Jornal aberto, café,leite e sangue:Guerra de Perto
8 Capítulo 7
Notas iniciais
Depois de uns dias Teodoro decide ir até o restaurante que foi com Tabata pela primeira vez e comprar o suco que ela gosta, tudo ocorre perfeitamente bem até que uma voz assassina muito conhecida surge as suas costas.
– Mas que honra traidor Teodoro, como vai?- Diz Assunção.
– Assunção!- Teodoro exclama surpreso.
– Acho que me trair não foi suficiente não? Tem que vir dar as caras- Diz Assunção.
Teodoro começa a ir em direção a porta, mas é surpreendido por uma facada de Assunção na lateral da barriga. Ele sente uma dor muito forte, ouve uma risada alucinada de Assunção e tenta se arrastar novamente para a sede, que por sorte ficava perto dali.
– Quem é?- Diz Rovena.
– Abra logo! ABRA LOGO!- Grita Teodoro.
– Mas o que...- Antes de concluir a frase Teodoro cai por cima de Rovena, quase perdendo os sentidos- Teodoro! O que houve? Foi Assunção?- Ela o leva até o sofá e o coloca deitado lá.
– Sim- Ele fala com dificuldade.
– Vou chamar um médico, acalme-se Teodoro — Diz Rovena começando a se desesperar.
– Não, sem tempo- Ele diz entre dentes- Dia de eleição, primeiro seu voto depois a traição- As últimas palavras de Teodoro foram fracas e cheias de conhecimento.
– O que está acontecendo aqui?- Chega Tabata com o restante da sede atrás- Teodoro? Teodoro? O que houve?
– Tabata, ele foi assassinado. Foi Assunção- Diz Rovena se afastando e deixando Tabata com o amado.
Tabata sabia o que tinha que fazer, onde e com quem.
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