Jogo De Palavras
6 Uma noite quase sem fim
Notas iniciais
oi meus anjos- hoje é meu niver ebaaaaaaaaaaaaaaaaa ú.ú e meu melhor presente sera ter vcs lendo e comentando aqui S2
queria primeiramente acradecer a Gleicy Kaulitz por indicar minha historia
eee me descupem a demora
fiquei quase deprimida pq demorou p completar os 5 rewies mas mt obrig a quem nunca me abandonou ...
bjos boa leitura e não tenham medo do tamanho da fic, ok? hauahaus
POV Luana
A premiação terminou a mais ou menos meia hora atrás, mesmo tendo passado boa parte dela sem prestar atenção não poderia ter sido melhor já que a banda do Willian e Black Flamme e minha amiga ganharam em todas as indicações que concorriam. Só uma coisa não passou em branco para mim: a felicidade que o Willian emanava, dava para senti-la de longe ainda mais quando ganharam o terceiro premio seguido da noite, e muitos falando que seu sumiço abalaria sua carreira, mas creio que para as fãs de verdade nada seria o suficiente para quebrar a força que eles tem. Mas sinceramente achei engraço as feições de algum de seus concorrentes além do mais, eles estavam fora do mapa não? E voltam levando tudo... Isso provava a força de suas fãs, o que se qualquer um conhecesse apenas o Willian entenderia o porquê toda essa magia, eu também me apaixonaria por ele valeria a pena cantar e chorar em suas musicas, mas quem sabe sem seu conhecimento? Eles não precisão descobrir que sou parente dos pandas, olhos inchados e maquiagem borrada, é pandas seriamos gêmeos. Sorri sozinha com a linha dos meus pensamentos.–você ri para o nada? Ou por quê a premiação terminou?- falou um Willian sorridente, que parecia que sua felicidade conseguiu o deixar ainda mais bonito... Senhor isso não tem limite não? Beleza demais humilha também sabia?–Hmmm a premiação terminou?- realmente não tinha percebido, virei à cabeça olhando para toda a extensão do local, e arregalei os olhos o que fez o Willian rir, realmente as pessoas estavam saindo muitas apresadas, boa parte iria para a festa, como todos iam se trocar não faço a mínima ideia de que magias usavam... Mas no meu caso o quarto-prisão que usei cedo para arrumar meu trabalho estaria a minha disposição.–Caramba você é mesmo desligada em. — eu dei com os ombros e sorri–Não tenho culpa se minha mente não tem controle ainda mais quando estou com sono- estiquei os braços delicamente encenando porque em si sono eu não tinha nada, mas o que eu não faço para fugir de uma multidão louca cheirando a bebidas fortes.–Nem adianta você prometeu que iria comigo- ele fez cara de birra, será que ele tinha dom de vidência ou sou eu que não sei atuar? –é pelo visto não terei saída — dei com os ombros- vou me arrumar- ele assentiu e me acompanhou tive a impressão que estava sendo escoltada, aaaham?? Será que ele pensava que eu seria capaz de fugir? Putz como assim ele é profeta? Mas em sim não teria coragem de quebrar uma promessa, ainda mais se essa fosse para ele.–-------------Eu estava me olhando pela milésima vez no espelho da sala que mais cedo serviu como meu refugio para trabalhar. Minha maquiagem se mantinha a mesma só que com brilho prata acrescentado na sombra, meus cabelos os deixei soltos, meio bagunçados. A festa-balada logo começaria, agora vesti roupas com cara de balada, não sei o que eu faria se não as trouxesse mesmo sem ter vontade de ficar na festa, porém daria apenas uma passada.
