Jogos Vorazes Entre Sagas.

1 O primeiro dia dos Jogos Vorazes- Parte I


Notas iniciais
Só lembrando que todos os poderes deles foram retirados temporariamente para os Jogos Vorazes. Aproveitem!

POV. Percy
Quando o tubo me levou para a arena dos Jogos Vorazes, pude ver todos os participantes. Vi Annabeth, que era do meu distrito, vi Grover, Tyson, Clarisse, Luke, Jason, Talia, Piper, Léo, Hazel e Frank. E também tinham pessoas que eu não conhecia. Algumas delas tinham cabelos ruivos como o fogo. Tinha um garoto magricela com cabelos pretos bagunçados como os meus e que também tinha olhos verdes. A diferença entre nós era que e tinha uma chamativa cicatriz em forma de raio na testa. Tinha uma menina japa muito bonita, uma menina com cabelos loiros, longos e sujos, um garoto loiro que tinha um ar de metido... Dois garotos ruivos eram idênticos! Será que eles eram gêmeos? Eles pareciam animados, como se aquilo fosse um jogo divertido de tabuleiro. Eu não estava animado. Não queria morrer.

POV. Harry
Gina me olhava perturbada. Estava tremendo de medo. Quem não estaria? Minha vontade era de sair correndo para abraça-la, mas se fizesse isso, morreria numa explosão. Olhei para Rony e Hermione. Rony estava pálido e Hermione parecia tonta. De repente, tocou o sino que anunciava que os Jogos Vorazes tinham oficialmente começados e que poderíamos sairda base em que estávamos. Algumas pessoas correram para a Cornucópia, mas eu corri pra floresta.

POV. Piper
Quando o sino tocou, corri para a Cornucópia para pegar uma mochila com suprimentos, como Jason fez. Ao chegar lá, peguei a primeira mochila que vi e saí correndo para a floresta. Mas enquanto corria, tropecei em alguém. No corpo de alguém. Olhei para ver quem era. Era Hazel, com uma fala enfiada na testa. Ela sangrava demais. Eu fiquei bastante enjoada, mas continuei a correr em direção a floresta. Olhei para trás. Um menino loiro havia matado uma menina japa com uma flecha no peito e estava matando Frank com uma longa e afiada lança. Procurei Jason com meus olhos mas não o encontrei. Tomara que ele esteja vivo.
POV. Hermione
Eu e Rony corremos para o mato sem suprimento nenhum. Não podíamos arriscar de ser mortos. Vi Draco correr para a Cornucópia e Cho também. Ainda bem que Harry não correu pra lá, aquilo era uma armadilha mortal pra qualquer um e Cho provavelmente estava morta. Cedrico, que era do mesmo distrito que ela e seu namorado deveria estar arrasado. Rony e eu estávamos indo na direção do rio quando um garoto lindo com cabelos pretos e olhos verdes perfeitos. Me apaixonei na hora. Seu nome era Percy. Sabia disso porque ouviu uma menina loira o chamar no centro de treinamento. Rony apontou uma flecha pra ele mas ele disse:

Se você não me matar, eu não te mato.

Nós nos afastamos dele.

POV. Grover

Enquanto corria depressa e sem rumo para a floresta, acabei caindo e torcendo a pata direita. Pensei que era meu fim, afinal eu era um sátiro fracote com uma pata torcida deitado na grama. Fiquei esperando alguém aparecer para me matar. E alguém apareceu. Mas não para me matar. Era um garoto alto e muito bonito, com cabelos castanhos e pinta de galã. Ele se sentou ao meu lado e perguntou:

Você é um sátiro, não é? Aprendi sobre você em Hogwarts.

Eu concordei com a cabeça. Ele sorriu.

Meu nome é Cedrico. Cedrico Diggory.

Ele estendeu a mão. Eu estendi a minha e o cumprimentei com um aperto de mão bem forte.

Parece que você torceu a perna... quer dizer, a pata!

Eu concordei com a cabeça de novo.

Se você quiser, eu posso te ajudar a andar por aí. Nós podíamos fazer uma dupla. Mas temporariamente. Só até nós encontrarmos nossos tributos do mesmo distrito. Aí ele pode te ajudar a andar. Eu não sei onde está Cho, minha namorada, do meu distrito. Você sabe onde está o tributo do seu distrito?

–Não faço idéia.

–Então você topa?

–Hum... topo.

POV. Luna. Eu estava andando calmamente pela floresta quando vi umas frutinhas roxas. Pareciam suculentas. É claro que pareciam se suculentas, são venenosas. As colhi e as enterrei, por segurança. Me levantei, limpei minhas mãos na minha calça e continuei caminhando, sem rumo algum. Acabei encontrando Neville, que estava prestes a comer a fruta venenosa roxa. Por instinto, pulei em cima dele, forçando-o a cair no chão. — Luna?!- ele exclama confuso- O que foi isso?! — Você estava prestes a comer uma fruta venenosa, Neville- eu expliquei, pacientemente- Me desculpe por ter pulado em cima de você... — Desculpa? Luna, você salvou minha vida! — Não é pra isso que servem os tributos do mesmo distrito? Ele me abraçou e depois me beijou. — Neville!- exclamei, me afastando dele- O que foi isso?! — Eu... eu pensei que você... — Pois pensou errado!- eu disse, mas depois me arrependi- Ah, Neville... Me desculpe... — Tudo bem- ele respondeu. Eu continuei andando, só que agora, com uma companhia. POV. Clarisse. Depois de muita procura, achei a caverna perfeita pra ficar. Entrei nela e acabei achando alguém que não queria achar. Tyson, o ciclope. Ele dormia num canto escuro da grande caverna. Agarrei ele e o ergui do chão. Ele abriu os olhos assustados mas não teve tempo de dizer nada. Quebrei o pescoço dele, ao mesmo tempo que o som do canhão soou pela arena. Joguei seu corpo pra fora da Caverna e me sentei no chão. Peguei minha mochila que peguei na Cornucópia e a abri. Tinha um arco e flecha, uma corda, uma garrafa vazia e o resto era tudo sem utilidade. Peguei a corda e fui pra fora da caverna. Amarrei a corda no pescoço do corpo de Tyson e prendi a corda em um galho que ficava acima da caverna. Aquilo deixaria minha caverna e meus suprimentos em segurança. Peguei meu arco e flecha da mochila e saí para caçar. Mas não para caçar animais.

Notas finais
Essa história é movida por reviews e recomendações, então continuo quando houverem 2 recomendações e 10 reviews, ok?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.