Notas iniciais
Oi moresssssss Muito obrigada por cada depo, desde minhas fofas daqui :D qnt o povinho do orkut que me inventivaram muitooooooooooooooo.
Fico estremamente feliz que pessoa tão fodas e minha escritora favorita -Kalin- estejam acompanhando aqui
Ok Ok sei que atrasei mais aqui esta o resto.
BOA Leitura

Assim que ele pôs os pés para dentro, entrei em seguida e fechei a porta, ele observava cada detalhe da casa, como se fosse para memoriza-la de imediato. O que acho dificel já que tanto eu quanto a Mariana eramos perfectionistas em cada detalhe. Tudo que você poça imaginar em uma loja de bugigangas você acharia ali, mas tudo de uma forma harmoniosa a Grase jamais permitiria excessos demais. Joguei a chave em algum canto por li.Ao fazer um gesto de me mover em direção ao corredor o olhar do William se deslocou rapidamente para mim.

–Aonde você vai? — provavelmente ele devia se sentir meio desconfortável, na casa de uma estranha com cara de psicopata que o poderia atacar a qualquer estante

.–Pegar toalhas, provavelmente devem estar no quarto da minha amiga– ele me olhou atento, revirei os olhos

–Você divide a casa com quantas pessoas? ela...elas estão aqui? -ele falou aquilo tão rápido se auto atropelando, eu acheiengraçado mas no lugar dele estaria pior

–Divido a casa com duas meninas — ele arregalou os olhos eu quase ri com isso– Mas ambas estão no Brasil,provavelmente no segundo sono agora- ele soltou um suspiro de aliviado.Agora eu definitivamente ri.–mesmo que elas tivessem aqui, eu sou a maluca dogrupo então não fique tão aliviado. — ele apenas revirou osolhos e me mostrou a língua, realmente ele era uma criança com uma dosagem adulta.

–Me fala sobre elas? Como vocês se conheceram?Trabalham no mesmo ramo que você?– ele fazia as perguntas rapidamente cadê a famosa câmera lenta nesses momentos??? Eu definitivamente não deixei de rir.

–Primeiramente respire, se bobear nem você mesmoentendeu suas perguntas- ele riu, eu falava andando e ele me seguia atentamente, observando o corredor até o quarto da minha amiga – A Graze é a dona desse quarto- aquilo estava cheio de poster do Justin.

– Eu a conheci no tempo da escola, por mais engraçado que pareça mantemos o mesmo grupo daquela época, obvio que com a entrada de outras pessoas- eu sorri voando em minha mente quando falava dela, mas mesmo assim achei as toalhas, olha que por uma fração de tempos eu me esqueci do que procurava, estendi uma para o William, enquanto me secava continuei – Ela trabalha como fotografa e com decoração, por isso nos cruzamos no mesmo trabalho muitas vezes. A outra se chama Mariana, mas conhecida como Mariana, ela é apresentadora de um programa na MTV brasileira, eu a conhecipor causa do meu trabalho, e acabamos virando amigas, é dificel não se aproximar e se apegar a ela- eu sorri e ele respondeu com outro.E colocou uma mecha solta do meu cabelo atras da minha orelha, se o objetivo dele era me tirar o ar ele consegui.

– É eu sei como é — ele me olhou como se deixasse claro que estava se referindo a mim. Ótimo!!! Não core Luana!!!!!!!!! Sorri mas esse morreu em meus lábios quando ele começou a tremer, obvio aqui estava frio eu que era a única anormal aqui que não prestava atenção em nada além de sua presença.

– Acho melhor você tomar um banho, poço lhe emprestar umas roupas, tá bom que vão ficar meio que curtas e largas, mas é melhor do que essas úmidas, voce vai ficar doente se permanecer assim, pode usar o banheiro daqui, a Graze não ligaria –eu faleirápido aderindo o Willianês, meu novo idioma por aqui.