http://www.polyvore.com/02/set?id=48227399&.locale=pt-br ( a roupa dela)
Levantei mais uma vez meu olhar para o espelho, quando o vi refletido, empoleirado na estrutura da porta, tão lindo, também se vestia de forma mais descontraída e perfeita para a noite. Estava lindo como em toda essa noite. Quando ele me viu meu olhar se encontrar ao dele pelo espelho sorriu.–Você esta realmente bonita- nem cheguei a reparar sua deslocação, até ele tocar meus ombros e ao falar estava beijando meus cabelos de forma suave, isso definitivamente me arrepiou. –Vamos? – ele se afastou para olhar para mim sorrindo e arrumou seu braço para que eu pudesse por o meu, o que me surpreendeu, estava tão ligado às historias antigas, tão clichê, tão lindo.Me conduziu entre as poucas pessoas que ali estavam até seu carro, seja lá de que tipo era, sinceramente minha vocação de distinguir carros era a mesma para resolver equações de matemática, ainda assim era obvio o luxo do seu automóvel.Me conduziu até a porta do passageiro e abriu a porta para mim, bem Bella da saga crepúsculo entendo perfeitamente sua situação em equilíbrio e tentar parecer o mais digna possível, estou pondo isso em pratica nesse instante minha xará.–Como eu te convidei te levo e deixo em casa assim que quiser- ele sorriu novamente, esse ato que sempre estava presente nele, mas que mesmo assim eu não era capaz de conter minhas reações por dentro, parecia que não importaria o tempo que eu passasse ao seu lado jamais me acostumaria como se cada sorriso ficasse ainda mais perfeito que o outro em seu lindo rosto. Eeeeee... Pera ai nem percebi que já tínhamos saido do lugar e muito menos que já estava ao meu lado, isso que chamo de atenção à vida viu. Olhei pela janela aquelas luzes, toda a vida movimentada de L.A, de certa forma cansei de movimentação, porém, meu rosto virou delicamente para o Willian como se fosse para disfarçar, mas ele me olhava e voltou a sorrir. E chegamos não deu nem quatro quadras, seria bem mais rápido se não fosse o transito, seria mais pratico se tivéssemos vindo a pé.A balada era perfeita por fora do tipo descolada e que chamaria a atenção por seu desainer de longe, praticamente gritava por quem buscava diversão, felizmente não enfrentamos fila aquilo lá estava fechado apenas para a festa da premiação, então com nossos chachas entramos facilmente nela.Realmente estava cheia, tocava musicas envolventes, eletrônicas, as luzes envolviam junto a batida. O Willian me guiou até o bar aonde nos sentamos um de frente para o outro.Ele pegou uma bebida qualquer que a garçonete o ofereceu bem pena para ela que ela não estava no copo porque a forma quente como ela o olhava... para mim era até engraçado mas ele pareceu nem perceber, ele fez o gesto de pegar algo para mim mas neguei com a cabeça. Em seguida apenas virou para mim com o copo em mãos, degustando seu sabor, ele bebia lentamente. –E seus amigos ahhaamm do BEP?- ele me tirou do meu transe que sua própria pessoa causava em mim, falou franzindo o cenho como se esforçasse para lembrar o nome o que não foi um trabalho totalmente bem executado.–Na verdade é Black Flamme, e creio que nesse momento estão sendo torturados pelascoreografias de guerra da Bia pelo o que sei apenas o Zelo conseguiu se livrardela agora que desculpa ele usou não faço a mínima ideia mas deveria anota-la dobrar a Bia é quase missão impossível- disse inconscientemente rindo.Ele apenas sorriu e voltou a bebericou sua bebida.–Realmente você não quer beber nada?- ele arqueou aquela sobrancelha perfeita–Eu na verdade não bebo- ele arregalou os olhos tive que rir da sua expressão facial que se tornou esganiçada.–Quantos anos você tem?–22 — eu ri — você acha mesmo que se eu fosse menor de idade e quisesse beber não o faria?–Meio obvia sua argumentação- sua cabeça se movimentava positivamente, como se fosse para dar mais força as suas palavras -então que pessoa normal rejeita uma bebida?–As que não são normais- dei com os ombros- não gosto de nada que limite minha reflequixão é como se tirasse a única coisa que eu tivesse.- fiz uma careta realmente era verdade e ele riu–Tem alguma coisa contra quem bebe?- ele falou de uma forma tão charmosa quando elevava seu copo se fosse para um brinde inexistente, tão ele. –Depende se eu tiver que carregar essa pessoa depois sim- arqueei as sobrancelhas, ele sentiu a indireta e simplesmente riu.–Ok ok — e pôs sua bebida no balcão, não havia tomado nem a metade dela.–Vou ao banheiro tudo bem?- ele assentiu e levantou uma mão como se fosse para fazer uma promessa.–e Prometo que vou estar aqui quando você voltar...-– e espero que também não esteja bêbado até lá- ele riu e piscou com um olho.Andei pela multidão, ainda sentindo seu olhar sob minhas costas, tudo o que eu queria era poder respirar um pouco sem a dor de cabeça que aquelas musicas altas me causavam, realmente para minha sorte no banheiro o som ficava bem mais abafado.
