Rafael chega cansado de uma manhã de aulas maçante, apenas almoça, se joga na cama e cai em um sono profundo. Quando acorda, percebe que era de manhã

– Como está de manhã se eu peguei no sono de tarde?

Sente algo estranho, não havia percebido que tinha dormido tanto, então, abre a janela do quarto

–AAHH!!!- Gritou ao ver Jade, sua cadela de estimação morta e estraçalhada

Ele corre até a porta da frente e abre ela lentamente, quando olha para fora, vê vários zumbis pela rua. Ele entra em desespero, corre para o seu quarto e coloca uma camiseta preta com uma caveira estampada, e rasga as mangas, pega a sua mochila da escola e a enche de suprimentos, como comida, água e um kit de primeiros socorros.
Ele corre o mais rápido que consegue para a garagem de sua casa, onde ficam guardadas todas as ferramentas da casa, e armou-se de dois facões e um conjunto de facas de Dagger, ele pega sua bicicleta para sair daquele lugar, ele espera o momento certo para abrir o portão, quando abre, ele sai em disparada, mas mesmo assim, ele tem o seu caminho bloqueado por um zumbi, automaticamente, ele saca um dos facões e arranca a cabeça do zumbi fora, e continua correndo contra o tempo.
A primeira coisa que Rafael fez foi ir até a casa de Eric, um amigo da escola, mas não encontrou ninguém, o mesmo se repetiu na casa de Leonardo, Fernanda e Laís, também seus mais que amigos da escola.
Ele encontra a rodovia que cruzava a cidade totalmente vazia, então, começou a pedalar com todas as forças que tinha, só para chegar a cidade vizinha, onde ele sabia que tinha uma loja de armas. A loja é próxima a um grande ponto histórico da cidade. Ele chegou a uma parte onde antigamente haviam aproximadamente 20 pavilhões, hoje restara apenas um. Ele chegou perto do lugar e ouviu murmúrios, então, abriu a enorme porta de ferro e viu que lá dentro, haviam sobreviventes refugiados, inclusive seus grandes amigos: Laís e Léo
Léo, Rafael e Laís eram grandes amigos, sentavam juntos na escola e sempre que podiam faziam trabalhos em grupo. Laís era a “mãezona” do grupo, sempre colocando ordem nos dois bagunceiros, cuidando e protegendo eles, gostava de dizer que eram os Três Mosqueteiros, pois era um por todos, e todos por um. Léo era o piadista, sempra fazia os amigos rirem por causa das suas piadas (e quando a piada era sem graça, ele virava a piada), era esporadicamente estranho. Rafa era o contador de histórias, era o mais criativo dos três, sempre inventando golpes e aplicando eles no coitado do Léo.
Eles estavam conversando sobre como chegaram ali, quando um grupo de zumbis atacou, eles foram pegos com a guarda baixa, era um grupo muito grande.

– Cara, não dá mais, são muitos, e somos só nós três lutando- Disse a garota

–BANDO DE INÚTEIS, ALGUÉM PODE AJUDAR A GENTE AQUI?????- Disse Léo, mas ninguém se pronunciou.

Eles estavam esgotados, estavam lutando um de costas para o outro, até que os três caíram ao mesmo tempo, um escorando outro, mas continuaram lutando, os zumbis estavam a uma distância mínima dos três, não tinham mais saída.

Notas finais
Gostaram? Alguma crítica construtiva?Até o próximo capítulo ^^