– Depois eu que não vou entender o que digo, né mocinha? – ele me olhou fazendo uma cara de indignado

–Foi a forma que achei para não dar tempo de voce me interromper, aderi ao Willianês, é definitivamente a forma mais eficiente para isso, já que você tem que se concentrar para entender o que vou falar sendo assim não te dará tempo de pensar em me interromper. – ele riu

– Willianês??? Agora tenho meu próprio idioma!!! – ele riu de uma forma que só ele era capaz -Tem certeza que ela não vai ligar? –ele mudou novamente rapidamente de assunto e de humor agora estava realmente me olhando preocupado, estava seriamente pensando em adota-lo, te-lo perto de mim, ele me fazia bem com aquelas discussões sem fundamento.Me passou pela cabeça me mudar para perto dele mas,provavelmente eu não teria dinheiro nem para comprar a casinha do cachorro.

–Primeiramente ela nem vai perceber, mas mesmo que sim, a menos que você estrague os preciosos dela. –apontei para o cantoadoração a meu idolo, no caso dela, Justin. – não haverá nenhum problema. – ele apenas riu e colocou a mão na cabeça como se fisese o gesto que os soldados fazem ao seu general, ri com aquilo

– ok vou pegar a roupa -

Não sei porque avisei era obvio que ele meseguiria, até meu quarto, pois faltava ele por um rastreador gps em mim.E já sabia o que esperar quando ele entrasse no meu quarto: surpresa, por isso dessa vez foi eu que me foquei em seu rosto, e achei o que supus que teria. O teto do meu quarto lembra perfeitamente o céu estrelado, perfeito, amava isso me dava boas ideias já que eu me sentia em casa com minhas irmas estrelas, tão distantes, a diferença era que elas eram bonitas. As paredes em si eram brancas, apenas a da porta que tinha desenhos com as cores preta e vermelha, havia uma guitarra pegando fogo do lado esquerdo, do direito havia caveiras, e os símbolos da musica e do infinito. Para mim ali era meu refugiu perfeito.Havia cadernos, canetas e lugares para ficar como poltronas, dadinhos-poltrona, sofá, até uma cadeira de balançar, é as vezes aquilo ali parecia um antiguario, por todos os cantos do quarto havia algo que me ajudasse a compor a qualquer instante. Reparei que ele prestava estrema atenção no violão sobre a poltrona.Abri meu guarda roupa felizmente hoje estava arrumado, o que posso considerar como um fato histórico, peguei uma blusa preta de mangas e uma calça jeans escura, quente e confortável, as coloquei nas mãos do William. Ele sorriu e sussurrou um obrigada e saiu provavelmente para tomar banho, daaaar...., obvio, assaltar o banco que não foi, eu pensava cada coisa que as vezes me senti lesada das ideias, revirei os olhos para mim mesma.Também me dei o direito de um bom banho, tirando de mim toda tensão. Bem na verdade quem eu enganar?

Toda minha tensão estava no quarto ao lado, respirei fundo e fechei a torneira, não dá para adiar para sempre né? Isso é, sem custar a água do mundo inteiro por isso.Me vesti para ficar aquecida e definitivamente me empolguei, parecia um pinguim com tanta roupa, pensei no William, havia esfriado mais, aquilo que o dei para vesti não seria suficiente, Como se ele tivesse escutado meus pensamentos ele bateu na porta antes de perguntar se poderia entrar.

– Sim pode– fui rápida e peguei uma jaqueta de couro preta, nesse momento eu estava agoniada, não queria que ele fosse porque sabia que não o veria mais.

–Vista isso também para não passar frio- o entreguei o casaco e ele sorriu, eu já estava ficando mal acostumada, a perder a linha dos meus pensamentos em seu sorriso perfeito, vamos dizer que meus pensamentos já não eram a definição perfeita de algo focado e estavam conseguindo piorar.Ele me olhou de uma forma incomodada e aspirou forte comose quisesse falar algo que o incomodasse

.–A chuva piorou, e bem... ahmm...– ele procurava as palavras certas, tão lindo perdido, até passou pela minha cabeça ajudar, mas amava o ver assim, meio do mal da minha parte, mas era mais forte que eu. – Você deixa eu dormir aqui?– vi que ele tentou ir pelo caminho mais reto e direto, que pena, pensei com ironia e decepção mas ele ficaria até amanha então vamos fazer uma festa particular, eu ri por dentro eu as vezes falava comigo mesma mentalmente assim na 1° pessoa do plural. Bem até o momento que eu não aderir o habito de falar comigo na 3° pessoa do singular em voz alta ainda não terei com o que me preocupar com internação, por o menos por enquanto .

