Johnny. O Herdeiro Dos Black

3 Um John diferente (Reescrita)


Notas iniciais
(Essa fic está sendo reescrita por vários motivos Um desses motivos foi que saiu completamente do que eu esperava e pensava para a história, agora que está sendo reescrita espero que todos e todas estendam isso. Ela vai ser reescrita até onde parou. Me desculpem pelo transtorno e vamos aproveitar a leitura)

Bom como prometido duas vezes...
Capítulo de 07/12/12 e Postado no amanhã de 06/12/12...
Espero que gostem... Por enquanto não tem nenhuma parte interessante nem nada... Mas deixa só chegar até o 10º capítulo... Ah, vocês vão amar...

Então...

Enjoy!

Quando John chegou ao Salão Principal meio cansativo deu de cara com vários olhares femininos famintos, o que o deixou muito poderoso. Os olhares aparentavam que iam avançarem em John á qualquer minuto, ele se sentiu completamente orgulhoso que agora atraia o olhar delas, mas de começo o assustou. Paul deu um sorriso discreto cochichando.

–As meninas estão o comendo com os olhos, ou é uma impressão minha? – Ele sorriu amistosamente, tentando o encorajar á olhar para frente.

–Acho que também é impressão minha. – Abaixou a cabeça em vez de continuar á olhar para frente.

-Isso é bom! – Falou Paul dando um sorriso encorajador e abrindo os braços como se estivesse o animando á seguir em frente.

-Porque seria bom? – Ele parecia tremer quando a pergunta chegou á sua garganta e suas bochechas ficaram vermelhas.

-Ué, meninas em cima de você significa que está transbordando seu lado Sirius, seu lado Julia!

-Isto só pode ser brincadeira eu... – Ele foi interrompido por Paul que continuou sorrindo.

-Johnny... – Ele sorriu. – Não seja dramático! – Em seguida quando percebeu que boas partes dos olhares femininos iam para John ele se afastou e disse.

-Nós nos vemos na aula primo! – Disse dando um empurrão em John que foi ao chão com tudo desmantelando o queixo no chão do Salão.

Ao se chocar no chão e colocar a mão no local em que sentiu o baque.

–PAUL! – A única palavra que disse em vez de gritar. Com a boca no chão novamente. Foi acudido pela garota do trem. Da qual no momento esqueceu o nome e só se importou em recuperar a visão que lhe faltava.

–Johnny Lueffe, está tudo bem com você?

–Precisa de um pano? – Perguntou uma segunda garota que se aproximou de John com uma velocidade incrível seu sorriso era belo e suas bochechas estavam rosadas, como as de John no momento, em que percebeu que ninguém mais o chamava de John Aflen; percebendo que tinha um grande grupo de fãs.

Ao se sentir completamente, não incompreendido, mas sim, vulnerável se levantou rapidamente deixando as garotas que estavam chegando assustadas, enquanto as demais o admiravam. Ele não aceitava de tal modo ter tantas garotas o rondando, mesmo se sentindo o maioral, aquilo era ridiculamente estranho e o fazia se sentir péssimo e ao mesmo tempo chamava muita atenção. Deu um sorriso fraco e engoliu secamente logo em seguida agradeceu á todas às garotas e depois se sentou em sua mesa, sendo recebido de braços abertos por Rose que o acolheu de cara.

Deu um sorriso e logo em seguida a soltou quando viu que as demais garotas a encaravam feio.

–Como está Aurora? – Ela perguntou olhando para Johnny que parecia encantado pegando o seu horário de aula que McGonagall acabara de colocar sobre sua mesa.

–Ela disse que você a empurrou! – Falou em tom único.

–O que? – Ela o encarou. – Pelos céus Johnny... Não fui eu... Eu fui ajudar ela!

–Sério? E quem poderia ter sido? – Perguntou em tom irônico.