POV WillianEla se foi entre a multidão temporariamente, não consegui evitar seguila com o olhar e admirar seu corpo, era extremamente atraente...Não fazia nem um minuto que ela foi pro banheiro e meu olhar vagava naquela direção com frequência, uma sensação de nó no pescoço como se tudo pudesse dar errado eu sei que pode.Levantei meu olhar e meus pensamentos criaram forma e cor em um vestido vermelho.Uma mulher bela que eu conhecia bem o rosto parou na minha frente, Kim, ela poderia estar linda se não fosse seu caráter acabar com qualquer beleza e atração que ela poderia exercer sob mim. Sorriu tentando ser sedutora.–Oi tudo bem?- pergunta mais sínica, tive que me controlar violentamente para não pegar minha bebida de volta.–O que você quer?- não ia deixar ELA estragar minha noite–Concertar nosso mal entendido- mal entendido? ela mesma me confessou sua intenção com aquilo que pretendia fazer, obvio que ela não sabia que estava sendo gravada.–Realmente terrível mal entendido você deveria estar presa- olhei friamente para ela, como eu queria que ela evaporasse daqui, não queria que aquela dor voltasse quando mas tempo ela ficasse ali maior as chances disso.–Willian.. — ela falou com a voz sedosa e mexeu no meu cabelo, desviei –Não me toque.- disse simplesmente–Will...–Chega- murmurei baixo mas de forma forte como se fosse para controlar meus sentimentos, eram um trilhão deles de uma vez só. — Você já me feriu o bastante não esta feliz com isso? Para mim já é o bastante não sou masoquista para se quer olhar quem ao menos fale que eu gaste meu tempo. Ou você sai ou eu me retiro.- ela apenas me olhou como se me analisasse –Você ainda vai mudar de ideia Willian- murmurou antes de sumir, sonsa. Respirei fundo, era extremamente ótimo ficar sozinho no bar, nesse momento.Meu coração parecia partir, ou melhor estourar, a sensação dela estar tão próxima, trazia a dor e o ódio em doses proporcionais, cada promessa cada beijo foi falso, nem mesmo a definição da pessoa da musica Automatic chegava aos seus pés. Tais linhas de pensamento fez com que eu pegasse uma bebida de algum garçom que passava, mas assim que ver a Lu voltar, o coloquei sem ao menos o tocar em meus lábios, de volta na bandeja, eu sinceramente me sentia mal por isso, não sei explicar, apenas vê-la me fazia melhor era como se mais nada existisse isso fazia com que eu ansiasse pela sua presença o que me faz pensar que eu esteja sendo injusto me aproximando dela para diminuir minha dor. Mas essa se tornava inexistente até mesmo em seu total silencio.
Luana POVQuando sai do banheiro, como se cor do vestido dela me chamasse vi uma mulher loira, conversando com o Willian, não conseguia ver seu rosto, mas mesmoum pouco distante dava para perceber que era bem mais alta que eu e dotipo reta. Meu olhar procurou de forma quase desesperada, quem euquero enganar mesmo? Totalmente desesperada o rosto do Willian, essetinha uma expressão fria, monotula, sem vida não pareciaa pessoa doce de segundos atrás, definitivamente a curiosidade mebateu mas as vezes a falta de palavras e que trazem as respostas. Eunão deveria, mas senti prazer ao ver tanto descaso na formacomo ele a olhava, mesmo de longe ela me parecia ter porte de modeloou algo do tipo. Essa depois de mais algum tempo, não foi muitoparecia que o Willian a dava respostas curtas sem um dialogo real, elasaiu de cabeça erguida como se fosse para mostrar o seu ego,mas ao passar por mi, ou melhor quase me levar junto de novo para obanheiro, parecia que ela fugia de algo ou tinha muita presa, em seuolhar, mesmo que rapidamente os vi parecia transmitir ódio, antes de voltar parao meu lugar apenas ouvi uma frase dela:–Deu tudo errado- não dei devida atenção ou ela era louca como eu e falavasozinha ou estava no celular pois o banheiro estava abandonado, semosquitos passassem por lá seria um empaqueto sonoro de umaescola de samba.Vi o Willian pegar uma bebida o que fez com que eu provavelmente arqueasse uma sobrancelha mas ele a devolveu assim que me viu, definitivamente achei engraçado pois teve direito a cara de inocente, mas vi que seu olhar era vago, até que olhou nos meu olhos e em questão de segundos tudo ali sumiu sem ao menos eu poder ver algum sentimento em seu olhar, em seguida riu o dando covinhas perfeitas, mas senti pela forma como estava encolhido era como se diluísse algo. Sorri em resposta e me sentei de frente para ele naqueles bancos giratórios de bares.