Jack The Killer -

7 O ultimo contra-ataque


Notas iniciais
Como foi prometido pessoal, mais um capitulo foi postado. Espero que gostem dele. Meus agradecimentos especiais a Nashi-chan que recomendou a minha fic e a todos os meus leitores que favoritaram ela. Realmente isso me motiva muito.

A noite havia caído, um grupo de policiais cercava uma casa em pontos onde pudessem se esconder de forma furtiva. Dentro da casa, mais policiais estavam organizados de forma furtiva em diversos cantos da casa. Por fim no quarto principal da casa havia um policial no armário de roupas enquanto uma jovem dormia tranquilamente na cama.

As horas passavam e nenhum sinal do assassino procurado. Quando o relógio bateu a meia-noite o local á estava começando a ficar frio, muitos dos homens ali presentes já se encontravam tensos, afinal a qualquer momento esse assassino poderia aparecer e matá-los. Um dos policiais que fazia a ronda era um jovem de vinte anos, seu nome era Arthur, possuía cabelos castanhos e olhos negros, era um rapaz dedicado e esforçado sempre dando seu melhor no trabalho, naquela noite o jovem estava um tanto ansioso, um pouco de suor escorria de sua testa, era realmente uma operação bastante tensa onde um segundo de descuido poderia significar a morte. O rapaz se virou para averiguar outro ponto ao redor da casa e assim que se virou sentiu uma mão fria lhe tocar o ombro causando um leve arrepio no mesmo que tratou logo de segurar a arma firmemente.

– Te peguei.- Foi a única coisa que o mesmo ouviu sentindo outro arrepio em suas costas.

Ao se virar o rapaz se deparou com um homem de cabelos negros e olhos cinzentos fazendo uma careta totalmente torta assustando o rapaz, mas ao perceber que o homem ria o mesmo reparou quem era aquela figura. Era seu parceiro Aaron, o homem possuía por vota de trinta e três anos e sempre foi muito gentil com os novatos como Arthur.

– Nossa Aaron você me deu um susto, nunca mais faça isso! – Resmungou o rapaz emburrado com a brincadeira do mais velho.

– D-Desculpe cara, mas você deveria ver a sua cara! – Disse o mesmo gargalhando e apontando para face de Arthur deixando o mais novo levemente zangado. – Bem, pelo menos você se sente mais calmo agora? – Questionou Aaron após o ataque de risos.

– Sim, você está certo! – Respondeu Arthur rindo baixo. – Obrigado Aaron. – Os dois companheiros começaram a rir de forma tranqüila e distraída.

Devido a calma do momento a dupla não reparou o vulto se aproximando de Aaron por trás e lhe perfurando as costas fazendo o mesmo perder o equilíbrio.

– A-Arthur f-fuja. – Foram as ultimas palavras do moreno antes de cair morto no chão.

Ao ver o corpo morto de seu companheiro no chão e o responsável pela morte a sua frente tudo ocorreu em uma fração de segundos. Em um mero instinto Arthur levou suas mãos trêmulas até sua arma e a apontou para o assassino, mas antes que pudesse disparar ele sentiu uma dor enorme invadir seu corpo, logo após a sensação de sua carne sendo rasgada e arrancada de seu corpo surgiu e por fim o gosto de ferro invadiu sua boca o fazendo cuspir sangue para então cair no chão já semi-morto bem ao lado de seu companheiro.

Um sorriso cruel surgiu na face do assassino que agora se encontrava com seu casaco negro com várias manchas vermelhas. O mesmo caminhou dando a volta pela casa procurando sua próxima vitima.

Pouco a pouco cada policial foi morto pelas mãos daquele assassino que fazia questão de remover todos os órgãos de cada uma de suas vitimas. O mesmo pegou as tripas de cada uma de suas vitimas e as espalhou pelo quintal da casa, a cada segundo que criava sua obra macabra o sorriso louco do rapaz apenas aumentava, era um prazer indescritível matar cada um daqueles patéticos policiais que acreditavam mesmo serem capaz de detê-los.

O jovem ainda não estava satisfeito, ainda faltava o lado de dentro da casa então com calma o mesmo invadiu a casa, novamente encontrando aqueles patéticos “homens da justiça’ querendo confrontá-lo com aqueles simples “brinquedos”.

– Realmente, a inocência de vocês é algo que me diverte. – A expressão sádica do rapaz aumentava a cada segundo enquanto passava calmamente seus “dedos” pelos seus cabelos negros os retirando dos olhos para poder ver ainda melhor sua “obra de arte”.

Corpos pendurados, sangue pelas paredes, órgãos espalhados por toda a casa. Essa era a verdadeira cena de massacre que deixava aquele jovem tão excitado e animado, mas ele queria mais, muito mais. Ainda faltava um quarto e ele queria que aquela fosse a melhor morte da noite, mataria a vitima vagarosamente, sem pressa, brincaria com os órgãos da vitima sentindo o sangue escorrer pelos seus dedos. Era com esses pensamentos que o rapaz subia as escadas e abria vagarosamente a porta do quarto de sua próxima vítima. O mesmo se aproximou silenciosamente da mesma e sussurrou suas ultimas palavras no ouvido desta.

– Shhhhh......Go To Sleep My Do….-O mesmo foi interrompido por um disparo de um arma que atingiu diretamente seu ombro esquerdo.

– Realmente você é muito previsível, caindo no mesmo truque duas vezes. – Disse uma voz familiar se levantando da cama revelando ser o albino que sorria sarcástico.

