Johnny. O Herdeiro Dos Black

1 Doce Marie... Marie Pettigrew (Reescrita)


Notas iniciais
(Essa fic está sendo reescrita por vários motivos Um desses motivos foi que saiu completamente do que eu esperava e pensava para a história, agora que está sendo reescrita espero que todos e todas estendam isso. Ela vai ser reescrita até onde parou. Me desculpem pelo transtorno e vamos aproveitar a leitura) —-Bem vindos á Segunda Temporada de "O Segredo de John. O Herdeiro dos Black." Bom só vou deixar vocês com um gostinho de "Quero Mais". Pois outro capítulo só dia 07/21/2012... Então aproveitem e me deixem muitos Reviews!!! Beijos e até lá...

—Aah, perdão a minha falta de educação... Eu sou aluna da Durmstrang, estou sendo transferida para Hogwarts, me chamo Marie... Marie Pettigrew.

—Aah... – Falou Paul. – Sou Paul Zafre...

—E eu sou Johnny Lueffe! Seja- Bem Vinda á Hogwarts Marie...

—Fico contente de achar pessoas tão interessantes como vocês dois!

—Não sabia que existia esse negocio de transferência de escola...

—Ah, sim, claro que existe... – A voz da garota era amarga e com uma pitada de veneno enrolando nas palavras que dizia. – Ainda vão ver muitos alunos novos por aqui.

Eles acenaram positivamente, enquanto ela voltou o seu olhar para a sua revista e continuou lendo, porém para John parecia que ela estava fingindo, olhos não se moviam tão rápido assim. Ao perceber a distração, ou quase isso da garota, Johnny olhou para Paul chamando a sua atenção com a mão.

—Posso pergunta?

—Sempre...

— Porque não usa o sobrenome de seu pai?

—Black? – Ele riu. – Talvez por enquanto não.

—E porque não?

—Aah, você jamais entenderia John, você é um bom menino por isso...

Ele sorriu sem graça. Entre o silencio que seguiu á seguir, ele começou á olhar para a revista da qual falava de Sirius. Ele e Paul desviaram o olhar para a revista e ficaram observando a sua capa, querendo ler o que estava escrito. Marie dava sorrisos por trás da revista quando percebeu que ambos olhavam para ela lendo, deu um sorriso quebrando o silencio.

—Querem que eu leia á vocês? – Perguntou tirando ambos do transe hipnótico na qual parecia terem entrado.

—Aan? O que?

—A revista... – Apontou sorrindo.

—Sim... – Falou John se arrumando no lugar.

—Sirius Black o quanto é mostrado?— Marie leu o artigo com as palavras encharcadas de veneno, Paul se erguia mais para frente para ouvir e entender o artigo caprichosamente.

— “Por quatorze anos Sirius Black, tem sido culpado por um assassinato em massa de doze trouxas inocentes e de um bruxo; A fuga audaciosa de Black de Azkaban dois anos atrás tem levado à maior caça humana jamais conduzida pelo Ministério da Magia; Nenhum de nós nunca questionou se ele merecia ser recapturado e entregue novamente aos dementadores.

MAS ELE REALMENTE FEZ ISSO?

Uma nova evidência assustadora recentemente veio à luz e mostra que Sirius Black não cometeu os crimes pelos quais foi mandado para Azkaban. 'De fato', disse Doris Purkiss, do número 18 da Acanthia Way, Little Norton, 'Black não esteve nem presente às mortes. '

'O que as pessoas não sabem é que Sirius Black é um nome falso', disse a Sra. Purkiss. “O homem que todos acreditam ser Sirius Black é realmente Stubby Boardman, cantor principal do popular grupo The Hobgoblins, que se retiraram da vida pública depois de ser acertado por um nabo em sua orelha durante um concerto no salão da Igreja Little Norton há uns 15 anos atrás. Eu o reconheci no momento que eu vi sua foto no papel. Agora, Stubby não pode ter cometido esses crimes, porque no dia em questão ele estava em um jantar romântico comigo. Eu escrevi para o Ministro da Magia e espero que ele dê a Stubby, apelidado de Sirius, um perdão completo.” – Dando mais um sorriso e umedecendo os lábios com a língua suspirou friamente. – E então o que acharam? Eu era a melhor leitura de Durmstrang, sem querer me achar é claro.

