Johnny. O Herdeiro Dos Black

5 Dando a louca em John, pela 2ª vez (Reescrita)


Notas iniciais
(Essa fic está sendo reescrita por vários motivos Um desses motivos foi que saiu completamente do que eu esperava e pensava para a história, agora que está sendo reescrita espero que todos e todas estendam isso. Ela vai ser reescrita até onde parou. Me desculpem pelo transtorno e vamos aproveitar a leitura)
Bom, espero que o Natal e o Ano Novo de vocês tenham sido ótimos... Bom se alguém quiser saber o meu fim de ano foi ótimo e o começo engraçado... Bom mas o que me impressiona é que quase ninguém está comentando... Eu precisava de peno menos um comentário... Mas acho que vocês só comentam nos capítulos daora...

Ah e desculpem pela demora... ;D

Sendo assim boa Leitura...

-Enjoy!

Lago Grimmauld, Nº 12, mais conhecida entre os bruxos mais velhos como A Mansão dos Black. Já era a terceira vez que Walburga Black tinha acordado e reclamando todos aos berros, e Julia lembrada da última vez que a viu com vida. Lembra como se fosse dia anterior, Walburga tinha ficado sozinha depois que Régulo sumiu e o marido morreu. Sobrara apenas ela e o Elfo Domestico Monstro Julia foi se apresentar á ela, dizendo que era a noiva de Sirius apenas para pedir a sua benção, Walburga esbravejou que nunca mais queria a ver. Julia não entendeu o porquê, mas ela na verdade queria que Julia, uma Sangue-Puro ficasse com Regulo que havia desaparecido e não com Sirius já que ele não tem sido um bom filho, “nunca foi um bom filho”, ela dizia.

A Ordem da Fênix mais uma vez estava reunida para lutar contra “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado” Julia andava de um lado para o outro com certa pressa, com certa dificuldade de calcular qualquer coisa que fosse. Ela parou então para pensar no que estava acontecendo no mundo mágico e que em breve chegaria ao mundo trouxa.

“Você-Sabe-Quem” estava aterrorizando tudo, como aterrorizou antigamente. Só que dessa vez, havia perigos maiores, esses perigosos se tratavam dos “Filhos do Pacto Mágico.” Essa talvez fosse o único medo que Julia enfrentará, pois há um mundo bruxo á fora que teme as Loucuras de Julia, os Feitiços de Manuela, a Habilidade de Kathellen e a Magia Negra de Ashley. Mas era aí em que tudo parava... Kathellen e Ashley estavam mortas á anos, deixando apenas Paul Aflen como o único filho e herdeiro de Kathellen não se sabiam que Ashley tinha tido algum filho nesses anos em que ficara de namoricos com Pedro Pettigrew.

Ela recebeu a carta de Johnny e lia e relia varias vezes, imaginando como Aurora devia estar se saindo na Casa da Corvinal na qual sua mãe e suas três melhores amigas estiveram. Mas em seguida pensou em Johnny que deveria estar se sentindo muito mal por isso. Porém ele estava sendo bem trato pelas garotas de Hogwarts. Pensou se não devia dar um pulinho em Hogwarts qualquer dia desses para ver os filhos. Apenas pensou.

A mansão dos Black era tão silenciosa quando nenhum deles estava por perto... Quando ninguém parava para conversar com ela. A Ordem da Fênix era algo sério e não estava aberta para as graçinhas da “Graça” de Copas. Definitivamente Julia se sentia mal com isso. Adorava estar rodeada de crianças perguntando da sua vida, do seu momento. Ela se lembrava da escola como se fosse ontem, se lembrava de todas as presepadas que fez, junto com Kathellen, Ashley e Manuela.

Seu olhar se dirigia para a janela e de olhos fechados, pode sentir aquele lugar tão agradável que Hogwarts era... E sonhar se antes de morrer colocaria os pés lá como havia pedido e combinado com as duas únicas amigas que sobraram quando Ashley morreu; Manuela e Kathellen.

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Depois que Umbridge se sentou, John com o corpo encolhido na cadeira reclamou com Paul.

–Então segundo ela Cedrico caiu morto porque quis? – Seu murmúrio foi alto demais. Paul e os alunos do quinto ano o observavam ao longe. O que aconteceu com o distinto aluno, excelente da Lufa-Lufa?

–Bom, só para deixar bem claro... – Falou Umbridge. – A morte de Cedrico Diggory foi um grave acidente.

