Jomal
4 Capítulo 18
Na manhã seguinte... Finn acordou aos poucos, e se virou. Pela primeira vez em mais de 5 anos havia alguém na cama. O braço dele buscou o corpo frágil de Rachel, abraçando-a. Ele abriu os olhos, vendo Rachel dormindo do seu lado, os cabelos escuros caídos a sua volta. Ele apanhou um dos cachos, menos vivos do que costumavam ser no dedo e enrolou, tentando modelá-los... Quando soltou voltou ao normal. Ele revirou os olhos.
Puck: Finn, trate de acordar, eu quero saber se... – Puck entrou no quarto, e parou na porta com a cena. Rachel e Finn abraçados, cobertos até a cintura, ela de espartilho, dormindo – Curioso. – Disse, prestes a cair no riso.
Finn: A porta não estava trancada? – Puck ergueu a mão com um molho de chaves, ainda admirando a cena – Ótimo. – Finn trouxe Rachel mais pra si, na defensiva. Dormindo, ela acolheu o braço dele em sua cintura, a mão o segurando suavemente.
Puck: Pelo visto você está bem. – Disse, cruzando os braços.
Finn: Perfeitamente. Quer dar licença? – Perguntou, exasperado.
Puck: Quem diria, vossa alteza... – Disse, os olhos claros sondando o rosto de Finn – Tu realmente te apaixonaste pela criada. – Concluiu, intrigado.
Finn: É assunto seu? – Perguntou, na defensiva, puxando ainda mais Rachel pra si. Mais um pouco e desmontaria a pobre.
Puck: Mas é claro que não. – Disse, divertido – Com sua licença. – Disse, debochado, se curvando. Finn revirou os olhos. Puck saiu, fechando a porta, e o riso dele foi audível até dentro do quarto.
Ele olhou o rosto dela, que ainda dormia tranquilamente. Se lembrou da voz dela, afogada, gemendo seu nome, há apenas algumas horas. Ele sorriu, afundando o rosto no pescoço dela, beijando-a. Rachel despertou, se espreguiçando, manhosa, e sorriu também.
Finn: Bom dia, anjo. – Murmurou, beijando o rosto dela docemente.
Rachel: Bom d... Dia? – Perguntou, arregalando os olhos. Finn ergueu as sobrancelhas. Rachel olhou em volta. A claridade da luz do dia entrava pela janela fechada, e o perfume de orvalho denunciava que já amanhecera.
Finn: Algo vai mal? – Perguntou, olhando pra janela, sem entender.
Rachel: Claro que vai mal, como eu vou sair daqui? – Perguntou, se sentando. Ela puxou o lençol para se cobrir. Finn riu, deitando no travesseiro – Não ria! Eu deveria ter ido embora assim que você dormisse, que diabo! – Disse, aflita.
Finn: Eu tenho roupas. Posso emprestar. – Brincou, dando um beijinho no ombro dela. Então imaginou Rachel vestindo suas roupas e gargalhou gostosamente, voltando ao travesseiro.
Rachel: Eu pareço estar brincando? – Perguntou, ultrajada. Finn estava ficando vermelhinho pelo riso – Como vou sair daqui, Finn? Não posso simplesmente desfilar por ai de roupão! – Ele demorou um instante pra conseguir pegar fôlego.
Finn: E eu tampouco o permitiria. Só eu posso vê-la, só eu posso tocá-la... – Disse, apanhando o rosto dela com a mão. – Só eu. – Impôs, e viu o bico com que ela ficou. – Não fique assim. – Disse, beijando o bico dela. – Passará o dia aqui comigo, cuidando de mim. – Avisou.
Rachel: O dia inteiro? – Perguntou, erguendo a sobrancelha.
Finn: E a noite inteira. – Disse, e ela riu. Ele a puxou deitada novamente, mordendolhe a orelha – Você se ofereceu para o trabalho.