Os dois se olharam dando um sorriso meio forçado.

—Ah; – Falou Johnny tentando não se mostrar interessado. Se ele tivesse ouvido isso á dois ou três anos atrás ele estaria discordando das coisas e dizendo constantemente que era um assassino sem piedade. Já que nos primeiro anos disseram á ele que sua mãe, Julia teria sido morta por ele e confundida com uma trouxa. Mas isso não vinha á ser exatamente isso. E sim que agora Sirius era o seu pai, confirmado pela sua mãe, e isso não deixava de incomoda-lo. Dando uma encostada em seu lugar suspirando pensando no que dizer. – Realmente se ele... Ele um cantor? – Johnny riu tentando esconder a sua chateação. – Quem diria não?

—Realmente esse mundo bruxo é engraçado... – Falou ela olhando para a janela se sentindo distante. – Acho que realmente esse Sirius Black é um assassino e nenhum cantor.

—Bom, mas nem sempre é verdade o que o mundo bruxo escreve, não é? – Falou Johnny ao ver que ela tomava agora os olhos de Paul com os seus. O encarando prestes á lhe perguntar alguma coisa.

—Não deixei de escutar, você é um Black não é?

—Sim! – Falou se corando abaixando a cabeça.

—Filho de Sirius Black?

Johnny percebendo o perigo que lhe aproximava abriu a boca dizendo.

—Existem vários Blacks, sua árvore genealógica é tão grande por se casarem apenas com sangues puros e...

—Não... Meus... Meus pais... Bom, estão mortos e...

—É filho de quem? – Perguntou em um tom autoritário.

Johnny tentava mais não estava conseguindo atrair a atenção para si.

—Aan... – Ele repirou fundo. – Kathellen e Régulos Black!

—Régulos Black? Ele não é o irmão de Sirius Black?

—Sim... – Falou Paul a encarando.

—Aah, então você é parente de um assassino?

—Sou por quê?

—Bom, não sabemos na real se Sirius realmente é um assassino... – Dizia Johnny com um sorriso fraco tentando chamar a atenção

—Uou, nada de mais, eu só acho que Dumbledore iria querer saber disso e te aprisionar em Azkaban para não se tornar um assassino...

—Não é só porque sou parente de um assassino vou me transformar em um...

—Bom Sirius não era nenhum assassino antes. Mas se for por esse caso, você é filho de um Comensal da Morte não é? Pode mexer com mágica negra e...

—CALA A BOCA! – Berrou Paul se atirando em cima da garota ferozmente que esquivou para o lado mesmo assim fugindo das mãos de Paul, ficaria mais feio aquilo, já que John era um pouco baixo para conter a fúria de Paul quando de repente um garoto com os olhos claros e os cabelos loiros apareceu no vagão como se estivesse desesperado com o barulho da briga e interveio puxando Marie e afastando Paul dela.

—Marie, não pode ficar um pouco sem arrumar confusão? – Ele olhou para Johnny e Paul. – Me perdoem... Ela é meio descontrolada então, perdoe os transtornos. – Ele olhou para Marie. – Vamos garota, estive preocurando você por todo o trem...

Ela se arrumou devagar, encarou Paul e sorriu para Johnny dando um tchau discreto para ele que olhou para Paul instantaneamente acenando negativamente como se dissesse “Não to á fim dela”. Paul se sentou dando um suspiro para John que colocou a mão em seu ombro amigavelmente.

—Você está bem? – Perguntou tentando acalma-lo.

—Eu não queria ser sobrinho de um... Um... Assassino!

—Você não é sobrinho de um assassino! – Falou Johnny. – Sirius nem é tão mal assim!

—Como pode ter certeza? Todos dizem, juram que ele é um assassino. E... – John o encarou. – Afinal de contas eu veio carregando esse maldito nome pela minha vida inteira.