–Querida Umbridge... – Falava John se arrumando em seu lugar. – Eu vi muito bem, o que aconteceu naquele lugar. Eu vi o que aconteceu, foi assassinato. “Você-Sabe-Quem” o matou, e a Senhora sabe bem disso, eu ouvi a narrativa inteira... Não só eu... Potter e Myrot estavam lá e... – O seu corpo tremia, mas havia algo á mais, havia algo de novo em John, havia uma coisa que Umbridge reconhecia.

–Mentir é algo muito feio e perigoso... – Ela falava. – Eu já dei os devidos castigos para Potter e Myrot. – John bufou.

–Eu por acaso conheço seus pais mocinho? – Perguntou a Professora. John deu um sorriso maroto que lhe pareceu muito familiar para Dolores.

–Não sei! – Falou despreocupadamente.

–Venha aqui, Senhor Lueffe, agora!

John se levantou cada vez como se tivesse agindo como outra pessoa contornou Rose e elevou o olhar á Paul e seguiu até a escrivaninha da professora ameaçando dar uma gargalhada á qualquer momento, pois os seus lábios sérios tremiam á todo o instante.
Ao se encontrar de frente com a professora ela puxou um pequeno rolo de pergaminho cor-de-rosa na qual John apenas observou com o olhar cerrado, ela o esticou-o sobre a escrivaninha, molhou a pena no tinteiro e começou a escrever, curvada sobre o pergaminho para que ele não pudesse ver o que escrevia. Todos observavam atentamente outros, fingiam ler e a todo o momento viravam o olhar para o Lufano.
Em seguida ela enrolou o pergaminho e tocou com a varinha e a carta se selou de modo que ele não pudesse ver depois.

–Depois da minha aula, leve isto á Professora Sprout, querido.

–EU NÃO SOU SEU QUERIDO! – Berrou sentando-se na sala. Ela fingiu que não viu aquilo e continuou sentada observando os alunos. Ele bufou e ela o encarou novamente então por um minuto ela arregalou os olhos encarando dos pés a cabeça, como se... Algo de muito familiar estivesse emitindo do garoto.

Ele continuou á ler aquela chatice. Por mais que quisesse sair by Text-Enhance\">correndo, não teve chance de sair de lá. John estava se sentindo tão elétrico naquela hora, tinha enfrentado um professor? Ele riu baixinho, mas voltou a sua pose de indignação.

Após uma aula torturante e chata com Umbridge, John saiu acompanhado de Rose e Paul, que não trocaram olhares. Os três saíram juntos sem dizerem uma única palavra. Até que Rose se revoltou dizendo.

–John, porque você implicou com a Umbridge?

–Porque ela implicou com todos nós!

–Jon, se eu fosse você teria cuidado... – Alertou Paul. – Umbridge não é flor que se cheire... Quase todos tem medo dela!

–Por um motivo eu não tive medo dela... – Falou John irritado. – Bom, acho que tá na hora de eu ir tirar a Aurora da Ala Hospitalar...

–John... – Paul o puxou pelo braço. – Meu o que você tem? Você não é assim.

–ESTÁ TUDO MUDANDO PAUL! – Gritou John. – Eu agora tenho pais, irmã e... Gente gritando comigo!

–Estão gritando porque você está gritando... – Falou Paul de braços cruzando e com a voz em tom de falsete. – Tente se acalmar John. Sprout tem que ver isso agora. E... Bem... Vamos ver; está de detenção e então com certeza não vai poder mostrar Hogwarts para Rose. Oh, que pena. Peço para... Potter fazer...

–Não, não espera... – Falou John, Paul deu um sorriso malicioso. – Esperai... Não, eu vou dar uma olhada melhor. Rose é minha amiga. E eu prometi leva-la para conhecer Hogwarts.

De repente ao cutucão que ele levou nas costas fez ele se virar com tudo, procurando quem havia dado aquele cutucão que quase afundou suas costas o assustando.

–Eih... Você é... Aan... Johnny... Lueffe? – Um jovem de cabelos loiros e com os olhos cinza praticamente azuis, com a pele clara encarava John. Seu corpo mais velho fazia John se intimidar por um tempo.

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–Sou... – Falou envergonhado. Quem era aquele menino? Pensou rapidamente tentando se lembrar de onde o tinha visto em algum lugar. Ele parecia-lhe bem familiar.

–Então é com você mesmo que eu quero falar! – Antes ele olhou para Paul com o olhar de canto. – Paul...

–Victorio. – Respondeu secamente.

Victorio saiu John pelo cotovelo, o coração de John disparou imediatamente.