Rachel: Aceitaria que outra o fizesse em meu lugar? – Perguntou, afastando o rosto do dele, falsamente indignada. Ele sorriu vendo o jeito de menina dela novamente em seu rosto. Ele prontamente montou uma expressão de inocente acusado pro rosto.
Finn: Longe de mim. – Disse, e ela ergueu a sobrancelha.
Rachel: Vá, se vou cuidar de ti, vá pro banho. – Disse, tentando por a cabeça em ordem – Eu vou olhar teu curat... – Ele a beijou.
Rachel suspirou e aceitou o beijo dele. Em poucos instantes Finn, se amparando no braço e ignorando bravamente a dor, passou pra cima dela. Rachel deixou a boca dele, segurando seu rosto.
Rachel: O que eu faço com você? – Perguntou, encarando-o. Finn se acomodou de modo em que a fisgada da linha no ferimento parou.
Finn: Apenas me ame. – Disse, passando a mão no rosto dela, tirando os cabelos – Me ame e todo resto será relevante. – Concluiu.
Rachel: Eu amo. – Disse, encarando-o.
Finn: É só do que eu preciso. – Disse, antes de beijá-la novamente. Ela retribuiu, novamente... Era tudo o que sabia fazer. Mas ele interrompeu o beijo – Antes... Algo que está me incomodando. – Ela franziu o cenho, sem entender.
Entendeu quando ele apanhou seu corpete pelo decote com uma mão, puxando-o, e conseqüentemente rasgando-o. Finn se divertiu removendo aquela peça como um cachorro se diverte ao encontrar um osso. Por fim ele, satisfeito, a beijou novamente. Ela retribuiu o beijo, enlaçando as mãos no pescoço dele, entregando-lhe o corpo e a alma. Logo não havia mais nada pra ser dito.
Dias depois...
Puck: Perdemos poucos homens. – Encerrou, largando o papel com a lista dos mortos na batalha.
Finn: Ainda assim foi um desperdício, tanto de vida quanto de armas. – Rachel colocou o copo de suco na mesa, na frente dele. Finn a encarou, exasperado. Ela o fazia comer algo o tempo todo! Ela ergueu a sobrancelha, repreendendo-o, e ele bebeu, derrotado. Puck disfarçou o riso com um tossido. Mas...
Quinn: Bom dia. – Disse, entrando na sala – Por favor, não se levantem. – Disse, dispensando, quando Rachel se curvou e Puck e Finn iam levantar. – Puck... Há alguma novidade sobre Jesse? – Perguntou, levemente interessada.
Puck: Não que eu saiba. – Disse, estranhando – Porque?
Quinn: Carta de Santana. Acabaram de me entregar. – Disse, passando o papel que tinha na mão pro marido.
Puck olhou. A caligrafia era fina, firme e delicada. Ele passou o trecho em que Santana falava de outras coisas até o ponto em que Quinn indicou.
Puck: “Já chegou ao meu conhecimento a sujeira na batalha em Willow Creek. Lamento que tenham se envolvido, e espero que todos estejam bem. Algo que não me agrada é desonestidade. Se tu entras em uma briga, ganhe ou perca, mas saia de cabeça erguida. Este ato não foi honesto. Logo... Estou enviando uma espécie de “presente”. Há algo que eu aprendi ao longo dos anos: Introduza um pouco de anarquia, quebre a ordem vigente e tudo se torna caos. Sabe qual a chave para o caos? Medo. Ódio também funciona muito bem. E é exatamente disso que vocês precisam... Um pouco de caos. Do lado dele, é claro. Soube há um tempo que Jesse se enfureceu porque uma concubina dele fugiu, provavelmente se infiltrando onde vocês estão. Isso já causa raiva, é um começo. Somando com o que estou enviando será significativo. Enfim, aguardem por noticias. Quando chegar até vocês, saberão que foi um presente meu. Esperando que estejam bem, Santana Lopez.” – Puck abaixou o papel. – O que ela quer dizer com isso?
Finn: Uma concubina dele? Aqui? – Perguntou, incrédulo. Rachel estava branca feito papel.