–Esta tudo bem?- isso realmente escapou de meus lábios, se aquela loira amante da agua oxigenada o machucou vou apresenta-la a maquininha de raspar cabelos.–Sim- mas ele baixou olhar, porém o sorriso permanecia ali, algo dentro de mim não sei explicar, como uma corrente em minha pele fez com que eu o abraçasse. Pude sentir a sinceridade do abraço como se o necessitasse, pena que essa proximidade parecia me causar feito de uma bebida alcoólica o que não iria bem para o currículo de quem fez um discurso contra bebid... Seus dedos afagaram meu cabelo o que me arrancou de qualquer briga interior sem sentido, em seguida depositou um beijo em minha testa.–Obrigada- ele murmurou ao afastar os lábios de minha pele, nos dois afrouxamos o abraço, e ele me encarou como se esperasse que eu perguntasse algo, o que não fiz nem o faria, não traria resíduos do que o machuca se ele aparenta melhora.–Não há de que.- eu pisqueiDo nada se pôs de pé e me levou junto, sem ao menos falar algo, me puxou entre a multidão, até uma escada, a parte de cima da boate estava quase vazia, já que era aberta, estava frio e a musica era lenta não tinha o mesmo ar de balada e pegação que tinha lá em baixo, era definitivamente confortante, porem isso não diminuía meu frio.Nem percebi que passava as mãos sobre meus braços quando ele pôs sua jaqueta sobre mim.–me desculpa por isso, mas ali em baixo não combina com você, e eu queria te agradecer da minha forma por ter me ajudado ontem- ele falou de forma calma e envolvente bem próximo do meu ouvido, assim que terminou praticamente deu uma meia volta pois ele estava atrás de mim e em seguida na minha frente. Carregava um sorriso lindo – dança comigo?- com o olhar que ele jogou junto a frase a palavra não foi jogada no lixo em fração de segundos.–Hmmm tudo bem mas espero que tenha posto seus pés no seguro, sou pior que um bêbado em cima de um shakeate em questão de cordenamento- fiz uma careta, -eis o motivo para não seguir a mesma profissão da Bia, eu tenho amor as minhas duas pernas inteiras.Ele apenas riu loucamente de uma forma envolvente e negou com a cabeça.–Não se preocupe vou ser cuidadoso- me envolveu, aproximando meu corpo delicamente do seu, uma mão em minha cintura e a outra segurou minha mão. Nossos corpos seguiram o ritmo desconhecido para mim, lento mais harmonioso. O clima estava frio mas com o cheiro do Willian sobre minha pele em duas versões, a tecido e a de carne e osso, esse detalhe foi insignificante, mesmo tendo o aspecto de chover a qualquer momento a Lua estava ali lindamente, isso me faz pensar nas historias que escrevemos na mente e nos sonhos, e como algo tão simples como a presença da Lua pode ser tudo.Ela parecia colaborar ainda MAIS com o Willian, a luz que refletia seus olhos odeixavam ainda mais profundos, assim como sua pele mais albina.A noite parecia conspirar a favor do Willian, principalmente em seu olhar, marcado fortemente de preto, nunca fui o tipo de pessoa que me prendeu a conceitos mas aqueles olhos faziam eu acreditar que é possível conhecer a pessoa apenas pelo olhar. Sinceramente para não parecer uma idiotar maior do que sei que sou e provavelmente ele também, encostei minha cabeça na linha do seu pescoço, novamente aquele cheiro, tão bom tão ele que eu gostaria poder alguma coisa de diferença de fragrâncias para descrevê-la mas como meu lance é apenas palavras é melhor deixar isso como plano para uma próxima férias sé é que vou saber o que é uma.Perdi a noção de quanto tempo ficamos assim até ele parar com nossos movimentos sem noção e sorrir para mim.–Eu te comprei algo- mordi o lábio não queria nada dele, além dele mesmo... é eu estou querendo muito mesmo.–Willian eu não preciso nem quero nada seu- neguei com a cabeça mas ele colocou os dedos entre meus lábios e tirar do bolso da jaqueta que eu vestia um colar com uma nota musical no cordão, era lindo, mas minha rebeldia era quase maior, pois ao tentar pô-lo no meu pescoço desviei.