— Veja Sirius não é um assassino!

—Porque tem tanta certeza John? Você mesmo no terceiro ano tem prova de que ele arranhou e rasgou as cortinas no dormitório da Grifinória especificamente do Weasley, Terence estava lá, lembra? E Joshep mesmo disse que foi ele quem matou a sua mãe, o pai do Harry e...

—Você acredita nisso?

—Claro. E você acreditava até ano passado. – Falou Paul cruzando os braços. – O que fez você mudar de ideia?

—Bom... Promete guardar um segredinho? – Paul olhou para o vagão fechando a porta e esticando-se no banco dizendo.

—Sim...

—Ok; sei que isso vai parecer estranho e... Completamente impossível. Doido ou... Sei lá maníaco! Mas... Eu sou filho de Julia e Sirius Black! – Falou sorridente. – Julia não morreu, mas entrou em coma por catorze anos, tentando me salvar da nossa tia-prima Bellatrix Lestrange! – Paul se sentou freneticamente no banco o observando abismado. – Os conheci nesse varão, fui levado pessoalmente á casa de Sirius. Sou agora Johnny Alexandre Lueffe Black. Apesar de odiar o Alexandre.

—Não creio! – Falou Paul se afastando dele, mas ao mesmo tempo querendo se aproximar. – Deles? Logo deles?

—Sim! E é fantástico!

—Tem certeza que não é um sonho? – Zombou.

—Não, eu os vi... Foi logo depois que botaram fogo em na Casa dos Zafre, quem me salvou, foi minha tia. – Falou contente. – Manuela Lueffe. Definitivamente elas eram amigas da sua mãe Paul. – Sorriu quando Paul abaixou a cabeça.

—Sua mãe e tia? Que sorte a sua! – Ele suspirou. – Julia e Manuela foram lá. Mas não sabia que era sua mãe. Ela queria me matar. Manuela.

—Com certeza não era isso. – Falou John. – As duas não gostam de violência. Bom, essa parte eu acho que é real... E onde está Terence?

—Não sabe como olhar pra você... – Falou Paul. – Nem eu... Sou descendente de Aflen e por isso sou meio idiota... Desculpe ter beijado você! – Falou Paul rapidamente com a cabeça baixa e completamente vermelho dirigindo a sua atenção aos dedos.

—Aan, tudo bem... – Ele sorriu meio sem graça, estava tentando esquecer aquilo. – Mas não faça mais isso ouviu? – Falou John corado dando um sorriso.

—Me desculpe também por ter deixado você sozinho em casa... Nossa, eu estava tentando esquecer isso, mas, eu sabia que éramos da mesma família desde que vi você então basicamente eu não podia te deixar lá, mas... Não...

—Não se preocupe... Eu estou vivo e é isso que importa... – Ele olhou para Paul. – Mas o assunto do “Beijo” nós vamos esquecer, nem aconteceu... Entendeu?

—Pode deixar... – Disse ele sorrindo tranquilamente.

—Você não é gay não é? – Perguntou John ouvindo uma gargalhada sair da boca de Paul.

—Não... Sou homem! Não curto muito esse lado gay não! Claro que devo respeitar, pois todos diziam que minha mãe era lésbica... Enfim; – Ele olhou para John entrelaçando as próprias mãos uma na outra e seguindo. – Mas você é muito bonito, infelizmente eu não sou mulher.

—Você... Pretende ter família? – Perguntou John um pouco desconfiado.

—Sim! Três filhos! – Sorriu.

—Ok...

A viagem continuou descontraída, John contou como foi passar o verão rodeado de familiares de verdade, vendo padrinhos, conhecendo pessoas que imaginou nunca conversar, como os Weasleys; Paul por sua vez contou como foi um tédio ouvir Terence e Melody reclamarem o verão inteiro, contou que durante o verão ninguém dirigiu a palavra á ninguém pelo motivo da tentativa de John.

