J'aime Son Anyway
4 Le Chapitre Quatre
Notas iniciais
Adrien teve que se sentar com Olivia. O que deixou Nino chateado, mas não estava bravo com Adrien nem nada assim. A professora chegou na sala mandando que pegassem os cadernos e anotassem o conteúdo.
— Ei, Adrien — Olivia dizia, cutucando o ombro do garoto.
— Ahn...sim? – Perguntou ele.
— Será que você pode vir comigo no intervalo? Precisamos conversar, não é? – Ela perguntou, sorrindo, o que fez com que Adrien corasse.
— B-Bom, claro. – Ele voltou a copiar.
Marinette olhava para trás, Adrien iria acenar, mas percebeu que ela estava olhando para Jason. Ele acenou para ela.
— O que foi, Marinette?! – A professora gritou, Marinette deu um pulo.
— Nada! – Disse Marinette, nervosa.
— Então continue a copiar. – Ela voltou imediatamente a copiar a lição.
O sinal finalmente tocou. Adrien se levantou da cadeira e foi em direção a Nino, que estava conversando com Jason, Alya e Marinette.
— Beleza, vou chamar o Adrien para vir com a gente. – Falou Nino, animado.
— Eu para que? – Adrien perguntou, parado atrás de Nino.
— Oi! Bem, a gente queria sentar todos juntos na hora do almoço, é ruim para você? – Jason perguntou, sorrindo.
— Ah, pode ser. – Respondeu ele, sorrindo.
Assim, os cinco foram andando até o pátio.
— Adrien! – Exclamou Olivia, correndo em direção a Adrien.
— Huh? Oi. Quer se sentar com a gente? – Arriscou a pergunta. Marinette fez uma cara feia, mas Adrien não percebeu.
— Oh, claro.
Eles todos se sentaram na mesa e começaram a conversar. Olivia era uma menina muito divertida. Ela ria de tudo e ainda fazia piadas engraçadas. Adrien estava quase chorando de rir.
O sinal bateu novamente. Todos entraram nas salas de aula, desanimados. Mas Adrien estava sorrindo, pois sentaria ao lado de Olivia.
— Pessoal, façam duplas para o trabalho surpresa. – A professora disse, fria. Olivia e Adrien trocaram olhares. Nino olhou para os dois, de cara feia que acabou por fazer trio com Marinette e Alya, afinal, Adrien faria dupla com Olivia.
A professora distribuiu os trabalhos, que pareciam mais ser uma Apostila do que um Trabalho.
— Ok, primeira questão. – Adrien pegou o lápis e Olivia uma lapiseira. Eles resolveram o trabalho em mais ou menos dez minutos. Olivia era extremamente inteligente, então era fácil fazer os exercícios com ela.
Eles entregaram o trabalho e saíram da sala.
— Eu vou indo para casa, tchau Olivia. – Ele sorriu.
— Tchau Adrien. – Ela beijou a bochecha dele. Ele foi andando para fora da escola. O carro já estava a sua espera. Entrou dentro e foi em direção a sua casa.
Já eram 19:31 da noite e Adrien estava entediado. Já fizera todas as lições para o dia seguinte e até mesmo as de semana que vem. Na televisão, não tinha nada para assistir, que fosse de seu interesse.
— Que saco. Não tem nada para fazer. – Resmungou Adrien.
— Ah, então quer dizer que você não viu esse cara gigante destruindo a cidade? – Perguntou Plagg, apontando para a televisão. Era um monstro de pedra enorme. Ladybug já estava o atacando.
— Caramba, Plagg! – Suspirou – Plagg, me transforme!
Paris estava tão silenciosa que os barulhos dos arremessos do homem de pedra eram ouvidos de longe.
— Olá, My Lady. – Murmurou Chat, irritado com Plagg por ele ter o feito de bobo.
— Está irritado, Chat? – Perguntou ela, desviando dos arremessos do grande monstro de pedra.
— Um pouco, mas deixa para lá. – Suspirou – Bem, vamos achar o Akuma primeiro.
— Bem, ele é inteiro feito de pedra, então ele deve estar naquele único item que está com ele. – Ela apontou para o bastão de beisebol que estava nas mãos do monstro. – Achei.
