Notas iniciais
Bem mais um capítulo com as visões de Jeff, bem me desculpem por não postar pois tive que fazer outas coisas, mas em fim vou continuar postando então esperem que gostem.

– Um gatinho. — Disse Masky apontando para Grinny. — Será que posso pegar nele, Tio Slendy?

– Não, você não pode, Masky. — Respondeu Slender. — Ele é perigoso e é nosso inimigo.

– Ahhh, está bem, mas eu queria pegar nele. — Resmungou.

Olhei para Grinny em cima da árvore, já que Smile Dog não parava de latir, só tinha uma opção: subir na árvore e matar Grinny antes que ele nos matasse. Então eu o fiz. Subi na árvore e fui até o mesmo galho onde estava Grinny, estava a uns dois metros de altura nem pensava em cair com esta minha agilidade incrível.

– Cuidado Jeffrey, você pode cair daí. — Gritou Observador.

– Não tem problema, só preciso me concentrar. — Respondi gritando do alto da árvore.

Fui devagar para não assustá-lo e para não quebrar o galho. Ao chegar perto dele fiquei olhando para seu rosto, estava sorrindo mostrando todos aqueles dentes e suas unhas estavam afiadas, tinha que tomar cuidado para não sair todo arranhado. Poderia perder um olho, ou pior, até mesmo um braço! Cheguei mais perto a ponto de pegá-lo com minha mão, agarrei ele pela cauda e começou a miar e balançar seus braços e pernas muito rapidamente. Puxei ele até mim e peguei minha faca.

– Xau, bichano. — Falei enfiando a faca no coração de Grinny e deixando seu corpo morto caindo da árvore.

Desci da árvore bem devagar já que não estava com pressa, olhei para Smile Dog e mandei-o comer, invés disto ele devorou o gato em segundos. Deveria estar com fome.

– Menos um, que bom. — Disse Slender um pouco aliviado.

– Nem pense nisso, existem muitos por aqui Slender e temos que caçá-los de pressa. — Respondi.

– Sim, Jeffrey está certo, não podemos baixar a guarda. — Complementou Observador.

Depois disto continuamos a caminhar em frente até nos depararmos com o fim da floresta dando a origem de um rio enorme com uma ponte.

– ALELUIA, FINALMENTE! — Gritei.

– Meu Zalgo, ele tá maluquinho. – comentou Slender.

– Você acha? – debochou o Observador.

– Temos que ter cuidado, aqui pode ter vários assassinos, então vamos atravessar a ponte logo. — Falei observando a ponte e o rio.

Começamos a subir na ponte e fiquei meio arrepiado sem motivo algum, parecia que ia aparecer algo já que a ponte é quase encostada na água. Olhei para minha direita e vi algo se surgindo nela e quando eu vi era uma mulher com uma cauda enorme de peixe. Deveria ser uma sereia.

– Olá caros viajantes, como vão vocês? — Perguntou a sereia me olhando com um olhar maléfico.

– Uma sereia, que legal! — Exclamou Masky com alegria.

– Não devemos confiar em você, Sereia, muitas de vocês enganam pessoas com suas canções hipnotizantes. — Acusou Slender.

– Au, au. — Latiu Smile Dog.

– Pessoal olhem para o Jeffrey. — Disse o Observador apontando para mim.

Meus olhos pareciam espirais rodando, estava hipnotizado pela sereia, a única coisa que via na minha frente era uma bela jovem com belos peitos e um bunda enorme, não ouvia mais nada apenas a segui.

– Jeffrey, pare agora ou você vai cair da ponte. — Disse Observador me segurando pela cintura e me puxando para trás.

– Irei matá-la, sua maldita. — Ameaçou Slender avançando um de seus tentáculos contra a estonteante sereia.

O tentáculo de Slender enroscou em sua cintura e a partiu no meio, ele pegou as duas partes da sereia e colocou na ponte para termos o que comer naquela tarde. O meu transe acabou quando a sereia morreu e quando pisquei meus olhos Slender logo perguntou:

– Você está bem, Jeff?

– Mais ou menos, estou meio zonzo.

– Quer um shushi? — Gargalhou Slender me mostrando a sereia morta.

– Sim, claro. — Respondi

Comecei a comer o estomago da sereia e estava bom, Smile dog e os outros preferiram a cauda, óbvio, pelo fato de ser uma parte peixe dela. Bem, quem diria que uma sereia teria uma carne tão boa para comer? Continuamos partindo para o fim da ponte e também parecia que não tinha fim, já era tarde tínhamos que nos esconder ou revezar a noite, até que eu percebi que tinha algo bem na frente da ponte: era terra! E eu pensando que não teria fim nisso.

– Quem diria, tudo tem o seu fim, até mesmo a vida. — Refletiu Observador

– Concordo. — Disse Slender.

– Calem as bocas, eu quero é terminar esta ponte, achar um lugar seguro e ir dormir. — Resmunguei.

– Calma, Jeffrey, tá nervoso? – Falou o Observador, sua voz com uma pontada de sarcasmo.

Não resisti. Peguei minha faca e apontei para o Observador.

– Não me manda eu te mandar dormir, entendeu?

– Calma, Jeffrey, era só uma piadinha tosca.

– Não me provoca, não tenho medo de te matar.

– Está bem, mas, por favor, pare de apontar esta faca.

Coloquei minha faca no lugar e continuamos, estava totalmente cansado e meus olhos doíam. Ah, sim, devem se perguntar como eu durmo: aprendi a dormir de olhos abertos.

– Jeff, se quiser dormir fique a vontade, deixe que eu vigio à noite, hoje. — Disse Slender.

– Vamos terminar a ponte, está bem? — Respondi bocejando.

– Ok.

Terminamos a ponte e já estava escuro, quase não víamos o que estava na nossa frente, a sorte que a cabeça do Slender é mais branca que o próprio branco, acabamos seguindo ele e achamos uma outra cabana abandonada.

– Uma cabana abandonada, aleluia. — Comemorei aliviado por achar um lugar seguro.

– Calma, Jeff, talvez tenha pessoas lá dentro, é melhor revistarmos. — Disse Slender.

– Deixa que eu vou. — Respondi. — Fiquem aqui e esperem pelo meu sinal.

Fui de fininho até à cabana e olhei pelas janelas, não tinha ninguém, entrei na casa para revistar totalmente ela e não tinha nenhuma armadilha, apenas um piso e paredes rachadas. Saí da cabana e acenei para os outros e todos vieram correndo.

– Parece que irá chover hoje. — Disse Observador.

– Tanto faz, só quero dormir logo, Slender você vigia , está bem? — Perguntei deitando no chão.

– Claro, preciso recompensar pelo o que você fez ontem. — Respondeu Slender.

– Boa noite a todos. — Disse Observador.

Todos disseram boa noite.

Notas finais
Até a próxima, que sera que vai morrer em?