Notas iniciais
(Essa fic está sendo reescrita por vários motivos Um desses motivos foi que saiu completamente do que eu esperava e pensava para a história, agora que está sendo reescrita espero que todos e todas estendam isso. Ela vai ser reescrita até onde parou. Me desculpem pelo transtorno e vamos aproveitar a leitura)

Nossa gente, faz décadas que eu não posto!!! Mas claro, você não me ajudam... Mas eu resolvi ser gente fina, gente boa e postar um capítulo pra você. Cada um de VOCÊS!
Espero que vocês curtam esse capítulo como fiquei alguns meses sem postar eu perdi a linha das postagens... Mas espero que vocês gostem...

-Enjoy!!

A entediante aula de Feitiços nunca foi tão chata com a vitoriosa Maryle ao lado de John. Ele não podia disputar com uma menina tão inteligente quanto ela, e nem ousaria novamente, tentava, mas não podia.
Aos poucos ia pensando quando a sua tortura ia acabar, a tortura de ficar com Maryle de seu lado. Ela era uma garota bela, mas completamente com sangue sonserino como sempre. Tão falsos e tão ambiciosos... Ainda por cima filha de Sophie Torkes, como será que ela era? Quem ela era?

Após sair da aula, John deu um grande suspiro de alivio. Mal podia esperar para conversar com Rose novamente. Até que Marie apareceu tomando a cena. Ela pulou á sua frente dando um sorriso monstruoso. Principalmente quando aquelas marcas vermelhas em seus olhos exaltaram cegante.

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–Johnny, vamos comigo nesse fim de semana até Hogsmeade? – Perguntou ela sorrindo longamente para John que ergueu uma sobrancelha perguntando.

–Fazer? – Ele já sabia a resposta, mas tinha medo de perguntar.

–Passear? – Disse ela em um sorriso gracioso, tentando conversar John. Porém para ele, aqueles olhos e aquele sorriso eram tão mentirosos quanto qualquer coisa. Por ser da Sonserina trabalhava como um.

–Desculpa... Mas já vou fazer isso com outra pessoa. – Respondeu. Vendo aos poucos Marie mostrar uma careta azeda para ele e o empurrar antes que ele pudesse se defender. Ela deu os ombros e se virou para ele saindo de sua vida. Ele apenas deu um sorriso zombado. – Meninas... – E assim a viu desaparecer nos corredores de Hogwarts.

Mas á frente encontrou Lufanos usando feitiços no corredor, e como um verdadeiro monitor sabia o que devia fazer. Educadamente e amigavelmente deu uma detenção á eles com a professora Sprout, ser um Monitor se tratavam de algo cansativo que para ele, era diferente, então desde menor que era mal tratado e humilhado, evoluiu pra depois subir na vida. Ele sorriu. Sim, milagres acontecem.

–John! John! – Ele se virou para a voz que o chamava distantemente. Ao seu virar a figura loira de Luna Lovegood que o fitava. Ele a observou sem entender muita coisa, seus olhos esbugalhados saltavam pra fora, seu sorriso meigo esbanjava de seu rosto, sempre alegre e sempre sem se preocupar com as coisas que os outros diziam.

–O que foi Luna?

–Eu quero te contar uma coisa! – Disse ela despreocupada de tudo, ela lhe dava um longo sorriso enquanto John erguia a sobrancelha.

–Conte... – Disse ele encostando-se à parede. – Mas rápido que eu preciso correr.

–Oh, não se preocupe! – Disse ela com o olhar vago. – Não irá demorar muito.

–Então?

–Percebeu como o dia está divino? Aquelas nuvens que parecerem duendes de asas de borboletas. – E ela apontou para o céu. – Olhe lá... Está vendo?

John sorriu.

–Sim! Estou!

–Mesmo?

–Sim... Mesmo!

–Oh, acho que está vendo mal! Não são duendes... São... Gnomos... Deem uma olhada melhor desse lado daqui!

–Admiro muito a sua preocupação com as nuvens Luna, mas... – Antes de John terminar de dizer mais alguma coisa, Luna lhe deu um sorriso dizendo.

–Se importaria de preocupara Paul? Helena Ravenclaw e o Frei Gorducho me contaram coisas surpreendentes e eu não encontro ele.

