Notas iniciais
OLÁ!
Bem, obrigada desde já.
Espero que vocês comecem a amar a Angel e a Clary tanto quanto eu, mas se eu fosse vocês não me apegava a Clary logo "de cara".
Boa leitura.

CLARY 1

Acordei cinco minutos antes do despertador. Me levanto e vou até a janela, abro caminho por meio as cortinas e respirando fundo penso: Eu estou viva!

Nada mais importa, mas isso é só naquele curto momento.

Vou até a cozinha. Como uma maçã e algumas uvas. Bebo água. Me visto rapidamente e mal dou atenção as roupas que escolho, como sempre faço antes de ir trabalhar. Lavo o rosto, penteio o cabelo, escovo os dentes e passo o meu batom preferido. Ok, eu estou pronta.

Roupa: http://www.polyvore.com/clary/set?id=120563186

Corro até o carro e olho o relógio do celular. Eu tenho quinze minutos

Chego no hospital faltando deis minutos para meu horário,- ufa -entro e vejo que fiquei na ala das crianças com câncer.- yeeep -Crianças são valiosas.

Vou em direção à ala infantil, feliz da vida. Chegando lá vejo Marcus sentado, provavelmente me esperando.

—Olá!— digo toda animada.

—Oi diva!— ele responde alegremente —Não gosto de deixar as crianças esperando, sabe, mas odeio começar sem você.

—Desculpe. Cheguei atrasada. Pensei que você adorasse as crianças.

—Ah, eu amo crianças, mas elas te amam tanto que é meio frustrante começar sem você. Aliás, você não se atrasou. Eu cheguei mais cedo hoje.

—Também adoro elas.- mentira -Elas foram o principal motivo pelo o qual eu me voluntariei. E você?

—Eu sempre adorei ajudar as pessoas principalmente, porque sei como é ruim não ser aceito e essas crianças, muitas vezes, tem essa dificuldade.

—Entendo— afinal, assumir a própria homossexualidade é difícil, as pessoas julgam demais.

—Bem, vamos?— ele pergunta depois de dois segundos de silêncio—As crianças estão esperando.

—Vamos!— respondo enquanto nós entramos.

Nós definitivamente fizemos as crianças se divertirem. Nós brincamos, fizemos um desfile, um baile (de brincadeira), lemos historinhas e por fim nos despedimos.

Ando até o carro. Próxima parada: emprego de verdade, ou seja, asilo.

Começo a pensar em como vou usar minha influência sobre as pessoas para me ajudar mais com meu "carma" ou sei lá o que é isso. Eu sei que essa "influência" é sobrenatural, as pessoas ficam muito mais alegres e calmas quando estão perto de mim, quando eu sorrio elas se acalmam e sorriem de volta, não importa se estão felizes ou tristes.

Entro no refeitório cumprimentando todos os velhos por quem eu passo e ando até a mesa onde Martha e Samantha estão. Martha está chorando tanto que começo a temer que ela forme um lago de lágrimas. Samantha está aparentemente fazendo o máximo que pode para acalmá-la e relaxa visivelmente quando me vê.

—O que aconteceu?— pergunto delicadamente enquanto sento em frente à ela e pego sua mão.

—Minha irmãzinha...— ela diz e nos explica a situação em meio aos soluços. Sua irmã, Amy, tem câncer e precisa de uma operação, se não ela irá morrer. O problema é o dinheiro. Eu sei que ela irá morrer mais cedo ou mais tarde por causa do câncer com ou sem operação, mas eu preciso ajudar.

—Em qual hospital ela está? É no que eu sou voluntária?— pergunto delicadamente para não ser rude.

Ela faz um sinal positivo com a cabeça e eu sei que posso ajudar. Eu vou.

Depois disto eu e Samantha dizemos que tudo vai ficar bem e mandamos ela ir pra casa descansar. Ficamos com suas tarefas e eu acabei ficando sem almoçar.

Dirijo até em casa pensando em como ajudar essa menininha, Amy, eu tenho que ajudá-la.

Chego em casa, vou até a cozinha e preparo uma salada de grão-de-bico e cenoura e um suco de framboesa. Estou tão faminta que como tudo rapidamente. Fico sentada na cozinha pensando na garota extremamente pálida, de cabelos longos pretos e que sempre está usando vermelho e dourado em meus sonhos. De algum modo sei que ela é real, não sei como sei disso, apenas sei. Quero encontrá-la, mas de verdade e não em um sonho.Decido sair para não poder dormir e também porque parece a coisa certa a se fazer. Se tem algo que eu aprendi todos esses anos é que devo acreditar nas minha intuição.

Me arrumo com um pouco mais de atenção que o normal e decido colocar também um lenço que ganhei de aniversário. Vou até o banheiro e resolvo usar mais maquiagem do que normalmente usaria. Fico pronta em meia hora.

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Vou até o carro e paro em um restaurante.

ANGEL 1

Acordo com o barulho do despertador e com um livro no rosto. Nossa, dormi lendo de novo. Me levanto e vou no banheiro lavar o rosto. Olho o relógio. Tenho uma hora e meia pra me arrumar. Droga. Queria dormir mais.

Tomo um banho e me visto atentamente, tendo cuidado com minhas escolhas. Faço um penteado sexy, escovo os dentes e me maquio. Estou pronta.

Roupa:http://www.polyvore.com/angel/set?id=120565063

Me olho no espelho. Estou tão sexy quanto uma prostituta deve ser. Confiro o relógio e ainda tenho meia hora.

Desço e pego um táxi. Chego no ponto de encontro, um restaurante. Entro e descubro que meu cliente não chegou. Peço uma taça de vinho branco e vejo-a.

Ela está lá sentada, sem-graça como sempre. Primeiro penso que é uma visão, mas então percebo que ela está realmente ali.

Ela me vê, fica mais pálida ainda e paralisada. Me levanto vagarosamente até sua mesa e me sento.

—Você...— falamos ao mesmo tempo. Nos olhamos por um tempo e ela diz:

—Você primeiro.

—Ok. O que diabos você está aqui? E por que você fica aparecendo na minha mente?

—Eu estou passeando. E eu não sei. Aliás, por que você fica aparecendo nos meus sonhos?

—Olha, eu realmente não sei. Tudo o que sei é que eu não tenho tempo pra isso agora. Anota meu número e me passa o seu. Mais tarde ou amanhã eu te ligo.

Ela me passou seu número de celular e eu passei o me pra ela.

—Meu cliente chegou. Tchau.— disse enquanto caminhava até o otário que estava entrando no restaurante.

—Olá.— disse em meu tom de flerte—Vamos?

—Claro!— me oferece o braço, eu aceito e ele sussurra perto de minha orelha—Estou morrendo de vontade de tirar seu vestido e te ouvir gemer.

Sorrio de forma maliciosa pra ele.

Chegamos no motel e subimos pra uma suíte. Ele me beija ferozmente e me joga na cama. Como prometido, ele tira me vestido. Então começa a me chupar e depois enfia com tudo em mim. Eu faço meu trabalho, gemendo e chamando seu nome e pronto. Acabou. Me despeço e pego um táxi pra casa.

Cara, mal vejo a hora de matar esse desgraçado.

Notas finais
Espero que tenham gostado(:
Se desejam saber mais sobre a autora(eu) acessem meu tumblr:
http://ang3l17.tumblr.com/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.