Jen Storm
7 Reformas na Delegacia
Notas iniciais
Beckett chega à delegacia na parte da tarde e se depara com um entra e sai de computadores e pessoas nas mesas mexendo nas máquinas.
Castle fica empolgadíssimo e fala: — SALA DO PÂNICO???? – ele olha para Beckett e corre atrás dos entregadores.
Beckett para Tory pelo braço e pergunta: — Tory, o que é tudo isso?
Tory: — Com os cumprimentos da Srtª Jeniffer Rodgers. Agora temos um maquinário melhor que o da NASA... – ela estava empolgadíssima com todas aquelas máquinas.
Beckett vai até a sala de Gates quase correndo.
Beckett: — Capitão, o que está acontecendo aqui?
Gates: — Chame o Sr Castle e entrem. – Gates está séria
Beckett pega Castle pelo Blazer e leva-o até a sala de Gates.
Castle: — Ei, Ei! Calma aí! Para onde vamos? – E ela o arrasta para a sala de Gates.
Ao entrarem, Gates se apoia sobre os cotovelos em sua mesa.
Gates: – Encoste a porta por favor! Espero muito que isso não se torne uma rotina em sua nova família Detetive. – Beckett não entende muito o que está acontecendo mas deixa que ela continue – Sua nova “prima” me fez uma proposta de doação irrecusável e, como estamos com os nossos números abaixo do estimado pelo comissário, decidi aceitar a doação e as condições que a Srtª Rodgers me colocou. — ela faz uma pausa, olha para Castle e continua. — A de acompanhar você e sua equipe nas investigações.
Beckett: — MAS Capitão?!??!?!
Gates: — Sem MAS Detetive. Conversei com o Comissário e ele também aceitou que ela fizesse parte das investigações sem que interfira em nada e forneça todo acesso às informações que precisarem, ele acredita que ela será de grande ajuda neste caso e disse também que existem muitos interesses em jogo.
Beckett: — Srª, sinceramente eu nem a conheço direito, mas, não me parece ser uma pessoa ruim, porém, não ponho minha mão no fogo por ela. Veja o Castle!
Castle: — O que tem EU? – ele fica assustado
Beckett: — Não se ofenda, mas, o que era para ser apenas uma simples consultoria acabou em... — Ela é logo interrompida por Gates.
Gates: Em seu casamento, Detetive? Acredito que este risco não irá correr.
O telefone toca e Beckett atende.
– Alô! – Um momento de silêncio — OK estamos indo. – Ela desliga o telefone — Com licença Capitão, temos que ir, Lane tem mais informações. — Ela sai e vai até a sala onde estão Jen, Tory, Ryan e Esposito.
Beckett: — Estamos indo até o necrotério! Lane tem uma coisa para nós.
Castle entra na sala e os técnicos estão finalizando uma das instalações e ele fica decepcionado
Castle: — Ah não!!! Vocês iam ligar os computadores agora????
Beckett: — Essas coisas estarão aí quando voltarmos, então, não se preocupe. — Beckett muito sem paciência: — Agora vamos que a Drª Parish está esperando.
Beckett se vira para Jen e diz: — Você não vem?
Jen: — Eu??? Posso mesmo?!
Beckett: — Está em seu acordo pré-nupcial com a delegacia agora!
Enquanto Beckett tem que aturar mais uma da mocinha, Tory, Ryan e Esposito ficam sem entender nada.
No necrotério não está muito diferente do que na delegacia.
Lane: — Boa tarde!!! — ela está muito feliz — Gente estou com um espectrômetro MAGNÍFICO!!! Não preciso esperar o pessoal do laboratório para as coisas mais simples, e consigo dar as coordenadas e ele faz tudo sozinho. Estou muito agradecida!!! — e abraça Jen que fica estática e olhando assustada para Beckett.
Quando Lane desgruda da garota Beckett pergunta: — O que tem para nós Drª Parish?
Lane: — É que com toda esta aparelhagem pude saber que ele tomou um antiácido que não era bem o estava escrito na bula, foi misturado com carbamato Aldicarb o famoso CHUMBINHO, essa mistura no organismo não atuou na hora, mas, parece que começou a espumar depois dos tiros. Isso reagiu mais rápido depois que ele morreu.
Novamente o celular de Beckett.
Beckett: — Lane, temos que ir. Tory encontrou uma coisa. Me mantenha informada.
No Distrito, Tory leva eles para a SALA DOS COMPUTADORES.
Tory: — Gente achei uma coisa importante! — ela tem uma imagem congelada na tela — Notei que temos uma repetição no período de 28seg, mas, não parece ser uma repetição, parece que este funcionário faz a mesma coisa por este período repetidas vezes.
Jen: — Posso ver novamente? — Tory deixa ela assumir o computador, mas, ela se dirige ao monitor começa a digitar alguns parâmetros na tela e o vídeo começa a rodar novamente.
Ela observa aquilo muito concentrada. Beckett nota que ela está apreensiva quando ela se manifesta.
Jen: — Veem este ponto aqui. — Ela mostra um cantinho quase imperceptível da imagem que realmente muda de posição — Esta imagem foi adulterada depois de acontecer alguma coisa sim. Mas, — ela faz mais uma pausa pensativa, aperta os olhos bem perto do monitor e continua, — pode ser que eu saiba quem foi, mas,.....- Ela se dispersa por alguns segundos, mas, ninguém percebe a não ser Beckett. Quando ela pega o telefone e faz uma ligação bem rápida.
Beckett: — Podemos conversar? — ela chama Jen de canto.
Jen: — Claro! — Kate percebe que ela está nervosa.
Beckett: — Vou precisar te interrogar.
Jen: — MAS POR QUE? NÃO FIZ NADA DE ERRADO! – Jen está apavorada
Beckett: — Realmente não fez. Mas, só preciso fazer algumas perguntas e, conforme seu contrato, terá que responder.
Jen: — Se eu quiser! — E sai andando, mas, é parada por Castle que a segura firme pelo braço.
Castle: — Jen, isso não é uma opção.
Ela olha para ele desesperada enquanto Ryan a leva para a sala de interrogatório.
Castle: — Você acha que ela tem alguma coisa a ver com o assassinato do Reynolds? — ele está nitidamente apreensiva.
Beckett: — Não sei Rick, mas, tenho que fazer meu trabalho. — ela nota o estado dele e tenta acalmá-lo — Pode não ser nada, mas tenho que falar com ela.
Castle: — Ok, vamos lá!
Ele se direciona para a sala e Beckett diz:
Beckett: — Vou sozinha Castle!
Castle: — Mas ela está apavorada lá dentro. – ele fala com um olhar de desespero – Ela é minha família, Kate.
Beckett: — Este é mais um motivo para você não entrar e, de preferência, não quero que nem que fique atrás do vidro.
Ele senta em sua cadeira ao lado da mesa de Beckett e fica pensativo.
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