John de súbito parou. Noticias seria a melhor coisa que ele poderia querer saber naquele momento. Sobre Paul? De Helena e Frei Gorducho?

–Aan; Bem... Não quer contar pra mim? Afinal já tenho outros assuntos para contar para ele, e acharia mais prudente se eu já contasse logo pra ele.

–Mas...

–Qual seria o problema Lovegood?

–Huum... Nenhum!

–Ótimo! – Disse sorrindo, quando Luna começou.

–Me contaram que á muito tempo atrás, Julia Lueffe, “Aquela Julia” Lueffe desafiou Sophie Torkes.

–Huum... – No mais interior de John, ele não fazia ideia de porque estava escutando as palavras viajantes de Lovegood. Afinal de tudo, sua mãe estava em casa em segurança, e Sophie estava com certeza morta. Não voltaria a vida para atormentar seja lá o que fosse.

–Mas não foi um desafio comum! Não soube me dizer o porquê que envolvia Régulo Black.

–Régulo Black? – John reencostou-se á parede coçando as próprias costas de ansiedade e em seguida voltou á posição original segurando o livro de DCAT e a mochila ao ombro direito. – Como assim com Régulo Black? Não seria Sirius Black?

–Não... – Ela sorriu. – Régulo Black estava metido na situação por ele ser um Sonserino, Sophie queria na verdade que Julia fosse pega em mais um ato e fosse para Azkaban. E quem não queria? Ela queria que nas férias de verão, Julia fosse á casa dos Black pegar um colar dourado com o brasão de Hogwarts, e para isso ela precisaria usar magia para entrar no quarto de Régulo, que era equipado com feitiços contra invasão. Com isso seria expulsa de Hogwarts.

–Porque ela faria isso?

–Porque Sophie prometeu dar á ela uma poção para ela ficar com Lucio Malfoy, se fizesse isso.

–Porque ela queria o colar de Régulo Black? – Agora não havia mais lógica.

–Bom... – Luna sorriu despreocupada. – Porque Ísis Zafre havia pedido.

–E por quê?

–Porque Régulo queria Kathellen e isso seria terrível para ela. Para Ísis... Régulo era um Comensal, traria desgraça pra família. – Ela parou de súbito. – É uma palavra ruim? – Ele acenou a cabeça negativamente. – Ela deu um suspiro. – Está certo! Ísis mais tarde matou o primeiro filho de Kathellen e Régulo. – John ficou apreensivo ouvindo o que Luna contava. – Mas não pode tocar no segundo... Até eu se lembrar de falar...

–Diga...

–O colar dourado, era a única coisa que podia quebrar o feitiço de Kathellen contra Ísis e matar Paul.

–E o que mais Luna? O que tem mais Lovegood? – Perguntou apreensivo.

–Bom... As nuvens não param mesmo! – John desviou o olhar um instante mais voltou á ela. – Bem... Julia não seria louca de fazer isso. Então ela não entregou a corrente para Sophie. E sim para Kathellen. Julia na verdade tomou raiva de Sophie e ela lhe jogou uma maldição...

–Uma maldição nela? – Ele cruzou os braços.

–Julia não teria muitos anos de vida... – Ela sorriu docente. – Mas eu sei que você sente muita a falta dela. Eu imagino Paul.

–Paul?

–Ele ás vezes passa as noites acordado, mas não pensa em tirar o sorriso do rosto. Admiro muito nele. Mas às vezes ele devia se dar conta que Kathellen não vai mais voltar. Régulo não era bom e mesmo assim, Paul é bondoso. E inteligente.

Luna desviou o olhar do céu e dos olhos de John disfarçados de medo por curiosidade para o seu pescoço onde o colar de Paul brilhava reluzente.

–Nossa! Que belo colar John. Onde o conseguiu?

–Ganhei! – Disse ele rapidamente colocando o colar dentro da roupa. E começando á arfar.

–É um belo colar. Mas... Peça para Paul tomar cuidar, e não aceitar nenhum Colar Reluzente de outra pessoa.

Ela sorriu.

–Tem certeza disso Lovegood?

–Sim! Muita!

–E isso tem á ver com Sophie? – Perguntou para acabar logo com o assunto.

–Claro.

–Droga... – Resmungou John se virando para trás e começando á procurar Paul antes da detenção. – OBRIGADO LOVEGOOD!