–Você não gostou?- ele levantou uma sobrancelha indignado neguei com a cabeça mas antes que falasse mais alguma coisa me cortou– Ontem você me ajudou de formas diversas e que poucos fariam, por o menos de forma sincera, vamos lá apenas um presente de agradecimento, qual o mal de te dar algo que te lembre de mim?- eu ri com aquilo.–Vai ser difícil te esquecer por algum tempo chefinho- ele riu ao mesmo tempo que aproveitou minha visível trégua para por o colocar em mim. Em seguida voltou a me envolver com seus braços e passos, ele as vezes me parecia inquieto como se não soubesse o que mais falar outra horas era extremamente confiante, é Luana você tem um forte concorrente em bipolaridade.Quando a musica que dançávamos acabou outra me envolveu em pouco tempo a reconheci, para ser sincera já em suas primeiras melodias já sabia que musica era, red hot chili peppers — otherside.Definitivamente senti como se tudo soltasse da minha pele, e a letra daquela musica escapava dos meus lábios da maneira menos esganiçada que eu podia e o Willian me acompanhou na mesma intensidade de feitiço pela musica. Senti nossos corpos se aproximarem mais, ao abrir os olhos vi o porque nossa respiração se chocava, nossos lábios estavam em uma distancia fácil de ser encurtada e tudo o que ele fazia era olhar para meus olhos de uma forma quase hipnotizante quando se aproximava lentamente.Mesmo que doesse no fundo de cada canto do meu corpo me afastei, não queria ser o poço aonde ele jogava a dor presente a minutos atrás, além do mais... sinceramente acho que tive medo de gostar, seus lábios eram atraentes assim como tudo nele, e o que santos ELE ia querer com uma maníaca dos pães de queijo???Ele apenas se afastou e olhou para mim, não vi nada que imaginava achar ali, nem raiva, nem orgulho ferido, nem incompreensão ou derivados, apenas a ternura estava ali, como se nada a tirasse dali, como se o que eu fizesse não tivesse mudado nada. Mas mesmo assim como se fosse para fugir de mim, ele fez com que eu girasse, ao voltar a ficar de frente para ele, mantinha os olhos fechados, eu tinha vontade de falar, mas... já me dei um banho de agua fria, talvez o próximo passo da psicopata aqui seja afasta-lo então missão bico em velório.– A finalmente te achei- disse um homem que apresentava ter de uns 38 a 40 e era realmente bonito, ele abriu os braços como se para exagerar em sua palavras, contraste perfeito– é estou me exilando da multidão- o Willian disse rindo–Não foi isso que aconteceu ontem- seu sorriso morreu ai, e o meu quase nasce com aquilo. — Essa deve ser a Luana – ele olhou para mim docilmente- Eu sou o David – ele apertou minha mão e depositou um beijo em cada lado da minha bochecha- é assim que se complemente no Brasil não?– ele sorriu afirmei com a cabeça, é por isso Brasil muitas vezes me pergunto por que será que o tudo lá tem que ser tão caloroso?- Já conversei com seu produtor, amanha ou depois, eu o Willian entramos em contato.–Traduzindo papelada para eu ler e assinar- obvio era sempre assim ainda mais quando era para participar de um cd inteiro.–Ok, ok dá um desconto David, estamos em uma festa para ficar falando sobre trabalho- ele falou dramatizando.–Como se você lembrasse o que é trabalho. Vê se anda na linha viu?-–e cuidado com o trem também – murmurei, mas para mim do que para eles, mas ele escutaram e começaram a rir.–muito bem Luana obrigada por me lembrar desse detalhe, Willian nada de métodos alternativos para o que eu pedi ok?- David falou entre sua risada, é eu sem falar uma besteira por minuto quebro qualquer recorde da natureza que me cabe, sem ao menos esperar uma resposta do Willian, David se retirou ainda tentando parar o riso.–Não liga não as ele tem problema mesmo- ele falou negando com a cabeça, porem ainda rindo o que o tiraria a moral para falar algo, mas tudo bem né...–falando de um problemático para outro? — falei com ironia até um pequeno bocejo escapou dos meus lábios e senti o sono se fazer presente, mas que dia mais oportuno dele chegar cedo. – Willian tem como você me levar de volta?