Rachel: Tu não estás bebendo. – Disse, tentando controlar o tremor nas mãos. Finn revirou os olhos e tomou o resto do suco, encarando-a. Ela assentiu em aprovação, e ele sorriu.
Puck: Isso é o de mínimo, o que ela quis dizer sobre “um presente”? – Perguntou, intrigado.
Quinn: Era o que eu queria saber quando lhe perguntei se sabia algo. – Disse, apanhando a carta de volta e dobrando-a.
Finn e Puck deram a ordem. Imediatamente o boato correu: Todos queriam saber o que estava acontecendo do outro lado da fronteira. A noticia chegou mais rápido do que esperavam.
Criado: A mãe de Jesse faleceu, senhores. – Informou. Rachel quase gemeu. Com certeza isso traria uma resposta; Jesse não se casara, era apegado a mãe mais que a qualquer outra coisa.
Puck: Morreu? Como morreu? – Perguntou, confuso.
Criado: Pelo que dizem, quebrou o pescoço. – Informou, reservado.
Finn: Caiu de uma escada? – Perguntou, tentando informar.
Criado: Isso é o confuso: Morreu dormindo, em seus aposentos. – Puck gargalhou gostosamente. Quinn pôs a mão na boca e Finn arregalou os olhos.
Quinn: Ela... Ela quebrou o pescoço da...? Meu Deus. – Disse, exasperada.
Puck: Santana, bem como eu a imaginei. – Disse, satisfeito.
Finn: Como ela conseguiu adentrar o reino e o castelo dele assim? – Perguntou, ainda em choque.
Puck: Dizem que ela é como o vento, pela noite. Incontrolável. Entrar no castelo deve ter sido fácil. – Respondeu a pergunta de Finn.
Quinn: O que significaria que ela está por perto? – Perguntou, olhando a carta.
Rachel: O que significa que eles estão se envolvendo na briga. – Disse, concluindo o raciocínio. Finn, Puck e Quinn a encararam.
Puck: Eu não havia pensado por esse modo. Finn, se Santana matou a mãe de Jesse é porque esteve com raiva, se esteve com raiva está tomando nosso partido. – Disse, se animando.
Criado: Senhores, outro fato: O olheiro realmente viu Jesse vindo, em Willow Creek. – Finn e Puck olharam, confusos.
Finn: Ele não estava lá. – Contrapôs na hora.
Criado: Não, senhor. Pelo que o olheiro diz ele vinha, com os arqueiros e a cavalaria, então alguém intercedeu e disse algo que o fez retroceder. O olheiro acredita que a informação de que sua alteza estava no campo de batalha vazou, e o fez recuar. – Concluiu.
Finn: Vazou? – Repetiu, irônico.
Puck: Informações não “vazam”, são passadas. – Disse, virando rosto para Finn – Há alguém dele aqui dentro, Finn. Eu venho lhe dizendo isto há meses, e tu não o crês. Agora isso. O que mais quer de prova? – Perguntou, e Finn não respondeu – Há alguém aqui, alguém que soube que iríamos no contra ataque e mandou avisarem com antecedência, para que ele pudesse recuar!
Rachel: Posso me retirar? – Perguntou, em tom baixo. Estava nervosa demais.
Finn: Estou com fome. – Disse, na mesma hora, erguendo o rosto. Rachel o encarou, em um misto de incredulidade e graça na voz. Ele sempre dizia que estava com fome quando queria que ela ficasse perto; Ela o alimentava.
Rachel: É claro que está. – Murmurou pra si própria, e ele sorriu – Eu já volto. – E saiu.
Rachel parou na cozinha vazia e se amparou na mesa, ofegando, tremula. Como Santana fora saber disso? Ter a verdade tão perto de Finn a desestabilizou, ela estava branca, fria, tremia.
Finn: Rachel? – Que diabo, ele viera atrás?! – Rachel respirou fundo, se recompondo. Ele apareceu no portal da cozinha – Passa algo? – Rachel negou com a cabeça, com medo da voz traí-la – Porque saiu daquele modo?
