James E Lilian - Efeito Veela

4 Um plano simples, mas brilhante


Notas iniciais
ESPERO QUE GOSTEM

3º ANDAR, CORREDOR ALA LESTE, 3 DE NOVEMBRO DE 1977, ÁS 3:00 DA MADRUGADA

Todos os alunos já estavam nas suas respetivas camas, ou dentro dos seus Salões Comunais. Claro que ninguém conhecia suficiente bem o castelo e as suas muitas passagens secretas para se aventurar pelos corredores sem apanharem uma detenção.

Mas, James Potter conhecia o castelo melhor que ninguém, sabia algumas das passagens secretas. O jovem Potter gostava de acreditar que ainda houvessem mais passagens secretas em Hogwarts, para que enquanto aqui estivesse, ele e os seus amigos se deliciassem a descobrir as restantes passagens.

Mas, por enquanto não era isso que estava a preocupar a mente, o espirito e o coração. Sua Mente vagueava pelos momentos que se passaram depois de que foi pedir uma oportunidade de provar que estava diferente á sua ruiva, mas desta vez já se tinha preparado para ouvi-la dizer que " não ", ficando muito feliz quando ouviu a sua ruiva dizer que aceitava. Mas sublinhando que só daria uma e somente uma oportunidade para ele se provar que era melhor pessoa do que a que ela achava que ele era.

Durante este mês, aproximaram-se muito e se tudo desse como tinha planeado, amanha fararia uma surpresa á sua ruiva. só rezava para que ela gostasse do que ele estava a fazer.

Foi tirado dos seus pensamentos quando ouviu uns gemidos vindos de uma sala. Estranhou, pois seria naquela sala que ele iria surpreende-la. Quando abriu, reparou que que o cesto que pinique que tinha deixado naquela noite, se encontrava vazio e com restos de comido espalhados por toda a sala, onde também se podiam se encontrar dois uniformes. Um uniforme feminino dos Gryffindor e um uniforme masculino dos Slytherin. ao centro da sala estava uma cama, que fora convocada por quem quer que estivesse ai, e lá encontravam-se as pessoas que tinham estragado a sua surpresa. Mas o que o mais o surpreendeu foi descobrir quem estava lá. Foi como um balde de água gelada em cima, só que dez vezes mil pior. Descobrir que era a sua ruiva com o Ranhoso, fez com que o veela em si se sentisse triste, deprimido e rejeitado pela sua companheira.

– Lilian, quando é que vais chutar o Potter? — perguntou o Ranhoso, que nem sequer se tinha apercebido que alguém tinha entrado e que era ele. Ou então não queria ver.

– Logo de manha. Já não aguento mais estar com o estúpido do Potter, sempre me cantado, sempre se achando melhor que todos, enquanto ele é apenas mais um falhado, um perdedor. Vou fazer com que ele se arrepende de todo a mal que te fez, meu amor. — disse a Lilian, mas James não queria acreditar no que estava ouvindo. Não podia acreditar que a sua companheira achava disso dele. Deveria ter estranhado aquela súbdita ação por parte dela.

Mas no fundo ele só achava que ela podia corresponder ao seus sentimentos. Foi um estúpido em acreditar no amor em primeiro lugar! como pode ter sido enganado daquela maneira?

Não aguentado estar mais naquele espaço, saiu sem fazer barulho e eles não deram muita importância á saída dele, se soubessem que ele esteve ali durante todo o tempo.

Depois de chegar ás escadas do 3º andar, desatou a correr até chegar ao sétimo andar, parando á frente do quadro da mulher Gorda, que assuada com o estado em que ele se encontrava, deixou-o passar sem lhe perguntar a senha, como deveria ter feito.

Ao chegar ao seu dormitório atirou-se para a cama, deixando as lágrimas que há muito ameaçavam cair, escorrer pelo seu rosto. passando alguns minutos sentiu alguém pegaram pegar-lhe delicadamente e coloca-lo no seu colo. abraçou-o e desabou, recomeçando a chorar no peito de descobriu ser do seu melhor amigo quase irmão, Sirius Black.

Sirius que tinha acordado quando James entrou no quarto. Ao ver o estado do seu melhor amigo, esperou que ele se acalmasse para poder falar com ele e tentar aconselha-lo, apesar de o Remo ser melhor conselheiro que ele. Mas agora o Aluado estava a dormir, aproveitando a sua primeira noite de descanso em noite de lua cheia. Á três semanas, o diretor encontrou uma cura para a maldição do seu melhor amigo. Todos ficaram contentes, apesar de que os ingredientes eram muito raros, e que só da ai a cem anos, é que se podia fazer outra poção.

Levantou-se e encamenhei-se para a cama do amigo, pegando delicadamente e colocando-o no seu colo, sendo que segundos ele sentiu o amigo a colocar os braços em seu redor, recomeçando a chorar.

Entrou na sua mente a ver o que é que tinha acontecido e ficou espantado e enfurecido e triste, todo ao mesmo tempo. Mas de cada vez que revia as imagens das lembranças de James, foi percebendo diferenças na Evans que ele conhecia e a Evans que estava nas lembranças.

Os olhos são os espelhos da alma. A sua mãe sempre lhe disse quando era pequeno e ele mentia-lhe, dizia que não adiantava tentar enganar-lhe, já que bastava olhar os seus olhos e ela já saberia a verdade.

Então olhou nos olhos da Evans das lembranças, e reparou que os olhos não estavam verde esmeraldas.

Por que, em prol do amor que tinha por Merlin, os olhos estavam pretos?

Notas finais
no proximo compensso