- sono estava até em minha voz–Mas já?- acenei com a cabeça e ele bufou–Por o menos tenho um direito a tomar um café feito por você?–Ai depende se você prometer não por a mão na xicara de café de novo e nem me deixar fazer algo similar, pode -ele riu de lado- inclusive como esta o queimado?–Foi superficial- e levantou a mão, estava com uma luva de renda toda furada, traduzindo havia circulação de ar para não irritar a pele e mesmo assim sem a deixar exposta a olhos curiosos. Puxou-me pela bainha da sua jaqueta no começo até envolver meu braço como antes de vir para a festa. Em instantes estávamos em seu carro e como a primeira vez abriu a porta do carona e foi para o seu lugar, antes de ligar o carro encostou a cabeça no apoio do banco e olhou para o teto.–Tudo bem? A bebida fazendo efeito?- ele riu–Esta tudo bem– me olhou com aquele olhar devorador que só ele tinha- só pensando... e inclusive eu ainda não tenho o seu numero não é mesmo?- impressão minha ou ele desviou de assunto? Mas mesmo assim respondi sua pergunta concordando com a cabeça.Ele tirou o celular do bolso da calça e deu nas minhas mãos, levei segundo para assimilar que era para salvar meu numero ali, eu já era lerda ainda com sono as coisas na minha mente trabalhavam assim: lentamente e com uma pausa a cada 5 segundos.Ao salvar meu numero, procurei o dele, e usei uma coisa que não costumo usar ainda mais com sono, a memorização, por mais surreal que seja para mim não foi difícil decorar seu numero. Coloquei o celular no colo do Willian ele riu de lado, me voltei a janela comtemplando a beleza artificial daquele lugar.Depois de sairmos do centro aonde a noite não tem fim, as ruas estavam vazia, e com a colaboração da velocidade que o Willian dirigia não demoraria muito para chegar em casa, realmente me pergunto se ele já conjurou a ideia de ser piloto de formula um e não cantor. Nessa velocidade deveria sentir medo mas não senti. Vi a morte de perto, não de olho em olho, mas nos olhos de quem faz parte da minha vida então porque temer a morte? Eu ri de lado sozinha com essa linha de pensamentos, isso que dar andar com uma gótica, quanto tempo não a vejo... O carro parou, nem cheguei a prestar atenção no caminho, creio que cheguei a cochilar, mas que ótimo, devia estar parecendo uma defunta com a cara toda amassada.–Lu- ele murmurou–Ahmmm....- eu tentava realmente abrir os olhos mas o sono era maior, era uma luta inútil contra ele.Ouvi o baque da porta do motorista sendo fechada, logo em seguida uma brisa tocou minha pele e supus que ele abriu a minha porta, tentei abrir o olho de novo para tirar o cinto de segurança mas eu movi meus braços inutilmente. Ele riu.–Você esta de tapas com quem? A sua sombra ou com o vento?- ele sussurrou em meu ouvido e quase ri com aquilo.Senti sua mão passar perto do meu corpo e o livrar do cinto. E o estofado do carro sumir debaixo de mim e .... Espera ai ele me levantou? Consegui abri um olho, o que não foi boa ideia, ele me encarava, e sorriu. Estava na cara que eu estava exausta, e vamos dizer que quando me pega ele realmente me domina, todo meu corpo estava relaxado e praticamente mole, fora do meu controle.Senti cessar o movimento, devíamos estar na frente da porta.–Onde esta a chave?- ele me perguntou de uma forma tão suave que ai sim era capaz de eu dormir, a voz dele era reconfortante.Tive que forçar minha mente para lembrar das chaves eeee... putz pus no meu sutiã –Eu pego, — suspirei- fiz a proeza de coloca-la no meu sutiã.- como meus olhos permaneciam fechados não consegui ver sua reação.Tentei elevar meu braço que estava caído, mas era quase A missão impossível. Quando consigo levanta-lo, como se eu não tivesse controle nenhum sobre meu corpo ele caiu violentamente.– Droga, você que bebe e eu que pareço a drogada- ele riu fortemente.–Se você quiser eu pego para você- realmente isso fez com que eu arregalasse os olhos e me despertasse em instantes e ele apenas riu mais ainda, para ser sincera gargalhou.