–Mas é claro que pode.- sorri- Vou fazer café, aceita?- hmmm café um dos meus vícios admitidos está quase escrito na minha testa isso.–Sim eu aceito.
Eu pensei, é por mais incrível que pareça, e até eu esqueça disso, eu penso e nesses instantes não havia o porque eu temer não vê-lo mais, trabalharíamos junto, ele parecia determinado a isso, sinceramente nunca fiquei tão feliz por trabalhar com alguém, em si preferia trabalhar sozinha, e definitivamente não sei se me alegro ou me preocupo com tanta felicidade mas como sei que para me desesperar seria um passo, usei, ou melhor não usei, guardei meus pensamentos e me concentrei nele.Seus cabelos loiros estavam bagunçados e úmidos, pela primeira vez o vi sem a barba desde que aderiu as madeixas loiras.Seu olhar era um contraste de coisas, havia no fundo dor, podia quase sentir isso, o que me incomoda é que cada vez que me encarava essa expressão em seu olhar sumia, não havia sentido, mesmo que ele fosse um ator profissional, a dor leva instantes para ser disfarçada, e em seus olhos ela se mostrava inexistente quando me encarava.
A chuva continuava forte, o barulho do trovão era cada vez maisfrequente, servi café para nos dois e me sentei de frente para ele. Para que não houvesse um acidente ali afastei rapidamente meu notebook para outro canto. Como o William me encarou com a sobrancelha erguida resolvi por em voz alta meus pensamentos.
–É melhor eu tirar do meu caminho qualquer coisa que eu possa estragar, ainda mais tendo uma arma liquida nas mãos, extremamente fatais para um notebook. – ele riu com aquilo e eu dei de ombros
Por mais impossível que poderia parecer a chuva conseguiu piorar, as luzes começaram a piscar até não voltarem mais.
–Ótimo é nesses momentos que eu tenho que me lembrar de comprar uma lanterna, nesses momentos até um capacete de bombeiro que tem luz seriam bem vindos- eu pus um dedo no meu rosto para falar aquilo devia estar mesmo pensativa, mas se estava o William me arrancou disso em instantes.
Mesmo agasalhos até o pescoço não tinha como negar que aquilo estava extremamente frio, o café esquentava por dentro, mas o ar frio não colaborava.
–Acho melhor irmos para um lugar mais quente.- ele levantou a sobrancelha e corou, depois era apenas o Ludo que levava a fama de mente poluída. – Hmm na segunda sala tem uma lareira, serão dois benefícios em um : luz e calor – ele sorriu para mim sem mais vestígios de ter ficado corado em estantes atrás.
Me levantei e assim como eu o William deixou o café para traz, eu fui nafrente entre a escuridão, enquanto minha companhia que agora não tinha como observar ele mantinha o braço estendido sobre meu ombro. Conhecendo meu grande censo de coordenação, eu deveria levantar as mãos para cima por já ter feito tanto aquele caminho que sabia de cor quais caminhos fariam eu me esbarar em algo.A lareira ficava no canto esquerdo da porta, só estiquei o braço e achei os fósforos dai por diante com luz se eu errasse seria o momento certo para ter uma desculpa para procurar ajuda profissional.
Logo tudo ali foi tomado pela luz das chamas, eu falei que essa casa as vezes parecia um antiquário? Se sim errei na avaliação, colocamos muitos museus tradicionais no chinelo. Ali era cheio de livros, tinha umas miniaturas de famosos que eu ou uma das minhas amigas ganhamos, e um grande sofá no chão, daqueles sem pé, parecia mais um grande dadinho que se usa como banquinho, esse cabia umas quatros pessoas deitadas,não tinha encosto era como uma cama-colchão porem por estar encostada na parede de frente da lareira, e para a vista perfeita da parede de vidro, seu vidro era escuro por fora tornando impossível ver algo daqui de dentro mas era o oposto estando aqui, mesmo com a chuva a vista era perfeita, ao longe montanhas, a natureza tão intocável.
O William assim como eu prestava estrema atenção na vista na nossa frente, que parecia se tornar mais perfeita com a chuva. Foi quando o senti me puxar encostando meu corpo sobre o dele e me abraçando, encostei minha cabeça a centímetros abaixo de seupescoço, era tão bom, seu calor, ou melhor sua presença, senti seu toque em minha cabeça, ele acariciava meus cabelos.