Ao chegaram a Hogwarts e se despediriam antes de se separarem no Salão Principal. Foi aí que John se perdeu, onde devia estar a sua irmã? A companhia com Paul havia sido ótima, como qualquer ano anterior, porém ele se esqueceu de quem deveria cuidar.

O seu coração disparou. Foi aí que se lembrou de que ela teria que ir primeiro para a seleção de sua Casa... Soltou um suspiro de alivio, pois estava segura com Hagrid.

—Ah, John pare de falar comigo... – Falou Anna empurrando John para o lado. Não havia percebido ela ali até chegarem a Hogwarts, o que foi uma surpresa desagradável.

—“Pra começar, porque todo começo de ano, Anna tem que implicar comigo?”— Sussurrou John consigo mesmo.

Porém estava confiante, estava feliz com tudo o que havia acontecido nas férias de verão, mal poderia acreditar que seus pais realmente estivessem vivos e fossem tão importantes de tal forma. Divertidos, mesmo não tendo muito assunto e achando que tudo aconteceu muito rápido.

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No Salão Principal a sua atenção foi para a fila que se formava na frente do Salão Principal, observando os novos alunos bruxos mostrando as suas caras assustadas, lembrou ele quando era mais novo, assustado, liderado por professora McGonagall, que estava carregando um banco onde havia um antigo chapéu de bruxo “O Chapéu Seletor”. John sentiu um pouco de raiva do Chapéu, devia ser da Corvinal ou da Grifinória.

O zumbido das falas do Salão se silenciou por completo. Enquanto a professora colocava o banco cuidadosamente á sua frente e então foi para trás. John se lembrou de que pensava mil coisas e fazia o estomago até dar umas voltas. Então o rasgo perto da aba se abriu, como uma boca e entoou uma música, assim como na primeira vez que John foi selecionado.

Em tempos antigos, quando eu era novo. E Hogwarts mal havia começado

Os fundadores dessa nobre escola Achavam que nunca se separariam:

Unidos por um objetivo comum, Eles tinham a mesma aspiração,

Fazer a melhor escola de magia do mundo E passaram todo o conhecimento deles.

'Juntos nós construímos e ensinamos'

Os quatro bons amigos decidiram E nunca sonharam que eles

Seria dividido algum dia, Pois onde poderia haver amigos.

Como Sonserina e Grifinória? A não ser se fosse o segundo par

De Lufa-Lufa e Corvinal?

Então como pode ter dado tão errado? Como pode tal amizade falhar?

Bem, eu estava lá e posso contar. Todo o triste, pesaroso conto.

Disse Sonserina 'Nós ensinaremos apenas aqueles

Cujo ancestral é puro'

Disse Corvinal 'Nós ensinaremos aqueles

Cuja Inteligência é perfeita'

Disse Grifinória 'Nós ensinaremos todos aqueles

Com bravos atos em seu nome'

Disse Lufa-Lufa 'Ensinarei a laia,

E os tratarei como iguais. '

Essas diferenças causaram poucas discussões. Quando pela primeira vez vieram à luz,

Pois cada um dos fundadores tinha Uma casa em que podiam

Pegar somente o que ele queria, então,

De início, Sonserina. Pegou somente bruxos de sangue puro

De grande astúcia, que nem a ele, E apenas aqueles com a mente afiada

Eram ensinados por Corvinal

Enquanto os mais bravos e destemidos

Foram com o audacioso Grifinória.

Boa Lufa-Lufa, ela pegou o resto,

E ensinou a eles tudo que sabia,

No entanto as casas e seus fundadores

Permaneceram com a amizade firme e verdadeira.

Então Hogwarts trabalhou em harmonia

Por muitos felizes anos, Mas então a discórdia cresceu entre nós.

Alimentando nossas falhas e medos. E as casas, que como quatro pilares.

Tinham uma vez segurado nossa escola, Agora se viraram uma contra a outra,

Divididas, procuravam dominar. E por um tempo parecia que a escola

Encontraria um fim próximo, O que com duelos e lutas.

