que veja os pontos de distribuição do soro.
– claro – disse ele ajeitando o óculos- isso e muito importante para o sucesso do experimento.
Revimos tudo e checamos várias partes do projeto, ai me veio a saudade do J.A.R.V.I.S, tivemos que montar a máquina manualmente, você tem ideia do tamanho? Acho que não.
– Dr. Erskine, como vai ser selecionado o voluntario?
– precisamos de um jovem de coração bom, que seria corajoso para proteger um amigo, mesmo que ele tivesse de morrer- respondeu o doutor (isso me lembra muito o Steve).
– por que? – disse Howard- pegue qualquer soldado disposto, pronto resolvido.
– não e tão simples – disse- de a um homem de mente pequena um grande poder, e não terá um bom resultado, mais de a um homem de grande coração o poder, esse será uma boa pessoa.
– ainda não estendi – disse Edward.
– se você der a um soldado, jovem e confiante de si que esteve nos campos de batalha, o poder, ele será basicamente o mesmo, não se arriscaria por pessoas que não conhece, mais se você pegar um homem, de bom coração que tenha o desejo de salvar os outros, agora o de o poder, ele pularia na frente de uma granada para salvar a pessoa que o pode ter insultado, certo Dr.
– sim- disse ele- bem observado.
– obrigado – disse- entendeu Edward?
– entendi- ele disse emburrado.
– eu não poderei visitar os recrutas gostaria que fosse em meu lugar com a agente Carter- disse Dr. Erskine (isso de visitar os recrutas não existe, mais como eles estão ali alguns eventos serão diferentes ou não vão acontecer, devido a uma mudança no espaço tempo).
– claro que sim – disse.
– ótimo – disse- a visita e em dois dias, e tenho que perguntar ao general se você pode ir em meu lugar.
O resto do dia ficamos trabalhando com certas pausas de tedio e não fazer nada, e também ficamos de bobeira um tempinho, bom por nos quero dizer eu, Edward, Anthony e Howard, Dr.Erskine não parava de trabalhar, preguiça pode ser de família, queria que ele soubesse que somos seus netos, mais tudo a seu tempo.
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