Jessie, A Francesa

4 Runa 4: Acidente


Notas iniciais
¹ Comentem! ² Favoritem, Acompanhem!

Antes de nos afundar em lágrimas, Lady se pois sobre o corpo e seus olhos lacrimejaram fortemente. Nicolle logo falou:

– Ela era sua amiga, desde a infância. Giovanna Tommy, 17 anos. Conhece Lady desde pequena. — Falou, ainda olhando para aquela cena, entristecedora.

– Calma amiga, nós estamos aqui. — Falou Nicolle, ficando ao seu lado, e fazendo um coque rapidamente.

Depois de um tempo retiraram o corpo, quase nos expulsando do local. Nós demos graças a deus, por não ser a Kally. Mais por algum sentido ainda a sentia dentro de mim, reforçando as batidas no meu coração.

Decidimos ficar na cidade por uma noite. Depois iriamos partir. Nicolle, ainda assustada com as atitudes da Lady. Que havia se trancado no banheiro de uma lanchonete.

– Lady, sai dai! Tem gente querendo usar o banheiro, e você está ai. — Falou Nicolle, do outro lado da porta.

– Anda Lady, vamos para o Hotel. Lá você pode ficar no banheiro o tempo todo. — Falei, batendo na porta preferindo esmurrar.

Então Lady saiu do banheiro, nos caminhamos até um Hotel qualquer, mais próximo. Peguei, uma suíte básica. Para não precisarmos acordar ninguém, tomando banho.

Ou qualquer outro motivo. Fomos até o quarto, Lady foi tomar banho. Me sentei em frente a janela, e me puis a observar, como era linda aquela cidade. Nicolle, ficou deitada na cama, olhando para o teto. Assim que Lady saiu do banheiro, eu entrei.

Entrei debaixo do chuveiro, e levei uma duchada no rosto. Onde me fez bambear. Água gelada, me faria relaxar. Fiquei debaixo da água, por alguns minutos. Meia hora. Nicolle bateu na porta.

– Morreu? Tem eu ainda para tomar banho. — Falou a mesma, já irritada.

– Espera, espera. — Falei, já me ensaboando.

Me enxaguei, e enrolei uma toalha no meu cabelo, e vesti um roupão que estava a vista. Sai do quarto, e coloquei um pijama qualquer, que estava no guarda-roupa.

Nicolle fez o mesmo, e Lady também. Nos deitamos na cama, e ficamos pensando. Depois adormecemos.

Já com o sol, a invadir o cômodo, fui a primeira a acordar, me encaminhei para o banheiro, tomei um banho um pouco mais gelado, que o anterior, coloquei o pijama, iriamos embora de pijama. Acordei Lady, ela era a mais lenta de se arrumar.

Principalmente se era para um seus encontros. Ela acordou, foi diretamente para o banheiro. Coisa que era dificilmente fazer. Tomou seu banho rápido, logo acordou Nicolle, que foi para o banheiro.

Eu desci, as presas pegando minha bolsa, e meu celular. Virei a chave do carro, e comecei a acelerar, marcha. Dei ré. E esperei as 2 descerem. Não demorou muito, e as duas já estavam dentro do carro.

Pegamos um engarrafamento que não se via fim, na principal. Depois foi livre o caminho. Estacionamos, novamente em uma cafeteria. Tomamos Milk Shake's.

Com bolinhos. Continuamos a viagem. Estávamos em Nantes. Um sono tremendo, pista dupla, um caminham vindo em nossa direção.

Nicolle teve um sangramento excessivo. Lady, se desesperou, tentando ajudar Nicolle. Eu dormir ao volante.

O carro tecnicamente, se enlatou. Quando acordei, estava sob uma poça de sangue, de cabeça para baixo.

– Eu juro, que quando eu sair daqui. Você não dará mais passo algum! Eu te mato Jessie. — Falou Lady, gritando já.

– Minha barriga, tá doendo. Meu… meu, remédio. — Falou, devagar Nicolle. Com a boca cheia de sangue, e o nariz do mesmo estado.

Seu pijama? Vermelho, de sangue mesmo. Tirei o cinto com dificuldade, caindo de cabeça, no teto do carro, que havia virado o chão. Tentei com várias tentativas dar chutas para a porta abrir, mais era difícil.

Pra mim, amassei a porta mais nada dela abrir. O desespero reinava. Estava a preste a ser coroado, logo veio um cheiro de gasolina.

O desespero já estava coroado. Comecei a chutar a porta com força. Então ela abriu sai, abri a porta de trás, com chutes, e consegui tirar com muita luta, as meninas.

Respiramos o ar livre, e logo os bombeiros chegaram, a policia de Nantes chegou junto.

Colocaram a Nicolle em uma maca, e ela ficou internada na CTI. Foi o pior dia, cadáver, acidente, oque mais iria acontecer? Novamente, o medo nos venceu.

Ficaríamos hospitalizadas, seria azar?

Passando por alguns corredores, ainda de pé, me dei de cara com o Austin. Minha vontade era de perguntar oque ele fazia aqui. Ou de beijar ele, e pedir desculpas pelo dia do baile.

Mais precisamente, por tê-lo deixado sem explicações.

Notas finais
¹ Comentem! Acompanhem! Favoritem! ²' Tadinhas, oque acharam?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.