William POV


–Hummm.. isso me dá uma boa ideia de musica, algo revoltante, que as vezes começam pequeno como um sussurro e crescem na garganta em forma de um grito- ela sussurrou tão concentrada no que falava
–Eu te deixo te deixo tão revoltada assim?
– Hmm não, mas em si quando me perco em meus pensamentos posso despertar sentimentos que a estantes atrás não me passava pela mente. As palavras vêm e vão na minha mente isso que em muitos momentos me deu forças- ela sorriu fraco e por estantes eu sabia como ela se sentia por que era exatamente assim que me sentia horas atrás quando andei como um louco retardado na rua sozinho. O que ela me falava despertava entenrecesses, qualquer coisa seria melhor do que meu estado quando estava em casa.
– Deixa eu ver se eu entendi, você tem uma tática para fugir da dor? – percebi que ela sondou meus olhos e provavelmente viu interesse ali.
–Não exatamente fugir, pois assim ela só se torna maior, mesmo que tenha pessoas que se mostrem bem por dentro são o oposto por que não dá para fugir do que esta por dentro, nem sempre escolhemos tudo o que sentimos e ao que nos prendemos. Mesmo que muitos bebam, drogassem ou cheguem até se cortar o máximo que fazem erem dar um passo pelo caminho que acham mais fácil e só esquecem que nesse caminho a única coisa que vão esquecer ou apagar é o que são, por que a dor sempre vai estar lá a menos que a encare, com um sorriso, não digo para esconder as lagrimas sobre os sorrisos como se esses fossem massa fina, mas se entregar a dor é dar exatamente a aqueles que nos fazem mau o que eles querem. Nada que machuca merece algo maior que seu desprezo, porque se você chora você coloca na mão de quem queria te ferir o que ela quer, se você a odeia, transforma uma coisa que não merece nada mais do que desprezo em algo que toma uma parte de você e as vezes isso pode te tornar igual a ela. Definitivamente teve momentos que pensei que conheci a dor, mas ai eu vejo queainda não sei o significado dela, porque a dor só se torna real quando você aceita ela ser a maior parte de você. – ela sorriu distante, do nada ela pulou e voltou em estantes ao mesmo lugar, mas agora com papel e caneta a mãos ela escrevia insanamente, dava a impressão que a folha ia se rasgar a qualquer estante, e quando ela parava olhava paraa vista a nossa frente ou nos meus olhos, até que ela parou e jogou com raiva o caderno e logo em seguida foi atrás o pegar de novo, eu não deixe de rir com isso, a segundos atrás ela estava com raiva provavelmente ideais fugiram dela mas voltaram.
Quando ela desistiu se jogou ao meu lado eu ri com aquilo seriadivertido trabalhar com ela se ela agisse a cada estante de uma maneiradiferente, ele me contou que chegou a escrever musica enquanto era para ela fazer anotações de historia, dependendo do que ela sentia era sua reação.
–Vou por uma musica antes que isso pareça um velório – como se fosse possível com ela ali aqui.
Do nada me veio à cabeça que estávamos sem luz, mas ela apareceu com uma caixinha preta pequena, cheia de figurinhas de caveira estaticamente postas ali, obviamente que carregada a bateria, tinha um pen drive conectada a ela.
http://www.youtube.com/watch?v=8DQdhAO8qiw&feature=BFa&list=PL75C69EEC7E9BAEB5(a trilha sonora daqui por diante, espero que vocês gostem)Logo ressoou uma melodia calma, provavelmente em francês já que eu nãoentendia nada.
Ela depositou a caixa em cima da lareira e voltou a se sentar, a musica já ressoava pela sala, era lenta. Reconfortante, não entendi muito o que o cantor falava parecia estar em francês.
–Hmmm... possofalar ou corro o risco de ser lançado pela a janela como você fez com o caderno?- ela riu e revirou os olhos
–Hmmm... acho difícil pelo seu tamanho nem com um estilingue em tamanho humano– eu não sabia quem ria mais eu ou ela. – Pode falar. – ela se virou para me olhar melhor o que não ajudou muito, ela se mantinha distante mas ainda próxima demais.
