Jessie
1 Jessie, só para os amigos.
Notas iniciais
GOGOGOGO!
Jessica Cold, 17 anos, 1.50 de altura, cabelo preto, olhos verdes, lábios destacados e grossos, corpo bonito e invejável.
Se na rua virem uma garota baixa com uma calça rasgada, tshirt de uma banda de rock (como Guns n' Roses), all stars sujos, cabelo comprido preto (talvez preso num coque mal feito), com um mp3 na mão, ou talvez um iphone chamem-na de Jessica, porque Jessie só é permitido para os amigos.
#Jessie
Que branco, que calmo, quPUTA QUE PARIU GUNS N' ROSES! O meu computador acabou de mudar a musica que dava, para a melhor musica da melhor banda de sempre. Então, levantei a bunda da cama, onde antes eu estava deitada a olhar para o tecto branco e comecei a pular na cama e a cantar junto com a musica.
- Oh, oh, oh; Sweet child o' mine; Oh, oh, oh, oh; SWEET LOVE OF MINE.
Mas que...? Claro que despassarada como sou, acabei por cair da cama, bem de cara no chão. E melhor, fiquei com um galo bem no alto da cabeça.
- Foda! — Levantei-me e dirigi-me á casa de banho, lavando a cara e fazendo a minha higiene diária, onde maquilhar-me e fazer um coque mal feito também estavam incluidos.
Sai da casa de banho ePUTA QUE PARIU ENTRARAM NO MEU QUARTO.
- Bater á porta é uma questão de educação sabia pai? Eu podia estar nua, ou a fazer coisas impróprias. — Disse revirando os olhos.
- Já arrumaste as coisas? — Disse o meu pai com cara de aborrecido e chateado ao mesmo tempo, até porque ele parece que não tem mais nenhuma cara.
- Ah, não. Mas também, vou ter de levar quase tudo então, não tenho de escolher e demorar anos. Eu sou mulher mas não sou normal.
- Tu é que sabes, hoje ao meio dia quero-te completamente pronta. — Disse e saiu do meu quarto.
Então, eu vou para um colégio de rapazes, e eu gosto da ideia porque posso bater neles sem que eles me puxem o cabelo no meio de uma briga. Não, o colégio não é só de rapazes, pelo menos agora, eu não sei quantas raparigas para lá vão, mas eu espero que sejam bem rockeiras e malucas como eu. Vou hoje ao meio dia, para apanhar o avião á 1 (Sim, nem sequer é perto de casa) e depois chegar lá ás 3, ficando na escola por volta das 4 que é quando recebem as novas alunas. Este ano só vão receber algumas raparigas (para MUITOS rapazes).
O director não deve saber o que são quartos femininos, porque cada rapariga vai ficar com o mentor (aluno) no mesmo quarto NUM BELICHE!
Então comecei a fazer a minha mala a pensar que me vou livrar de toda esta gente que eu odeio da minha cidade. E do meu pai, que parece que não conhece nada além de trabalho, e que se tocou depois de perceber que era a 6ª vez que eu era expulsa de uma escola já bem longe de casa.
Na minha mala coloquei tudo, mesmo sabendo que só havia dois dias da semana + o fim de semana em que nós poderiamos usar roupa nossa, vinda de casa... a minha necéssaire onde eu coloquei de tudo um pouco e os meus 500 sapatos (quié? eu sou mulher, eu tenho sapatos! Ténis e mais ténis e dois saltos né? sou SUPER feminina), coloquei as minhas 5 malas (vish!) á entrada + uma saqueta cheia de pringles e coca cola (que logo acabariam) e sentei-me no sofá a pensar se levava a playstation, mas acho que lá há uma sala só de jogos e isso eu amo.
Estava com a minha tshirt dos MEUS Guns n' Roses e uma calça rasgada de ganga escura e cheia de frases escritas com caneta permanente, um anel com 3 picos e os meus all stars pretos todos sujos e gastos.
Era meio dia e o meu pai entrou, olhou para as minhas coisas, carregou-as para o carro e chamou-me, eu passei pela cozinha, agarrei uma coca-cola fresca, um pacote de pipocas (eu amo) e na minha mala (com os documentos, iphone, mp3, coisas para a viagem e dinheiro) e saí pela porta daquele castelo do mal trancando-o com a chave do meu pai (porque eu não iria precisar da minha). Dirigi-me ao carro, entrei e esperei que chegássemos ao aeroporto sem que uma unica palavra fosse trocada.
Chegámos no aeroporto e logo o meu avião foi chamado por uma mulher de voz irritante.
- O meu voo chegou. — Disse para o meu pai.
Fizemos o check in e ambos entrámos. Já tinha despachado as minhas malas e faltava apenas eu, a minha mala tiracol e o saco das pringles e colas (nunca eu as deixaria). Já via então a minha porta que me levava para longe dos idiotas da minha cidade.
- Então adeus filha. — Era o meu pai a falar, ainda cm a sua postura impecável.
- Adeus pai.
- Porta-te convenientemente.
- Nunca — Sorri sapeca.
- Adeus. — Deu-me um beijo na testa e eu entrei no corredor para o avião.
Quando entrei no avião sentei-me no lugar 408 e sem ninguem ao lado adormeci á espera que chega-se ao castelo da tortura, também chamado colégio interno de Carlson Lepsen (inventado xD).
Uma voz mecanica acordou-me afirmando que já tinhamos chegado. Agarrei nas minhas coisas e sai do avião. Fui buscar a minhas malas com um carrinho (claro porra!) e ao ver um acomulado de pessoas eu desesperei para procurar alguém do colégio com o meu nome numa placa.
"Senhorita Cold"
Que merda, um senhor de fato e gravata segurava a minha placa. Encaminhei-me para ele e ele arregalou os olhos admirado.
- Senhorita Cold? — O homem-fato falou.
- Jessica Cold. — Rolei os olhos.
- Vamos. — Ele agarrou no carrinho das minhas malas e levou-me para uma carrinha e pôs as minhas malas que mal cabiam. Eu entrei no carro e o homem entrou outro lado e conduziu até a um casarão com uma Placa enorme a dizer "COLÉGIO DE Carlson Lepsen" ou eu li "PRISÃO DE Carlson Lepsen", mas eu secalhar estava só a ver mal, ou porque eu queria.
Entrei naquele colégio por um Portão Verde, ainda dentro do carro, e este parou em frente á escola (provavelmente onde eu me iria alojar. Na porta de um pavilhão em tons de cinza (animado hein?) estava um rapaz, com óculos escuros, numa posição de badboy com uma camisola por baixo de um casaco de couro e umas calças escuras que mostravam os boxers e uns ténis brancos de uma marca bastante cara qualquer. Eu sai do carro e ele baixou levemente os óculos e os seus olhos azuis surgiram. Os seus lindos olhos azuis. OH PORRA, O MEU MENTOR É LINDO! JESSIE CALA A BOCA, ISSO AI SER UM CASTIGO!
Notas finais
Beijo,
ACEITO CRITICAS CONSTRUTIVAS!
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