–De nada! – Disse ela olhando para o céu. – Não esqueça que não são gnomos, são Globins!

John começou á corredor pelos corredores de Hogwarts preocurando Paul por qualquer lugar, por qualquer lado, o que havia ouvido naquele dia, naquela hora o desespero tomou conta dele. Se Julia sabia disso, se Sirius também sabia disso, então ele foi enganado... O colar que chegaria á Paul quebraria uma maldição que tinha entre ele e Ísis e o mataria. A morte do primo? Era isso que eles queriam? Matar a pessoa que o ajudou? Que confiou nele? Que o fez seu melhor amigo?

...

Que o beijou?

Então parou de correr. Pensou bem sobre ele e Paul. O relacionamento dos dois os atrapalhava? John realmente se importava com Paul? Ele tirou o colar de seu pescoço e o olhou. Seria realmente o que Paul precisaria para ser morto? E quem faria isso? Ele enfim seria livre de Ísis, mas estaria livre para ela o matar. Ele poderia colocar o colar no bolso, mas ele poderia se perder. Devia conversar com Paul, mas não era o momento. Poderia conversar com ele mais tarde. E assim explicar com mais calma em vez de conversar com alvoroço como ele estava naquele instante. Tinha aula de Transfiguração e com certeza não seria lá muito animada como sempre.

–Vocês não podem passar nos exames – Disse a Professora McGonagall muito seria. – sem se aplicaria seriamente ao estudo e á pratica. Não vejo razão alguma para alguém nesta classe deixar de passar no NOM de Transfiguração, se trabalhar como deve. Sei que vocês da Lufa-Lufa são ótimos nessa matéria e sei que não vão sofrer de falta de confiança.
Mas, hoje, vamos começar á estudar feitiços mais fáceis que os Conjuratórios, que são os Feitiços de Desaparição, que normamente vocês não experimentariam até os NIEMs, mas estão incluídos entre as mágicas mais difíceis que serão exigidas nos Noms!

John começou á se coçar quando ouvir que teria de se esforçar. Aliás, ele era bem inteligente, mas talvez nesses exames ele não conseguisse tirar uma boa nota.
Mas depois de confiar na sua inteligência, percebeu que os feitiços eram mais do que difíceis, eram como um desafio que mostrava o quanto você é ruim. Foi essa impressão que ele teve logo de cara.

No meio do segundo tempo de aula, Rose tinha conseguido fazer desaparecer as lesmas com que todos estavam praticando, apenas ela conseguiu. Ernesto McMilan mal conseguiu acompanhar Rose e apenas resmungava. Megan Jones havia anunciado de tudo para fazer com que as malditas lesmas. John nem conseguiu fazer isso direito. Mas com o êxito de que Rose conseguiu fazer a lesma desapareceu e ganhou Cinco pontos para a Lufa-Lufa. Nem Ana ou Susan pareciam felizes com o sorriso que John deu para Rose quando ela ganhou os pontos.
Mas em seguida ficaram felizes quando ouviram que haveria ter de praticar o feitiço como lição de casa aqueles que não conseguiram fazer as lesmas desaparecerem. E na próxima aula teriam uma nova tentativa com as lesmas novamente.

Eram deveres de mais. E John mesmo que adorasse escrever e aprender, ele estava começando á ter certo desconforto com todas aquelas lições que o enchiam mais e mais. Durante a aula o dia se tornou frio e ventoso. A aula de Poções foi a pior que já tivera, já que as duas Sonserianas engraçadinhas não paravam de brigar. Ás vezes tinha a vontade de descer o cacete nas duas e mesmo com palavras de alto clarão não se importava se uma delas ficaria bem.

Trinta e cinco minutos para ás seis, Johnny se despediu de Rose e mandou o recado de que se visse Paul, queria conversar com ele. Então ele rumou em direção á sala de Umbridge no terceiro andar, sem medo, e muito paciente só de pensar que teria detenção com aquela cara de sapo.

John teve que esperar até dar a hora da detenção, tudo isso muito pacientemente cumprimento com o comportamento Lufano. Já tinha gente dentro da sala e Umbridge parecia uma professora além de tudo bem pontual, quando pode ver então, ele aguardou do lado de fora da sala por mais alguns minutos quando a porta se abriu e de lá saiu Harry.