E a colisão de amigos com amigos

E então veio a manhã Em que o velho Sonserina partiu

E então a luta morreu Ele saiu bem magoado

E nunca, desde os quatros fundadores. Que foram reduzidos a três,

Tiveram as casas unidas Como elas uma vez foram.

E agora o Chapéu Seletor está aqui

E todos vocês sabem o porquê. E selecionarei vocês nas casas

Porque é por isso que eu estou aqui, Mas esse ano eu irei mais longe,

Ouçam atentamente a minha canção: Mesmo que condenem, eu separarei vocês.

Ainda que eu ache isso errado, Mas eu devo completar meu propósito.

E devo dividi-los em quatro todo ano. Ainda eu espero que seja qual for à seleção

Não traga o fim que temo. Oh, saiba os perigos, leia os sinais,

A história de aviso mostra Que nossa Hogwarts está em perigo

De externos, mortais inimigos.

E nós devemos nos unir dentro dela. Ou nós iremos nos despedaçar

Eu os falei, eu os avisei... Agora que a seleção comece.

O chapéu parou e de repente os aplausos surgiram.

—Música grande não é? – Perguntou Ana á John que continuou olhando para frente sem se importar.

—Sim... – Falou John sem se preocupar.

Então desenrolando o pergaminho com nomes McGonagall começou á chamar os alunos.

—Os alunos que vou chamar agora, são alunos das instituições de Beauxbatons e Durmstrang. – Falava McGonagall. – Então serão do 4º e do 5º ano. Vamos então...

—Anne Rose Karkaroff.

—Karkaroff? – Pensou John dando um largo sorriso mostrando que estava deveras contente. – Pelos céus o que ela veio fazer em Hogwarts?

Ele se lembrou de vagamente que dançou com ela no Baile de Inverno no Torneio Tribruxo. Isso fez com que ele se afundasse no seu lugar, isso o deixava envergonhado e tímido, queria que ela caísse em qualquer casa menos na...

—LUFA-LUFA!

Ele se levantou rapidamente tentando mostrar-se um monitor competente, e aplaudiu assim como o resto da Lufa-Lufa, enquanto Rose caminhava em direção á John arrancando um enorme abraço dele.

—Quanto tempo... – Falou vendo a garota sorrir delicadamente.

—Para de ser exagerado, não faz tanto tempo assim... Talvez alguns meses, mas não faz tanto tempo.

Ele ofegou quando McGonagall chamou o segundo aluno.

—Brenton Lueffe.

—Lueffe? – Perguntou-se olhando para o garoto á sua frente seu coração pulsou. Parente distante? Porque nunca o viu?

—CORVINAL!

Dessa vez quem o recepcionou foi Ana que voou em cima de John, arrancando uma risada de Rose.

—Marie Pettigrew.

—SONSERINA!

—Monroe Black.

—CORVINAL!

A irmã dele havia caído na Corvinal, fez o seu coração se retorcer de ódio, talvez seja por isso que Julia tinha preferência por ela? E teria mais preferência agora, mas iria verificar isso depois. Agora não era hora.

—Victorio Aflen.

—SONSERINA!

—Agora aos alunos do primeiro ano...

—Euan Abercrombie

—GRIFINÓRIA.

John não estava se importando com os outros que estavam sendo selecionados. A fila foi diminuindo até que finalmente apareceu a última aluna da Lufa-Lufa: Rose Zeller. Então depois disso Minerva retirou o Chapéu e o banco enquanto Dumbledore se levantava.

Normal ele se levantar para dar as boas vindas antes do começo do ano.

—Para os nossos novatos... Bem vindos! Para os alunos antigos, Bem vindos de volta! Há uma hora para fazer discursos, mas não é agora... Sirvam-se! E alunos das escolas colegas á Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang, aproveitem e se sintam parte da família, daqui pra frente.

A comida transbordou dos pratos como sempre e John se serviu.

Após o jantar e a sobremesa, Dumbledore se levantou dizendo.