Rachel: Por nada. Eu só pensei que estava sendo inútil ali, eu não faço parte disso. – Disse, se resumindo. Pro pânico dela ele se aproximou, puxando-a pro seu abraço.
Finn: Não diga tolices, tu nunca és inútil. – Disse, beijando-lhe a testa – Está fria. – Disse, estranhando.
Rachel: Não é nada, só uma tontura. – Mentiu. Então a voz de Puck veio do corredor.
Puck: Finn! – Chamou, a voz forte, fazendo Rachel estremecer.
Rachel: Eu vou pro meu quarto só um instante, sim? – Pediu, e ele pensou que era porque ela realmente não estava se sentindo bem.
Finn: A encontro em um minuto, só o tempo de mandar Puck ir pro inferno. – Prometeu, e ela sorriu. Ele selou os lábios dela e saiu, ainda mancando um pouco, ao encontro de Puck. Rachel, longe dele, deixou o rosto cair de novo.
Não suportaria. Não suportaria que ele descobrisse, que ele a deixasse. Ela preferia morrer do que sobreviver perante o desamor dele. Ela encararia a morte com um sorriso no rosto. Deus, me ajude...
Finn foi ao encontro de Rachel pouco tempo depois. Ela havia tomado banho, tentando esfriar os ânimos, e estava com a roupa debaixo. Ele entrou no quarto, fechando a porta.
Finn: Está melhor? – Perguntou, preocupado.
Rachel: Passou, foi só uma vertigem. – Disse, abraçando-o e afundando o rosto em seu ombro. Ele a abraçou, meio que ninando-a.
Finn: Anjo, se importa de voltar ao quarto que eu lhe dei? – Perguntou, beijando o cabelo dela – Esse é pequeno demais, úmido demais... Você merece algo melhor.
Rachel: Não, não me importo. – Ela não se importava com nada agora.
Finn: Vamos sair daqui, então. – Disse, apanhando o roupão dela. Rachel ia protestar, mas ele a calou com o olhar.
Os dois saíram dali de mãos dadas. Finn a levou pelos corredores, e com um toque do acaso ninguém os viu. Ele retirou a chave do quarto do bolso, abrindo a porta, e entrou com ela. A cama de casal, confortável, estava forrada com lençóis limpos, ele mandara limpar e organizar tudo.
Finn: Tua chave. – Disse, pondo a chave em cima da cômoda. – Se deite um pouco, vai ajudar. – Disse, abraçando-a por trás e dando-lhe um beijinho no ombro.
Rachel: Eu sei de algo que vai me ajudar. – Disse, se virando pra ele, abraçando-o – Faça amor comigo, Finn. – Pediu, beijando-lhe o rosto.
Finn: O que? – Perguntou, meio confuso. Ela não estava doente?
Rachel: Quero que faça amor comigo. – Repetiu, e ele trouxe o rosto dela pra si, encarando-a.
Finn: Não posso fazer isso, está doente, vai piorar. – Disse, acariciando o rosto dela.
Rachel: Ao acaso tu me ouvistes quando eu disse o mesmo, na tua torre? – Perguntou, contra-atacando, e ele riu.
Finn: Era diferente. – Impôs.
Rachel: É claro que era. – Ela o beijou. Dentre os muitos dons de Finn, rejeitá-la não se incluía.
Ele retribuiu, abraçando-a firmemente. Era estranho. Dulce nunca o procurava, era sempre reservada, até se esquivava. Nem nunca falava no assunto. Rachel era completamente o oposto. Dulce nunca o tinha buscado; Rachel já. O fazia como se fosse natural. Ele gostava disso. Ele sentiu ela fazer algum esforço, e após alguns instantes percebeu que ela tentava fazê-lo andar. Permitiu. Ele se bateu na cama, caindo sentado, se separando do beijo dela. Rachel acariciou o rosto dele, que, encarando-a, beijou sua mão e pulso. Ela o soltou, ficando parada a sua frente, e desfez o nó do roupão, se revelando de roupa intima na frente dele.
