Notas iniciais
GALERINHA EU MAL POSSO ACREDITAR QUE CHEGOU AO FIM... :/ TAH SEM CHORO KK.. FOI UM LONGO CAMINHO ATÉ AQUI! FORAM QUASE 3 MESES DE HISTÓRIA. EU ME SURPREENDI COM A QUANTIDADE DE LEITORES QUE EU CONSEGUIR! AGRADEÇO MUITO A VCS POR TUDO ISSO.. PELO APOIO, PELO INCENTIVO.. ENFIM, ESTOU TANTO FELIZ POR TER ACABADO, COMO TRISTE PELO MESMO MOTIVO.. MAS OK, FIQUEI MUITO FELIZ COM CADA COMENTÁRIO, CADA RECOMENDAÇÃO E CADA VEZ QUE ALGUÉM FAVORITAVA A HISTÓRIA.. OBRIGADO A QUEM CRIOU UMA CONTA AKI SÓ PRA COMENTAR E QUEM RECOMENDOU MINHA HISTÓRIA! U.U ENFIM, ACHO QUE ISSO É O SUFICIENTE! FOI EMOCIONANTE ESCREVER ESSA HISTÓRIA... VALEW MUITO GALERINHA!!!

Quando recobra a consciência, o general está deitado na mesa de apostas. Tentou se mover, mas notou que os braços e as pernas estavam amarrados de modo que ele estivesse imobilizado.

Tentou lembrar quem o atacara. Não conseguiu. Tudo o que lembrava era que tinha sido golpeado no meio da testa.

Não enxergava nada. Estava tudo escuro. Provavelmente a chuva que fazia lá fora estava muito forte ao ponto de encobrir totalmente a luz do sol. Mas de repente um feixe de luz lançado diretamente nos olhos o cega temporariamente.

– Seja lá quem for sabe que não vai conseguir escapar desta! – diz o general fechando os olhos.

As luzes são acessas. Quando os olhos do general se acostumam à luminosidade, ele reconhece Alisson, que olhava com expressão de vitória para ele, armado com o machado de Walber nas mãos e uma escopeta na cintura.

– Alisson? – pergunta o general com espanto – Mas como?

***

Minutos atrás...

– Para com isso Alisson... Não! – Leandro grita quando Alisson aperta o gatilho.

Para a sorte de Alisson a marca trava. No mesmo instante, sem pensar duas vezes, Leandro joga o peso de seu corpo contra o amigo, o fazendo derrubar a arma. Alisson estava perplexo.

– Eu tenho um plano! – ele apanha a arma e aponta para o chão, dando alguns tiros.

– O que você está fazendo? – pergunta Alisson.

– Shhh! – Leandro faz um sinal para que Alisson ficasse em silencio. Foi até o machado de Walber e, embora relutante, fez pequenos cortes na camisa e no braço.

Alisson olhava para ele confuso. Leandro o entregou o machado e disse, numa altura suficiente para que apenas o amigo escutasse.

– Boa Sorte! Acabe com eles!

***

De volta ao presente...

– E assim nós enrolamos vocês... – Alisson termina de explicar, sorridente.

Ele se aproxima do general, brandindo o machado de forma ameaçadora. Seu sorriso insano o deixava ainda mais sinistro. Alisson retira a escopeta da cintura e mira no peito do general.

– Seu desgraç... – Alisson dispara antes que o general terminasse a frase. O tiro atinge um pouco abaixo do peito e o homem grita de dor.

– Acho que você não está em condições de me ofender, não é mesmo? – Alisson sorri, como se aquilo tudo fosse uma diversão.

– Me mata logo então, — grita o general, cuspindo sangue – atira na minha cabeça seu maldito.

– Seria muito fácil... – responde Alisson, dando mais um tiro, desta vez na canela do general – Quantos jovens já foram mortos por culpa sua?

O general rangia os dentes de dor e raiva. Não parecia nada intimidador impotente como estava.

– O que vai fazer então? – pergunta o general furioso.

– Nada... Apenas brincar... – o garoto larga a arma e segura o machado com as duas mãos. – Isso é pelos meus amigos que foram mortos! – E em seguida rasga a barriga do general, abrindo um corte enorme e deixando seus órgãos internos à mostra.

O homem grita de dor, chorando compulsivamente e vomitando sangue.

– Chega! – ele implora – Eu não aguento mais...

– Isso – Alisson continua, ignorando seu pedido – é pelos meus amigos que você tornou assassinos! – e ergue o machado, baixando com toda a sua força na perna direito da vítima, no meio da coxa. Ainda forçou um pouco o machado quando a lâmina chegou ao fêmur. O osso se parte e a perna é arrancada, num espetáculo horrendo de sangue.

– Seu filho da puta vai me enlouquecer! – ele não parava de gritar.

– Eu deveria te deixar aqui para sangrar até a morte, mas nem mesmo você merece isso... – diz o garoto – Serei piedoso... Isso é por mim, pelo monstro que você me tornou!

Dizendo isso, nem dá tempo para que o homem falasse alguma coisa, tomou impulso segurando o machado, e antes de atravessá-lo na garganta do inimigo, abre um sorriso, um sorriso malvado e acerta o golpe bem no pescoço. Os olhos do homem se encheram de água e sua cabeça tomba para o lado, rolando até cair da mesa.

– Vá para o inferno seu psicopata! – conclui Alisson, cuspindo no general.

Feito isso, Alisson larga o machado ensanguentado perto do corpo inerte do general. Afasta-se e caminha até as telas dos fiscais. A escola estava vazia, então ele podia se mover por ela tranquilamente.

Nota em várias telas que ao longo da ilha havia soldados caídos, provavelmente mortos. Procura a causa de tais mortes e em uma das telas localiza Kelly e Felipe. Ela o ajudava a caminhar, apoiando o garoto em seus ombros. Kelly tinha várias camadas de fita adesiva enroladas em seu abdômen, no local do tiro. Felipe segurava uma metralhadora. Caminhava com dificuldade, mas aparentemente a bala no meio do seu cérebro não havia lhe prejudicado tanto.

Alisson fica feliz em saber que havia mais alguém vivo além dele. Só não entendia como os dois tinham conseguido sobreviver. Mas tudo o que importava é que tinha mais alguém com quem contar.

Focou na imagem deles e pode ouvir sua conversa:

– Por que está me ajudando? – Felipe pergunta.

– Por que o jogo já acabou... – Kelly responde – Não tenho mais motivos para te deixar ai para morrer...

***

Eram duas da tarde. Alisson, Kelly e Felipe observavam com esperança a chegada de quatro helicópteros do exército, que pousam em frente à escola.

Militares fortemente armados descem dos helicópteros, e no meio deles, Leandro. O garoto correu para abraçar-se aos amigos.

– Vocês conseguiram sobreviver? – perguntava espantado.

– Mas precisamos de atendimento médico urgentemente... – diz Kelly. – Todos nós...

– Nada que o dinheiro não resolva... – ele diz, chamando um dos militares. Volta-se para Kelly e pergunta – E os caras? O que fizeram com eles?

– Demos nosso jeito... – diz Felipe.

– Agora vamos todos dá o fora daqui! – fala Alisson, se dirigindo a um dos helicópteros. Os outros o seguem.

Partem, sem olhar para trás...

Notas finais
CABOU! MAIS UMA VEZ, MEU OBRIGADO A TODOS! XOXO E Q A FORÇA ESTEJA COM TODOS! m/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!