—Bem, agora que estamos todos digerindo outro magnífico banquete, peço uns poucos momentos de sua atenção para os nossos usuais avisos início de ano. – Disse Dumbledore. – Alunos do primeiro ano devem saber que a floresta do terreno é terminantemente proibida para alunos. E uns poucos de nossos alunos mais velhos devem estar sabendo agora também. O Sr. Filch, o zelador, me pediu, pelo que ele me disse é a quadricentésima sexagésima segunda vez, para lembrá-los que mágica não é permitida nos corredores entre classes, nem um monte de outras coisas, todas podem ser checadas na extensa lista que agora fica fixada na porta do escritório do Sr. Filch. Nós tivemos duas mudanças do corpo docente esse ano. É um prazer ter de volta a Professora Grubbly Plank no Trato de Criaturas Mágicas. Enquanto o Professor Hagrid está de licença temporária. Também vamos dar as boas vindas á nova Professora de Defesa Contra Artes das Trevas, Professora Dolores Umbridge. Sei que todos vão se juntar á mim para desejar aos professores “Boa Sorte.”.

Porém em uma risada esganiçada, Dolores, se levantou, estava toda vestida de cor-de-rosa, John a achou que parecia mais uma porquinha, daquelas que Melody tinha em fotos de criança.

Ele se levantou e começou á dizer.

—Obrigada, Diretor... Pelas doces palavras de boas-vindas! Como é adorável ver tantas carinhas radiantes, sorrindo pra mim... – Mas ninguém sorria. Apenas John fazia uma careta, enquanto Paul cochichava alguma coisa com Cho Chang que o encarou de forma engraçada. – Aposto que seremos todos, muito bons amigos... O ministério da magia sempre considerou a educação de jovens bruxos e bruxas de vital importância... Apesar de o professor ter trazido algo de novo á essa escola histórica, o progresso pelo progresso não será encorajado. Vamos preservar o que deve ser preservado. Aperfeiçoar o que for possível aperfeiçoar. E cortar, práticas que devem ser proibidas... – Ela se retirou onde soaram poucas palmas.

—Obrigado Professora Umbridge foi muito esclarecedor...

—Eu não acredito! – Exclamou Rose franzindo a testa mostrando levemente uma aparência encantadora.

—O que foi?

—O ministério vai interferir em Hogwarts também.

—Também? – Perguntou Jake. – O que está dizendo bela garota?

—Aah, sai de Durmstrang porque aconteceu o mesmo. Estão colocando gente do ministério nas escolas. E simplesmente minha mãe e meu pai têm problemas com o ministério...

—Seu pai é Igor Karkaroff, qual seria o problema? – Perguntou.

—Muitos, enfim totalmente mais do que você pode pensar e isso me fez sair de lá. Mas pelo visto não tem pra onde correr. Achava que Hogwarts era o único lugar seguro do mundo bruxo...

—Então boa noite alunos! – Falou Dumbledore.

Ana se levantou e tocou no ombro de John dizendo.

—Temos que mostrar aos alunos novos onde eles devem dormir...

—Ana, eu vou te pedir por muita educação... Segura eles aqui só um pouquinho... – Pediu John que se virou de costas para ela e saiu correndo.

—JOHNNY AONDE VOCÊ VAI?

—EU JÁ VOLTO!

—Eih, Novatos... Aqui... – Pedia Ana indignada com a saída de John. – Por aqui. Obedeçam-me! Uou... Johnny eu te odeio...

John correu tentando alcançar Paul com o braço, por sorte havia treinado corrida enquanto estava na Mansão dos Black.

—PAUL! – Berrou alcançando o ombro de Paul com uma força fraca e frágil.

—John? – Falou Paul parando a filha de novos alunos. – O que foi?

John simplesmente ignorou Paul e encarou Monroe, ou Aurora como dizia Julia, e a peitou dizendo.

—Como pode cair na Corvinal? – Perguntou John empurrando a garota.

—Calma Jôjô!

—Jôjô? – Jhon apertou os olhos. – Que apelido tosco! – Resmungou franzindo o cenho.

—Perdão JohnJohn! – Falou graciosamente.

—É JOHNNY!

