Jogos Olimpianos

11 A raiva interior


Não, Dylan não poderia morrer, mas a flechada era fatal, não gostava de pensar assim, mas era impossível sobreviver, Dylan estava ajoelhado com a mão nas costas, ja tinha retirado a flecha, não estava enxergando direito, tentei observar o local e vi que tinha algo que ajudaria muito, um pequeno lago, vi Bradley se aproximar de Dylan, mas fui mais rápida, fiz um pequeno tsunami na direção de Dylan e Bradley e o atingi em cheio, ele foi lançado em direção a uma árvore fazendo com que ela se quebrasse, olhei para Dylan, o ferimento estava se curando lentamente

Os outros carreiristas riram, mas depois perceberam que eu ainda estava viva e me atacaram, era o fim, era a filha de Hades, os dois de Zeus e os dois de Ares, resolvi pensar antes de me apavorar, então tive uma idéia, não precisava mata los, só afastalos até Dylan se curar, controlei a água novamente e a manti atrás de mim, juntei toda força que tinha sobrado e atingi os carreiristas, todos foram lançados para longe, menos os filhos de Zeus que conseguiram voar, Dylan estava levantando, então tive outra idéia, normalmente não tenho muitas idéias, se não consegui afastalos, talvez conseguisse nos afastar deles.

Todas as partes do meu corpo doíam, não sabia se iria conseguir mandar outra onda, não comia fazia tempo tentando economizar além disso, mandar ondas me cansa muito.

Tentei me concentrar, me lembrei de todas as vezes que me diverti com Dylan, não, não podia deixa lo morrer.

Virei o tsunami em nossa direção, vi a cara de espanto dos carreiristas, consegui ir para bem longe com Dylan, quando paramos tinhamos sido mandados pelo menos cinco kilometros, era uma boa vantagem.

Consegui força para rastejar até Dylan, o ferimento era apenas uma cicatriz, porém Dylan estava desacordado, comi alguns biscoitos que peguei de Matt e guardei o resto para Dylan, tinha que ficar acordada até ele acordar, não podia dormir, mesmo estando exausta, assim que ele começou a se mover dormi imediatamente.