Juego del Amor y Seducción.
23 Capítulo 23
Notas iniciais
PDV's Diego.
E quando eu achei que a gente ia se beijar,que tudo ficaria bem e voltaria para o seu devido lugar,S/N simplesmente me afasta e me olha com um misto de nervosismo,insegurança,medo,mesmo que eu não entendesse o que estava se passando.
–Diego...Eu...Ér...Eu não...Quer dizer...Desculpa...Sei lá é que...-S/N tenta falar algo,porém não sai nada.
–Tudo bem,não precisa dizer nada.-Digo tentando não mostrar meu sofrimento e decepção.-Continuamos amanhã?
–Ér...Claro...Mas, Diego...-Fala uma meia frase.
–Eu já falei,S/N,não precisa disso.-Digo pegando as minhas coisas,porém sinto o olhar dela queimando sobre mim.-Até amanhã.
Assim que eu terminei de falar,virei minhas costas e sai sem esperar que ela falasse algo,apenas,segui meu rumo.
Depois do que aconteceu eu nem tinha cabeça para ficar no Stúdio,sem me despedir de ninguém,simplesmente peguei minha moto e voei para casa.
Assim que cheguei ao meu destino,larguei minha moto em qualquer canto e subi voando pro meu quarto,onde peguei meu violão e resolvi extravasar a minha frustração compondo.
Comecei a dedilhar uma melodia qualquer,e sem que eu me de dar conta estava cantando uma música desconhecida.
"Recuerdale, que un día nos encontraremos y te perdera
Dile también, que inevitable es el destino,no me detendrá"
Canto,porém meus pensamentos se entercalavam entre S/N,e coisas boas,e entre ela com o tal Tomás.
"Podrás vivir como en un cuento
Pero conmigo
Yo te besaré y despertara el amor"
Cantarolo,porém me calo,afinal,eu não sabia mais como continuar aquela melodia,porém gostei tanto da mesma,que resolvi anotar no bloquinho de folhas pra trabalhar nela mais tarde.
Guardei o violão e me deitei um pouco,mas minha mente sempre vagava para a dona dos meus pensamentos e isso já estava acabando comigo.
Será mesmo que eu seria condenado a viver sem a mulher que eu amo por causa de uma armação?
Fiquei pensando nos meus momentos com a minha patricinha,viajando completamente,só despertei do meu mundinho quando meu celular tocou,e para a minha supresa,era a S/N.
–Alô.-Digo e aouço suspirar do outro lado da linha.
–Diego,eu...-Começa mas nem termina.
–O que aconteceu,S/A?-Pergunto preocupado e a mesma respira fundo.
–Eu nem sei porque eu te liguei,eu só me sentia angustiada,e bom,já era habito te ligar quando eu estava mau,ai foi o primeiro número que me veio a cabeça.-Se explica de fazendo desanimar.
–Que falar sobre isso?-Pergunto lhe dando atenção,afinal,mesmo separados eu ia cuidar dela até o fim.
–Eu...Eu...Na verdade eu nem sei porque estou assim.-Faça com um tom triste.
–Princesa,isso é normal,quer dizer,todo mundo uma hora da vida vai se deprimir sem entender o porque.-Digo e ela novamente suspira.-Uma hora você vai entender porque está assim,e bom,ai tudo vai fazer sentido.Só não encana com isso,S/N.
–Tudo bem,você até que te razão.-Fala com um tom meio triste.-Obrigada por me ouvir,apesar de tudo.
–S/N,eu sempre vou estar aqui quando você precisar.-Digo ela fica em silencio,apenas me ouvindo.-Não importa o que aconteça,ou com que você esteja.
–Eu nunca vou conseguir estar com outra pessoa.-Revelava com a voz falhado.-Eu nunca vou consegui te esquecer,Diego.FVocê foi...É,o único homem que eu amo,e apesar de tudo,eu não posso negar,eu realmente não consigo te esquecer.
Nessa hora meu coração falhou uma batida,eu não sabia se ria ou chorava,quer dizer,ela tinha acabado de assumir que me amava e não conseguiria me esquecer,isso já era um grande começo.
–Então porque a gente tá se maltratando tanto estando longe?-Pergunto intrigado e a mesma respira fundo.-Essa distância não tem nada a ver com o que sentinmos.
–Eu não consigo,Diego.-Dita fazendo meu coração se despedaçar e todas as minhas esperanças irem pelo ralo.-Eu não quero me machucar mais,e me desculpa,mas eu não acredito nessa história que você conta.Não acredito na sua versão dos fatos.
–Isso só prova que você realmente não me conhece.-Digo e nem espero que ela fale nada,simplesmente desligo o telefone.
Me ponho a chorar,afinal,era só isso que me restava,até porque,nem mesmo a mulher que eu amo consegue acreditar em mim,e eu não sei mais o que fazer pra provar que foi tudo uma armação da Clara.
Acho que vou acabar perdendo S/N para sempre.
Eu não tinha mais forças pra nada,eu sabia que eu precisava de ajuda,até porque,eu não tinha mais forças para lutar sozinho,então,resolvi recorer a uma pessoa que eu tinha certeza de queria ver a S/N bem e feliz.
Disquei o número e depois de alguns toques a pessoa atendeu.
–Alô.-Fala a voz do outro lado da linha.
–Ludmi,eu realmente preciso da sua ajuda.-Digo.
–Pode falar,Dih.-Fala de forma prestativa.-Tem a ver com a S/A,né?!
–Tem sim,Ludmi.-Respondo suspirando.-Ela disse hoje que me amava e nunca se esqueceria de mim,porém não consegue acreditar no que eu digo,e eu não sei mais o que fazer pra provar que foi tudo uma armação.Eu já me sinto fraco,e tô sofrendo muito com essa distância.
–Diego,você tem que entender que pra ela essa história toda é muito confusa,afinal,ela viu você beijando a Clara,porém eu acredito em você e sei que essa distância toda não faz bem a nenhum dos dois.-Fala me deixando animado.
–Jura?!-Pergunto como uma criança boba.
–Claro.-Responde rindo.-Afinal,pra que servem os amigos?!
Sorri com isso.
Eu não sei porque,mas agora eu tinha a sensação de uma chama de esperança queimando no meu interior,e de alguma forma,eu tinha certeza de que com a ajuda de Ludmi eu iria reconquistar a minha patricinha.
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