James E Lilian - Efeito Veela

6 Conversas Esclarecedoras


Notas iniciais
FELIZ NATAL PARA TODOS desculpem-me por não ter tido postado mais nada, mas não tinha ideias de como continuar a história espero que gostem

CORREDORES DE HOGWARTS, 4 DE NOVEMBRO DE 1977, Às 7:00 DA MANHA

Sirius andava em direcção ao escritório do Director Albus Dumbledore para o colocar a par da situação, coisa que achava desnecessária já que achava que o velho director já sabia do que tinha acontecido, e para pedir duas coisas. A primeira era para dispensar Lily e James das aulas, por tempo indefinido, ele não sabia quanto tempo iria durar a aquela situação. A segunda para que se reforçasse as defesas do castelo contra qualquer ataque de Snape.

Ao chegar á frente das gárgulas, estranhou o fato de elas permitirem a sua passagem sem que tivesse que dizer um nome de um doce qualquer ou como o director gostava de chamar, senha. Claro que ele já sabia o que se estava a passar, afinal nada acontece, ou quase nada, debaixo de seu nariz sem que ele saiba.

Subiu as escadas silenciosamente, nem o barulho dos sapatos de ouvia. Dentro da sua cabeça, ele fazia planos atrás de planos. Uns para evitar que James morresse, outros de como iria convencer a ruiva de que o seu melhor amigo estava a morrer e os seus preferidos, de quan

quantas maneiras poderia torturar Snape antes de o integrarem ao Ministério.

– Director, temos que falar – falou ao entrar no escritório. Em outras ocasiões poderia ter perdido tempo a admirar os objectos estranhos que naquela sala se encontravam, ver e rir os quadros dos antigos directores, principalmente com Fineus Nigellus Black, um antigo director que por acaso era da mesma família que ele, ou qualquer outro que estivesse a dormir ou que estivesse com uma roupa engraçadaMas não nesta. Não quando o seu melhor amigo esta com a sua vida ameaçada.

– Sente-se Mr. Black. Supondo que eu não sei de nada do que se está a passar, o que traz ao meu humilde escritório a estas horas? — Claro que o velho e sábio director sabia muito bem do que se estava a passar, mas queria saber a versão dos fatos do jovem.

– O James é um veela, e o director sabe muito bem o que isso significa, e a companheira dele é Lilian Evans. No início do ano, James sofreu um ataque por parte de um aluno, que na altura nós não sabíamos quem tinha sido o cobarde, mas agora eu tenho a certeza que foi o Snape ... — Sirius foi interrompido pelo director.

– E como sabe que foi o Mr. Snape, Mr. Black?

– O Ranhoso tem motivos que chegue para fazer isso. Nós os Marotos, e principalmente o James, fomos os responsáveis pelo inferno que ele passou. Isso e claro, o fato de odiar James, que ama a Lilian, e que por muito que negue ela ama o James. e toda a gente sabe que o Ranhoso ama Lily. E modos para fazer isso ele também o tem, já que ama praticar feitiços novos nos pobres alunos do 1º ano. — disse Sirius, apontando os seus motivos de achar, não, ter a certeza que tinha sido o Ranhoso.

– Certo, continue Mr. Black — falou calmamente o sábio director.

– Ele soube que James é um veela e supos que a companheira dele fosse a ruiva. Ontem, o Ranhoso aplicou um feitiço, da autoria dele, que mostra ás pessoas o seu verdadeiro medo, e eu acho que o director sabe qual é o maior medo de James. Quando fui atrás dele, hoje de manha, ele confessou tudo e revelou que quem se coloca-se entre ele e a ruiva seria ... morto.

– certo. Mais tarde informarei Mr. e Mrs. Potter do ocorrido e colocarei aos aurores atrás de Mr. Snape. E onde está o Mr. Potter? – Perguntou o director, mantendo a sua calma.

– Está na Sala das Necessidades com o meu irmão, o Regulus. Director, posso pedir uma coisa? – Pergunta Sirius ao fim de alguns minutos de silêncio.

– Deixe-me adivinhar Mr. Black.. Irá me pedir para avisar aos professores da ausência de Mr. Potter e Miss. Evans, e que caso algum aluno ou aluno perguntar sobre eles, falarem que foram resolver problemas familiares por tempo indeterminado?

Curisoso, era exactamnete o que eu iria falar — pensou Sirius depois do director falar.

– Pareceu que leu-me os pensamentos, mas sim era era isso que eu iria perguntar. O senhor autoriza isso?