—Ok, calma Johnny! – Ela sorriu olhando para os novos alunos que eram bem menores que ela. – Eu caí na Corvinal porque o Chapéu Seletor me ofereceu a Grifinória, mas ele falou que eu era inteligente... Então... Bem... Então...

John se paralisou, o Chapéu nem disse aquilo á ele. Nem sequer quis oferecer outra casa, apenas ofereceu e pronto! Isso o magoou profundamente fazendo sentir um enorme vazio dentro de si... Aurora então deveria ser a legitima filha de Julia e Sirius Black. Ele nem quis saber o que ela estava falando estava inconformado, mas tentava se mostrar passivo.

—Mas... – Ele encarou Paul que parecia não entender nada. – Paul, Aurora. – Mostrou Paul á Aurora com a mão. – Aurora, Paul. – E á Paul, Aurora. – Esse é nosso primo; Essa é sua prima, é minha irmã!

—Prazer... – Disse Paul esticando a mão.

—Todo meu.

—JOHN! – Berrou Ana ao seu fundo.

—Toma conta dela. – Falou John dando um estralo na testa de Aurora. – Pode ser?

—Claro! Família deve tomar conta uma da outra... – Disse Paul acompanhado de Padma guiando os para a Sala Comunal da Corvinal, se despediram com um tchau acenando com a cabeça quando John se virou chamando a turma com a mão.

—Vamos... – Falou ao verem rapidamente os alunos o acompanharem. Ana bufou seguindo John em seguida.

John estava com uma veste preta e amarela, da Casa da Lufa-Lufa; Obviamente assim como Ana. Ele andou junto com os murmúrios dos novos alunos entusiasmados. Quando chegou fora do Salão Principal começou á dizer.

—Muito prazer, eu sou o monitor Johnny Lueffe!

—E eu a monitora Ana Abbott!

—E estamos contentes em recebê-los para a nossa Casa Lufa-Lufa. – Começou John dando um sorriso elétrico. – Nosso símbolo é o texugo, que quer dizer que nos somos leais, possuímos grande entusiasmo, e somos muito felizes... O texugo é um animal simpático que remete á paciência, sinceridade e lealdade... As cores de nossa casa são da cor amarelo e preto, nossa sala comunal é logo ali em frente. – Ele apontou vendo os alunos observarem para onde ele apontava. – Perto da cozinha, então que nenhum engraçadinho se atreva á ir á cozinha á noite. Além de não acharem nada lá, vão se meter em encrencas. – Ele começou á guiar os alunos do lado de Ana. –Tem mais uma coisa que eu quero avisar, nossa sala está bem protegida com uma senha... A nossa senha não é com palavras nem números e sim, batidas! Quando chegarem à porta, você precisa dar as batidas certas; caso erre, a surpresa não será lá muito agradável.

Eles começaram á andar, e não demorou muito para chegarem á uma porta redonda, onde havia um quadro com a natureza totalmente morta. Depois do quadro se retirar, apareceu uma porta que se parecia com um barril de madeira, assim John esticou a mão e bateu cinco vezes, em seguida três vezes devagar, bateu rapidamente duas vezes e só deu mais um toque. Assim a porta se abriu. Era enorme. Havia várias faixas amarelas penduradas, poltronas largas, e pequenos túneis que segundo o monitor os levariam aos dormitórios.

Ana levou os alunos para os dormitórios enquanto John fechava a porta, já cansado.

—Trabalho de primeiro dia feito... Com várias decisões á tomar. – John pegou o seu colar metade Grifinória, metade Corvinal que tinha os seus dados e o beijou tranquilamente. – Boa noite mãe, boa noite Sirius. Boa Noite Aurora... Esse Quinto Ano, eu sinto será terrível. Terrível Quinto Ano! – Exclamou ele baixo se dirigindo ao seu dormitório e coçando a cabeça calmamente.

Notas finais
Até o próximo, se quiserem o capítulo mais rápido me deixem comentários... Muitos comentários... E então postarei mais rápido... Até mais então. Beijos da Lady Lupin Malfoy! ~♥~