–Eu não sei o seu nome... – Rose apontou para a mesa da Sonserina que estava vidrada em John. – Aquela... Com sardas no rosto, e os lábios quebrados.

John olhou fixo para uma garota que acenava com um sorriso no rosto. Sardas e olhos claros, estava completamente perplexa por ele e imediatamente a reconheceu. Ele deu um pulo e quase caiu do banco.

Aah, perdão a minha falta de educação... Eu sou aluna da Durmstrang, estou sendo transferida para Hogwarts, me chamou Marie...

–Aquela ali? – John ergueu o pescoço tentando ao máximo não chamar a atenção da garota ao qual ele apontava, mas ela parecia estar á parte dos seus movimentos.

*Marie Pettigrew.

–Sim... – Falou Rose. – Vi claramente, eu não me engano!

*Aah, então você é parente de um assassino?

–Ela? – Ele continuou olhando.

*Uou, nada, eu acho que Dumbledore iria querer saber disso e te aprisionar em Azkaban para não se tornar um assassino e...

-Marie Pettigrew? – Perguntou John. “Pergunto-me ardentemente o que seria de mim se ela soubesse que eu sou filho do prisioneiro mais injustiçado de todos os tempos.”

-Pettigrew? – Rose elevou o dedo á boca pensativa. – Esse nome não me é estranho.

-Em que sentido? – John elevou o olhar para o seu horário. – Sorte...

-O que foi?

–Temos duas aulas de Poções. A segunda é com a Grifinória. Depois temos Feitiço e Transfiguração com a Sonserina e Defesa contra Arte das Trevas, junto com a Corvinal. – Falou ele com os olhos vidrados no papel. – Além de que eu tenho a matéria extracurricular de Voo e Estudo dos Trouxas. E você?

–Bom, me escrevi em Aritmância e... Apenas esta, eu não estou preparada para ter muitas aulas... Disseram para não exagerar! – Ela sorriu.

John a acompanhou no sorriso e em seguida bebeu seu suco de abobora e se levantou.

–Estou indo... Vamos?

–Aah, ainda não! – Falou Rose. – Prefiro esperar aquela maníaca sair primeiro... – John bufou e esticou a mão para Rose. – Pare de falar besteiras, me de a mão ninguém vai machucar você! – E ela pegou na mão de Johnny com um sorriso no rosto inconfundível.

Ao longe os olhos de Marie apertaram. O ódio esplendido da garota passou pelo seu olhar, encarou Rose ao longe pegando na mão de John, se ela própria pudesse se ver, estaria vermelha como um rabanete.

–Marie, tudo bem? – Perguntou o seu companheiro, o garoto do trem parecendo altamente preocupado com a sua expressão de fúria.

–Quase... – Ela se levantou tentando se acalmar. – Temos aulas com a Lufa-Lufa hoje?

–Huum... – O garoto loiro de olhos claros encarou a folha. – Temos duas aulas com a Lufa-Lufa.

–Quais?

–Feitiço e Transfiguração! – Respondeu em tom tranquilo, a garota o olhou com olhos maliciosos dizendo.

–Aih, que venha rápido...

–O que aconteceu? Não vai dizer que se interessou pelo Lufano do trem?

–Não! De maneira nenhuma. – Ela sorriu. – Mas, me interessa cortar o pescoço de uma Lufana. – Ele pegou na mão da garota apressadamente.

–Se você matar alguém nessa escola... Eu te juro que seu pai ficará sabendo disso.

–Idiota! – A garota cruzou os braços.
*

–E então John... – Rose o chamou enquanto caminhavam juntos na direção á aula de Poções. – Já pensou o que vai fazer depois de Hogwarts?

–Bom... Profissionalmente? – Ele fez um bico.

–Sim! – Respondeu Rose sorridente.

–Eu queria ser Juiz de Quadribol... – Rose riu. – É verdade...

–Estou falando de profissão de verdade John! – Retrucou.