–Eu estava brincando mas por o menos serviu para te acordar- assenti e peguei a chave, mas que ótimo esconderijo viu Luana, da próxima vez que tal uma bolsa? Mas em si quando eu pegava a chave o Willian desviou o olhar olhando totalmente para o lado oposto o que me ajudou a não voltar a corar mais. Assim que as peguei ele as tomou da minha mão abriu facilmente e entramos me colocou no chão tentei me levantar mas quase tomei um tombo, que só não ocorreu porque o Willian me segurou por traz. –Em momentos normais meu reflexo já é ninja com sono então entraria para o livro dos recordes.- ele riu na minha orelha, ele estava praticamente colado ao meu corpo e era tão bom sentir seu calor sobre mim.Senti pela segunda vez na noite meu chão sumir.–Não- resmunguei e ele riu fraco no meu ouvido–Para de birra, você nem se aquenta em pé.- arfei discutir com ele seria caso perdido e cansativo.Senti meu corpo embalar ao ritmo de seus passos, até sentir a superfície macia da minha cama. Ele beijou minha testa.–Você fica me devendo um café-Eu sorri com aquilo e logo dormi.Hummm... que barulho é esse? Deve ser nada. Mas seja lem quem fosse o ser continuou com batidas frenéticas na porta, depois de um demorado tempo acabei cedendo e me levantando. Willian? Não creio, teria que ser uma pessoa muito cara de pau para fazer isso, me levantei lentamente como se fosse para ressuscitar cada parte do meu corpo. Vaguei até a porta, pelo horário não seria coisa boa ou normal, ladrão acho difícil passar pela guarda da frente do condomínio e normalmente os bandidos não anunciam que vão entrar batendo na porta.Me aproximei da janela e bati nela, como assombração apareceu um vulto de olhos vermelhos que fez eu pular esse ser apenas riu, obvio tinha que ser a Charlotte, ou simplesmente a Charly. Mas onde estaria a chave? Olhei para o beiral da porta, obvio ele trancou a porta e devolveu a chave por ai.–Quem é ?- perguntei irônica logico que eu sabia quem era–O bicho papão...- eu ri com aquilo definitivamente a voz rouca dela faria muitos cair nessa até mesmo que não acredite.Abri a porta e ela passou rapidamente sobre mim e bastava por o pé para fora da casa que dava para entender o porque, estava um gelo insuportável.Olhei para minha amiga que parecia décadas que nos conhecíamos, sua pele se mantinha albina, até o Willian parecia negão perto dela, seu cabelo era de um tom vermelho vivo que eu não saberia dizer se é de tinta convencional ou de tinta colorida, também tinha mechas de um tom vermelho sangue denso e escuro, usava lentes de contato vermelhas, carregava 4 pinces, duas nas bochechas uma de cada lado, e duas na sobrancelha esquerda e em seus lábios um batom bem preto a mesma cor da sua sombra. Trajava roupas coladas nos tons preto e roxo, bem na linha do seu estilo gótico. Diferente para muitas pessoas, não para mim, ela ficava perfeita assim, sempre foi assim sem se importar com os demais a sua volta, tínhamos um laço de amizade que por uma escolha minha por uma desconhecida começou a ser fundada.–Abriram as portas do cemitério?- ela riu- O que VOCÊ esta fazendo em L.A?– ela pôs as mãos na cintura.–Bem vamos dizer que é um excelente lugar para compras, principalmente para fantasias darks e roupas góticas- a resposta dela era obvia para mim, pois realmente seria um excelente motivo para estar aqui, ela era como eu dizia? Uma andarilha, sem teto, mas a sombra só seu mundo e de sua forte herança que nem mesmo vivendo quatro vidas seguidas seria capaz de gastar tudo, ainda assim no Brasil mantinha uma linha de imóveis, ela amava essa vida sem rumo entre a escuridão da sua vida, mas eu a achava vazia depois de tudo, de uma única pessoa que envolveu nos duas, e que machucou mais ela do que a mim... Porque? eu não sei mas senti mais dor por ela do que por ele, talvez raiva, por ter duas namoradas ao mesmo tempo, uma na cidade e outra no interior, cada mês via uma, até a Charly ir para a cidade sem avisa-lo aonde ele trabalhava na Galeria do Rock e descobrir tudo e eu também... e por mais engraçado que seja sequer brigamos apenas descontamos nosso ódio nele, mas se tudo tivesse acabado ai o enredo da sua vida seria um pouco mais leve...–E então?-–Ahmm???- só ai percebi que ela tina falado algo que não prestei a minima atenção pensando no passado–E mais você para viajar nem precisa de passaporte viu...