Jogos Primordiais - Temporada 2
4 Capítulo 04.
Notas iniciais
FELIPE — FILHO DE POSEIDON
O que passou na cabeça do Percy para ele dar uma missão a 5 adolescentes, sendo que um provavelmente é idiota, esse um... Sou eu.
Eu nunca fiz nada certo na minha vida, e agora que encontrei um lugar onde me sinto feliz, NÃO FICO UMA SEMANA NESTE LUGAR E JÁ SOU OBRIGADO A SAIR RUMO A MORTE... Desculpem, exagerei.
Eles disseram que antigamente, antes de sair em uma missão, visitávamos o Oráculo, até onde sei o nome dela é Rachel Elizabeth Dare, mas ela foi capturada, então vamos a procura de um Deus que sempre odiou meu pai, num Acampamento que sempre odiou o meu acampamento e sem uma profecia... Que merda.
As únicas pessoas contentes com essa missão eram as garotas, eu meio que gosto delas, são divertidas, inteligentes e lindas... A garota dos sonhos de qualquer semideus.
— Hey Lipe, no que está pensando ? – Giulia me perguntou.
— Hey Ruivinha, estou pensando no quanto essa missão é arriscada. – Respondi.
— Deixa de ser bobo, vai ser legal, a gente pode se conhecer melhor, todos nós, 1 filho de Hades, 1 de Poseidon, 2 garotas de Atena e 1 garota de Hermes... Acho que é um bom time. – Disse ela, muito animada.
— Ruivinha, sabia que eu acho que você tem certo gosto de ir em lugares onde a morte nos espera. – Disse a ela.
— Não é isso, só não tenho medo. – Ela me respondeu.
— Quando estou lutando... Também não tenho, acho que foi isso que me deixou vivo naquela arena, mas quando paro pra pensar, me pergunto se isso vale mesmo a pena. – Falei para Giulia.
— Vale muito a pena, se você estiver com os amigos, tudo vale a pena. – Giulia respondeu.
— Então... Não querendo atrapalhar a conversa de vocês, mas, está na hora de arrumar as coisas pra missão. – Disse Luisa, aparecendo no refeitório.
— Ok, vou ao chalé, nos encontramos aqui, neste mesmo lugar, em uma hora. – Disse a elas.
Logo que cheguei no chalé, vi uma cena um tanto quanto inusitada, minha irmã Meg, estava... correndo da água.
— O que é isso Meg ? – Perguntei a ela.
— É... Que... Eu... Eu... – Gaguejou ela.
— Fala mulher. – Exclamei.
— Eu tenho medo de água. – Ela falou mais alto do que pretendia falar.
Eu não sabia o que falar, uma filha de Poseidon com medo de água é mais ou menos a mesma coisa que uma filha de Atena com medo de livros.
— Por favor, não conte pra ninguém. – Ela pediu.
— Claro, seu... Estranho segredo, está guardado. – Falei a ela.
Depois de uma hora, todos nós estávamos no refeitório, Percy foi lá falar conosco, junto dele estavam Giovana e Léo Valdez.
— Então, vocês estão prontos ? – Perguntou Percy.
— Sim. – Responderam quase todos juntos.
— Então é isso... Vocês já sabem o que tem que fazer, Léo e Giovana iram com vocês. – Completou Percy.
— Boa sorte irmão. – Percy falou para mim.
— Obrigado cara. – Respondi, o mais animado que pude fingir.
Depois de toda despedida, passamos a fronteira do pinheiro de Thalia, e começamos nossa missão, a partir deste momento, não tinha mais um escudo mágico nos protegendo. Os monstros podiam nos farejar e nos matar.
Agora... Estamos por nossa conta.
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