– Claro, Mr. Black. Acho melhor apresarem-se para fazer o que tem de fazer e não chegar atrasado às aulas. – Falou o director com uma voz de quem sabia mais do que falava.

– Obrigado, director. – Finalizando a conversa, saiu do escritório de Dumbledore, indo em direcção ao dormitório feminino. Nick-quase-sem-cabeça, que por coincidência estava a passar por ali, estranhou o fato de o jovem Sirius estar a pé tão cedo, com uma cara preocupara e sem a companhia do seu fiel amigo, o jovem Potter, mas não se preocupou-se muito com isso. Apesar de ser raro vê-los separados, já tinha acontecido algumas vezes.

Como estava no sétimo andar, chegou em cinco minutos ao quadro da Mulher-Gorda, dizendo a senha – esperança. Andou até ás escadas de levavam ao dormitório feminino, rezando a Merlim, Zeus, Deus, Alá e a outras identidades divinas que ele conhecia, pelo convívio com a Ruiva e o Aluado, para que as escadas não se transformasse em rampa. Subiu as escadas, agradecendo mentalmente ao director por ter concedido o acesso ao dormitório.

Andou até ao quarto do 7º ano, entrando o mais silenciosamente possível, indo em direcção à cama da Evans.

– Lily? Lily, acorda. – Sussurrou quando se aninhou perto da cama da ruiva, tentando acorda-la da forma mais amigável possível. Ao fim de um minuto chama-la e quando achava que era praticamente impossível acorda-la, a ruiva começa a abrir os olhos.

– Sirius? O que tu estás a fazer aqui? E como entrastes em primeiro lugar? – Lily pergunta, sentando-se na sua cama.

– O director deu-me autorização, mas isso não importa agora. Lily, ouve com muita atenção o que eu vou dizer. Pode parecer mentira, mas eu nunca mentira com uma situação dessas. Sabes o que são veelas machos? – Pergunta Sirius, pegando num livro e conjurando uma cadeira toda vermelha, contendo pequenas linhas a dourado, a mesma que ele tinha utlizado na sua conversa com Snape, lançado um feitiço silenciador, para que ninguém ouvisse a conversa deles.

– Sim. São raros. As coisas que aplicam numa veela fêmea são as mesmas que se aplicam nos veelas macho, exceto que os veelas machos têm que encontrar uma companheira para toda a vida até aos dezoito anos. A fase mais crítica é dos dezassete aos dezoito, altura que os veelas machos procuram a sua companheira. Se eles sentirem que foram rejeitados ou não completarem o vínculo antes do décimo oitavo aniversário morrem. Mas porque? – Lily estava visivelmente confusa, não entendia o que Sirius queria com aquilo.

– Acontece que James é um veela, e por favor não grites, e tu és a companheira dele. – Parou de falar, para ver a reacção da ruiva.

Lily achava que era uma brincadeira dos Marotos, mas ao olharpara a cara de pura preocupação de Sirius e os olhos que demostravam a dor dele, acreditou. Pelo menos na parte de James ser veela, já a parte de ela ser a companheira dele ainda não entrava na sua cabeça.

– Ainda não começastes a gritar, isso é bom, muito bom. A onde eu ia? Ah sim, já sei. Eu e os restantes Marotos soubemos isso este ano, nas férias de Verão e James obrigou-nos a jurar não contar-te nada, exeto, claro, se por alguma razão ele estivesse ás portas da morte. Lembras-te do ataque que James sofreu no inicio do anos? Ok, esse ataque foi planeado pelo Snape e…. – Foi brutalmente interrompido pela ruiva.

– PELO SNAPE? COMO AQUELE BASTARDO SE ATREVEU A ATACA-LO PELAS COSTAS? COBARDE DE UM FIGA! Desculpa pelos meus gritos, continua, por favor. – Disse a ruiva, despois de se acalmar.

– Como eu estava a dizer, Snape torturou-o. O Snape sabe que James é um veela e ele quer ficar contigo, e para isso ele faria com que o James morresse. Ontem, o Snape consegui com que o James pensasse que tu estavas a amar o Snape e que só te estavas a dar bem com ele para depois o humilhar á frente de toda a escola. eu não te vou mentir, o James está a correr tisco de vida ... — outra vez interrompido, mas desta vez foi pelo Regulus. Espera, se ele está aqui quem está com James?

– Sirius, o James fugiu — Disse o Regulus.

Será que James Potter vai tirar a própria vida? – pensou Lily Evans com um aperto no coração, não sabendo o porque daquilo.

Notas finais
acho que ainda vou colocar mais um antes do final do ano espero que gostem e mandem comentários.