–Mas, ser Juiz não é profissão? Sem juiz não á jogo de Quadribol...

–Estou falando sério John! – A garota parecia zangada.

–Ok, eu queria ser curandeiro! Ou ir mais longe... Ser Obliviador!

–Obliviador? – Perguntou Rose em tamanho desgosto.

–Sim, porque não? – Ele riu. – E você?

–Eu serei... Seria eu... – Ela engasgou. – Acho que... Uma ministra da magia ou uma Sub Secretaria. Não quero alcançar algo que não posso realizar...

A Aula de Poções era totalmente tediosa. Mas não para John, que ouvia Snape dizer a mesma coisa diversas vezes, tanto que sorria apenas dele o encarar. Talvez o espírito de sua mãe e seu pai estivesse se rebelando nele. Após a aula com a Grifinória, partiram rapidamente para a aula com a Sonserina. John se deu conta de quão difícil seria Hogwarts naquele ano. Tendo que estudar cada vez mais e mais... Sempre ao extremo, fazendo o que poder.

Ao chegar à sala de Feitiço todos os alunos de ambas as casas puderam ver que havia um papel colado na porta como um aviso, havia uma grande multidão em volta do papel, alguns resmungando e outros apenas aceitando de boa.

“Alunos do 5º ano, da Lufa-Lufa e Sonserina deverão fazer pares com os colegas da outra casa. Grifinória e Corvinal o mesmo. Aqui a lista de pares; Todas as semanas isso será atualizado até o fim do ano, pelas ordens do Diretor de Hogwarts Alvo Dumbledore”.

John colocou os olhos no papel quando conseguiu se aproximar da porta.

Lufa-Lufa:
Johnny Zafre Lueffe/ e

Sonserina:

/Maryle Myrot.

O corpo de John deu uma tremida horrível. Maryle? Quem era ela mesma? Uma Sonserina na qual seus pais deveria ter o grande desgosto de se aproximar? Se soubessem disso o criticariam? Reclamariam com Dumbledore? A resposta ele não sabia, mas sabia que principalmente Julia armaria um escândalo na sala de Dumbledore. Depois de enfrentar a multidão e entrar na sala percebeu que estava bem vazia, talvez porque ainda ninguém havia encontrado o seu par, o que poderia ser bem ruim, já que as maiorias dos Sonserinos não se davam bem com ninguém anuncer eles próprios. Aproximou-se de Rose.

–Quem é o seu par?

Rose deu um sorriso.

–Um... Tal de Gregório Goyle... – Ela sorriu de volta dando um beijo na bochecha de John. – Não se preocupe eu vou ficar bem.

–Aan... Ahm. – Ele engoliu secamente. – Ok... Então até o fim da aula!

-Até! – Disse em um enorme sorriso.

Ele se dirigiu pela sala, preocurando o seu par, e logo a topou de costas escrevendo, mal havia começado a aula e ela já estava escrevendo. John se dirigiu á mesa onde Maryle estava sentada. Engoliu secamente e se sentiu terrivelmente envergonhado. Era tão complicado conversar com as mulheres, mas por incrível estava sozinha, essas garotas sempre andavam em “bando” e só Paul tinha tal coragem de se aproximar delas. Com ou sem par.

–Aan... – John abriu a boca pra falar algo, mas a única garota que tinha assunto o suficiente com ele, estava sentada com Goyle.

–Um Lufano! – Falou Maryle dando um sorriso escandaloso. – Então nos encontramos em Hogwarts novamente.

–Sim... – John sentiu seu rosto pegar fogo misteriosamente. E em seguida se sentou ao lado dela. – Estranho esse negócio de trocar os pares não é?

–Sim. – Ela dirigiu o olhar para a folha.

–Ok... É boa em Feitiços? – Perguntou John enquanto ela continuava á escrever em um pergaminho gigantesco que agora que fora perceber que era enorme.

