It's a trap!
1 Acordando em um péssimo dia
Notas iniciais
USA, Estado de New Jersey, Condado Mercer, cidade de Trenton, 06.15. 2019. Quarto de Thomas 10:00 AM.
Hey hey hey
Here I go now
Here I go into new days
O celular estava tocando da música I Disappear, o aparelho estava ao lado de Thomas, na cama em que dormia, ele acordou e se levantou bruscamente, jogando as cobertas de lado e saltou da cama em um pulo, ele sabia quem estava ligando, pois escolheu este toque para seu chefe.
Hey hey hey
Here I go now
Here I go into new days
Ele foi retirando suas roupas ainda no quarto, tropeçou nas próprias pernas e levou um tombo quando tentava se livrar da calça.
_Mas que droga! Isso não sai
Falou enquanto puxava uma perna da calça jeans que ainda vestia quando foi dormir na noite anterior e se assustou quando o aparelho voltou a acender e tocar
Hey hey hey
Here I go now
Olhou para o celular na cama e se esticou todo, ainda sentado no carpete, para tentar ler o visor e arregalou os olhos quando viu a hora que marcava nele, 10:10 am e também o nome de seu "chefe" no meio da tela. Thomas levantou-se em um pulo e recomeçou a tarefa dicícil de se despir.
_Ah! Não... hoje tem a reunião, será possível? Não posso faltar a essa reunião!
Resmungou conseguindo já livrar as pernas da calça que estava presa ao pé esquerdo, jogou a peça de roupa de qualquer jeito, voltou a sentar no colchão, pegou o celular e olhou novamente o nome no visor:
"Chamada Anderson"
_Oh ok , ok! estou indo!
Gritou para o visor do aparelho mas sem realmente atendê-lo e correu para o banheiro, deu uma olhada rápida no espelho , estava com olheira de quem dormiu mal e estava um pouco pálido também, tomou banho e fez sua higiene matinal as pressas,( escovou os dentes durante o banho, lavou os cabelos louro-dourado enxaguou) , fechou o registro, apanhou uma toalha, secando-se rapidamente, saiu do banheiro que ficava em seu quarto .
Ele morava em um apartamento no centro de Trenton, no Estado de New Jersey, era muito aconchegante e perfeito para uma pessoa solteira, apesar de ter uma noiva, ainda não havia cogitado a idéia de se mudar dali, a vista era ótima, tinha um park de frente que ficava bem iluminado a noite e durante o dia era ótimo para exercícios e passeios com seu cão Bob.
Percorreu o olhar pelo interior de seu quarto e constatou que estava uma bagunça. (Roupas para fora das gavetas e seu closet estava revirado, seus sapatos em desordem e suas camisas mal dobradas e algumas fora dos cabides)
Atravessou a sala e a sala de jantar que mal usava, já que fazia as refeições em seu escritório,ou ia até a cozinha comia algo congelado como estava fazendo no exato momento, foi até a geladeira e a encontrou praticamente vazia, por exeção de uma pizza quase inteira e uma garrafa de água que havia lá dentro, pegou um pedaço mordeu e caminhou até o balcão da ilha e encontrou seu cão deitado embaixo dele, o animal ao vê-lo se levantou e foi até ele balançando a calda e se remexendo todo
_Precisamos fazer compras Bob!
Falou para seu Pitt Bull e este lhe respondeu com um alto latido
_Rolf
_O que houve?
O animal sentou no chão o encarando e inclinando a cabeça para o lado como se pedisse por algo, mas Peter não tinha tempo para seu amigo, apenas afagou suas orelhas e disse:
_Foi mal garotão, não posso te levar para correr agora, mas Gonzáles virá te socorrer ok?
Pegou o pedaço de pizza gelado que segurava e jogou para o cachorro, depois pegou outro para si e deu uma mordida enquanto calçava os sapatos.
"Porcaria estou atrasado, Anderson vai ter um surto"
Pensava enquanto voltava até ao balcão para pegar sua maleta que tinha esquecido em cima do microondas (que não ligou para aquecer o pedaço de pizza) e notou um bilhete pendurado nele.
"Oi amor!
Não se esqueça do nosso cineminha às 8:00 , te espero lá
De uma louca e extremamente apaixonada e que ficará uma fera se não aparecer
Emily"
O rapaz parou de respirar apreensivo e correu para pegar seu celular que estava sobre a mesinha de centro, havia 10 ligações perdidas e todas eram do celular de sua noiva Emily Jhonson, ele sabia que estava enrascado, mas não tinha tempo, ele nunca tinha tempo para quase nada, na verdade. Peter Thomas Walker era advogado criminal e estava sempre trabalhando e cobrindo casos difíceis de resolver, alguns amigos e também inimigos, diziam que ele era como o advogado do diabo, como um personagem de um filme. Pois ele não somente conseguia que seus clientes fossem absolvidos como conseguia que o réu fosse condenado, se algum cliente assim desejasse.