–Oi!

–John... – Disse meio serio. – Sorte!

–Obrigado... – Murmurou completamente baixo, para que Umbridge não reclamasse.

John bateu na porta, mesmo que estivesse aberta.

–Entre! – Sua voz era melosa.

Ele entrou na sala com cautela. A conhecia, Nos dias em que seu tio, sem saber, Remo Lupin a ocupou era como você encontraria alguma criatura das trevas fascinante numa gaiola ou tanque se viesse chamá-lo.

Agora, no entanto, parecia totalmente irreconhecível. As superfícies tinham sido todas enfeitadas com uma cobertura rendada e roupas. Havia alguns vasos cheios de flores secas, cada um residindo em seu próprio adereço, e numa das paredes uma coleção de pratos ornamentais, cada um decorado com um gatinho de cor berrante usando uma gravata diferente em torno do pescoço. Eles eram tão grosseiros que Johnny não tirou os olhos deles, paralisado, até a professora Umbridge falar de novo.

– Boa noite, Sr. Lueffe.

John acordou e olhou em volta. Ele não a tinha notado num primeiro momento por que ela estava usando um conjunto de manto fúnebre de flores que combinavam muito bem com a toalha da mesa atrás.

– Boa noite, professora Dolores Umbridge! – Resmungou John dizendo com rigor.

– Bem, sente-se. – Ela disse, apontando em direção a uma mesa ornamentada de renda ao lado de uma cadeira bem alta. Um pedaço de pergaminho se encontrava em cima da mesa, aparentemente esperando por ele.

– Erh... – Disse John, sem se mexer. – Professora Umbridge.

–Sim?

–Bem quero dizer que peço desculpas por ir contra a Senhora na nossa última aula.

Ela o ignorou.

– Erh... E antes de começarmos, eu... Eu queria lhe pedir um... Um favor. Bem pequeno e sei... Sei que a Senhora deixaria... Bom... Ninguém; digo... Nenhum professor negaria... – Ele sorriu timidamente.

John havia se lembrado de um assunto enquanto estava esperando Harry desocupar a sala.

Seus olhos arregalados se encolheram o observando.

– Ah, sim?

– Bem, Eu... Eu estou no time de Quadribol da Lufa-Lufa. E eu teria de estar no treino para rever quem entra no time e quem saí, sou o Artilheiro e tenho que ver se eu continuarei, e será exatamente às seis horas da quinta e eu estava... Estava pensando se eu poderia pular a detenção esta noite e fazê-la... Fazê-la outra noite... Tipo, na sexta... Em vez de...

Antes de terminar a frase Umbridge mostrou que aquilo não estava bom.

– Oh, não! – Disse Umbridge, sorrindo tão abertamente que parecia como se tivesse engolido particularmente uma suculenta mosca. – Oh, não, não, não. Esta é a sua punição por ter propagado histórias más, indecentes, e para chamar a atenção, Sr. Lueffe, e punições certamente não podem ser ajustadas de modo a se adaptarem à conveniência de alguém culpado. Não, você virá aqui às sete horas amanhã e na quinta e na sexta também, e você cumprirá suas detenções como combinado. Eu acho que é uma boa ideia você estar perdendo algo que realmente queira fazer. Isso serve para reforçar a lição que eu estou tentando lhe passar.

John sentiu o sangue subindo na cabeça e ouviu um barulho de soco em suas orelhas. Então contou "histórias más, indecentes e para chamar a atenção", não foi? Foi simplesmente verdade, se contasse a história de Maryle talvez aquilo seja para chamar a atenção.

Ela o estava observando com sua cabeça levemente para um lado, ainda sorrindo abertamente, como se soubesse exatamente o que ele estava pensando e esperando para ver quando ele começaria a falar novamente. Com um tremendo esforço, John desviou o olhar dela, jogou sua mochila ao lado da cadeira alta e se sentou.

– Aí está! – Disse Umbridge docemente – Estamos indo melhor controlando nosso temperamento, não acha? Agora, você fará algumas linhas para mim, Sr. Lueffe. Não, não com sua pena... – Ela acrescentou quando John se curvou para abrir sua mochila. – Você usará uma minha especial de preferência. Aqui está!

