James Hysper: Namorado Perfeito.

7 Cap. 7 - Estou ficando louca?! part. IV


Notas iniciais
Meus amores, eu sei que querem me matar. Mas eu realmente dessa vez não tive a menor culpa pela demora! Com a volta as aulas, eu realmente estou em desespero. Tanto que nem ao menos pude entrar no noot. Mas aqui está mais um cap. para vocês, espero que gostem. Deixei bem romântico. []

Ambos não conseguíamos parar de olhar um para o outro. Claramente Logan estava quase que por desmaiar ali mesmo, mas ainda estava tão curioso quanto eu para poder interagir com o mesmo.
– Mas, me conte James. Você sempre morou por aqui? — Logan cortou um pouco o silêncio.
– Para dizer a verdade não. Me mudei muito nos últimos anos antes de fazer 18. Acho que foram cerca de... — ele faz uma pausa, dando um gole em seu vinho. — 14 lugares em 3 anos. Mais de 20 cidades em menos de 18 anos. — Logan meio que falou junto ao mesmo, apenas sussurrando, pois assim dizer, foi exatamente assim que havia escrito em meu rascunho.
– Nossa, é lugar demais. — Logan conclui.
– Realmente quando digo as pessoas se surpreendem. Mas meus pais nunca foram do tipo que tiveram uma renda fixa. Então viviam de bicos. — agora meu irmão que virava seu copo, logo colocando mais.
– Mas então você nasceu aonde? — Logan da um gole em sua bebida, rindo um pouco e diz: Ou não tem certeza ao certo em que lugar?
– Na verdade, eu nasci em Toronto, no Canadá. — olhávamos um para o outro, um pouco desentendido.
– Toronto? É... eu não sabia. Achei que fosse em Ottawa. — retruco-me, um pouco em duvida em qual delas havia colocado.
– É... mas eu fui para Ottawa quase logo ao ter nascido. Então Ottawa é a minha cidade natal assim por dizer. — James bebe um pouco de seu vinho. Apesar de um pouco desentendida, deixei um pouco disso de lado. — Pois bem, estamos falando apenas de mim. Estou me sentindo em uma entrevista. — o mesmo ri um pouco sem graça. — Deve ser um pouco chato isso.
– Não.. não! — Logan e eu dizemos quase que juntos e um pouco alto.
– O que queremos dizer, é que nós dois estamos adorando te que você se sinta a vontade para poder compartilhar essas coisas conosco.
– Bem, obrigado. Mas Logan, o que você faz da vida? — James pergunta-o.
– Sou jornalista... — antes de ele terminar o interrompo.
– E também era um ótimo guitarrista. — concluo.
– Você toca Logan? — James o encarava. — Eu também!
– Você também James? — Logan se reprime um pouco a isso. Também não me lembrava de colocar que o mesmo tocava, mas talvez eu tenha colocado. Eram detalhes que não precisavam ser retrucados.
– Claro. Mas você tinha uma banda? — James volta a questiona-lo.
– Era a melhor banda! — agora eu dizia. — Ele era totalmente desejado por todas!
– E com sucesso tinha que inventar algum nome.
– Qual? — James parecia realmente muito entusiasmado.
– Brian Miličević. — nós rimos. — Eu nasci na Sarajevo em uma viajem que nossos pais tinham feito. E achei que seria divertido colocar o nome em honra aquele lugar. E como incrivelmente eu havia familiares de lá e tinham esse nome, eu coloquei! — conclui.
– Jura? Se eu fizesse sucesso também colocaria um nome diferente se a minha ideia principal não fosse levar a musica a sério.
– Eu pensava exatamente assim. Até porque não era tão bom... — diz.
– Não sei como... era o melhor guitarrista! Eu me inspirava quase que completamente em você.
– Quase que completamente.. — ele da uma pequena risada, dando um ultimo gole em sua bebida. — Mas bem, eu tenho que ir. Minha mulher está me esperando. — levanta-se. — Sem contar, que eu tenho que ir dirigindo ainda. — e eu me levanto junto. — Até James, foi um prazer. — estende sua mão.
– O prazer foi meu. — corresponde.
– Eu vou, mas já volto. — digo, e o mesmo me da um pequeno beijo. Logo, seguindo Logan, saindo de casa e indo quase que correndo para dentro de seu carro.
– Isso é loucura! — Logan quase que gritava.
– Eu sei..
– Como pode alguém criar uma pessoa apenas com o poder da mente? — me encarava.
– Eu não sei.
– Como você consegui fazer isso? Sabe como seriam as coisas se o mundo soube-se disso? — me encarava.
– Ninguém pode saber! — digo quase que a gritar, olhando para o mesmo.
– Porque não? — parecia confuso.
– Está louco? Tem problema? Não! Imagina a confusão que isso vai causar. — Logan não parecia tão feliz com isso.
– Tudo bem... prometo guardar segredo... — o mesmo respirava um pouco. — Mas me promete tirar maior aproveito disso. Promete?
– Claro.
– Tudo bem... eu tenho que ir. — o mesmo respirava fundo. — Se souber de algum acidente saiba que eu vou morrer feliz demais. Ao menos vou saber que vai poder escrever sobre mim e me fazer voltar.
– Logan! — grito.
– Estou brincando. Mas tudo bem. Estou calmo. — pegava no volante.
– Não quer que eu te leve?
– Não, juro. Você precisa ficar com ele...sabe, aproveitar. — seu olhar já dizia tudo.
– Tenha uma boa morte Logan. — digo, abrindo a porta e fechando. E logo o mesmo dando partida.

Entrei em meu quarto já com James deitado sobre a cama, com um livro a ler. Rapidamente, já tendo trocado minha roupa e colocado um pijama, me aproximo devagar, acolhendo-me sobre seu peito e fechando meus olhos ali mesmo. Mas logo apenas senti sua mão a acariciar meus cabelos devagar, fazendo com que olha-se em seus olhos diretamente.
– Acha que ele gostou de mim? — sussurra.
– Quem é que não gosta de você? — sussurro de volta. O mesmo estica sua mão colocando o livro em cima da mesinha de lado da cama, logo voltando e passando sua mão quente e reconfortante seu meu rosto.
– Agora aqui, te admirando. Eu me dei conta de algo que eu nunca admite a mim mesmo.
– O que? — não precisaria nem ao menos dizer que meu coração quase que estava dando um pulo para fora, e o seu também, já que estava com a mão apoiada sobre seu peito, podendo sentir.
– Que de tudo que vivi, cada detalhe da minha vida, me trouxeram há você.
– E? — tentava falar mais do que isso, mas nada saia.
– Foi sempre há você que eu esperei. — não conseguia pensar, tudo o que eu mais queria era senti-lo. Fazendo assim que praticamente voa-se em seus lábios, o beijando delicadamente, logo após algum segundos parando e o olhando.
– O que? Porque parou? — encarava.
– Só te olhei pra dizer, que eu acho que eu amo você. — o mesmo solta um sorriso, logo completando:
– Já eu.. tenho certeza que eu amo você... — ele faz uma pausa, passando sua mão sobre minha bochecha, e aproximando mais de minha boca novamente, e faltando poucos centímetros para encostar na mesma, termina: E sempre vou amar.
Fazendo assim que eu termina-se, o beijando.