Jack The Killer -

5 Caçando um Assassino


Notas iniciais
Yo minna, desculpe pela demora. Mas devido as festas e a alguns problemas de família eu não estive em condições de escrever. Não foi por preguiça e sim devido ao meu cansaço físico e mental. Mas agora eu voltei e com força total então não precisam se preocupar que os capítulos começarão a sair com mais frequência.

Faz um ano e seis meses desde uma grande série de assassinatos em uma pequena cidade ao sul do estado ocorreram. Todas as vítimas foram encontradas da mesma forma, com sua pele queimada com uma substancia estranha deixando a pele branca, seus corpos com fios amarrados a alguma parte da casa e por fim seus corpos totalmente costurados e seus órgãos largados em um canto qualquer. Parecia que o assassino havia aberto o corpo de suas vítimas após matá-las e então retirado todos os seus órgãos as transformando em “bonecas humanas”, recentemente essa série de assassinatos começaram a alcançar a essa cidade nas ultimas semanas. Moradores estão sendo avisados a trancarem todas as portas antes de dormirem e tomarem cuidado quando saírem à noite. – Disse uma mulher a TV no programa de noticiais da manhã.

O rapaz que estava sentado enfrente a TV possuía cabelos brancos curtos e bagunçados, seus olhos possuíam uma cor dourada e junto a sua expressão séria de seu rosto dava um ar de firmeza ao mesmo. O rapaz vestia um terno social preto, pegou sua xícara de café que estava à mesa e bebeu o ultimo gole de seu conteúdo logo se levantando. O mesmo saiu de casa trancando a porta de sua casa.

O rapaz adentrou seu carro, pôs o cinto de segurança e logo colocou o rádio em uma estação qualquer começando a dirigir. Após alguns minutos de viagem o rapaz chegou ao seu destino, à delegacia de policia. Assim que adentrou o recinto todos os hímens e mulheres ali presentes olharam para o mesmo que apenas seguiu caminho até uma sala com a escrita “Detetive” na porta, abriu a porta e adentrou a sala.

O homem dentro da sala possuía cabelos levemente grisalhos, barba ralada, vestia um terno como o menor, o mesmo estava lendo um jornal de forma calma enquanto seus pés estavam repousando encima da mesa do local.

– Detetive Samuel eu exijo que me deixe participar do caso de assassinatos que têm ocorrido nos últimos meses na cidade. – Disse o rapaz de cabelos brancos batendo as mãos na mesa olhando para o homem de forma séria.

– Bom dia para você também Cold. E nós já conversamos sobre isso antes, você é jovem demais para participar desse caso e nem têm diploma para fazer isso. – Respondeu o homem de forma simples sem parar de ler seu jornal.

– Mas sou treinado! Minha mãe me treinou desde criança para ser um detetive e ela também foi uma das vítimas desse assassino. Então óbvio que eu quero participar! – O rapaz aumentava gradativamente seu tom de voz se enfurecendo com a situação.

– Eu sei que os últimos meses tem sido difíceis para você Cold, mas não podemos deixar uma criança participar de um caso de policia desse nível. Peço que tenha paciência e deixe os adultos trabalhar nesse caso, nós iremos vingar sua mãe pode ter certeza. Afina, ela era a minha parceira de investigação e uma grande amiga para mim. – O homem agora havia largado seu jornal e olhava de forma fixa para o menor.

– Certo. – Murmurou o albino abaixando a cabeça e se retirando da sala.

O rapaz saiu da delegacia e foi em direção ao seu carro, estava de férias, portanto não precisaria ir à escola e mesmo que precisasse não estava com cabeça para isso. Enquanto dirigia o rapaz acabou estacionando próximo a uma sorveteria vendo uma criança e uma mulher andando juntas cada uma com seu sorvete em mãos.

– Esta gostoso filho? – Perguntou a mulher sorrindo para a criança.

– Está sim mamãe. – Respondeu a criança sorrindo.

Ao presenciar aquela cena o albino direcionou seus olhos para estrada enquanto uma pequena lágrima escorria de seu rosto ao mesmo tempo em que o mesmo trincava os dentes com uma expressão de raiva. O rapaz dirigiu novamente até sua casa, estacionou o carro e adentrou sua casa tirando o palito de seu terno e o pendurando em uma cadeira e logo se sentando de forma largada no sofá da sala. O albino se ajeita melhor no sofá e olha para a foto de uma mulher de cabelos negros e olhos dourados como os do rapaz, o mesmo logo pegou o retrato o fitando por um tempo.

– Mamãe, eu prometo que vou te vingar. – Murmurou o rapaz enquanto algumas lágrimas teimavam em cair de seus olhos e pingando no porta retrato.

Decido a vingar sua mãe o rapaz levantou do sofá e foi até seu “escritório” em sua casa começando a fazer várias pesquisas no computador. As horas passam e o rapaz percebe algo peculiar nas mortes das pessoas, todas tinham não só um padrão de morte, mas também na localização. As pessoas até o momento que haviam sido mortas moravam em casas de número impar. A ultima casa havia sido a de número setecentos e treze, logo a próxima pela lógica seria a de número setecentos e quinze.