Odiava quando era puxado pelos lugares. Da última vez, conheceu “Luna Lovegood”, mas isso não vinha ao caso. E sim o porquê que ele foi arrastado até perto de uma garota de cabelos meio vermelhos, sardas e os lábios quebrados.

Era Marie Pettigrew. Que sorria para ele, seus dentes brancos e um sorriso envergonhado. Mas para John, aquele era o sorriso mais malicioso do mundo, mais estuporado, mas mutilador que existia. Não sentiu as pernas naquele momento, engoliu secamente e sorriu tranquilo tentando se acalmar.

–O que? Pra que me trouxe pra cá?

–Marie, quer conversar com você! – Falou o garoto se afastando um pouco dele.

Johnny engoliu seco novamente, falar com uma menina, assim, sem mais nem menos, ele tinha que ter motivos para falar com ela, motivos para priorizá-la ele tinha que... No momento ele precisava estar calmo.

–Olá Lueffe!

–Oi Pettigrew! – Respondeu delicadamente com um assopro nada convencional.

–E então, como vão as coisas? – Perguntou ela.

–Aan, eu acho que bem... – Falou desconfiado.

–Eu descobri uma coisa que faria você ficar muito feliz! – Ela dizia com uma voz de pura maldade, mas um pouco de verdade.

–Então diga... – Pediu um pouco envergonhado e curioso.

–Soube que sua mãe é Manuela Lueffe!

–Minha mãe? – Ele ergueu a sobrancelha formalmente.

–Ué não é? – Perguntou surpresa.

–Não... – Mas antes que John abrisse a boca para chamar sua mãe de Pai Lueffe, Marie colocou o dedo em seus lábios dizendo.

–Você é filho de Julia e Sirius Black, não negue que eu sei quem você é...

–Mentira! – Ele sorriu sem saber o que fazer o coração batendo cada vez mais rápido, forçando-se sair da caixa tórax de medo.

–Ah, pare de ser idiota... – Falou. – Concluir isso por Maryle!

–Myrot... – Completou o nome sussurrando praticamente.

–Sim! – Sorriu ela. – Ah, e sei que seu pai é Sirius Black... – Antes de John dá um passo pra trás para correr daquela maníaca ela continuou. – E sabe? Eu tenho uma grande novidade para te contar sobre isso. Minha mãe e a sua eram melhores amigas, assim como a mãe de Paul. – John continuava á observar a garota por puro medo, por puro temor, sabia que não devia ir encontrá-la, o seu segredo havia ficado escondido perfeitamente. – Mas o que mais me surpreende é o laço que você tem com Paul!

–O... Q... Que tem?

–Ah, nada de mais... Mais não acha que ele seria mais feliz, se ele tivesse a mãe dele presente?

–O que quer dizer? – John não estava entendendo mais nada.

–Bom... – Ela sorriu. – Paul descobriu muitas coisas nessas férias assim como você. Mas o que me admira é que você consiga ainda ficar perto de uma criatura assassina!

–O que quer dizer?

–Ora, ora, ora... – Ela deu um sorriso desdenhoso. – Não sabe? Maryle é filha de Sophie e Sophie destruiu tudo o que existia ao seu redor, ao redor da família de Paul... Ao meu redor e ao redor de qualquer um...

–Impossível o que ela tem á ver com Maryle? Ela é muito delicada! – Respondeu John a protegendo.

–Maryle é um monstro! Ela não contou o que aconteceu? – Perguntava Marie mexendo na gravata de John provocantemente.

–O... Que...?

–Por culpa dela, Cedrico está morto!

–Não tem nada á ver e...

–Não! Claro que tem... Vamos ás provas... Naquele dia em que Cedrico Diggory morreu... – Ela sorriu. – Quem estava com você?

–Aan...

–Isso, Maryle! – Ela tirou as palavras de sua boca. – Na verdade foi culpa dela ele ter morrido. Ela é filha de uma “Bruxa Amaldiçoada” pelo Lorde das Trevas. Teve sorte de ela não ter te amaldiçoado Johnny!

–Nada a ver.

–Nada á ver? – Ela riu. – Não achou meio estranho Draco estar no Torneio Tribruxo? Ah, se eu fosse você...

–Mas você não sou eu... – Falou John ignorante. – Eu não entendo o que você quer dizer com tudo isso. Afinal de contas, você nem estava aqui no ano passado. – Respondeu zangado.

–Johnny... Seria tão certo quanto o dia, se começasse á clarear os seus olhos para as coisas ao seu redor.

