JUNKO: O Jogo Maldito

20 O Desafio das Feras


Notas iniciais
Oi, povo! Há quanto tempo, não é? Desculpem a demora de 1000000 anos para postar. Passei na faculdade em setembro e depois minha vida se tornou uma correria só! Mas não vou abandonar JUNKO! Quero terminar essa história! Bem, aqui está o capítulo! Créditos a Filha de Hécate que sugeriu o desafio. Beijos, sua linda ;* ENJOY!

– Calma gatinho. — disse Gabriel quando viu o leão se aproximava.

– E-e agora? — perguntou Sophia.

– Se ao menos conseguissemos chegar a cozinha. — disse Gaby. — Na geladeira tem bastante carne.

E o leão chegava cada vez mais perto. Seria o fim de nossos heróis? O animal abriu a boca e soltou um rugido alto. O negro pensou rápido e por mais que aquilo lhe doesse jogou o corpo de Victor contra o animal, distraindo sua atenção com uma boa refeição. E esse foi o momento propício para que os três fugissem. A porta do quarto de Gaby bateu.

Porém não seria o fim daquela saga. E nem deu tempo de sofrer pelos corpos dos meninos que seriam devorados. Sophia e Gaby olhavam algo muito assustadas. Quando Gabriel percebeu o que era levou as mãos frente a boca. Havia inexplicavelmente um elefante dentro do quarto.

– FUUUUUUUUUU! — fez o animal balançando sua tromba, mas não parecia querer fazer mal a ninguém.

– Merda. — disse Gabriel se sentando na cama olhando o elefante.

– Como ele conseguiu entrar aqui? — perguntou a morena.

– Em um envelope, debaixo da porta. — disse Sophia lembrando-se da piada. Todos teriam rido se não fosse um momento um pouco... Tenso. — Ah, para, gente. Foi engraçado.

– Precisamos saber como sair desse desafio. — disse Gaby.

– DROGA! DEIXAMOS O JOGO NA SALA! — exclamou Gabriel dando com a cabeça na parede. — Sem o jogo não podemos mudar de desafio, muito menos vencer esse!

– Ah, gênio. E o que fazemos agora? — disse Sophia.

– Temos que ir buscar, claro. — disse o rapaz batendo com a cabeça mais uma vez na parede.

– O QUE? MAS SE SAIRMOS AQUELE LEÃO VAI ACABAR COM A GENTE.

– Não se a gente der algo bem grande para ele se distrair. — disse ele olhando o elefante.

– O que? Não... — disse Gaby com pena, fazendo carinho no elefante.

– Não há outra saída. — disse Gabriel se levantando. — Se recuperarmos o jogo poderemos terminar logo com isso.

Todos ficaram se olhando calados por um tempo refletindo sobre o assunto. Um olhava para o outro sem conseguir achar uma solução melhor. Era o elefante ou eles. Por mais que doesse no fundo de seus corações, não tinha outra solução.

– Tá. — disse Gaby abraçando a tromba do animal. — Desculpa, amiguinho.

– Bem, o plano é o seguinte: vamos empurrar o elefante para fora e assim que o leão resolver vir comê-lo eu corro e pego o jogo. Ok?

As duas fizeram que sim. Gabriel abriu a porta e os três empurraram o elefante para fora, quebrando boa parte da parede. Aquilo era um problema, pois teriam que procurar outro esconderijo.

O leão terminava de se alimentar com o corpo de Gustavo que mesmo todo sujo de fezes e vômito, para o felino parecia um banquete e tanto. Foi então que ele viu o elefante e pareceu “sorrir” por dentro. Teria muito mais o que comer. Então foi andando devagar na direção do bichão e quando o abocanhou Gabriel saiu correndo e pegou o Junko, fechando o jogo. Porém o leão o olhou, soltando um rugido e saiu correndo na direção do negro.

– GABRIEL! — gritaram as meninas ao mesmo tempo.

Só deu tempo dele jogar o Junko na direção delas e logo foi abocanhado.

– GABRIEL! GABRIEL! — gritava Gaby chorando.

– VÃO! VÃO! — gritou o rapaz. O leão agora mordia seu pescoço e não demorou muito para que ele morresse entre aqueles enormes dentes.

– VEM! — Sophia puxou Gaby e as duas foram parar dentro do banheiro. A porta foi trancada.

A loira pôs o jogo no chão e o abriu. O cartãozinho apareceu: DESAFIO TERMINADO. E agora? O que aconteceria com as duas?

Notas finais
E aí, gostaram? O que acham que vai acontecer nos dois últimos capítulos de nossa história? Fiquem ligados! Principalmente você, The Crow. Já pode ir tomando uma decisão quanto ao nosso trato! ;3