–Você acha que seu chefe vai aceitar que você trabalhe comigo?
–Hmmmm, você ainda quer trabalhar comigo, mesmo sabendo que sofro de distúrbios mentais??? – ela falou mexendo uma dasmãos, ela mantinha os cotovelos segurando seu peso, e as mão sustentando sua cabeça como se ela pudesse cair a qualquer estante o que ela deixa claro que não era impossível, aquilo estava extremamente engraçado. Afirmei com a cabeça.
–Olha anos trabalhando com aquele ser disfarçado de pinguim com aquelas roupas formais, posso afirmar com toda certeza. Se depender do meu chefe ele põem eu para compor até para um macaco orangotango. — não teve como não rir daquilo.
–Tá me empolguei um pouco, mas cheguei perto da realidade- ela revirou os olhos como se aquilo fosse tão obvio que não teria sido necessário ela falar nada.
Ela ficou quieta observando a parede-janela, e tudo ali parecia perfeito pois de certa forma tudo ali combinava: a lareira, a musica, a chuva e principalmente ela olhando pela janela e par seu reflexo fraco que obtinha ali.
Havia um tempo que minha criatividade para compor sumiu, escorreu de minha mãos, mas naquele estante tudo voltou, silenciosamente peguei o caderno e a caneta que ela jogou ao pé da onde estávamos, ela nem percebeu minha movimentação e me concentrei nas palavras que fluíam de mim para a folha, cada frase se formava na minha mente de forma rápida e eu tinha que correr contra a velocidade de meus pensamentos, para que eu não perdesse absolutamente nada que passasse pela minha mente.
Quando acabei a musica que escrevia provavelmente uma outra musica estava acabando junto. E nem cheguei a reparar que mudou. Eu me virei para o outro em procura dela, mas ela já dormia, o mais encolhida possível, parecia tão frágil, não tinha mais aquele jeito meio selvagem, rockeira que ela tem, porem ela era doce, era uma combinação extremamente interessante e perfeita nela, para ela.
A segunda musica a tocar me tirou imediatamente de meus pensamentos, era minha voz, na musica word behind my wall, eu conheceria aquela musica de qualquer jeito, eu olhei para ela novamente, era como se aquela musica provasse o que pensei a instantes atrás fosse realmente real.
Provavelmente passando por alguma fresta, uma corrente forte de ar passou por nos, me tirando dos meus pensamentos mas não foi o suficiente para apagar o fogo, porém fez com que a Lu se encolhesse mais.Em nenhum momento pensei no que fazia, apenas a envolvi entre meus braços e a levantei, tomei o caminho do seu quarto, a deitei em sua cama, abri o guarda roupa, rezando que estivesse de forma fácil localizar algo que a mante-se aquecida. Achei uma coberta grossa preta, e a coloquei sobre seu corpo.Parecia um anjo, inquieta não parecia ser a pessoa que emanou energia o dia inteiro. Provavelmente esse era um dos motivos dela parecer estar em um sono tão profundo, a energia que ela gastava distribuindo ao redor tinha que ser reposta em algum momento. Inconscientemente meus dedos vagaram sobre seus fios de cabelo esparramados sobre o travesseiro. Mas quando ela se movimentou minimamente, me tirou da hipnose, seu sono poderia não ser tão pesado assim.
Apesar de provavelmente ser tarde não tinha sono nenhum. Minha garganta pedia por algo quente, então sai silenciosamente do quarto para ir a cozinha. Normalmente não me sentiria assim tão a vontade na casa dos outros, mas a menos que eu posse fogo na casa ela não se incomodaria de eu fazer um chá. Ao procurar algum para fazer e reparei que sobre a mesa se mantinha seu notebook.Fui até ele possuía bateria, se não nem daria sinais de vida, enquanto carregava continuei a caça do chá.Assim que estava feito fiquei de frente para a tela daquele computador, bebericando meu chá, creio que de hortelã.O que posso fazer para matar o tempo? Sem que ela me mate depois?Eu realmente ri, hummm porque não pesquisar sobre alguém que quero que trabalhe comigo? Mas ai lembrei que tecnicamente não sabia o sobrenome dela, o que não ajudaria muito. Resolvi tentar pela sorte e coloquei no site de pesquisas Luana e Marimoon, achei, pelas fotos poderia ver que sim, obviamente as respostas da pesquisa estavam em português, felizmente tinha um tradutor instalado ali.A Luana era mais conhecida no ramo da musica como Rockita, sem duvida ela tem um bom currículo trabalhou sempre com as bandas de mais peso do Brasil, sempre entre os estilos rock e pop, mas sua especialidade era o rock.