– Mas essa é a casa da.....Larissa! – O rapaz havia se lembrado de uma velha amiga sua.

Larissa era uma jovem de cabelos negros e olhos verdes. A jovem sempre possuía um sorriso gentil quando falava com as outras pessoas, era a melhor amiga do albino desde muito tempo, a mesma era dois anos mais nova que o rapaz e o mesmo a considerava uma irmã menor e jamais permitiria que sua doce irmãzinha fosse morta como sua mãe. O rapaz olhou para o relógio e viu que eram por volta de seis horas da noite. Ainda possuía tempo para armar seu plano e salvar Larissa. O rapaz foi até o quarto de sua mãe e seguiu até o armário da mesma o abrindo logo se deparando com um cofre, ao digitar o código que o mesmo á sabia faz tempo o mesmo pode ver o que estava dentro do cofre. Um revólver simples e munição, o albino pegou o revolver colocou a munição e voltou ao seu escritório para armar seu plano.

Eram por volta de meia-noite e meia na casa de Larissa, a janela do quarto da jovem se encontrava aberta e um vulto de estatura mediana observava a jovem dormindo em sua cama, vagarosamente o vulto foi se aproximando da cama da jovem e com seu braço direito que parecia ter garras no lugar dos dedos o ser foi rasgando calmamente a beirada da cama da jovem. Agora iluminado pela luz da lua podia-se ver o que se tratava o vulto, era um rapaz de cabelos negros, olhos vermelhos e pele incrivelmente branca, vestia um casaco negro e possuía um sorriso insano em seu rosto. Vagarosamente o rapaz caminhou até a jovem e sussurrou em seus ouvidos as ultimas palavras.

– Go to Sleep.....My Doll. — Ao dizer isso o jovem ergueu sua garra pronto para matar sua vítima.

Porem em um rápido momento, a garota se virou da cama com uma arma em mãos e disparou contra o rapaz que em um rápido reflexo defendeu o tiro com sua garra.

– Acho que quem vai dormir aqui é você seu assassino imundo! – Bradou a jovem, sua voz era masculina e logo que puxou seus cabelos revelando ser uma peruca pode ser visto que a pessoa deitada na cama era o albino. – A muito tempo eu queria me vingar de você e hoje é o dia! O dia em que eu vou te destruir! – Os olhos do albino mostravam um brilho de raiva e seriedade.

Ao olhar para a face do albino o moreno nada fez alem de começar a rir, uma gargalhada cruel e sádica mostrando toda a loucura que era presente em sua mente.

– Me...matar? Não seja idiota! Eu sou Jack! O Assassino das marionetes, eu transformo as pessoas em marionetes eu as coloco em um sono eterno como os meus brinquedos! Você acha mesmo que é capaz de me deter?! – Jack dizia em meio as gargalhadas sádicas e cruéis.

O moreno agora possuía quatorze anos e estava próximo de seus quinze, ele não havia mudado muito em aparência, mas seu físico havia ficado mais atlético e o mesmo estava mais rápido, um assassino precisa ficar em forma. Jack olhava para Cold com um sorriso sádico esperando a reação do albino.

– Seu...Seu....Seu monstro sem alma! – Dito isso Cold disparou três tirou contra Jack que defendeu todos facilmente. – Você matou a minha mãe! Você matou um monte de pessoas! Eu nunca vou te perdoar! Eu vou te mandar para o inferno que é o seu lugar mesmo que para isso eu me torne o próprio demônio! –O rapaz gritava em fúria e descarregava sua arma contra Jack que desviava e defendia os tiros com grande habilidade.

O albino olhava para os movimentos do rapaz de forma aterrorizada, aquele assassino em sua frente não era humano! Não poderia ser humano! Nada humano era tão rápido, tão frio, tão cruel e sádico como aquele garoto a sua frente.

Com sua estrema velocidade Jack fez um corte no peito do albino o jogando para trás e fazendo o mesmo bater contra a parede do quarto.

– Ora sua munição acabou? Que peninha, eu queria brincar mais. – O tom de voz de Jack que brincalhão e cruel enquanto o mesmo sorria se aproximando de Cold.

– Você pode me matar, mas você também vai morrer. A policia vai chegar dentro de dois minutos e você estará perdido. – Cold sorriu triunfante vendo Jack ficar parado a sua frente.

– Policia? Policia?! A Policia não é nada! Nada! Eu sou a encarnação do mal! Eu sou o Jack! Jack The Killer. – O moreno riu sadicamente e logo o barulho das sirenes da policia puderam ser ouvidos. – Eu deixarei você viver por hoje, mas aguarde. Em breve você irá se tornar mais uma obra de arte minha. – Dito isso o moreno pulou pela janela do quarto e subindo no telhado da casa fugindo dos policiais.

O albino ficou observando o rapaz fugir dos policiais, aparentemente sua batalha contra aquele assassino estava apenas começando.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Mereço comentários?