E em seguida John ouviu uma gritaria no corredor, eram os Sonserinos discutindo entre si. Já pensou como orgulhosos demais em um único espaço seria ruim? John e Marie se viraram para ver qual o motivo de tal bagunça esticando os olhos um pouco pode ver o garoto do trem, de nome Victorio e Maryle discutindo entre si. Isso já era mal o suficiente.

–Oba briga! – Exclamou Marie animada.

–ME DEVOLVE ISSO AQUI! – Berrava Maryle tentando agarrar as costas de Victorio.

–Me solte Mestiça Imunda...

–IMUNDO É VOCÊ! DEVOLVE-ME!

John começava á observar o que o garoto carregava nas mãos, algo como simples e meras fotos que faziam a garota enlouquecer de raiva. Não se sabe a verdade o que era, o que chamou de fato a atenção de John que foi ao socorro da Sonseriana e pegou as coisas que Victorio levava para si.

–Qual é a sua moleque? – Perguntou Victorio irritado. Observando bem o tamanho deles não era diferente. Apenas poucos centímetros mais baixo que Victorio o que fez tomar uma coragem sobrenatural.

–Qual é a sua! – Respondeu John. – Estar irritando uma menina do quinto ano.

–E isso não deixa de ser da minha conta! – Resmungou. Ao olhar para o que ele segurava sentiu um frio percorrer a sua espinha.

Eram simplesmente fotos de Aurora sendo empurradas, por Maryle. As fotos eram de verdade, do empurrão até a queda da garota. Ele não queria acreditar, nem pensar que Maryle havia empurrado a garota pelas escadas que se movem. Tinha até medo de perguntar se era verdade; Marie esticou o pescoço sorrindo.

–Nossa; como ela é boazinha... – O tom sarcástico praticamente foi cuspido para fora.

–Maryle você enlouqueceu?

–O que? Não eu... – Maryle tentou falar quando de repente John a empurrou dizendo.

–Só podia ser filha de Sophie mesmo!

–Como? – O tom da garota foi de pura raiva, ela parecia estar segurando alguma coisa dentro de si.

–O que você mesmo ouviu! – Falou John irritado rasgando as fotos na sua frente e jogando na sua cara.

–Minhas fotos! – Exclamou a garota com lágrimas crescendo nos olhos.

–Pra que guardaria isso?

–Você viu todas as fotos? – Perguntou Marie rindo. – Tinha fotos da mãe dela...

–Não importa... Sua mãe está morta, não está? – Resmungou John. – Além de assassina era idiota de ter tido uma filha enjoada assim.

–Retire isso! – Falou Maryle juntando as sobrancelhas de raiva. – RETIRE ISSO AGORA!

–NÃO! – Berrou John empurrando Maryle pra trás com tudo.

A garota bateu as costas no chão. Por um momento o instinto de cuidar da família, da irmã mais nova bateu em John com tudo. Maryle passou lhe a perna para que ele caísse também de modo que ela não ficasse no chão.

–Mais o que está acontecendo aqui? – Perguntou Draco enquanto John e Maryle se atracavam no chão.

Por um instante John perdeu a lógica assim como Maryle e os dois começaram á se estapear e se arranhar, o motivo nem ambos sabiam o porquê, nem de quem era a culpa inicial, mais o que acontecia ali era ódio puro.

John queria vingar sua irmã, Maryle vingar as palavras que ele disse á sua mãe. Draco e alguns alunos até tentaram os separar mais era difícil.

–JOHNNY A LARGA! – Berrou Paul vindo em cima de John e o puxando pelos cabelos cacheados.

–NÃO!

–Johnny! – Falou Rose também o tentando tirar de cima da garota. A briga já ia longe demais e poderia levar á cada vez menos pontos á casas.

–Johnny largue essa vadia imediatamente! – Exclamou Ana o puxando com tudo para si.

Imediatamente ele foi arremessado longe assim como Maryle.

–Onde estava com a cabeça de atacar uma Sonserina? – Perguntou Ana.

–Seu Lufano imundo... – Resmungou Draco o encarando. – Isso vai levar á vocês menos quarenta pontos.

–E á vocês? Menos cinquenta...

–Ninguém tira ponto de ninguém! – Exclamou Paul irado. – Isso não é pra se tirar ponto, nenhuma magia foi dita, nenhum feitiço foi usado... O que realmente aconteceu?

