Na minha alma não resta nada,

Não que eu tenha morrido,

Mas, apenas perdi o sorriso,

O meu olhar não tem mais brilho.

Meu pequeno mundo foi derrubado,

Foi estranho, pois para mim,

Ele ainda existe,

Eu ainda acredito nele,

Mas ele não acredita em mim.

Ainda não entendo,

Porque as coisas ruins são chamadas de “destino”,

E as boas de “sorte”.

Será que os azarados,

São aqueles que não têm coisas boas para lembrar?

Será que com o tempo,

As coisas tendem a melhorar?

Ou podem realmente piorar?

Onde está o caminho que devo seguir?

Por que a janela da minha alma,

Está fechada?

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