Ela lhe estendeu uma pena longa e fina com uma ponta extraordinariamente pontiaguda.

– Eu quero que você escreva "Eu não devo contar mentiras absurdas em aula" – Ela lhe disse suavemente.

– Quantas vezes? – John perguntou, com uma imitação creditável de delicadeza.

– Ah, quantas vezes forem necessárias para a mensagem entrar em sua cabeça. – Disse Umbridge docemente. – Pode começar agora.

Ela se moveu até sua mesa, sentou-se e se inclinou num amontoado de pergaminhos que pareciam lições para corrigir. John levantou a pena preta pontiaguda, então percebeu algo errado.

– Você não me deu nenhuma tinta.

– Oh, não precisa de tinta! – Disse séria.

John posicionou a ponta da pena no papel e escreveu: "Eu não devo contar mentiras".

Deixou escapar um gemido de dor. As palavras tinham aparecido no pergaminho no que parecia ser tinta vermelha brilhante. Ao mesmo tempo, as palavras tinham aparecido nas costas da mão direita de John, cortando sua pele como se traçadas por um bisturi. E ainda quando ele olhava fixamente para o corte brilhante a pele cicatrizou, deixando o lugar onde estava menos vermelho do que antes, mas completamente liso.

John olhou em volta para Umbridge. Ela o estava observando com sua boca larga de sapo esticada num sorriso.

– Sim?

– Nada! – Disse John baixinho.

Ele olhou de volta ao pergaminho, posicionou a pena mais uma vez, escreveu "Eu não devo contar mentiras absurdas em aula”, e sentiu a dor queimando nas costas da sua mão pela segunda vez; de novo as palavras cortaram dentro da sua pele; de novo cicatrizaram segundos depois.

E assim ele foi. De novo e de novo John escreveu as palavras no pergaminho no que ele logo percebeu que não era tinta, mas seu próprio sangue. E, de novo e de novo, as palavras cortavam dentro das costas da sua mão, cicatrizavam e reaparecia toda vez que ele punha a pena no pergaminho.

A escuridão permaneceu lá fora pela janela de Umbridge. John não perguntou quando poderia parar. Tampouco checou seu relógio. Sabia que ela estava procurando nele algum sinal de fraqueza e não mostraria nenhum, nem mesmo se tivesse de ele ficar sentado lá; à noite toda, cortando sua própria mão; com aquela pena.

– Venha cá... – Ela disse depois do que pareceram horas.

Ele se levantou. Sua mão estava doendo aflitivamente. Quando olhou para baixo, para a mão, viu que o corte cicatrizara, mas a pele ali estava com uma ferida vermelha.

– Mão! – Ela disse em forma de uma ordem.

Ele a estendeu. Ela a colocou em cima da sua própria mão. John conteve um calafrio enquanto ela o tocava com seus dedos curtos e grossos nos quais usava alguns anéis feios e velhos.

– Tsc, Tsc, hunf. Eu não vejo que causei muita impressão, ainda... – Disse, sorrindo. – Bom, teremos que tentar novamente amanhã à noite, não é?

Ele estreitou os olhos.

–Sendo assim... Pode ir!

John deixou seu escritório sem dizer uma palavra. Esbravecido com Umbridge e com Paul ao mesmo tempo. A escola estava completamente deserta; já tinha com certeza que passado da meia noite. Caminhou lentamente pelo corredor, então, quando tinha virado a esquina e tinha certeza de que ela não o ouviria, saiu correndo.

Quando ouviu o barulho do assobio de Paul. Parou imediatamente e percebeu que no final do corredor não era Paul, e sim Terence de um lado para o outro nervoso.

–Terence? – Chamou.

–Johnny...

O garoto Grifinóriano congelou quando viu John. Parecia que ele era um fantasma que havia ressuscitado diante de seus olhos grandes e claros, como legitimo filho de um Zafre; Legitimo filho de Ísis Zafre. Aquela que o abandonou sozinho em uma casa pegando fogo...

–Quanto tempo!

Notas finais
E então? Gostaram? Acharam legal? Se emocionaram? Não esqueçam de comentar hein! Nem que seja um sinal de + Ok?
Mas que seja, digam se estão gostando e desculpem-me pela demora...

Beijos da Autora e até mais... ~♥~