Finn: Rachel... – Repreendeu.
Rachel: Shhh. – Disse, pondo um dedo na boca dele. Ele se calou.
E ele não disse mais nada. Apenas observou ela desamarrar o nó frontal do corpete, se libertando dele. A encarou o tempo todo. Quando ela por fim o retirou, largando-o no chão junto ao roupão, ele não conseguiu evitar desviar o olhar, vendo o cabelo agora escuro dela caindo junto a pele pálida, os seios fartos e barriga reta a sua frente. Não pôde mais brigar. Ele a queria e ela pedia por aquilo. A apanhou pelas coxas, abocanhando sua barriga em um beijo mordido. Rachel sorriu, acariciando o cabelo dele. Assim se sentiria segura: Em seus braços, sendo sua mulher. Finn deixou uma trilha de marcas vermelhas subindo pela barriga dela até encontrar os seios, que estavam bem a sua frente. A encarou por um instante, mas logo se ocupara de beijá-los. Rachel fechou os olhos, se permitindo sentir as caricias dele. Parecia faminto. A pele dela foi se esquentando sob as mãos dele, perante seus lábios, e ele sorriu ao sentir o mamilo dela se enrijecer em seus lábios. Então ela passou pro seu colo, as mãos buscando os botões do colete, soltando-os. A boca de Finn buscou a orelha dela, o rosto, de modo até agressivo, sedento. Rachel removeu o colete dele e partiu imediatamente pra camisa, que logo foi eliminada.
Ele mordeu o queixo dela quando ela buscou seu cinto, abrindo-o sem nenhum pudor.
Finn: Me encanta, carinho. – Disse, com a boca próxima ao ouvido dela.
Rachel sentiu as mãos dele apanhando sua cintura e erguendo-a, e logo ela estava por baixo na cama. Ele empurrou os sapatos e as meias com os pés, de qualquer jeito, e ela acolheu o peso dele sob si, lânguida. Não demorou mais de alguns minutos e os dois se moviam juntos, mas Finn ainda estava hesitante, achando realmente que ela estava doente.
Rachel: Amor. – Sussurrou, no ouvido dele. A voz dela estava quebrada, rouca pelo desejo. Ela sentiu as mãos de Finn apertarem sua cintura, como que buscando controle para manter aquele ritmo lento, apaziguado, ao ouvir a voz dela. – Assim não. – Pediu, beijando-lhe a orelha.
Finn: Não faça... – Ele realmente estava usando cada fibra da sua resistência para não atacá-la como tinha vontade.
Rachel: Por favor. – Disse, e ele sentiu ela enlaçar as pernas na cintura dele, pressionando-o contra si – Isso não é o que você quer... – Induziu, traçando uma linha pelas costas dele com a unha.
Finn: É o que eu posso fazer sem machucá-la. – Rebateu. Ela insistindo daquele modo não ajudava em nada.
Rachel: Então eu quero que você me machuque. – Sussurrou, mordendo a orelha dele – Eu estou pedindo por isso. Eu quero a dor. – Concluiu, passando os lábios entreabertos de leve pela orelha dele.
Ela sentiu Finn morder seu ombro. Ele parecia estar buscando forças, tentando... E falhou miseravelmente.
Rachel sentiu ele puxando-a mais pra si, fazendo-a quase deslizar na cama, e ele investiu nela com brutalidade, como ela havia pedido, fazendo-a gritar a inicio. Agora sim. O corpo de Rachel oscilava com as estocadas que recebia dela, e ela tinha a cabeça inclinada para trás, os lábios entreabertos. Finn tinha o rosto no pescoço dela, mordendo-o, chupando-o. Tinha o cenho franzido pela força que usava. Rachel cravou as unhas nas costas dele, deliciada com tudo aquilo. Era mais do que havia pedido, era mais do que ela precisava, era... Deus! Durou tempos. Ele não perdeu o ritmo, não se cansou, e a cada segundo que passava para ela era melhor. Até que...
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