Ladybug jogou o Ioiô, prendendo uma das pernas do cara de pedra, fazendo com que ele caísse no chão. E imediatamente, começou a correr, ignorando o fato de que era perigoso.
— é a nossa única chance. — ela pulou, em direção ao Akuma.
— My Lady! NÃO! – Ele gritou, tentando a alcançar.
Mas já era tarde. Ladybug estava extremamente perto do monstro, que forçou o punho e o levantou para cima, a ponto de esmaga-la.
— Droga. – Ela ficou parada, aceitando que ele a esmagasse.
Mas antes que ele a esmagasse, algo muito rápido, a agarrou Ladybug e deu um salto, a tirando do alcance do monstro.
— Esquenta aí, Little Bug. — O sujeito falou.
— Q-quem é você? – Perguntou Ladybug, saindo dos braços do sujeito.
— Pergunto o mesmo. – Reclamou Chat, irritado por aquele apelido de mais cedo.
— Eu? – Ele deu uma risadinha — Um portador de Miraculous, como vocês. Ué.
Ladybug engasgou.
— O QUE?!
— Pera aí, e se for mais um truque? – Lembrou Chat.
— Hm... não acho que seja possível. Esse Akuma de agora fez um rasgo e tanto na minha perna. – Chat se sentiu mal por não ter percebido aquele corte. Que estava sangrando e era enorme.
— E por que eu teria salvo a Little Bug então? – Perguntou ele. – Eu sou Blade. Bem, como não sou daqui, não tenho uma Miraculous muito conhecida. “Raposas da neve são ridículas” falavam isso, mas quem sempre salvava eles na cidade? O BLADE, SEMPRE O BLADE!
— Mas são ridículos mesmo... – reclamou Chat. Examinou Blade: Ele tinha um cabelo preto bagunçado, olhos azuis, bem azuis, orelhas de raposa que eram brancas e sua roupa era inteira branca com pequenos detalhes azuis cor de gelo, e tinha uma cauda de raposa, também branca e azul a cima do branco.
— Bom, vamos lá. – Blade disse – Lady, tem como usar o Lucky Charm agora? – Ela concordou com a cabeça.
— Lucky Charm! – O objeto brilhou e depois apareceu nas mãos de Ladybug. — .... Isso são...bolinhas de gude.
— Bem, precisarei que o Black Cat use seu poder diretamente no monstro. – Chat engasgou.
— Nós não fazemos isso. Se você quer fazer diferente do que eu e a Lady costumamos fazer, faça sozinho. – Resmungou Chat.
— Ei, Chat. Vamos ouvir Blade. Acho que entendi o plano. – Ela sorriu.
— Por você e por mais ninguém, My lady. – Suspirou – Cataclysm!
Chat saiu correndo para cima do monstro.
— CHAT, NÃO! Ele vai morrer se continuar assim! – Gritou Ladybug.
— Vamos lá. – Uma fonte de poder de cor azul apareceu nas mãos de Blade. Sua cauda se multiplicou, 7 caudas. Ele foi tão rápido para cima do grande monstro que Chat nem conseguiu acompanhar com o olhar. A esfera brilhante tocou o monstro, que ficou atordoado por alguns segundos . — Ladybug, as bolinhas de gude! — Ela jogou todas as bolinhas, que foram rolando até lá e o fez cair com tudo no chão. O bastão de Beisebol caiu no chão. Ladybug correu até lá.
— Akuma, você tentou faz-
— Akuma, você tentou fazer o mal, mas agora pagará pelos seus crimes. – Blade jogou a esfera para cima da borboleta, que se abriu. A borboleta preta ficou dentro da esfera até que Blade a jogasse para cima e a esfera se abrisse novamente. Ela saiu da esfera,dessa vez,de cor branca. – Tchauzinho.
Ladybug arregalou os olhos. Chat não estava diferente. Existia um poder de purificação que eles desconheciam?
— C-Como...? – Perguntou Ladybug, nem mesmo conseguindo terminar a fala.
— Bom, vou indo. Até amanhã gente. – Blade pulou para cima de um telhado e desapareceu.
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