Internacionalmente, percebi que ela devia ter muitos contados porque dava quase para fazer um mapa-múndi com a localidade de cada pessoa que ela já trabalhou.
Os mais famosos no meu ponto de vista eram: Paramore, Dulce Maria, Simple Plan, Black Veil Brands e My Chemical Romance. Em si ela parecia se dedicar mais a musicas escritas em português porque sua lista de musicas para bandas Brasileiras era enorme.
Havia um pequeno texto sobre ela que definitivamente despertou minha atenção : Normalmente inquieta nas entrevistas sempre com a cautela de falar de mais, escondem uma das personalidades mais consideráveis da composição, mesmo sem faculdade no ramo, seu talento a levou alto desde os 16 anos. Apenas com 4 anos de carreira tem em sua lista de trabalhos cantores de diversos países. Como se a menina trouxesse sorte, boa parte das musicas que compôs se tornam rihts. Com sua letra de sombria a alegre, conquista variáveis públicos e estilos ligados ao pop e rock. O Trabalho mais recente dela foi com o Faker Number. Nesses exatos dias ela sumiu de circulação provavelmente foi tentar em outras terras a formula para novas musicas e quem sabe futuros compradores?
Sorri com aquilo muita coisa ali achei sem relevância para o que euprocurava, creio que por causa do chá estava mais relaxado e o sono começou a fazer presença, desliguei o notebook e o pus em seu devido lugar.
Assim que me deitei dormi.
*******
Um barulho irritante me acordou, era o meu celular tocando. Olhei para ele era o Ludo me ligando as 7:00 da manha, provavelmente estava voltando agora da noitada, mas reconsiderando que desde os últimos acontecimentos ele ficou meio que afastado das festa ele merecia se divertir, só não sei se a Ria concordaria. Porem isso não amenizava meu mal humor, precisava ligar as 7:00 da manha??? Mas se eu não atendesse seria capaz de ele mandar a FBI ou pior oGeovany, atrás de mim.
Assim que atendi:
–Até que em fim, como assim você some sem avisar, liga só uma vez, não deixa recado, não avisa para onde foi e o que foi fazer!!!- ele nem ao menos me deixou falar um oi, sua voz estava entre preocupação e nervosismo.
–Calma eu estou bem, não ia adiantar ligar de novo, você só ligaria o celular novamente quando estivesse desocupado e pelo visto isso seria pelas 7:00 da manha, não vi cabimento em deixar recado porque de qualquer forma você me ligaria, mesmo que me arrancasse da cama para isso, e não avisei para onde ia nem o que ia fazer porque não tinha nada em mente, apenas queria fugir um pouco da dor-a eu falar a ultima palavra pude perceber que ele se acalmou um pouco.
–Eu fiquei sabendo sobre os paparazzi, ainda é um mistério a forma como você evaporou.– sua voz agora era mais controlada.
–Sei foi um ato quase suicida mas tive a ajuda de uma nova amiga, e como esqueci minhas chaves da nossa casa em seu caro e a chuva não cedeu passei a noite na casa dela.
–Você passou apenas a noite na casa dela ou com ela?- lá vinha meu irmão com seu ataque de que tudo tem mais alguma coisa.
–Ludo não me provoca, posso ter sofrido por causa do amor mais ainda acredito nele, e para mim isso é mais importante do que apenas o corpo, desejo para mim só existe quando tem amor- tinha a leve impressão que íamos discutir pelo telefone, isso se já não oestávamos o fazendo.
–Isso eu pagava para ver, mas em outro instante- ele riu, tinha até medo do que podia passar pela aquela cabeça. –Passo para te buscar as oito tudo bem?
