Notas iniciais
Boa noite,gente. Quero começar pedindo desculpas,tipo,ontem eu não postei porque tive uns imprevistos com a escola e acabei sem tempo,então,de verdade,espero que me perdoem. Bom,hoje foi tudo muito corrido,eu só vim digitar o capítulo rapidinho,e postar pra poder dormir que amanhã cedo estou de pé,então,só vou responder aos comentários amanhã. Acho que é isso. Espero que gostem do capítulo,e amanhã se der eu posto dois. Beijos!

Leiam as notas inicias.É importante.

PDV's Diego.

Fiquei vagando pelas ruas de Buenos Aires sem rumo,completamente perdido em pensamentos e lembrando os momentos que eu tive com a minha garota.

Como tanto amor acabou assim,de um dia para outro?

Ouço meu celular tocar,e na mesma hora o tiro do bolso para ver quem me ligava.Meu pai.

–Alô.-Digo desanimado.

–Diego,onde você está,meu filho?-Pergunta preocupado.-Já tá tão tarde,além disso,eu soube do que aconteceu.

–Eu tô aqui numa praça,pai.-Respondo suspirando.-Já tô indo pra casa.

–Tudo bem,filho.Tchau.-Fala desfazendo a ligação.

Guardo o celular de volta no meu bolso,e começo a caminhar em direção ao Stúdio,afinal,eu havia deixado a minha moto lá.

Assim que cheguei na frente do Stúdio,vi que tudo estava apagado,afinal,já era tarde,e as aulas já deveriam ter acabado a horas.

Fui até a minha moto,e quando eu ia subir na mesma,escutei a voz da minha patricinha cantando a nossa música.Não resisti e na mesma hora me deixei guiar pelo som.

E lá estava ela,sentada num banco,com seu violão,dedilhando as notas e chorando enquanto cantava.

Me aproximei,mesmo cheio de pesares,e me sentei ao seu lado,na hora a mesma olhou pra mim num baque e se "armou" para levantar do banco.

–Espera,não precisa sair.-Digo segurando seu braço e na mesma hora ela me olha com aqueles olhos penetrantes.

–Diego,é melhor não...-Começa e eu acabo abaixando a cabeça,afinal,eu já imaginava o que viria a seguir.-Me desculpa se eu sou grossa as vezes,mas é que eu não consigo ficar no mesmo ambiente com uma pessoa que me traiu e ainda dizia que me amava.

Meu sangue ferveu.

–Você fica ai me julgando,dizendo que eu te trai,mas quem se agarrou com o Tomás depois que EU me declarei,foi você.-Digo irritado apontando o dedo para a mesma e ela me olha com fúria nos olhos.

–Eu não tenho nada com o Tomás,ele apenas que me proteger de pessoas como você,que traem e mentem.-Grita na minha direção.

–Claro,santo Tomás,tá te protegendo do malvado aqui.-Digo com ironia e rolando os olhos.

–Ele tá mesmo,afinal,você me traiu.-Acusa transtornada.

–Francamente,S/N.De todas as garotas com quem eu já fiquei,você foi a única que eu realmente amei,e a única com quem eu quero ficar,e se você acha mesmo que eu te trai,isso só prova que você não me conhece nem um pouco.-Grito irritado e vejo a mesma paralisar e me olhar com os olhos fixos.-Não quer acreditar em mim,tudo bem,mas não vai ficar assim,eu vou lutar até o fim por você,até que eu não tenha mais forças.

Dito isso eu sai andando de volta para o Stúdio,e bom,dessa vez não contei tempo nem olhei para trás,apenas subi na moto e fui voando para casa.

Assim que parei na frente da residência,larguei minha moto de qualquer jeito,subi voando para o meu quarto,sem nem ao menos falar com ninguém,tomei um banho e fui me deitar afinal,depois daquela discussão eu não queria mais nada a não ser o aconchego do meu quarto.

Não demorou muito para que eu caísse num perfeito mar de inconsciência,mas a noite pareceu que passou de forma tão corrida,que eu mau tinha fechado os olhos e o maldito despertador já estava tocando.

Me levantei meio que sem vontade,tomei um banho,coloquei a primeira roupa que eu achei e desci para tomar café.

–Bom dia.-Cumprimento sem animo.

–Bom dia,filho.-Meu pai me devolve o cumprimento e me lança um olhar sugestivo do tipo,"Depois eu quero saber o que aconteceu".Apenas confirmei com a cabeça de forma discreta.

–Bom dia,bebê.-Cumprimenta a minha mãe animada,e ao que me parece era a única naquela mesa.

O café se passou em silêncio,e aquele clima estranho,porém nem fiz muita questão de me demorar,apenas tomei uma xícara de café com um pedaço de pão e logo me retirei da mesa.

Subi,escovei meus dentes,dei tchau para os meus pais e sai em direção ao Stúdio.

Como todas as manhãs,levei poucos minutos até parar na frente do local,e como sempre,logo os garotos vieram me cumprimentar.

–Bom dia.-Falaram em coro.

–Bom dia,pessoal.-Digo desanimado.

–Como você tá,cara?-Pergunta León receoso.-Quer dizer,depois de ontem.

–Eu tô bem,tipo,cheguei a conclusão de que se uma vez eu já lutei para tê-la,agora não vai ser diferente.É ela que eu amo e vou lutar para que ela volte pra mim.-Digo confiante e vejo os meus amigos sorrirem.

–Assim que se fala,cara.-Falou Andrés dando tapinhas nas minhas costas.

Ficamos conversando até que as meninas chegaram,e por consequência a S/A também,e bom,como eu não queria stress a essa hora da manhã,resolvi que era melhor eu me retirar.

–Pessoal,eu vou indo.-Digo e vejo as garotas fazerem caretas.-Até mais tarde.

–Não precisa ficar me evitando,Diego.Temos amigos em comum,então,é normal nos encontrarmos.-Fala S/N assim que eu me virei para sair.

–Eu não estou te evitando,só tenho coisas pra fazer.-Digo suspirando fundo.

–Claro,vamos continuar fazendo de conta que você não quer me evitar,vamos apenas fantasiar que você tem algo de importante pra fazer.-Fala de forma irônica.

–Para de ser assim,patricinha.-Digo irritado me virando de volta pra ela e vejo todos de olhos arregalados.-Você não é o centro do universo,minhas ações não giram ao seu redor.

Sem esperar uma resposta,sai de lá deixando todos boquiabertos atrás de mim.

Eu realmente amo muito aquela patricinha,mas ela está me tirando do sério agindo assim,como se não se importasse,com arrogância,toda cheia de si,porém se ela está pensando que eu vou simplesmente desistir dela assim facilmente,ela que vá mudando de ideias,porque ela é a mulher da minha vida e eu não vou parar até ter ela de volta em meus braços.

Notas finais
E ai? O que acharam? Curiosas?