Janitri : será que é amor?
9 Me torture
Notas iniciais
Cada vez que Jane e Demetri se beijaram a sensação era diferente ,uma hora o beijo era intenso ,outra era rápido ,mas agora era suave e ardente . Demetri tinha as mãos seguras na bunda de Jane e as apertava fluentemente ,já Jane segurava os cabelos dele com força. Cada movimento era nessessário e urgente ,as energias nunca se esgotavam ,sempre atrás de mais e mais daquilo. Demetri gostava de Jane e do jeito dela: amava vê-la irritada com as burrices alheias — a de Aro, principalmente ,esse quando dava uma dentro era ótimo ,mas quando errava... só Drácula na causa! — Demetri gostava do sorriso sádico dela ao torturar alguém . Amava isso.
– Me torture Jane — Pediu Demetri se deitando ao lado dela na cama.
O pedido foi incoerente ,ela não sabia se era sério mesmo ,nem se ele fosse louco para pedir algo assim. Ele quer morrer? ele está doido ... Jane pensou.
– Está doido Demetri? quer morrer? — perguntou incrédula.
– É serio ! ande vai me torture ,não tenha pena.
Bom, já que essa é a vontade dele...
A dor se expandia pelo corpo dele ,nunca havia sentido isso ,Jane nunca o torturara porque nunca teve motivos nem coragem para isso. O prazer e a dor passeavam de mãos dadas no corpo dele, era algo bom e doloroso ,mas ele nunca tivera medo de dor alguma e não seria agora que a temeria. Jane depositava beijos pelo corpo dele , ele se contorcia muito ,tanto que a cama estava tão despida quanto os dois ,os lençois e edredons foram parar no chão.
Jane tinha decidido que já bastava de dor. A dor imediatamente se sessou no corpo dele ,mas deixou seu rastro : uma dor de cabeça leve comparada com a tortura ficou.
– Não ouse me pedir algo assim de novo — Dizendo isso ,selaram os lábios num selinho rápido.
No sábado pela manhã , Demetri estava andando normalmente por um corredor próximo à o corredor que ficava os dormitórios da guarda oficial . As paredes velhas e morfadas de sempre ,quais ele já se enjoara de ver todo santo e maldito dia ,o barulho seus passos sobre o piso de madeira escura o incomodava muito e a luz fraca no corredor também.
Viu alguém estendido no chão no meio de uma poça de sangue , era Meghan. Ele correu para ajuda-la ,esta gritava muito , a dor era forte e perfurava o corpo dela, principalmente no pescoço, onde as marcas de dentes estavam abertas. A garota dizia coisas estranhas e que não faziam sentido nem um ,agora ela falava de nuvens rosas como algodão doce. O maior medo dela era morrer e nunca ter visto uma nuvem de algodão-doce rosa como o vídeo de Califórnia Gurls de Katy Perry.
Ele não iria conseguir sugar o veneno do sangue dela ,seu auto-controle não era tanto à tal ponto. Mandou um SMS para Alec avisando o que havia acontecido ,Alec estava em Florença então disse que chegaria em três minutos e assim fez. Alec tinha ódio ,não fazia ideia de quem havia feito isso com Meghan.
– Desgraçado ! como fizeste isso com ela ? hein seu filhote de rapariga?!
– Eu não fiz nada disso ,se acalme Alec! quando eu cheguei ela já estava assim.
– Meus caros , daqui á algumas horas, quando a menina estiver consciente novamente vocês resolvem isso. — A voz de Aro era suave como sempre ,sua feição era calma e mal expressava alguma reação.
Alec ficava indignado com Aro ,será que esse infeliz não vê o que está acontecendo com ela? Alec se perguntava irritado com a calma de Aro. Marcus era uma pessoa tranquila também ,mas o que o diferenciava do mestre Arinho era que Aro muitas vezes soava cínico e Marcus era tranquilo por que não tinha condição alguma de sentir algo .
Os olhos da humana estavam mudando de cor ,estavam assumindo um tom carvão ,a pele aos poucos foi mudando a cor ,estava ficando tons mais clara ,não tanto. A dor no corpo dela passou e tudo era real.
Fale com o autor