– Você! Dessa vez eu não vou ter piedade! Vou te rasgar e comer as suas tripas! – Jack estava com uma expressão sádica e irritada em seu rosto.

– Têm certeza que irá mesmo tocar nele? – Agora era Norval que falava enquanto se retirava do armário apontando a arma para a cabeça de Jack se aproximando do mesmo.

– ….- O moreno não falava nada, apenas se mantinha em silêncio enquanto Norval se aproximava.

– O que houve? Desistiu? É mesmo uma sabia escolha. – Continuou Norval enquanto ficava ao lado de Jack pegando um par de algemas.

Jack sorriu de forma sádica e cruel ao perceber o homem bem ao seu lado, atitude que não passou despercebida por Cold.

– Norval se afaste dele! – Disse o albino apontando a arma para o moreno.

Antes que Norval pudesse reagir Jack o agarrou puxando para mais perto de si. Assim que o albino percebeu a atitude do assassino disparou quatro tiros contra o mesmo, mas se surpreendeu ao ver Jack usando Norval como escudo fazendo este receber todos os disparos da arma do albino.

– N-não pode ser. – O albino estava com uma expressão de puro terror enquanto Jack largava o corpo sem vida do chefe de policia.

– Então como se sente em ter matado ele? – A voz de Jack soava cruel e brincalhona.

– Pare. – Respondeu o albino de cabeça baixa.

– Aposto que ele devia ser uma pessoa muito importante para você. – Jack continuava com o mesmo tom de voz.

– Pare. – Cold tentava aumentar sem tom de voz, mas o choque do ocorrido parecia lhe impedir.

– O que será que ele pensou quando percebeu que for a você a matar ele? – Jack agora pisava no corpo do homem morto enquanto ria.

– Pare! – O albino agora aumentava seu tom de voz em desespero enquanto seu corpo tremia.

– Mas no fim ele teve o mesmo fim que a sua patética mãe. – O moreno sorria de forma sádica e cruel enquanto pisava no corpo do homem.

– PARE! – Agora o tom de voz de Cold era de puro ódio enquanto seu corpo tremia.

– Áqüea mulher não foi capaz de me divertir nem por alguns minutos. De todas as minhas vítimas ela é a mais patética. – Jack abriu um enorme sorriso após dizer essa palavras.

– CALE-SE! CALE-SE! CALE-SE! – Cold agora disparava sua arma de forma furiosa contra o moreno. – VOCÊ NÃO TÊM O DIREITO DE FALAR DA MINHA MÃE ENTÃO CALE A SUA MADITA BOCA SEU MONSTRO! – Cold descarregou todos os tiros de sua arma contra Jack que desviou facilmente dos tiros da mesma se aproximando de Cold.

– Olha como você está. Já está abalado e desesperado, como é fácil destruir seu psicológico, mas não teria graça torturar você fisicamente. Você já está morto, então vou lhe fazer um favor. – Disse o moreno encarando Cold que apenas se mantinha de cabeça baixa em silencio. – Morra em paz. – Ao dizer isso Jack simplesmente empurrou o albino pela janela fazendo este cair para trás quebrando o vidro da mesma.

Enquanto caia, o rapaz observava a face de Jack se distanciando, o sorriso cruel de pura satisfação nos lábios do moreno era odioso aos olhos do albino. Logo vários flashs passaram pela mente de Cold, lembranças de tudo que passou com sua mãe e Norval, seguido das cenas de ambos mortos. Aquelas ultimas cenas fizeram uma fúria incontrolável crescer dentro do albino e em um ultimo reflexo o mesmo puxou Jack fazendo o mesmo cair junto do mesmo.

– Se eu vou morrer, então vamos morrer juntos! – Uma expressão de ódio era presente no rosto do mesmo.

Logo o corpo de ambos os jovens encontrou o chão do jardim da casa e em menos de segundos a dor preencheu o corpo de ambos. Mas para o albino aquilo não era nada e antes que Jack pudesse se mover o mesmo subiu por cima deste desferindo múltiplos socos na face do moreno.

– Isso é por todas as pessoas que você matou! – Disse o albino desferindo um soco contra a face do moreno. – Por todas as vidas que você destruiu! – Mais um soco foi desferido. – Por todas as pessoas que você fez sofrer! – E outro soco atingiu a face do moreno. – E por toda a dor que você caus….- O mesmo não conseguiu terminar a frase, pois a garra do moreno havia perfurado seu estômago.

– Você fala demais. – Disse Jack jogando o corpo do albino para o lado que logo começou a formar uma enorme poça de sangue no chão. – Eu acertei sua artéria principal, dessa vez não vai ter chances de sobrevivência. – Ao dizer isso Jack se retirou do local.

Cold sentia seu corpo ficando frio, seus olhos não possuíam nenhum rastro de vida, o albino não conseguia se mover, não conseguia falar, não conseguia nem ao menos sentir dor. Este era realmente seu fim, enquanto perdia a consciência a imagem de sua mãe morta invadiu sua mente.

Me desculpe mamãe, eu não pude te vingar. – Pensou o albino derramando suas ultimas lágrimas enquanto fechava os olhos aguardando o abraço da morte.

Ao menos agora o rapaz poderia ver sua mãe novamente e para onde ele ia ninguém o afastaria de sua mãe. Foram com esses pensamentos que o albino perdeu a consciência com um sorriso no rosto.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo. Mereço comentários?