Não era politicamente correto, mas ele preferia acreditar em seu próprio ponto de vista.
Não havia um caso que ele não resolvesse, e não importava á quem ele prestasse serviços, desde que pagasse bem, ele aceitava
Thomas guardou seu aparelho e fechou o apartamento e foi para o escritório no centro de Trenton, New Jersey, pois não chegaria a tempo de comparecer a reunião, cujo endereço era Newark Também em New Jersey.
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Empresas New Star & Moon light , escritório dos Srs. Edward Smith e Adam Leiff, presidente e vice-presidente, das empresas New Star & Moon light, reunião com o Sr. Robert Anderson 10:30
_Ele está atrasado, que tipo de profissionais você têm trabalhando para este grupo?
_Tenho certeza de que houve algum imprevisto grave, não é do feitio do Sr. Thomas -Disse Anderson
Ele estava sentando na ponta da enorme mesa de negócios, com os dedos entrelaçados um no outro tentando mostrar-se seguro e altivo, mas estava a ponto de pegar o celular mais uma vez e gritar com Thomas, ele havia ligado dez vezes, mas agora estava na presença de outras partes interessadas, não poderia mostra descontrole , já Smith se encontrava sentado na outra extremidade ao lado de seu sócio e vise-presidente das empresas , Lieff e ambos o encaravam com expressão de impaciência.
"Peter Thomas Walker... se não aparecer em dez minutos estará frito rapaz, frito!"
Pensava Anderson enquanto rangia os dentes e mostrava uma expressão relaxada para seu sócio , ocultando sua explosão interna.
Robert Anderson sempre fazia vista grossa para as atitudes de Thomas, pois ele era um ótimo profissional, mas sempre chegava atrasado por algum motivo no escritório em que ambos trabalhavam, Anderson era praticamente seu chefe pois ele liderava a corporação advocacia Locks Law CO. que situava-se em Trenton.
Anderson pegou seu celular e apertou a tecla send, para chamar Peter Thomas mais uma vez por debaixo da mesa, olhou discretamente no visor e sempre aparecia chamando e logo depois, chamada encerrada.
"Não creio,vou ter sérios problemas hoje, só posso ter levantado com meu pé esquerdo"
Pensava enquanto tentava ligar mais uma vez, sem sucesso algum, desviou o olhar para Lieff e torceu o lábio em um meio sorriso, tentando demonstrar tranqüilidade, mas sentia que estava falhando miseravelmente, pois Lieff suspirava e erguia as sobrancelhas em sinal de impaciência.
_Quando o rapaz vai chegar Sr. Anderson?
Perguntou Smith consultando o relógio de pulso dourado, de ouro maciço.
Eles teriam uma reunião com os diretores das empresas New Star & Moon light, que ficava em Newark, New Jersey, marcada para às 10:00 a.m em ponto, com os dois dos empresários responsáveis pelo maiores números de ações da bolsa nos EUA, mas que estavam também sendo investigados por lavagem de dinheiro em uma de suas empresas, precisavam conversar com Thomas, pois sabiam que ele era um dos melhores e o que tinha de melhor em um advogado, não media esforços e não tinha consciência pesada, nem medo de ter sua licença cassada. Pois era muito experto e muito inteligente também, sabia usar qualquer situação ao seu favor e ao favor de clientes abonados.
Edward Smith tinha um interesse pessoal na absolvição total dos membros em questão, pois também tinha sua parcela de investimentos na bolsa e nas empresas,além de um cargo público como Senador por New Jersey. Ele era um ótimo profissional, mas também era muito ambicioso e não queria ter nada que relacionasse seu nome à escândalos e corrupções e tinha o Sr. Robert Anderson nas mãos, pois ele também era um dos acionistas do grupo Empresarial NS&ML. Ou seja se uma das partes caísse levaria junto grande parte de seus investimentos e também prestígio na defensoria junto ao United States Solicitor General e ao MCJ.
Edward Smith era um homem mediano, caucasiano , meio calvo, nariz romano e meio calvo,tinha 52 anos e estava no ramo dos negócios há 30 e Adam Lieff era um rapaz de 38 anos, ex-promotor de justiça e atualmente empresário, largou a promotoria para investir em negócios há 10 anos.
_Talvez fosse melhor contratarmos alguém mais compenetrado e mais capacitado!
Disse Smith já se levantando e apanhando sua maleta preta , sendo acompanhado por Lieff que também apanhou a sua e se viraram em direção á porta e abriu indicando que Anderson deveria sair, pois a reunião já estava encerrada.