- ela falou ironicamente e eu ri, era verdade oras... respirou fundo e voltou a falar- Ahaaamm... tudo bem se eu ficar aqui?- vamos dizer que não me surpreendi, ela não pediria para a Bia porque não daria certo, nos damos mais certo em uma convivência, zelamos o silencio, e mesmo assim nos conhecemos perfeitamente bem, meu olhar vagou para o chão aonde tinha uma bolsa preta provavelmente e obviamente com seus poucos pertences, aonde ela arranjava um canto ela deixava roupas lá, vamos dizer que ela tenha um abrigo e em alguns casos até casa em diversos cantos do mundo, mas em si ela preferia a Europa pelo mero fato de lá ter mais sub culturas do gótico nas quais sempre acabava fazendo parte e criando novos amigos temporários como ela falava, já que confiança era algo que ela não aplicava muito nos outros.–Pode sim, tem um quarto extremamente vazi...–Posso ficar no porão não se preocupe — ela riu, sinceramente ela não era desse mundo–Ok mas com uma condição–Iiiiii... lá vem- ri com aquilo–Vai me deixar organizar aquilo lá embaixo junto com você, a sua maneira a cada momento livre que eu tiver.–Momento livre? Normalmente quando vem para cá não esta de ferias?- ela me cortou e falou irônica ela sabia que até nas minhas feria eu trabalhava- Então quem são as vitimas de agora?- nossa como minha vida é obvia viu...–TH- ela fez uma careta–Aff...- eu mostrei a língua para ela–Se comporte viu? Pelo pouco que os conheci são boas pessoas e provavelmente vão frequentar aqui.–Não precisa se preocupar vou ser mais silenciosa que uma defunta–a você sabe muito bem fazer isso -ela riu e foi invadindo de vez minha casa, ela conhecia bem aqui mesmo sem nunca ter dormido aqui, ao entrar na cozinha pegou uma maçã e mordeu e não resisti em fazer uma piada.–Lamento em ser tudo isso que eu possa te oferecer como alimentação, eu ainda não tenho reserva de sangue na geladeira- ela riu e me mostrou o dedo do meio, se sentou na beirada da mesa e olhou pela janela, chovia, depois olhou para mim.–Por o menos esses carinhas são bonitos não?- aquilhei uma sobrancelha ao mesmo tempo que senti minhas bochechas corarem — Será bom ter alguma coisa para me destr... Você corou? — ótimo estou ferrada, ela só deu um pulo da mesa e caiu bem na minha frente, caramba esses olhos vermelhos dão medo quando estão muito próximos, não sei explicar o porque.–Não adianta tentar esconder de mim dia menos dia eu descubro, esqueceu que sou sua inquilina macabra? Mas definitivamente não quero repetir o nosso quadro anterior, como posso adivinhar com quem não flertar??? — ela sabia exatamente como me dobrar, primeiramente ela sabia que tocar no passado ia a dar bônus, e sobre flertar acho que ela quis dizer: arrancar o coro.Respirei fundo.–Então já que dai não tiro nada vou por outro caminho, quem era aquele que te trouxe de carro? — arregalei os olhos–Agora deu para você vigiar a minha casa ? — ela riu diabolicamente–Só vim pedir moradia, mas como vi que poderia atrapalhar algo resolvi ir contemplar o cemitério perto da praça, e aqui estou eu- disse abrindo os braços para deixar bem claro sua mensagem, escapar disso seria impossível ela não me deixaria em paz, era obvio que como ela não consegui a resposta da forma exata tentou outra e isso não teria fim e como meu corpo voltou a gritar por cama cedi.–Era o Willian.- ela levantou a sobrancelha como se eu tivesse dando informação meia boca- O vocalista da banda, irmão gêmeo do Ludo guitarrista da banda e foi ele que me contratou.- ela me olhava atenta e apenas fez sinal de positivo com a cabeça ou eu escapava agora para meu humilde quarto, ou adeus noite bela.–Bem como sei que você tem parentesco com os lobisomens, e possui hábitos noturnos, vou me retirando- ela sorriu e saiu silenciosamente como uma sombra, quando passei pela sala ela já tinha sumido e a porta do porão não estava mais trancada.Fui até meu quarto e desabei na cama em instantes tudo se apagou em minha consciência.
Notas finais
quero meu rewies ....
e o q vcs acharam desse capitulo?
o q mais gostaram?
bjos até a proxima
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