–Nem sempre, tem uns feitiços em que sou boa. Alguns feitiços eu sou ruim! – Perguntou.

–Huum... – Ele desviou o seu olhar para Rose que parecia muito desconfortável com Goyle, mas mandou um sorriso amigável quando percebeu que John estava a olhando e sorriu de volta carinhosamente.

–Posso fazer uma pergunta? – Ela o olhou nos olhos. Aqueles olhos verdes esmeraldas se encontrando nos azuis escuros de John, o fizeram tremer, mas se conteve em dizer algo que a desagradasse no que ele era bom de fazer.

– Claro.

–O que Sirius e Julia Black são seus?

–Julia é minha mãe.

–E Sirius?

–Meu... – John paralisou quando viu Marie Pettigrew o encarando dois lugares á sua frente. – Isso não é necessário dizer.

–Oh, você quem sabe. – Falou continuando á escrever.

–Me diga, Aline e Steve são seus pais adotivos?

–Não... Ela é apenas uma prima um pouco distante da minha mãe.

–O que aconteceu mesmo com a sua mãe?

–Ela morreu! – respondeu ela dessa vez um pouco fria.

–Ah, se eu fosse você teria cuidado com o que dizem... Também falaram que minha mãe havia morrido, mas não passava de um simples engano.

–Não, ela morreu mesmo. Vários membros da Ordem da Fênix, Aurores, e até o Ministro da Magia confirmaram a morte dela. Declarando completamente nojenta.

–Como poderia ser nojenta?

–Da pior maneira possível. – Ela olhou para frente sem sorrir. – Mas isso não é importante, não vamos procurar pessoas mortas não é?

–Não tem curiosidade de saber como é que é sua mãe? Quem foi?

–Já tive informações o suficiente dela. – Ela falou. – Ela não foi nenhuma alma bondosa não. Definitivamente ela trabalhava para... “Você-Sabe-Quem”.

–Você acha? – Perguntou ele assustado.

–Todos diziam. Dumbledore me mostrou uma vez... E então por isso que na primeira vez que te chamei, foi por causa disso.

–Mas o que sua mãe teria á ver comigo?

–Você não era adotado da família Zafre? – Perguntou Maryle com sua voz distante e profunda.

–Sim!

–Dizem que Ísis Zafre induziu minha mãe á morrer.

–Ísis não faria isso!

–Sim... E como ela te contou sobre o seu passado? – A garota encarou John de tão modo em que ele ficou desnorteado por alguns minutos.

–Mas isso não tem nada á ver... – Falou John tentando salvar a pele de Ísis. – Ela é uma boa pessoa.

–Pode ser para você... Mas... E para os outros filhos dela? Não vejo o mesmo brilho nos olhos de Paul. Não o mesmo brilho que vejo nos olhos de Terence...

–Ah, deve ser impressão sua... Sonserina Maluca.

–Maluca? – Ela bufou. – Sim, talvez um pouco, mas que percebe as coisas rápido demais.

Ele a observou severamente, Maryle tinha o seu jeitinho frio, mas não poderia esquecer que era uma menina e deveria como diz Paul ser educado e sensível sobre qualquer assunto que ela possa dizer. Após a aula desastrosa que se seguiu, feitiço, que era uma das matérias que John menos gostava. Mas peno menos pode se sentar com Maryle e assim ter peno menos um segundo de paz, já que ela não o atacou vorazmente. Por mais difícil que fosse e tudo mais.

Após terminar de guardar o material da aula de Feitiço, John ficou pensando sobre o que a Sonserina havia dito para ele sobre brilhos nos olhos de Paul diferentes de Terence. Apesar de que já percebeu várias vezes que Paul não gostava de passar as férias de Natal nem as de Páscoa na casa de Ísis, e ás vezes voltava para o orfanato onde foi criado durante as férias de verão, mas para ele era apenas uma mania. Talvez na hora do almoço fosse uma ótima ideia para eles se entenderem e vê se era realmente como ela disse. Que ele não tem o mesmo brilho nos olhos que Terence.