_Ele tem razão , Sr. Anderson, conheço um que é um advogado de prática privada em Muskegon, Michigan. Ele é um dos poucos advogados em todo o país, cuja prática é dedicada exclusivamente à questões de venda direta e de marketing multi-nível...
Disse Lieff fazendo um movimento de expansão com o braço direito, indicando que ele deveria seguir para um dos corredores que dava acesso ao elevador
_.E com 20 anos de experiência jurídica incluem e 3 anos na Amway Corporation, onde foi vice- Diretor da Divisão Jurídica...
Smith completou a frase de Lieff e passou pelo advogado indo em direção a um dos elevadores, mas deu um ultimo aviso a este.
_Até breve Robert! Espero que nos arrume alguém tão capacitado quanto, porque não é somente o nosso que está na reta, quem cair, carrega uma parcela consigo, mas lembre-se que a corda sempre arrebenta no lado mais fraco!
Disse Smith em tom firme olhando para Anderson já saindo porta a fora também , com cara de poucos amigos, mas não antes de ter a mão apertada por Lieff, que se despediu cordialmente dos dois homens e seguiu para o mesmo elevador que seu sócio.
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Edifício Locks Law 11:30
_Droga Thomas!! Seu imbecil!
Praguejou adentrando a Locks Law CO. e esbravejou enquanto pegava o aparelho para xingar o funcionário antes mesmo que este botasse os pés no escritório naquele dia, Peter se arrependeria amargamente por não ter sido profissional.
Ao entrar em seu escritório Anderson se joga em sua poltrona e aperta um botão em um aparelho e chama por sua secretária, que o atende prontamente.
_Srta. Justine, me traga um comprimido para dor de cabeça e o dossiê NS & ML
_Sim senhor Anderson, agora mesmo!
Ele fazia movimentos circulares com os dedos nas têmporas quando ouviu Justine bater na porta e entrar, trazendo um pote de comprimidos em uma mão e uma cartucho marrom na outra.
_Aqui está senhor, os comprimidos e o dossiê
_Tente entrar em contato com o Walker, diga a ele que se trata de um assunto urgente!
Justine arregalou os olhos, pois sabia que Anderson só chamava Thomas pelo sobrenome quando a coisa era séria, mais precisamente séria para o jovem, sentiu um pouco de compaixão pelo rapaz, ma assentiu e se retirou do aposento.
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_Droga Emily! Atende vai?
Thomas atravessava a ponte , observando a beleza da cidade, já estava na 30º tentativa de falar com sua noiva enquanto dirigia distraidamente, o celular chamava mas ninguém atendia, olhou para o espelho no painel do Audi e ajeitou os cabelos que não teve tempo de pentear
_Mas que droga! Não vai mesmo atender não é?
_Mas o que?
Um ciclista apareceu em seu campo de visão e foi tudo muito rápido, o rapaz voou por cima do pára-choque , rolou pelo capô de seu carro e caiu no meio da pista.
Ele freou o carro bruscamente , se amaldiçoando por dirigir falando ao celular, ele mesmo sabia que nunca deveria quebrar essa regra, mas naquele dia precisava muito falar com Emily.
_Ouch!
Thomas saiu do carro e foi verificar como o ciclista estava, apertou o pulso do rapaz e viu que tinha pulsação, percorreu o olhar pelo corpo do jovem e pelo curso de primeiros socorros que fez ai tirar a carta, viu que o rapaz encontrava-se bem.
_Ei ! — Peter o chamou
_Hã?
_Está tudo bem?
_Acho..acho que sim...
_Puxa foi uma queda e tanto, deveria ser mais atencioso rapaz
_Eu, mas eu estava na ciclovia e cruzei quando o sinal já estava amarelo...
Disse o rapaz indignando-se com o fato de que Thomas o acusava de não prestar atenção no trânsito se ao menos dirigia um carro.
_Oras, está tão atordoado que nem se lembra do que aconteceu, você não me viu com o carro, seu capacete te fez um ponto cego à direita, por isso não me viu! Venha, vou te ajudar a se levantar
_Está bem, obrigado Sr. ...
_Nomes não importam não é mesmo? O que importa é que você está são e pronto para outra garotão!
Bateu amigavelmente nas costas do rapaz enquanto tirava poeira de seus ombros e alinhava sua camisa pólo azul com listras brancas.
_Quer uma carona até o hospital mais próximo?
_Não tudo bem, eu estou bem e...
_Ótimo!
Peter olhou para os lados e viu que ninguém observava a cena , todos seguiam com seu cotidiano normalmente corrido. Entregou a bicicleta ao rapaz e rumou para o carro
_Sorte que sou um advogado muito bom, se eu desse queixa de como anda em sua bicicleta , estaria encrencado, nunca mais poderia andar em uma dessas -mentiu
_Oh puxa...muito obrigado senhor! Muito obrigado mesmo, o senhor é um anjo!
