Notas iniciais
Olá,pessoas. Eu sei que vocês devem estar querendo matar a autora má que separou o casal,mas se acalmem,tudo vai se acertar,só tenham "Little patience, yeah...(8"...Tá parei...kkkkkkkkkkkkk' Bom o capítulo de hoje vai fazer vocês sofrerem com sofrimento do Dih,mas não me matem. Obrigada pelos comentários,eles tem sido fundamentais. Se der hoje ainda eu posto mais um ou dois capítulos. Beijos!

PDV's Diego.

–Diego meu filho,o que aconteceu com você e com a S/A?-Pergunta meu pai ao ver meu estado entrando em casa.

–Ela se foi pai...Me deixou porque a vagabunda da Clara armou pra cima da gente...Ela nem quis me ouvir.-Explico chorando e meu pai vem até a mim e me abraça.

–Calma,meu filho...Eu tenho certeza que vocês vão conversar amanhã e as coisas vão se acertar.-Fala tentando me acalmar.

–Dói tanto,pai,saber que a única mulher que eu realmente amei não acredita em mim.-Digo ainda chorando de forma convulsiva.

–Filho,sobe,toma um banho e deixa para conversar com ela amanhã.-Instrui meu pai.-Esse tempo vai ser bom pros dois colocarem a cabeça em ordem,e amanhã com tudo mais calmo vocês conversam.

–Você tá certo,pai.-Digo me desvencilhando do seu abraço e indo em direção as escadas.-Pai,obrigada por tudo.

Meu pai apenas me lança um sorriso de conforto.

Subi as escadas,logo adentrei me quarto,separei uma roupa e tomei um banho.

Enquanto a água caia sobre meu corpo,comecei a lembrar bons momentos que tivemos.

Lembro do meu primeiro ataque de ciúmes em pensar que algum garoto olharia para ela no karaokê.

"Assim que eu desci da moto e comecei a avaliar todos,meus olhos caíram sobre S/A e meu mundo parou.

Ela estava simplesmente perfeita,com um vestido tomara que caia prata,cheio de detalhes e pedrinhas douradas,uma maquiagem clarinha,mas que destacava seus lindos olhos e sua boca convidativa,e por fim usava um sapato de salto na mesma cor dos detalhes do vestido.

Linda.

–Diego,para de babar e anda logo.-Fala León me cutucando e me fazendo voltar pra Terra.

–Ok,ok.-Digo rolando os olhos.

A S/N,está realmente muito linda,mas sei que ela vai me dar trabalho,até porque,se algum garoto só pensar em chegar perto do que ainda vai ser meu,eu castro o indivíduo sem pena nem piedade."

Horas atrás quando usando a sua declaração eu fiz uma estrofe da música.

" Cantei o único verso que a música tinha.

–Vai ser uma linda música.-Fala sorrindo.

–Você vai me ajudar a compor né?!-Peço manhoso e ela ri.

–Vai ser tipo,a nossa música?-Pergunta sorrindo abobalhada.

–Sim,vai ser a nossa música.-Respondo também sorrindo.

–Sabe,eu posso passar mil anos,sonhando que você vem á mim,porque essa vida não é vida sem ti.-Declara toda manhosinha me fazendo selar nossos lábios.

–Pera ai um minuto.-Digo interrompendo o beijo.

–O que foi?-Pergunta curiosa.

–Isso que você falou,ficaria perfeito na música.-Digo já me ajeitando com o violão para testar a teoria.

–Agora a minha declaração vai virar música.-Fala rindo.

Volto a dedilhar a música desde o começo.

Por tu amor yo renací
Y eres todo para mi
Hace frío y no te tengo
Y el cielo se a vuelto gris

Puedo pasar mil años
Soñando que vienes a mi
Por que esta vida no es vida sin ti

Cantamos juntos para ver no que dava,e bom,o resultado saiu melhor que o esperado."

Tudo isso pra que?

Pra no final uma vagabunda qualquer separar a gente sem eu nem ter tempo de me explicar.

Terminei meu banho,me vesti e tentei dormi,porém o mesmo não aconteceu,acabei por ficar rolando de um lado para o outro pensando nos últimos acontecimentos,e as lágrimas só fazia rolar.

Lá pelas tantas da manhã,que eu consegui tirar um cochilo,mas também logo o despertador me acordou noticiando que era hora de ir pro Stúdio.