–As oito? Hummm eu queria me despedir da minha amiga, creio que ela ainda não estaria acordada nesse horário.- em minha voz estava evidente a discórdia.
–O tranco foi tão pesado assim? – lá vinha meu irmão com um tom malicioso na voz
– Cala a boca Ludo.– isso só o fez rir
– Lamento maninho dá o seu jeito ai, vou sair com minha namorada- eu me engasguei com aquilo
– Logico ele pula a cerca, o muro e tudo que consiga, depois se entope de energético para parecer menos idiota por causado do sono e faz cara de santo em todo o encontro- falei com o objetivo de irrita-lo
–Você sabe que isso não é verdade– ele parecia irritado, é eu alcancei meu objetivo.
–É magina,-falei com ironia evidente em minha voz– Ok já vou desligar até, nos vemos na praça central. – resolvi desligar antes que voltássemos a discussão.
Sai do quarto e ela estava distraída sobre o sofá da sala principal com um caderno a mãos, parecia que não ia sair nada dali.
–Bom dia- beijei sua testa
–Bom dia dormiu bem? –ela nem parecia ter se concentrado em algo, em estantes atrás.
–Teria se meu irmão não me ligasse as 7:00– eu fiz uma careta e ela riu com isso – falando nisso as 8:00 na praça central meu irmão virá me buscar– eu não sabia se ficava feliz ou triste por isso
–Humm que bom que já deixei algo para você comer se não, não daria tempo, já são quase 7: 20 – ela se levantou em um pulo, saiu quicando e batendo as mãos, como ela conseguia ser tão animada a essas horas do dia? Para mim só existe vida depois do meio-dia.
Ela voltou com um enorme pedaço de bolo recheado com morangos e suco de maracujá, estava realmente muito bom.
–Eu te acompanho até a praça –isso me animou– as 8:300 tenho que me encontrar com minha amiga, te deixo na praça e vou á meus destinos tenho que passar em outros lugares antes de vê-la– r eu digo tchau animação, mesmo que ela falasse sorrindo e isso animasse um pouco meu animo mas não o suficiente para me deixar feliz.
Foi ai que me veio uma coisa que estava me esquecendo.
–Me passa o numero do seu produtor?- falei meio que com a boca suja porque ela riu, é eu falei meio que ansioso, para que isso não fugisse na minha cabeça e acabace esquecendo.
Ela anotou rapidamente, ali era o lugar mais fácil do mundo para seachar um caderno e caneta que já vi.
Ela me entregou e aproveitou estar tão perto de mim e pegou umguardanapo e limpou minha boca, ela era carinhosa de mais não tinha como eu não gostar de estar perto dela.
–Então vamos? Faltam cinco minutos para as oito.
Saímos os dois em passos ritmados e rápidos, assim que chegamos a praça ela apontou para um ônibus.
–Putz é o meu ônibus – disse sorrindo, eu queria pedir para ela vir conosco, mas ela não deu tempo, beijou meu rosto e foi quase correndo em direção do ônibus, ela se foi tão rapidamente que me doía pensar nisso.
Senti alguém se aproximar por traz de mim, era o Ludo.
–Oi maninho- ele me deu um tapa no ombro
–E você para aparecer instantes atrás.- minha voz transpareceu brava
–Aff eu não te entendo, primeiro reclama que combinei ir cedo de mais, agora reclama que cheguei tarde, olha, primeiro decide com o que você vai preferir para depois discutir ok?
–Ok- entramos no carro, e lá ia eu novamente para minha prisão de recordamentos, nada bons...


Notas finais
QUE RECORDAMENTOS SERÃO ESSES AHHHH?
huahsus meus anjos arrumar cada linha como fiz nesse capitulo hoje, toma muito meu tempo e como por causa não vou ter muito tempo por causa da escola, vocês escolhem, se acham melhor com todo aquele espaço como no 1 cap. ou tudo escrito junto, sem separar em nada?
Olha coisa importate!!!!!
Provavelmente eu poste um novo capitulo a cada domingo,isso se chegar até no minimino 5 rewies no dia, se não eu deixo para a aproxima semana, Ok? mas considerandoque estamos no final de semana, se compretarem mais 5 até terça 6:00
teremos a continuação disso :D