Disse o rapaz animado mas Thomas já tinha arrancado com o carro rumo ao escritório, olhou para o celular e resolveu ignorar as chamadas de Anderson, pois não fazia sentido sofrer antes da hora.
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New Jersey , Richards Hall Bloomfield College 11: 40 am.
_O que está dizendo Sr. Justin Jones?
Perguntou uma voz feminina em tom de um adulto que censura uma criança quando esta faz algo errado, como rabiscar a uma parede.
_Bem... creio que chegarei atrasado Mrs. Moore... houve um imprevisto...
_Que tipo de imprevisto? -perguntou a voz feminina e ao telefone
_Houve um pequeno acidente...
_Que tipo de acidente?
_Um carro me jogou por cima do capô...
_Oh!E você se feriu muito?
_Não, apenas alguns arranhões -respondeu rapidamente verificando seus braços
_Mas ninguém respeita o trânsito mesmo! -disse ela já ficando muito revoltada
Justin Jones, conversava com a diretora da R.H.B College, Rachel Moore, em uma cabine de telefone público para informar que chegaria atrasado paradar suas aulas, e ela digitava algo em sua planilha no computador enquanto o ouvia atentamente, pois o rapaz de 24 anos que lecionava duas matérias, Química e Biologia, e era considerado um ótimo professor, era também muito distraído e atrapalhado às vezes, o que causava a si pequenos acidentes como esse, mas que a preocupava um pouco, pois ela gostava bastante do rapaz.
O professor queria apenas explicar que não daria tempo dar a sua primeira aula de Biologia e teria que dar a do próximo horário, que seria de aula de Química, então tentava se explicar o mais tranquilamente possível mas não parecia adiantar muito, pois ele precisava afastar o telefone do ouvido algumas vezes, já que ela praticamente gritava consigo, além de ele ouvir baques de murros que ela provavemente dava em sua própria mesa enquanto se alterava ao falar com ele. Justin também tentava demonstrar na breve conversa que não iria entrarem detalhes no momento, mas sabia que ela crivaria-lhe de perguntas mais tarde, pois ela era o tipo de mulher que não esquecia de um assunto tão facilmente, então ele suspirou e encostou o telefone novamente no ouvido para escutá-la.
_Está tudo bem não é? -perguntou ela com voz esgarniçada
_Sim, eu estou bem...
_Tem certeza, não quer que eu envie uma ambulância?
_Não é necessário -respondeu sorrindo
_Então não demore, quero verificar pessoalmente se não há muitos estragos em você! -disse ela e logo desligou o telefone em seguida
Ele sorriu do estilo "mãe general" dela, enquanto saída da cabine e caminhava mancando um pouco até sua bicicleta que estava encostada a guia da calçada, suspirou ao se aproximar dela novamente, pois estava com a pintura arranhada e um pouco torta também.
Justin montou em sua bicicleta e começou a pedalar lentamente, sentindo um certo desconforto devido aos arranhões nos joelhos que ardiam um pouco quando movimentava as pernas, para ganhar um pouco de velocidade, ele precisava chegar logo em seu trabalho.
No meio do percurso ele lembrou-se do acidente e balançou a cabeça em negação, abrindo um sorriso meio bobo no rosto pálido e de feições delicadas, mas um sorriso bem diferente do que dera ao pensar na Sra. Moore. Passou a mão pelos cabelos castanhos e secou o suor que brotava de sua pele na região da testa e pescoço.
_Puxa, eu estava mesmo distraído, se o rapaz prestasse queixa... não posso me dar ao luxo de perder meu emprego, quem deixaria seu filho aprender com um professor que não respeita as leis do trânsito?
E foi o caminho todo relembrando o que acontecera a alguns minutos antes, e de um certo Advogado muito bonito, como assim Justin o julgou ser.
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Tranton centro, Edifício Locks Law CO. 11:40
Thomas dirigiu em alta velocidade e por isso rapidamente chegou em frente ao prédio qual trabalhava, pois não adiantaria ir para o local da reunião, porque a essa altura, Anderson já deveria estar de volta a seu escritório, seguiu para a garagem e estacionou seu carro enquanto tentava mais uma vez que sua noiva o atendesse.
_Noiva... pelo jeito é ex-noiva , não acredito que está me evitando por um bolo?
(celular chamando)
_Droga! Se que assim tudo bem! Eu estou ótimo!
Falou gritando pela segunda vez com seu aparelho, enquanto entrava no elevador do subsolo, apertou o 30º andar e agradou respirando fundo, pois não seria fácil ficar cara a cara com seu chefe naquele dia, pois ele tinha certeza de que acordara em um péssimo dia.
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