Me levantei,tomei um banho rápido,vesti a primeira roupa que eu vi,me olhei no espelho e eu estava parecendo um zumbi,cheio de olheira,cara inchada de tanto chorar,olhos vermelhos,e aquela áurea de derrotado.

Desci pro andar de baixo da casa mas nem me dei ao trabalho de tomar café,e bom,creio que meus pais nem tenham percebido que eu tinha saído,afinal,os dois estavam discutindo aos gritos.

Fui até a garagem,peguei minha moto,montei na mesma e rumei para o Stúdio.Não levei mais que 10 minutos até lá,porém minha mente vagou durante todo o trajeto.

–Cara,o que aconteceu com você?-Pergunta León assim que me viu saindo da moto.-Cê tá horrível.

–Eu e a S/A brigamos.-Respondo o básico.

–E só por isso você tá assim?-Pergunta surpreso.-Daqui a pouco vocês se acertam.

–A gente não vai mais se acertar,León.-Respondo.-A Clara,minha ex,armou pra cima de mim e a S/A me viu beijando ela,e bom,saiu correndo e nem me deixou explicar nada.

–Cara,eu não acredito nisso.-Diz Maxi dessa vez,afinal,já tinha chego mais gente da turminha enquanto eu contava o acontecido.-Se você precisar de ajuda,conta comigo.Quer dizer,pra falar com ela ou algo assim.

–E pode contar com a gente também.-Falaram os demais garotos.

–Valeu,pessoal,mas creio que nada mais vai adiantar.-Digo suspirando derrotado e rumando para a minha aula.

Adentrei a sala de canto e tive uma das piores cenas.

Minha patricinha estava abraçada ao Tomás,e trajava ao que parecia ser as roupas dele.

Entrei na sala em silêncio e me acomodei num canto qualquer,mas não demorou muito para que eles percebessem a minha presença.

Vejo que os dois estavam prontos para se retirar da sala,porém eu fui mais rápido,criei coragem e me pronunciei.

–S/A,eu preciso falar com você.-Digo e vejo que os dois se viram pra mim.

–Ela não quer falar com você,seu canalha.-Fala Tomás em nome da S/A.

–Dá pra você fazer o favor de não se meter?-Pergunto irritado.-Meu assunto é com ela,não com você,seu merda.

Vejo que Tomás se apronta para falar algo,porem S/N o impede.

–Tomás,vai indo na frente,depois eu te alcanço.-Fala e muito a contra gosto ele o faz.

–Qualquer coisa me chama.-Avisa antes de sair de vista e a minha patricinha concorda com o rosto.

–O que você quer,Diego?-Pergunta áspera e sem olhar nos meus olhos.

–S/A,por favor,você tem que me ouvir,me deixar explicar o que aconteceu.-Imploro com lágrimas nos olhos.

–Fale,eu estou te ouvindo.-Diz novamente de forma grossa.

–S/N,eu te amo,princesa,eu nunca faria algo pra te machucar,nunca te trairia,e no fundo você sabe disso.-Digo e vejo a respiração da mesma falhar.-Foi a Clara que me agarrou,e bom,tudo aconteceu muito rápido,quando eu fui pra tirar ela você já tava na porta,chorando e saiu correndo sem me deixar te explicar.Eu te amo,S/N.

–O amor não existi,Diego.-Fala de forma seca.-Pelo menos desde ontem eu parei de acreditar nessa babaquice.E de uma coisa eu tenho certeza,eu nunca mais vou me apaixonar pra sofrer dessa forma,tudo e qualquer coisa que um dia eu senti morreu aqui.

–Eu vou te provar que você está errada,eu vou te mostrar que nada disso morreu,que eu não fiz nada e que você ainda me ama.-Digo determinado e ela me olha com frieza.

–Já terminou?-Pergunta irritada.-Por que eu já cansei desse joguinho.

S/A saiu em disparada da sala me deixando lá,desolado.

Eu sei que eu a perdi,e que vai ser difícil reconquistá-la,e provar a minha inocência,mas de uma coisa eu tenho certeza,eu vou lutar até o fim por essa garota e vou ter ela de volta pra mim.

Notas finais
E ai? O que acharam? Ansiosas? Muitas surpresas ainda vem por ai.