Jornal aberto, café,leite e sangue:Guerra de Perto
9 Capítulo 8
Notas iniciais
Tabata pegou uma arma que estava no arsenal e foi para a casa de Assunção. Tudo ocorreu tão bem que até pareceu que ele a esperava e ela estava certa, Assunção estava no escritório de sua casa e sabia que ela havia chegado.
– Finalmente veio se vingar de seu amor- Diz Assunção.
– Fique quieto e será menos doloroso para você- Diz Tabata tremendo ao segurar a arma.
– Atire logo então, mas antes não gostaria de saber como eu sabia de vocês? E da traição dele?- Diz Assunção- Claro que sim, tudo começou com bilhetes de recortes de jornais e depois foi a confirmação com meu Major.
– Pietro? Mas..- Tabata sussurra para somente ela se ouvir- Não estou interessada nisso, adeus, boa estadia no inferno- Ela atira sem hesitar mais. Um tiro certeiro.
O dia da luta armada havia chegado, as sedes estavam todas prontas apenas esperando pela ordem de ataque de Conceição. Mas antes Rovena os incentivou a lutar mais fortemente em defesa das futuras gerações.
– É chegada nossa hora. Depois de anos lutando sem ataque eminente, hoje o dia chegou. Sejam fortes, afinal, somos todos soldados, armados ou não- Diz Rovena.
– À LUTA!- Comanda Conceição.
Uma luta começa, parece que durou horas. Quando termina, reencontram-se. Conceição, que liderou a todos, vê que Heitor e Verônica não voltaram.
– Poxa, poderia ter deixado Assunção para mim né Tabata, foi o combinado- Fala Thomás chateado- Eu realmente queria fazer isso, mas você tinha mais motivos para liquidá-lo.
– Por favor, sem mais sobre isso gente- Diz Conceição.
– Não estamos num clima bom, veja quantos perdemos nessa luta?- Diz Pietro.
– Verdade, muitas vidas inclusive de Teodoro — Tabata olha para Pietro com um olhar fuzilante, se retira e ninguém vai atrás dela sabem que precisa de espaço.
Fale com o autor