Notas iniciais
OBRIGADA AOS MEUS TRÊS LEITORES E AOS MEUS QUATRO LEITORES.ESPERO QUE CONTINUEM A GOSTAR.

MANSÃO POTTER, DIA 31 DE AGOSTO DE 1977

James Potter estava a preparar o seu malão para embarcar no seu sétimo ano. Nos messes que se seguiram á transformação que sentiu umas mudanças no seu corpo.

Os seus musculos tinham amentado ligeiramente, mas não ficando em exagero. No tamanho certo. Tinha crescido cerca de 5 centimetros, ficando agora com uns bons 1.80 metros.

Mas a mudança que gostou mais foi talvez o seu problema de visão ter desaparecido e ele não necessitar de usar os seus habitais óculos de armação quadrado. Parecia que ele nunca teve que precisar de os usar.

Nestes últimos messes teve que contar aos seus melhores amigos o que se passava com eles, o que aconteceu no seu dia de aniversário e o que isso representava para o seu futuro.

Eles tinham prometido que o iriam ajudar a conquistar a sua ruiva, mas o jovem Potter obrigou-os a jurar sob o Mapa do Maroto que só iriam contar á Evans se por alguma razão ele estivesse ás portas da morte. Mas ele estava confiante que isso nunca iria ser precisso. Mas ele não sabia o quanto estava enganado.

Tinha falado com o pai para saber mais sobre como seria quando ele fosse marcar a ruiva como sua, e descobriu que quando senti-se ciúmes ou raiva seus olhos passariam a ser pretos e a única pessoa a acalmar seria a sua companheira. Mas em contrapartida se ele durante os seus ataques de raiva-ciúmes feri-se alguém, haveria leis que o mantinham-no a salvo de levar sanções pelos seus atos, visto que quem estava no controlo da situação era o veela e não James Potter.

Depois de ter colocado o seu malão em ordem para o próximo ano, não esquecendo das prendas que tinham acumulado durante o verão por ele, pelo Siruis, pelo Franck, pelo Regulos e surpreendentemente pelo Remus.

Encaminhou-se para a cama, depois de ter vestido a sua calça de pijama e e foi de deitar.

Passados alguns minutos, já estava a dormir e a sonhar que a sua ruiva o aceitava.

CASA DE LILIAN EVANS, DIA 01 DE SETEMBRO DE 1976

Naquela manha, Lilian tinha acordado acordado cedo. Tinha dormido mal naquela noite. Teve vários sonhos onde o Potter estava a chamar por ela, mas o rosto dele não tinha o habitual sorriso maroto, mas sim um expressão de quem tinha acabado de partir o coração. Os olhos dele não brilhavam como do costume, mas tinham dor e sofrimento estampados nele.

O sonho não a tinha surpreendido, já era habitual ela ter estes sonhos, que passados uns tempos o sonho delas se concretizavam. Lilian estava preocupado com ele. Não queria que a visão se tornasse realidade, mas não queria saber o motivo por detrás deste medo repentino. Tinha medo que podia estar a apaixonar-se pelo maroto de olhos castanhos-esverdeados, e depois de ela lhe entregar o seu coração, ele o deitasse fora, como tinha feito com tantas outras garotas, ou então, que o exibisse em frente de toda a Hogwrats e se ri-se dela.

Desde que no ano passado, que os sentimentos da ruiva tinham mudado em relação a um certo maroto de olhos castanhos-esverdeados. Mas Lilian sentia-se confusa,

Não o odiava, mas também não sabia o que sentia em relação a ele. Temia estra-se a apaixonar-se por ele, pois na queria ser mais uma da lista dele. Um premio para ser exibido, para mostrar que o Potter tinha todas as garotas aos seus pés.

Ouviu o seu despertador a anunciar a que já eram nove horas. ainda tinha duas horas para se preparar. O comboio do expresso da escola só estaria a partir dali a duas horas.

Dirigiu-se para a sua casa de banho e tomou um relaxante banho de banheira, onde tirou da cabeça toda e qualquer possível preocupação em relação ao maroto.

Passado 1 hora e meia, encontrava-se com as sua melhores amigas, a Lene, a Tonks, a Emme e a Lice, que estavam a pensar nos seus marotos.

Por muito que a Leme diga que não está totalmente apanhadinha pelo Sirius e o mesmo é com as outras. A Tonks pelo Remo, a Emme pelo Regulos e a Lice pelo Frank.

Colocaram a conversa em dia, e estavam a falar de coisas banais, que qualquer garota conversa com as amigas, depois de três messes afastadas, quando um Sirius Black preocupado, seguido de um Regulus Balck com o mesmo estado preocupado que o irmão mais velho.

Mas não foi isso que assustou a monitora foi quem entrou a seguir e no estado que estava.

Um James Potter inconciente e com sinais de que fora torturado estava a ser carregado pelo Remo e pelo Franck, que tinham o mesmo ar preocupado dos irmãos Black.

Depois de colocarem o Potter no banco, tendo especial atenção de colocar a cabeça dele nas pernas da ruiva, que estava preocupada com o maroto.

– Black, o que é que aconteceu com ele? — disse a ruiva apontando para ele — Não me digas que desmaiou porque estava com demasiado entusiasmo, porque eu estou a ver marcas de tortura. Comecem a falar. — e começou a realizar feitiços para descobrir o que lhe tinham lançado.

Os restantes marotos entreolhara-se e foi o Remo que começou a contar o relato daquilo que se tinha passado quando o encontraram assim.

– Nós tinha-nos separada para irmos carregar as bagagens e encontrar uma cabine vazia. Quando saímos para fora do comboio, vimos que o Pontas tinha desaparecido, mas não estranhamos. Pensávamos que tinha vindo se encontrar com a Lilian. Mas depois que o comboio começo a andar, começamos a ouvia alguém a gritar, e percebemos que era o Pontas. — Parou de falar para reorganizar as ideias e continuou a narrar a história — Quando percebemos que os gritos estavam a vir de cima da nossa cabine e subimos para cima para o irmos buscar. Vi-os o Pontas estendido no chão, do mesmo jeito que o trouxemos e vimos de relance que tinha sido, mas não sabemos que era. Estava todo vestido de preto. E depois o Almofadinhas e o Raio lembraram-se que a Lilian é boa a descobrir os encantamentos e feitiços que se usaram e trouxemos ele para aqui. Sabes o que é que le atingiu? — finalizou com toda a preocupação que sentia naquela momento na voz.

Depois de alguns minutos de silencio, Lilian começou a declarar o seu veredito sobre o feitiço que se usou no Potter.

– Alguém não gosta muito do Potter.

– Porque é que dizes isso, Lily? — perguntou o Sirius.

– Foi usado nele a maldição Cruciatos, mais de uma vez. Diria eu que foram dez durante vinte minutos. Mas a pergunta é: quem fez isto e porque?

Os Marotos não sabiam que o ataque estava relacionado ao fato de ele ser veela.

ALGURES NO EXPRESSO, 11:30H

Estava tão feliz. O insupurtavel do Potter já tinha ganhado o seu presente de boas vindas. Estava-se mesmo a ver que quando começa-se a tortura, e ele começasse a gritar, que os Marotos iriam á sua procura.

Ele tinha espetativas que o Potter percebesse o recado deixado por ele, porque se não entendesse e se metesse no meio do seu plano, ele sofreria muito mais do que sofreu.

E ele teria o maior prazer em aplicar esses corretivos.

Notas finais
QUEM SERÁ QUE ATACOU O PONTAS? O SNAPE? OU ALGUEM MANDADO POR ELE? E QUE A NOSSA RUIVA VAI FAZER?