–John! John! – Ouviu alguém o chamando e logo reconheceu de quem era a suave voz afobada; era a voz de Susan Bones, fazia tempo que ela não aborrecia John. E quando se fala “tempo” realmente fazia MUITO TEMPO. – Eih poderia me esperar um pouco?

John se virou assustado, se deparando com uma Susan completamente diferente da qual ele conhecia.

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Talvez até mais bonita ou arrumada, comportada e muito da educada. Um pouco diferente talvez, John se importou em deixar a irmã esperando um pouco, para ouvir o que ela tinha á dizer.

–Sim Susan?

–Nossa como você está mais bonito... Mais, confiante! – Ela parecia que nunca havia visto John. – Você mudou tanto. – Parecia que não se viam á anos. – Ah, o que aconteceu com você?

–Nada... – Falou se corando. – Eu estou do mesmo jeito de antes.

–Não está não! – Ela sorriu. – Você está mais crescido e confiante... Aconteceu alguma coisa no seu verão que foi tão bom assim?

–Sim! – Ele sorriu.

–O que?

–Encontrei a minha mãe. – O sorriso de Susan foi enorme.

– Então eu já tenho uma sogra! – Disse animada.

–UMA... O QUE?

–Sogra! – Ela abraçou John. – Isso acontece quando duas pessoas começam á namorar... Aí a mãe da outra pessoa se torna sua sogra.

–Mas...

–Ou vai dizer que está de caso com alguém... – Perguntou Susan se atirando em cima de John em um toque sensual na qual ele não poderia entender o que significava realmente.

–Não! Não estou de caso com ninguém. – Ele se corou e tentou não gaguejar na hora, mas estava quase lá.

–Ninguém mesmo?

–Bom, não é exatamente um caso... Ainda não sei o que é... E...

–JOHNNY LUEFFE! – Berrou Paul o puxando pelos cabelos enrolados. – AURORA NÃO VAI SE CURAR SE VOCÊ NÃO ESTIVER LÁ!

–AUH! Paul... – Falou John abaixando a cabeça e passando a mão por onde Paul havia puxado tentando mostrar que estava conversando com alguém.

–Perdão Susan Bones... – Falou Paul pegando nos ombros de John e o puxando. – Mas esse garoto tem uma Dama á visitar na Ala Hospitalar... – Ele sorriu e em seguida se retirou junto com John. – DEPOIS ELE FALA COM VOCÊ!

-Aan... TÁ BOM! – Falou ela meio sem entender e em seguida se calou, dando um sorriso e acenando para John, que acenou de volta.

Quando saiu da vista de Susan, se virou para Paul enfurecido.

–Paul, você viu o que você fez? — Perguntou.

–Ah, relaxa, agora as meninas estão caindo matando em cima de você. Só aproveite o momento...

De repente vagamente, John ergueu a sobrancelha se lembrando do que ia perguntar á ele e não teve tempo o suficiente e perguntou á Paul.

–Paul, porque você não ia pra casa dos Zafre no natal? – Paul parou de caminhar e abaixou a cabeça dando meia volta e dizendo.

–Tenho que dar uma patrulhada nos meus corredores! Valeu por me lembrar disso, Johnny! Depois a gente se fala. Até mais! NÃO SE ESQUECE DE VISITAR A SUA IRMÃ OUVIU?

Paul sumiu nos corredores mais rápido do que ele quando foi arrastado para longe de Susan, seu humor até havia mudado e John percebeu isso instantaneamente. O que o fez mudar de humor tão rápido? Não foi nada que John disse, não é?
Se for o que ele disse, Maryle tinha razão, e havia um segredo para ele desvendar sobre isso.

Notas finais
Até o próximo capítulo... E não esqueçam de deixar reviews...

Beijos da

Autora.

~♥~