–Que a praga dos Torkes, caía em cima de você! – Falou Maryle se afastando de John e agarrando no braço de Draco voltando para a Sala Comunal da Sonserina.

Rose olhou para John, assim como parte de Hogwarts.

–Hoje você tá que tá hein John! – Ele se afastou um pouco da garota.

–Eu já volto!

Ele se virou e seguiu zangado para a sala de Sprout. Entrou nela batendo a porta as suas costas. Sprout parecia um pouco atordoada com a bagunça que se ouviu antes.

–O que aconteceu? Porque está tão, desarrumado assim, Lueffe? – Perguntou com certa rispidez. – Porque não está indo para a aula?

–É que me mandaram ver a senhora. Mas... – Ele se portou formamente em frente á professora que estava com as luvas de couro de dragão e as retirava agora para ouvir o garoto. – Ah. Estou aqui por que fui obrigado.

–Mandaram? Como assim mandaram? Quem te mandou aqui?

Ele estendeu o bilhete da professora Umbridge, Sprout o apanhou-o cerrando os olhos e abrindo com o toque da sua varinha, desenrolou-o e começou á ler. Seus olhos correram de um lado para o outro enquanto lia o que Umbridge escrevera, e a cada linha se tornavam mais apertados.

–Então é verdade?

–O que? – Ele estava um pouco estressado, mas tentou não jogar a sua raiva em cima da professora que não tinha nada a ver com os seus problemas consideravelmente infantis. – O que é verdade Professora Sprout?

–É verdade que gritou com a Professora Umbridge?

–Sim, senhora! Gritei.

–A chamou de mentirosa?

–Sim, Senhora! Chamei.

–Disse a ela que “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado” retornou?

–Sim, Senhora! Falei!

Sprout passou a mão no rosto parecendo visivelmente preocupada e enrugou a testa.

–Aah, Só podia ser filho de Julia Lueffe mesmo!

–O que?

–Só podia ser filho de Julia Lueffe mesmo! – Repetiu ela impaciente. – Ah, você é igualzinho á sua mãe... Ela é sua mãe, não é?

–Sim, Senhora!

–Sente-se...

John se sentou sobre os pufes que existiam na sala da Professora, assim como os que existiam no Salão Comunal da Lufa-Lufa, se sentindo confuso, mas ao mesmo tempo orgulhoso. Ele foi reconhecido como o filho de Julia; Julia Lueffe.

–Johnny, eu preciso me acostumar á chamá-lo assim. – Ele acenou. – Precisa ter mais cuidado.

Ela agora estava seria.

–O mau comportamento na classe de Dolores Umbridge poderá lhe custar muito mais do que a perda de pontos e uma detenção. – Ele acenou novamente em silencio. – Use o seu bom senso, e você tem um ótimo, te conheço muito bem e acredito que você não fez isso por mal. Você sabe de onde ela vem você deve saber a quem ela está se reportando. Diz aqui que ela lhe deu uma detenção para cada noite desta semana. E eu não posso fazer nada. Ouvi Snape e McGonagall reclamando que seus alunos: Myrot e Potter têm feito o mesmo que você fez.

John acenou outra vez não parecendo muito lá se importar com a situação.

–Ela é a sua professora e tem todo o direito de lhe dar detenções. Você se apresentará para ela ás seis horas, não é?

–Sim, senhora!

–Lembre-se, devemos ter orgulho do nosso trabalho. Pise devagar onde Dolores estiver.

–Mas nós estamos dizendo a verdade. Sabemos que “Você-Sabe-Quem” voltou!

–Aih, Johnny, você acha que realmente que o que está em jogo não são verdades ou mentiras? O que está em jogo é manter a sua cabeça baixa, sua irritação em controle. Não seja como a sua mãe descontrolada como um gato fugindo de água fria. Não escutou com atenção o discurso de Dolores Umbridge no banquete de abertura do ano letivo, Lueffe?

–Escutei, sim. Eu escutei... Bom... Acho que sim... Sim, diz que... O Ministério da Magia está tentando interferir em Hogwarts.

A Professora Sprout o mirou por um momento, depois deu um suspiro, contornou a sua mesa e segurou a porta aberta para ele.

–Conheci Julia Lueffe quando ela entrou na minha horta para arrancar plantas para fazer poções que achara em um livro. E você... Lembra-me muito ela nessa ocasião.

Notas finais
Espero que tenham gostado...

E quem gostou pode deixar o seu review, afinal de contas eu estou muito boazinha nesse ano então aproveitem...

Beijos

da Autora ~♥~

Até o próximo capítulo...